segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

AAPPREVI - Consulta Processual



AAPPREVI – Consulta Processual

COMUNICADO nº 018-2019
Curitiba (PR), 14 de janeiro de 2019.

Área do Associado – Meus processos

Visando atualização de dados dos processos em andamento, a Área do Associado excluiu momentaneamente da visualização as Ações RMI e Readequação do Teto (e eventualmente outras). Por isso, enquanto perdurar a ausência pedimos aos autores atingidos que consultem diretamente os advogados que conduzem suas causas, indagando sobre o que ocorre com essas situações. Ato contínuo terão os dados atualizados.

Para tanto, os meios de comunicação com os Advogados e os nossos Setores constam na página CONTATO do site www.aapprevi.www.aapprevi.com.brcom.br. Informamos que, por força de Cláusula Contratual, os Advogados dispõem de cinco dias úteis para consolidar as respostas.

É oportuno lembrar que as Ações Disponíveis para ingresso estão listadas no site, pelo link abaixo: http://www.aapprevi.com.br/assessoria_juridica.php

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo

Antônio Américo Ravacci
Vice-Presidente Financeiro

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

CAPEC - Revisão de contribuições



CAPEC – Revisão de contribuições
Edgardo Rego
Curitiba (PR), 07 de janeiro de 2019.

Caros colegas.

Carta recebida do associado EDGARDO AMORIM REGO, repassada ao Corpo Jurídico com pedido de manifestação a respeito.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente da AAPPREVI

A atenção do Exmo. Sr. Presidente

A PREVI acaba de anunciar revisão anual da contribuição da CAPEC que entendo, e, pelo que sinto em manifestações de ponderável número de colegas respeitáveis, não parece comportar-se nos limites da suportabilidade, da racionalidade e da justiça social!
O pecúlio é um benefício previdenciário. Rege-se pelo postulado fundamental da dignidade e pelo princípio fundamental da solidariedade e pelos princípios básicos da proteção, obrigatoriedade, universalidade, continuidade e desigualdades sociais.
Acho que aumento de prestação da CAPEC que, para os mais antigos, só ESSE AUMENTO (NÃO SE TRATA NEM DO VALOR TOTAL DA PRESTAÇÃO MENSAL) IGUALA O DOBRO DO AUMENTO ANUAL DO BENEFÍCIO (ainda temos de arrostar o aumento da contribuição para a PREVI e o DESCOMUNAL AUMENTO para a CASSI), ACRÉSCIMO EXTORSIVO, ABUSIVO, ABSURDO, SOMENTE EFETIVO EM RAZÃO DO PODER DO MAIS FORTE..
Na prática a dignidade pessoal, no Brasil, está descrita e prescrita no artigo 6º   da Constituição Federal, essa que foi empunhada constantemente pelo recém-eleito Presidente da República, no ato solene de sua posse no Congresso Nacional no primeiro dia do novo ano: “São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.
Acho que aumento dessa nefasta magnitude simplesmente destruirá a dignidade de muitos idosos (a alimentação, a moradia, a saúde, a segurança e o amparo exatamente daqueles para os quais a previdência foi feita os assistidos, os velhinhos como eu de 92 anos, que ninguém tem que GRATUITAMENTE OS AMPARE PARA VIVER, PARA VER, PARA OUVIR PARA ANDAR, PARA ALIMENTAR-SE, PARA MOVER-SE, PARA FAZER AS NACESSIDADES BÁSICAS COMO BANHAR-SE E DEFECAR!.. Sei de dois casos extremos, bem próximos a mim: um, aposentado do Banco do Brasil, encontrado morto no apartamento onde morava solitário, o cadáver putrefato já rescendendo pelo edifício; e o outro, aposentado solitário da Petrobras, meu amigo e companheiro de infância de minha cidade natal, encontrado agonizante há dias no leito de morte no apartamento em que morava!
A solidariedade é, sobretudo, dos que trabalham com os ASSISTIDOS, DOS MAIS NOVOS COM OS MAIS VELHOS, DOS QUE GANAHM com os que NADA MAIS PODEM GANHAR, e, por isso, são ASSISTIDOS. Os supostamente novos, OS LABORAIS, podem ganhar o básico, aumentar sua renda com prorrogação, com comissionamento, missões especiais, acordos trabalhistas em que, parece, se obtêm adicionais isentos até de contribuição para a CASSI. OS LABORAIS É QUE DEVERIAM SUPORTAR A TOTALIDADE DO ÔNUS PREVIDENCIÁRIO! Previdência é seguro que se paga quando sadio e se goza o prêmio quando incapacitado.
Agora, já se avança até sobre a viabilidade da previdência social complementar, iniciando-se o processo de extinção prática da fase mais importante, a saber, a da sua realização, em claro descumprimento dos princípios de obrigatoriedade, universalidade, continuidade e de boa fé!  Afinal de contas, contribuo para a CAPEC desde o seu início, acredito que desde o ano de1967, 51 anos, 612 contribuições, talvez, para afinal declarar-me impossibilitado de continuar-lhe suportando o ônus e desistir desse benefício para minha mulher, que mais do que eu, precisa do amparo previdenciário?!
Já os ASSISTIDOS são alijados de qualquer aumento do benefício normal que não esteja restrito ao índice anual de reajuste  :Artigo 3º-§Único da LC 108/01 – “ Os reajustes dos benefícios em manutenção serão efetuados de acordo com critérios estabelecidos nos regulamentos dos planos de benefícios, vedado o repasse de ganhos de produtividade, abono e vantagens de qualquer natureza para tais benefícios.”. Durante os últimos anos, toda a sociedade brasileira, até o salário mínimo, ganhou o índice de aumento do PIB, somente os assistidos da PREVI foram dele privados. Empobrecemos vergonhosamente!
Finalmente a previdência social e sobretudo, a previdência social complementar existe para extinguir as clamorosas diferenças sociais, O PRINCÍPIO DAS DIFERENÇAS SOCIAIS, SOBRETUDO MANTENDO A VIDA DO ASSISTIDO NO MESMO NÍVEL DE SUA VIDA LABORAL – e foi esse o compromisso TRABALHISTA que o Banco do Brasil ASSUMIU COMIGO EM 1955 E,  EM 1967, REAFIEMOU QUE PERMANECERIA INTACTO ATÉ O FIM DA VIDA DE MINHA MUMHER E DA MNHA VIDA!
Por tudo isso, que seus assessores jurídicos examinarão e certamente sabem argumentar muito melhor do que eu, apelo que nos defendam contra esse ataque a nossa dignidade de pessoa humana e de cidadão brasileiro, obtendo urgentemente uma liminar que impossibilite esse nefasto confisco já no próximo dia 20 do corrente mês. As nossas associações são os últimos postos de salvamento que possuímos num ambiente social, onde os tribunais da Justiça se tornaram, de fato, como o nome que lhes pespegaram, Palácios da Justiça, habitação dos ricos e dos poderosos!
Edgardo Rego.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

NATAL em solitário



NATAL em solitário
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 24 de dezembro de 2018.

Neste ano, como se fora opção de velejador, deslizarei nas águas calmas do Natal na solidão que o tempo me impôs. Sem queixumes, a Noite me terá sozinho.
É que fui incluído no rol dos solitários por prazo de validade vencido. Com resignação, farei da constatação o rito de passagem para o inevitável na permanência da posição sem volta – extraindo da situação motivo de superação dos sentimentos negativos, ao tentar levar o exemplo a quantos possam dele se beneficiar.
Bem sei que ninguém deve enaltecer infortúnios. No entanto, na medida em que eles são partilhados podem servir de alerta para inibir a repetição, e os efeitos se amenizem. Servem de consolo e de ajuda a um só tempo, pois, o conformar-se com o que nos é dado ter transforma carências em plenitude...
Com esse pensamento, preparei meu espírito para experimentar um Natal desacompanhado. Talvez o mais sozinho que jamais esperasse ter, mesmo como consequência natural da mecânica que rege nossas vidas.
Com o passar do tempo, a acomodada presença de entes queridos à volta da mesa do Natal vai se reduzindo, por conta de ausências que se dão pela vontade Divina. Justificando-se por mortes ou afastamentos em busca de novos horizontes, o esvaziamento é gradativo e ninguém está livre do processo. Pelo visto, a cada ano o Natal é menos pródigo em proporcionar o calor humano da festividade. Sem esquecer que, quanto mais longevo o vivente, mais propenso à fadiga do costume de partilhar presenças – mormente entre familiares. 
Como a ninguém é dado o direito de tolher expectativas, não se pode amarrar ao cós aqueles para quem o destino tem planos de distanciamento.
Além do que, quando murcham os ramos vivos da outrora frondosa árvore genealógica, a poda resultante traz na saudade o peso do viver sozinho. É quando escasseiam as comemorações em família nas parcas colheitas das searas malcuidadas. Diminuem os aniversários e acabam os casamentos impedindo batizados. Consequência das mortes havidas, pode-se culpar, única estatística a alimentar o gráfico da Vida.
Em que pese tudo isto, neste Natal de solidão não vencida cumprirei a tradição da Ceia em mesa compartilhada e farta na medida do possível. Porém, se diferenciando pela escassez de convidados que o tempo não deixou reunir. Será a Ceia do Eu Sozinho esta que não me permitirá ver ninguém à volta em qualquer cabeceira que ocupe. Mas, resignado pela sujeição imposta, dividirei uma hipotética mesa repleta de convivas convocados pela imaginação de um anfitrião solitário.
Hoje não esperarei pela Missa do Galo para iniciar a ceia do Natal. Assim, terei tempo de incluir nas orações os nomes dos “presentes” - que jamais foram tantos.
De modo que também o seu nome, que me lê agora, seja lembrado juntamente com o de todos os que frequentaram as mesas dos meus Natais passados. E como a imaginação não respeita limites, ao preencher a relação deste ano me darei ao luxo de incluir os que sempre quis ter comigo, agora sem o remorso de roubar sua presença às mesas das suas escolhas. Por isso, sem sair do lugar que ora me cabe, peço permissão para que os alcance nas suas reais mesas natalinas. E ali, num abraço fraterno de FELIZ NATAL, pedirei ao Aniversariante que nos recomende ao Pai para que nos dê PAZ, SAÚDE e TRANQUILIDADE.

AMÉM!

Marcos Cordeiro de Andrade

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Ecos da Eleição da AAPPREVI

Preparativos da AGO da AAPPREVI


Ecos da Eleição da AAPPREVI
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 10 de dezembro de 2018.

Em meio às tristezas que nos últimos tempos me assolam o espírito, o Bom Deus me deu a ventura de participar da Assembleia de eleição da AAPPREVI no dia 23/11/18.
Como ser finito, o homem não pode descuidar do comportamento que imprime à efêmera passagem entre os semelhantes. E a longevidade permitida se deve à utilidade dos atos praticados, desde que compromissados com o bem comum, em obediência às determinações divinas. 
Posso dizer com imenso orgulho e incontida satisfação que não esperava mais em vida gozar de tamanha alegria e sentimento de compensação. Numa reunião jamais pensada, os abnegados colegas que fazem nossa Associação compareceram em peso trazendo de volta o antigo companheirismo da Família BB que floresceu à nossa volta nas décadas passadas.  Pois alguns de nós estão irmanados por trabalhar juntos há cerca de 30, 40 e até 50 anos atrás. Outros foram contemporâneos fortalecendo um relacionamento de igual tamanho. Laços que o passar do tempo reforçou como amizade indissolúvel, compadrio e parentesco por afinidade e que são o testemunho vivo do bem querer coletivo. Fatos determinantes para o sucesso da AAPPREVI, de onde surgiu, e cujo desempenho mantém as marcas originais naturalmente. Reforçando com firmeza de propósitos, honestidade à toda prova e transparência de caráter comparável ao cristal sem jaça. De uma Associação nascida de tal berço somente se poderia esperar o sucesso que se vê, hoje a terceira maior do País em número de sócios.
Durante o evento, sem disputas ou concorrências, enquanto a necessária seriedade dos trabalhos perdurou o tom compenetrado próprio das pessoas responsáveis esteve presente. Depois, cumpridos o protocolo e a pauta, o grupo deu vazão à expectativa do reencontro.
Com avidez pela troca de reminiscências, velhos conhecidos que não se avistavam há tempos entraram em ostensivo congraçamento. E isto se estendeu por boa parte da noite voltando a ocorrer no dia seguinte – destinado à confraternização programada. E assim, reforçando o ineditismo das presenças, TODA a querida AAPPREVI se fez presente, tanto por parte dos Conselheiros eleitos, quanto por meio do Corpo Jurídico, dos Diretores e prestadores de serviços, acrescido da participação de alguns Amigos da Associação – sócios e não-sócios – vindos de várias partes do País.
Isto atesta que o espírito de companheirismo, de compreensão e de ajuda mútua (cultivados no exercício das funções no Banco), é o mesmo que rege o entendimento dos que dirigem a AAPPREVI - com respeito ao passado e esperança no futuro - sem egoísmos nem ambições por projetos próprios como manda o puro associativismo. De homens e mulheres com essas origens se faz uma Associação. E assim ela cresce para cumprir os seus destinos.
Numa questão de justiça, abrimos espaço para enumerar os nomes dos eleitos para o próximo triênio (2019/2021), seguidos dos demais elementos que compõem nosso Corpo Funcional, alicerçado pelo Departamento Jurídico.
Se o Criador permitir estarei entre eles durante os anos de 2019/2021, fazendo o que sempre fiz e que aprendi a somente saber fazer: praticar o bem sem olhar a quem.

- FELIZ NATAL a todos.

Marcos Cordeiro de Andrade
Aposentado do Banco do Brasil
Posse no Banco: 15/05/1962
Matrícula nº 6.808.340-8
Presidente da AAPPREVI
www.aapprevi.com.br


 ELEIÇÃO AAPPREVI 2018

CONSELHO ADMINISTRATIVO (CONAD)
1 – Marcos Cordeiro de Andrade – Presidente Administrativo
2 – José Geraldo Garcia Guedes – Vice-Presidente Administrativo
3 – Antônio Américo Ravacci – Vice-Presidente Financeiro
4 – Júlio César Pestana Costa – Vice-Presidente para Assuntos Previdenciários
  

CONSELHO FISCAL (CONFI) – Titulares
5 – Luiz Augusto Portilho Magalhães
6 – Luiz Minari
7 – Maria Margarete Zanoni de Almeida
CONSELHO FISCAL (CONFI) – Suplentes
8 – Antônio Humberto Birelo
9 – Jaym Eduardo Mello de Vasconcellos
10 – Solonel Campos Drumond Júnior
DEPARTAMENTO JURÍDICO
- Dr. JOSÉ TADEU DE ALMEIDA BRITO
OAB/PR, 32.492, OAB-RJ 185.032 e IAB-DF 45.904
Assessor Jurídico da AAPPREVI
TITULARES de Lima & Silva Advogados
- Dra. ELIANE MARIA FERREIRA LIMA DA SILVA, OAB/RJ 100.901
- Dr. RICARDO RODRIGUES DA SILVA, OAB/RJ 108.958
 - NATÁLIA LIMA DA SILVA OAB/RJ 180.081
TITULAR DE CALANDRINI & MAURO PRATES
-  EDUARDO MAURO PRATES OAB/RJ 190.323.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Nova Diretoria da AAPPREVI - 2019-2021



Nova Diretoria da AAPPREVI  2019/2021

Caros Colegas.

Pelos poderes definidos na AGO de 23/11/2018, a nova Diretoria da AAPPREVI ficou assim definida:

ELEIÇÃO AAPPREVI 2018
Chapa DIREITOS

CONSELHO ADMINISTRATIVO (CONAD)
1 – Marcos Cordeiro de Andrade – Presidente Administrativo
2 – José Geraldo Garcia Guedes – Vice-Presidente Administrativo
3 – Antônio Américo Ravacci – Vice-Presidente Financeiro
4 – Júlio César Pestana Costa – Vice-Presidente para Assuntos Previdenciários
  

CONSELHO FISCAL (CONFI) – Titulares
5 – Luiz Augusto Portilho Magalhães
6 – Luiz Minari
7 – Maria Margarete Zanoni de Almeida
CONSELHO FISCAL (CONFI) – Suplentes
8 – Antônio Humberto Birelo
9 – Jaym Eduardo Mello de Vasconcellos
10 – Solonel Campos Drumond Júnior
Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo
Antônio Américo Ravacci
Vice-Presidente Financeiro

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Solonel Jr. e Graça Machado


Solonel Jr. e Graça Machado
26/11/18

Para conhecimento, postado em grupos do facebook (por Solonel Jr.)

Colegas,

desta vez eu escrevo para pedir ajuda.
Hoje recebi uma mensagem da eterna onipresente Graça Machado, (que também esteve na CASSI e não denunciou os desmandos encontrados), enaltecendo o fato da ANABB estar se manifestando contra o Presidente eleito em defesa do BANCO DO BRASIL, que parece até hoje ser seu patrão.
Acredito que esta mensagem deva ter sido dirigida a muitos colegas, que constam de um bem elaborado banco de dados sobre todos nós, e que na minha opinião está sendo usado de forma e com objetivos equivocados.
O que terá feito a ANABB durante todo o período dos quatro governos anteriores ao atual?
Ops. Perdão. Ato falho. Lembrei que muitos colegas do Banco do Brasil não acreditam em crimes cometidos pela maior ORCRIM já registrada em nosso país.
Mas independente disso, o que fez a ANABB diante das ordens para que a PREVI fizesse aplicações fraudulentas?
O que fez, de fato, a ANABB, por ocasião dos PDV’s, dos fechamento de agências, das reestruturações absurdas, do aparelhamento da direção do banco, dos atos de alguns dirigentes (um deles atrás das grades, enfim)?
Colegas, o Banco do Brasil em que trabalhamos, já era. Não existe mais há tempos.
O tal banco do Brasil que a ANABB que “continuar” a defender, é outro. O BANDO DO BRASIL por quem a ANABB foi criada, foi dim, por ela defendida, e diga-se sem medo de errar, com sucesso.
Penso(e posso estar errado, mas duvido muito) que os atuais dirigentes da nossa maior associação vivem hoje de imitar os criadores da ANABB, aqueles sim, autênticos defensores do BANDO DO BRASIL, ameaçado então.
Temos duas grandes associações que não somam mais do que a maior, pois em sua maioria, somos os mesmos.
E tenho visto sempre a defesa do patrão. Uma, alega o estatuto, que aprova mudar na CASSI mas não muda o seu próprio. A outra, nunca entendi o porquê.
A minha terceira via, ainda pequena, incomoda o bastante para estar sendo ignorada pela FAABB, que alega ainda não ter pautado a sua aceitação e reconhecimento. Fazem anos, isso.
Daí, diante do meu desabafo, que sirva de lembrança aos aposentados e de alerta aos da ativa, a ajuda que peço é no sentido de que alguém me indique uma associação que defenda quem a mantém, quem a sustenta, e não quem oprime, prejudica, maltrata, desvaloriza, desrespeita, seus associados.
Me ajudem a achar uma.
SolonelJr
Aposentado, associado da ANABB, da AAFBB e da AAPPREVI (ops. Esta as outras não querem que exista)

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Obs. do Blog:
- Solonel Campos Drumond Junior é atuante e interessado Conselheiro Fiscal da AAPPREVI, reconduzido ao Cargo na recente eleição do dia 23/11/18.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo
www.aapprevi.com.br