sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Canael revisitado

 

CANAEL REVISITADO

Marcos Cordeiro de Andrade

Na condição de criador e mantenedor do CANAEL (www.canael.com.br), reconheço que a busca de nomes carimbados é enfadonha. No entanto, sugiro confrontar os candidatos em chapas futuras com aqueles constantes no Blog (ordem alfabética unificada). Assim, o conhecimento das figurinhas que ocupam a dança das cadeiras será suficiente para embargar suas pretensões. Aliás, esse é o lema que defini:

“ESTANDO NO CANAEL, NÃO VOTO!”

Para municiar o conteúdo, me louvo nos comunicados de eleições e posses veiculados pelas Entidades nos respectivos Sites. O trabalho é voluntário e não envolve recompensa financeira.

Quando do lançamento, em 2009, escrevi:

- A partir daqui nosso voto será mais valorizado. Sob a orientação desta relação será fácil cumprir com o nosso dever maior: escolher com responsabilidade aqueles que influenciam na administração das Entidades cujos procedimentos nos afetam - na condição de aposentados, pensionistas e assistidos de um modo geral, do Plano de Benefício nº. 1, da Previ. Todos os nomes relacionados estão vinculados a Entidades direcionadas ao trato de assuntos inerentes aos nossos interesses. Esta publicação tem caráter meramente informativo.

- Boa sorte a todos nesse novo tempo.

 Marcos Cordeiro de Andrade - Curitiba (PR) 22/11/2009.

 Conheçam também minhas outras criações a serviço dos “velhinhos trambiqueiros”:

 www.aapprevi.com.br;

www.revistadireitos.com.br;

www.previplano1.com.br

 

Curitiba (PR), 04/11/2021.

Marcos Cordeiro de Andrade

- 82 anos -

Aposentado do Banco do Brasil

Participante PREVI/CASSI desde 15/05/62

cordeiro@marcoscordeiro.com.br

 “Quem não vive para servir, não serve para viver”. Mahatma Gandhi.


sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Site CASSI - Elitismo

 

Alienado?

Marcos Cordeiro de Andrade

Curitiba (PR), 29 de outubro de 2021.

Caros colegas,

Retornando de uma estada forçada de 14 dias em ambiente hospitalar, doze dos quais usufruindo dos “prazeres de alienação” em UTI (tudo subvencionado pela CASSI, diga-se), me deparo com inacreditáveis informações de que agora temos CASSIs diferenciadas. Ao que pude depreender, salvo interpretação errônea, o Site da Caixa veicula notícias que levam a esse entendimento. Senão vejamos:

“Já pensou em ter uma equipe multidisciplinar para cuidar da sua saúde?

Publicado em: 05/10/2021

Na CliniCASSI Brasília você encontra uma equipe que cuidará de toda a sua família, composta por enfermeiro, médico de família, psicólogo, nutricionista, assistente social e técnico de enfermagem. Juntos, eles farão a coordenação do cuidado promovendo melhorias em sua saúde.

A CliniCASSI Brasília está organizada para atender todas as necessidades, com atenção personalizada e resolutiva. Você também pode realizar procedimentos como: inserção de DIU, suturas, retiradas de pontos e sinais, curativos, lavagem auditiva para remoção de cerume, cantoplastia (retirada de unha encravada), administração de medicamentos, nebulização entre outros.

O atendimento é de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 19h, sem necessidade de agendamento prévio.

Faça da CliniCASSI Brasília a sua porta de entrada preferencial para o seu cuidado.”

É muito barulho com foco político para pouco resultado prático. Por que Brasília quando o bálsamo da criação untou a Caixa no Rio? Por que não aparelhar todas as Unidades antes da propaganda? Quer queira, quer não, causa ressentimentos naqueles descartados de momento. Ou os clientes de Brasília pagam mais pela “novidade”?

Ademais, o chamamento em si é redundante em se tratando de Caixa da envergadura dessa nossa, pois está anunciando o que é de sua competência fazer como se fora inovação. Há que pensar grande.

Em vista disso, tenho sólidos motivos para classificar como de pouca utilidade os elementares serviços ofertados, como esclareço:

 

a)      Os procedimentos elencados não enchem os olhos do público-alvo, posto que estão disponíveis em Clínicas de profissionais credenciados: inserção de DIU, suturas, retiradas de pontos e sinais, curativos, lavagem auditiva para remoção de - cerume, cantoplastia (retirada de unha encravada), administração de medicamentos, nebulização entre outros;

 

b)      O atendimento exclusivo em unidades CliniCASSI é elitista do modo como posto e descaracteriza a universalidade da isonomia, enquanto não extensivo à totalidade dos associados;

c)      Traz mais encargos às Unidades indicadas sem proveito consistente, dado à singeleza da qualidade dos serviços ofertados;

d)      Um dos pavores que povoam a mente do idoso é ser dirigido para cumprir compromissos (desrespeitando o direito de livre escolha), que o obrigue ao afastamento tempestivo do conforto do Lar – seu casulo protetor.

Para corroborar a triste constatação, hoje fui atingido por novo despropósito de cunho separatista no seio da nossa querida CASSI:

Portal CASSI - Notícias - A CliniCASSI Brasília tem mais novidades para você!

A CliniCASSI Brasília tem mais novidades para você!

Publicado em: 28/10/2021

TEMOS MAIS

NOVIDADES PARA VOCÊ!

Agora a CliniCASSI Brasília conta com especialistas na sua equipe de saúde.

Pediatra, endocrinologista, ginecologista, psiquiatra e cirurgião geral também cuidam da sua saúde ao longo da vida!

É a CliniCASSI Brasília cuidando de forma personalizada e resolutiva.

Estamos prontos para atender você de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 19h.

Faça da CliniCASSI Brasília sua primeira escolha para o seu cuidado de saúde.

Pela exclusão implícita, quem reside nos rincões além-Brasília será agraciado com condições para usufruir de imediato da excelência dos “atendimentos” elitizados?

Para rivalizar com os clássicos da propaganda só faltou dizer:

“Sua satisfação garantida ou o seu dinheiro de volta!”.

 

A todos peço desculpas se penetrei em terreno desconhecido. São coisas de um egresso de outro mundo cujos delírios talvez tenham afetado a capacidade de calar.

Marcos Cordeiro de Andrade

Matrícula nº 6.808.340-8

Associado CASSI desde 15/05/1962

cordeiro@marcoscordeiro.com.br


quarta-feira, 27 de outubro de 2021

PREVI nega suspensão de parcelas

 

PREVI nega suspensão de parcelas

Curitiba (PR), 26 de outubro de 2021.

 

Nº de Atendimento: 83439818

e-mail: cordeiro@marcoscordeiro.com.br

 

 

Marcos,

 

Não há previsão de suspensão da cobrança das prestações do Empréstimo Simples.

 

A suspensão da cobrança das prestações provocaria desequilíbrio nos contratos do ES, elevando o seu saldo devedor e, consequentemente, o valor da prestação no momento do seu recálculo anual. Além disso, há ainda impacto negativo no FQM ¿ Fundo de Quitação por Morte, uma vez que durante a suspensão não há cobrança da alíquota para o fundo.

 

Atenciosamente,

 

Gerência de Atendimento


quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Pedido de suspensão de parcelas dos Empréstimos e Financiamentos

 

ES – Pedido de nova Suspensão de parcelas

 

Curitiba (PR), 20 de outubro de 2021.

À

PREVI – Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil

- Diretoria Executiva -

institucional.contingencia@previ.com.br 

Senhor Diretor,

Em março passado, tivemos a feliz notícia de que fôramos contemplados com a suspensão da cobrança de três parcelas do ES, apoiada na inapelável justificativa de que:

26/03/2021

“A suspensão da cobrança das parcelas de abril, maio e junho do Empréstimo Simples (ES) já pode ser solicitada no Autoatendimento do site. O prazo termina às 23h59 da próxima quinta-feira, dia 1/4. A opção não está disponível no App Previ.”

“A medida foi aprovada pela Diretoria Executiva como maneira de auxiliar na preservação do fluxo de caixa dos associados, tanto do Plano 1 quanto do Previ Futuro, e atenuar possíveis impactos que os participantes e seus familiares possam sofrer no orçamento devido a pandemia de Covid-19.”

Embora arrefecido, o impacto abordado com propriedade ainda se faz sentir em nosso meio, tanto é que o Governo Federal cuida de reeditar o Abono Emergencial, razão por que renovamos nossa confiança em que a PREVI volte a tratar do assunto com a mesma prioridade, autorizando, para quem optar, a suspensão da cobrança das parcelas dos Financiamentos aos Participantes durante os meses de novembro e dezembro de 2021, e as de janeiro e fevereiro de 2022, sem que isso se configure prática recorrente, mas, ao amparo das regulamentações inerentes.

Até porque, além de o pleito encontrar guarida nos normativos que regem a concessão de empréstimos e financiamentos aos participantes, vez que se subordinam à alçada do Conselho Deliberativo, e o atendimento não causa impacto negativo no aspecto financeiro envolvido, como declarado por ocasião da concessão anterior, sob os mesmos critérios. De salientar que o trato do assunto é oportuno por vários aspectos: retorno gradual às atividades sufocadas, volta às aulas, retomada da cobrança de impostos etc. Além do que o trato do assunto faz bem à saúde dos Planos:

 “Esclarecemos que as Operações com Participantes além de representar um benefício adicional aos participantes, elas são também um segmento de investimento importante, que proporciona bom retorno com risco relativamente baixo para a Entidade.”

 Também, confessadamente, afastados o risco de impactos financeiros negativos:

 “A pandemia não chegou ao fim. O cenário econômico ainda é de instabilidade, mas a Previ está fortalecida para enfrentar a volatilidade esperada. Em quase 117 anos de história, passamos por diversas crises. Nosso foco se manteve mesmo nos momentos mais difíceis: o propósito da Previ, de cuidar do futuro das pessoas. Começamos 2021 com as mesmas convicções.

 Mais uma vez gratos por sua estimável atenção, rogamos o atendimento ao que se propõe, em nome dos nossos quase 9.000 associados e dos demais participantes e assistidos da PREVI que concordem com este pleito.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade

Matrícula nº 6.808.340-8

Presidente da AAPPEVI

www.aapprevi.com.br 

presidencia@aapprevi.com.br   


VOLTEI - De novo!

 

VOLTEI – De novo!

Marcos Cordeiro de Andrade

Curitiba (PR), 19/10/2021.

Caros Amigos.

O ciclo do envelhecimento voltou a me atingir com força. No entanto, como da vez anterior, o Bom Deus me amparou pelas mãos da excelente equipe dos profissionais de Saúde no Hospital Santa Cruz, complementada com a dedicação em tempo integral do meu Anjo da Guarda – o filho Marcos Junior.

Para se conhecer o poder de cura da Força Divina, eis o caminho percorrido pelas enfermidades acometidas entre os dias 04 e 18 último, quando do retorno ao Lar em direção à recuperação plena.

Por conta de fortes dores abdominais, foi diagnosticada uma pancreatite edematosa. Depois de feita uma tomografia e uma ressonância, foi visto que a causa era um cálculo da vesícula biliar que havia migrado para o duto biliar, causando obstrução. A solução para desobstrução foi a realização de uma CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica). É um procedimento feito por endoscopia, com paciente sedado. Até a realização, precisei ficar de jejum. Por alguns dias tive que me alimentar por via enteral, com auxílio de sonda nasal. Durante o procedimento foi constatada a ausência do cálculo que causara a pancreatite, o que explica a melhora clínica antes da CPRE. Na madrugada seguinte ao procedimento, tive muitas náuseas e apresentei vômito com sangue. Fiz nova tomografia para verificar se algum órgão havia sido perfurado, mas não encontraram perfurações. Ficou concluído que o sangramento foi devido ao próprio procedimento, à manipulação interna. Em seguida, senti novamente as dores que me levaram ao hospital. Tive uma nova pancreatite, que segundo os médicos, é comum após realização da CPRE. Novamente precisei de repouso e jejum. Foram 14 dias internado, 12 deles em UTI.

No momento, me volto aos agradecimentos pelas orações e votos de recuperação, com a convicção de que os avanços da medicina postos ao meu dispor cumpriram os desígnios de Deus. E a todos que acompanham os meus caminhos, faço uma recomendação: FILHO É O MELHOR REMÉDIO.

Amém!

Marcos Cordeiro de Andrade

Aposentado do Banco do Brasil – 82 anos

Associado CASSI desde 15/05/1962

cordeiro@marcoscordeiro.com.br

PS. Todo o atendimento foi subvencionado pela CASSI, sem entraves burocráticos, com CUSTO ZERO para o paciente e acompanhante.


quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Índices de reajustes da PREVI

 

INSENSIBILIDADE DA PREVI

Marcos Cordeiro de Andrade

Curitiba (PR), 02 de setembro de 2021.

Caros colegas,

É revoltante conviver com o tratamento dado pela PREVI às reivindicações dos assistidos, notadamente em relação aos benefícios distribuídos.

Em que pese o atendimento obedecer aos normativos pertinentes, a sujeição a esses regulamentos redundou em prejuízo substancial ao longo dos anos, desde quando a PREVI impôs a substituição do IGP-DI pelo INPC/IBGE. No acordo de 24.12.97 o Fundo trocou o índice de atualização das perdas inflacionárias por um do seu interesse, sob alegação de que o substitutivo era mais vantajoso para os assistidos.

No momento, independentemente das consequências advindas no bojo da pandemia que grassa entre nós, as perdas desse segmento com a atualização irregular dos benefícios redundam no agravamento da nossa precária situação financeira, tomando-se como parâmetros os benefícios percebidos e as atualizações que não condizem com a realidade. De há muito se pede atenção para esses fatos sem que, no entanto, qualquer coisa seja cuidada. À parte uns efêmeros caraminguás disponibilizados a título de socorro emergencial (sem mexer com o patrimônio), somente recentemente a PREVI veio a público divulgar essa condescendência. Mesmo assim, fazendo cortesia com o chapéu alheio ao anunciar a boa nova, forçada a seguir o exemplo dado pelas autoridades financeiras, o que leva à suposição de que se antecipou a provável determinação “superior” para seguir os passos do Governo. Nesse caso, teria que mexer no seu intocável patrimônio.

Na ocasião, a suspensão de parcelas do ES soou como propaganda enganosa:

26/03/2021

A medida foi aprovada pela Diretoria Executiva como maneira de auxiliar na preservação do fluxo de caixa dos associados, tanto do Plano 1 quanto do Previ Futuro...

Enquanto a sensibilidade demonstrada pelo Governo Federal fez uso do Caixa do Tesouro, sem perspectiva de retorno, a PREVI “posou de bom moço” para imitar o ato humanitário adiantando dinheiro a ser pago pelo próprio assistido, mas, garantindo o retorno seguro. Ironicamente, alegou que as parcelas suspensas se destinavam a “atenuar possíveis impactos que os participantes e seus familiares possam sofrer no orçamento devido a pandemia de Covid-19”.

Também é revoltante constatar que, com os olhos voltados para a Comunidade Financeira, a PREVI abafa o conhecimento da precária situação que vivenciam os assistidos mais idosos. Enquanto para o público midiático os números ocupam a casa dos bilhões de reais, e são divulgados com grande aparato, as cifras envolvendo benefícios de aposentadorias e pensões, que mal chegam à casa de dois dígitos, são ocultadas para não chegar ao público. Exemplo típico da aplicação da doutrina Ricúpero (“o que é bom a gente mostra...”). Isso sem contar a vergonhosa discrepância se compararmos nossos “proventos” com os dos Dirigentes (na casa dos 50.000 reais, estipulados por eles mesmos). Neste caso, estranhamente há como enquadrar os valores nos regulamentos. 

Segundo o adágio popular, “a voz do povo é a voz de Deus”. E “o povo”, aqui representado pelos assistidos da PREVI, é unânime em denunciar esse comportamento.

O tratamento dado aos índices de reposição inflacionária consiste em fato significativo que contribuiu para esse estado de coisas. Em 2003 a PREVI impôs a substituição do IGP-DI pelo INPC/IBGE. Em consequência, os reajustes concedidos no período 2004/2013, revelaram como a substituição do IGP-DI pelo INPC reduziu o valor real dos benefícios. Nesse lapso o acumulado pelo INPC foi de 69,14%, enquanto seria de 82,23% se a PREVI houvesse mantido o IGP-DI pactuado no acordo de 24.12.97.

A propósito, é relevante divulgar trechos da resposta dada recentemente ao respeitável MSU (Movimento Semente da União), em razão do questionamento sobre a troca de índices:

“Ponderamos, inicialmente, que o regulamento do plano 01, de 24.12.97, vinculado ao acordo da mesma data, firmado entre o Banco do Brasil e a PREVI, adotou o IGP-DI como indexador do reajuste dos benefícios, por ser considerado pelos contratantes o mais confiável dos índices para a faixa de renda de seus aposentados e pensionistas”.

“Por exemplo, o outro índice de preços ao consumidor, o IPCA, estava acumulado em 8,99% ao final de julho (período de 12 meses), contra 9,85% do INPC.”

Reputo que seria mais honesto comparar com o antigo índice (IGP-DI) que acumulou 33,37% em igual período.

É sabido que Fundo de Pensão não tem fins lucrativos, logo, não comporta auferir lucros (superavit). Se isso ocorre alguma coisa está errada e a principal justificativa diz respeito à aplicação dos recursos arrecadados. Ora, de acordo com as premissas defendidas pelo Fundo, ele tem por missão:

“Garantir o pagamento de benefícios a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável.”

 “A Instituição trabalha para garantir a esses participantes benefícios previdenciários complementares aos da Previdência Oficial, de forma a contribuir para a qualidade de vida dos associados e de seus dependentes.”

Em sendo assim, se o dinheiro arrecadado se presta unicamente ao pagamento de benefícios e, se cumprida essa parte ainda sobram recursos, tem-se que a distribuição está incorreta. Ou seja, os benefícios pagos aos aposentados e pensionistas sob sua dependência estão aquém do permissível, havendo margem para reajustes.

Relevante lembrar que nós, enquanto na ativa, fomos taxados de Marajás, e hoje, na condição de aposentados, ocupamos os últimos lugares na escala de Classes Sociais (C e D), segundo dados do IBGE (2020):

Classes Sociais por Faixas de Salário-Mínimo (IBGE)

Classe           Número de Salários-Mínimos (SM)    Renda Familiar (R$) em 2020

A         Acima de 20 SM    R$ 20.900,01 ou mais

B         De 10 a 20 SM        R$ 10.450,01 a R$ 20.900,00

C         De 4 a 10 SM          R$ 4.180,01 a R$ 10.450,00

D         De 2 a 4 SM R$ 2.090,01 a R$ 4.180,00

Imaginem se essa constatação fizesse parte da eufórica divulgação dos números da PREVI, pois seria constrangedor se ver estampado na mídia frases do tipo: “Aposentados e Pensionistas da PREVI estão próximos da linha de pobreza - enquanto o Fundo acumula seguidos superávits da ordem de 20/30 bilhões”.

Finalizando, esperando que esse desabafo chegue ao conhecimento de quem de Direito, e fiel ao princípio de que toda crítica bem fundamentada merece acompanhar indicativo de resolução, sugiro o retorno ao índice anterior (IGP-DI) aliado ao reconhecimento das perdas acumuladas desde sua implantação, com devolução do montante resultante aos prejudicados. Sabidamente, os procedimentos requeridos estão ao alcance da PREVI. Simples assim.

Com isso, uma injustiça será reparada e os reajustes futuros terão tratamento honesto.

Curitiba (PR) 02 de setembro de 2021.

Marcos Cordeiro de Andrade

Aposentado – 82 anos

Participante da PREVI desde 1962

cordeiro@marcoscordeiro.com.br 





quarta-feira, 21 de julho de 2021

 

VOLTEI!

Marcos Cordeiro de Andrade

Com a Graça de Deus estou em casa convalescendo com acompanhamento médico.

Agradeço a todos que cuidaram de mim com atos e orações. Deus os ouviu e me deu mais uma chance de continuar professando a filosofia de vida que escolhi: fazer o bem, sempre.

Até breve.

Curitiba (PR), 20/07/21.