quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Feliz Ano Novo!

Caros Colegas.

- Nessa última noite do ano, no instante da mudança, façamos nossa prece com o pensamento elevado a Deus pedindo Paz e Amor.

- Ao término da oração, com o sinal da cruz, lembremos pais e avós, filhos e netos, amigos e cônjuges, primos e irmãos. E esqueçamos de nós mesmos porque, com certeza, Ele lembrará.

- Feliz Ano Novo a todos.


Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 30/12/2009.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Façamos nossa parte.

Caros Colegas.

- Lamentavelmente não reunimos condições de agir com o alcance de uma Organização juridicamente constituída. Mas nem por isso devemos ficar impassíveis esperando que Associações com esse rótulo ajam em nossa defesa, pois está comprovado que não o farão como, de fato, não o fazem.
- O conjunto de medidas que esperamos sejam tomadas dormem no seio de promessas não cumpridas e essas representações, com todo dinheiro disponível e impressionante número de associados, não esboçam o menor gesto direcionado à adoção de providências. Afora esporádicas intervenções políticas, à cata de votos, não há empenho da parte delas.
- No momento vivemos à volta com questões de suma importância no caminho dos nossos direitos, ora ameaçados comprovadamente.
- Em andamento questões como: distribuição do Superávit, Voto de Qualidade (Voto de Minerva), distribuição de dividendos e PLR pelo Banco usando dinheiro do PB1, total suspensão das contribuições pela Previ, Cesta Alimentação, criação do Renda Certa, mudança dos Estatutos, Parcela Previ, eleições na Previ e na Cassi, entre outros.
- Apesar do reduzido número que aglomeramos com os mesmos propósitos, se fôssemos uma Entidade legalmente registrada nada nos impediria de assumir essa ampla briga, seja no campo da discussão de acordos, seja na esfera do Poder Judiciário disparando ações em amparo às questões pertinentes. Um bom Escritório de Advocacia contratado sob remuneração mensal, de bom grado aceitaria patrocinar essas causas e todas as demais (tantas quantas lhes destinássemos), com custo zero para os participantes dessa utópica Associação. A partir daí estariam auferindo as comissões legais sobre os valores disponibilizados, após o desfecho favorável das causas defendidas.
- Todavia, como não dispomos dessas ferramentas, temos que trabalhar com o que está à mão - nosso poder de comunicação individual. Portanto, peço a todos os Colegas disponíveis que façam valer sua capacidade de argumentação, direcionando mensagens aos portos que abrigam poder de decisão sobre essas questões ou, em última análise, àqueles imbuídos do desejo de questionar essas posições.
- Temos que insistir junto ao Banco e à Previ para que se chegue a um consenso na distribuição do Superávit.
- Devemos assessorar o Deputado Gustavo Fruet levando-lhe subsídios que reforcem seus argumentos, ou simplesmente declarar-lhe apoio e agradecimento.
- Podemos fazer muito barulho junto à Câmara e ao Senado Federal reeditando mensagens já encaminhadas – retomando o caminho iniciado.
- Necessitamos somar argumentos à CCJC e ao seu Presidente para ajudar a derrubar o Voto de Qualidade, aproveitando o fim do Recesso Parlamentar.
- É imperioso instar junto a OAB e AMB para que tomem providências em cima da denúncia que lhes foi dirigida, acerca do mau uso do Superávit com a criação do Renda Certa.
- Por tudo isto só nos resta assumir a responsabilidade por essas ações. Nessa direção, conclamo a todos para trabalhar pelo coletivo, enviando essas mensagens de forma individual. Não importa se repetitivas, desde que alcancem o destino. De tudo que for disseminado algo será aproveitado. Assim não ficaremos à espera de atitudes incertas, a depender das Associações que consomem nossas contribuições mensais sem sabermos a que título.
- Tendo em mente as próximas eleições para preenchimento de cargos na Previ e na Cassi, à sombra do CANAEL.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 28/12/2009.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Ano Novo - Tudo velho

Caros Colegas – agora com “C” maiúsculo.

- Peço desculpas a todos, mas estou tirando do foco nosso feliz post do Natal. Pretendia que ele se quedasse presente até o ano novo, pela beleza dos comentários suscitados. Nunca imaginei que uma homenagem tão singela revertesse em um imenso preito de gratidão pelo pouco que tenho feito. Não era essa a intenção. E não agradeço a vocês pelo que fizeram, mas a Deus por ter me colocado aqui, permitindo que tenha acontecido deste modo. Amigos que nunca vi iniciaram comentários me tratando com um carinhoso “amigo Marcos” – não me lembro de ter ouvido isso antes. Este, entre outros, foi um dos melhores presentes de Natal que recebi dentre os poucos que me destinaram em minha atribulada vida. Também pessoas se preocuparam em confortar minha família e ajudar na superação de traumas recentes. Infelizmente há quem não entenda assim. Por isso, acato sugestão maior vinda de quem sabe mais que eu, e guardo este post em um lugar especial - até o próximo Natal.
Em substituição lanço o post

“Ano Novo – Tudo Velho”

Caros Colegas.

- Vamos esquecer um pouco o batido bordão de que no ano novo tudo será diferente. Embora esse seja um desejo coletivo a mudança não depende só do passar do tempo, mas de muitos outros fatores. Um deles é a vontade política, primordial para incrementar transformações. E como dentre os assuntos cativos daqui a política não ocupa lugar de destaque, tratemos dela como veículo para resolução dos problemas que nos afetam, dentro do Previ Plano 1.
- É sabido que nossos anseios repousam em três questões básicas: Distribuição do Superávit, extinção do voto de minerva e correção de injustiças. Tudo isto tem sido dito, buscado e exigido, mas nada se consegue porque as decisões repousam em mãos erradas. Mãos de políticos.
- Entretanto, nós temos o poder de substituir essas mãos indecisas por outras mais agressivas e estendidas na direção certa. Nisto o nosso voto nunca foi tão necessário como agora para implementar trocas. Muito embora o voto de minerva esteja em área a que não temos acesso direto, as outras questões nos estão afetas diretamente na dependência de atuação ao nosso alcance.
- Temos que mudar a cúpula da PREVI e da CASSI impedindo o continuísmo. Todos que lá estão, à custa dos nossos votos, são comprometidos com movimentos desinteressados em nos fazer justiça – suas metas estão direcionadas aos interesses do patrão mor – o Governo, via Banco do Brasil, pois este lhes garante poder e dinheiro; enquanto nós só lhes damos problemas, como um bando de privilegiados insatisfeitos que reclamam de barriga cheia, segundo sua ótica.
- À vista de nossas eleições internas, cuidemos da escolha dos candidatos e, neste ponto, seria ótimo se eles saíssem do nosso meio. No entanto, pelo andar da carruagem não creio que dentre os que aqui comparecem possamos contar com nomes possuidores do perfil ideal – que queiram enfrentar o desafio. E dentro da política de não fazer política, avocamos a parte mais difícil da questão; não indicar nomes apropriados, mas apontar os que não devem ser votados.
- Como em toda pré-seleção aqui também já se abrem as cortinas da vaidade. Os comentários repetitivos com intenção de demonstrar conhecimento dos nossos assuntos não precisam ser tão afoitos. A função primordial deste Blog é bem informar, porém não devemos exagerar na dose. A mim não cabe exprimir erudição com entendimentos copiados. Para bem informar procuro ocupar o espaço disponível com parcimônia. Ora, se posso disponibilizar o link onde está a matéria completa, por que copiá-la para divulgação? Ainda mais quando sabemos que o nosso público, em sua maior parte, não dispõe de muito tempo na frente do computador, pois têm seus afazeres e outras formas de lazer com que se ocupar. Também, não contam com a desenvoltura de muitos para lidar com a “máquina” dependendo, às vezes, do concurso de filhos ou netos para o mister. Então, se trabalharmos bem, contribuiremos para que depois de acostumados com os procedimentos básicos de acesso à Internet, lhes bastem uma visita diária ao nosso Site, como se lê um jornal, para ir direto aos campos de interesse. Daí é só clicar nos links correspondentes às notícias em evidência e terão na tela todo o conteúdo do que buscam, sem perda de tempo ou dependência de terceiros - ficando o nosso espaço disponível para uma maior quantidade de informações, e o tempo deles melhor aproveitado.
- Agora lanço um alerta promissor aos que se escusem em se candidatar quando chegar o momento. Voltemos ao tempo dos primeiros comissionamentos em agências. Quem, dentre nós, não suou frio ao assumir um posto recém-nomeado pelo medo do desconhecimento? E quem, também, não exultou ao sentir que nada havia para temer pela disponibilidade de informações contidas na CIC, com todos os procedimentos necessários ao exercício da função?
- Pois bem, nas nossas Entidades não é diferente. Não é preciso ser um especialista em Previdência ou Assistência Social para assumir e bem administrar seus destinos: elas também têm suas CICs, que dormem no bojo de Estatutos e normativos a eles atrelados. Além, é claro, de se contar com o acesso aos Órgãos reguladores e às enciclopédias vivas que são nossos colegas mais rodados. Para bem desempenhar essas funções basta ser um dos nossos com as peculiares qualidades inerentes: honestidade e justeza de caráter.
- Por tudo isto, fiquemos atentos aos candidatos (daqui e de fora) sempre de olho no CANAEL - agora mais gordo depois de se empanturrar com as guloseimas das Festas recentes.
- Muitas conquistas no Ano Novo, são os votos do Blog aos BLOGUEIROS AUTÊNTICOS.
- Aos demais, felizes devaneios e que Deus os guie, também, na modificação de suas vidinhas, porque da plenitude das nossas Vidas estamos cuidando com a Sua inestimável ajuda!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 26/12/2009.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Feliz Natal e Venturoso Ano Novo!

Caros colegas.

- A todos os Comentaristas e Seguidores do Blog, identificados e anônimos, dirijo emocionados votos de FELIZ NATAL e muitas realizações no ANO NOVO. Que ele chegue trazendo renovadas esperanças para os sãos, os enfermos, os alegres e os tristes.

- E que todos se beneficiem das alegrias despejadas no ar com as festas que se anunciam, pedindo a Deus que no próximo Natal estejamos todos aqui reunidos, ao lado de muitos outros que nos farão companhia.

Airton Portilho Magalhães, Alexandre Marcos, Amadeu Tamandaré, Ana Mohamed, Aparecida de Mirassol do Oeste, Ari Zanella, Aroldo, Artur Távola Brandão, Carlão, Carlos, Carlos Armando, Carlos Procópio, Carlos Solano, Carlos Valentim Filho, Cláudio, Cláudio Pavan, Duca, Ebenézer Aparecido, Elizabete Gomes, Fernanda Prada, Fernando Caldeira, Fernando Luiz Delgado de Miranda, Francisco, Francisco Rodrigues, Gasampa, Geraldo Guedes, Gil, Gilberto Santiago, Gilvan, Guisemog, Helênnio Reis, Henrique Almeida, Ivan Rezende da Silva, Jacira Lemes, James Paiva, Jander, Jane Torres de Melo, Jean Nogueira Lima, Jeanne, JJ Santos, Joana, Joana Barandas, João E. de D. Lima, Joaquim Luiz, Jonas, Jorge Teixeira, Jorjão, José Aristóphanes Pereira, José Benedito Monteiro, José Carlos Ferrari, José Omar A. Coelho, Juarez Barbosa, Langoni, Lazapina, Lázara Rabelo, Leão de Coromandel, Leomax, Lourdes Ferreira Lema, Lucelena, Luiz, Luiz Alberto Gomes, Luiz Kyoshi, Maciel de Almeida, Macmattos1, Manoel da Costa Ribeiro, Marco Aurélio Damiano, Marcos Júnior, Maria Auxiliadora, Maria Inês, Mariano Branquinho, Maribel, Maristella, Mauro – Divinópolis, Mauro Sérgio, Menezes, MSASousa, Neidemar Pereira,P.Renato, Paulo Antunes de Oliveira, Paulo Beno e Leda Goellner, Paulo Cordeiro, Paulo Renato do Amaral, Pedro, Pedro Luiz Fernando, Plínio Gonçalves, PRCirne, Raul Avellar, Roberto Avellar, Rogério Carvalho, Rosalina de Souza, Rubem Tiné, Samara Tatim, Sadi, Sandra, Sandra Rebeca, Sérgio Figueiredo, Solonel Jr, Sônia, Timbaúba, Vantuil Castro, Vera Lúcia, Zaidan Costa, Zé Luiz Pucci, Zeluiztetéu e 13:24.


Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 21/12/2009.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Olho vivo!

Caros colegas.

- O Previ Plano 1 já nasceu órfão. Foi posto no mundo como se fora um bebê de proveta e vivificou oriundo de um profícuo banco de doadores anônimos. Coube-me a tarefa de apresentá-lo ao mundo e embalá-lo nos seus primeiros dias, após vir à luz, posando como seu orgulhoso criador.
- Creio que tenho desempenhado a contento o meu papel, pois aqui está ele caminhando para a idade adulta, sob a parceira orientação de eminentes figuras e já despertando a cobiça de uns poucos.
- Revelando-se como ser predestinado e senhor do caminho que lhe foi imposto o PreviPlano1 segue implacável na missão que lhe é inerente: proteger a velhice dos seus verdadeiros geradores – todos os participantes do Plano de Benefícios nº. 1, da Previ.
– No entanto, dentre esses protegidos há quem se apresente requestando a prerrogativa de se inscrever na certidão de nascimento deste rebento, voltados para a grandiosidade material que possa representar, sob suas mãos e num futuro próximo, o reconhecimento da paternidade.
- Por isso, há que se temer essa identificação. Em meio aos que se inscrevem muitos não merecem figurar na lista. Mas a maioria desinteressada pode, perfeitamente, adotar o semi-órfão sem o risco de corrompê-lo: são possuidores de inestimáveis bens imateriais para abastecê-lo – caráter, integridade, desprendimento e passado ilibado, enfim, Nome.
- Neste ponto, vale salientar que os encarregados de proteger nossa poupança não se incomodam em dilapidá-la, até em proveito próprio. Cabe a nós manter suas identidades em evidência, o mais longe possível dos nossos anseios. Se não podemos fenestrá-los do pedestal ocupado, que não se permita o retorno ao convívio acima de nossas cabeças – nunca mais.
- O perigo maior em se identificar esses suspeitos pretendentes é a proximidade de eleições. Está chegando o dia em que teremos que repousar os olhos em listas de candidatos, de vez que estamos quase na época de colaborar para o preenchimento dos significativos cargos que compõem nossas Entidades assistenciais máximas: PREVI e CASSI. E a reboque virão pretensas subsidiárias componentes dessa Dupla – as Associações que, infelizmente, não se têm constituído de grande valia ao que se propõem.
- Portanto, deixemos para outro momento a emissão da Certidão de Nascimento definitiva do PreviPlano1. Já que ele está se saindo bem sem precisar de mais um nome em seus documentos, é recomendável não mexer no que está quieto. Ao menos até baixar a poeira que se levanta na antevéspera de campanhas políticas.
- Enquanto isso é bom atentar para os nomes que virão em passeata bater às nossas portas pedindo votos. Quando acontecer, examinemos todos sob a lupa da desconfiança direcionando o foco para o conteúdo do CANAEL. Não podemos esquecer que o momento de incertezas por que vivemos deve-se aos que estão encastelados em posições de mando – inoperantes e desqualificados.
- Algumas pessoas que ali moram ocupando longos espaços devem ser banidas em direção ao nada, hipotético lugar de onde saíram para nos prejudicar, desdenhando de nossas súplicas com remoques inconvenientes, desrespeitando idosos indefesos e tirando proveito da ingenuidade e boa fé com que foram agraciados por utilíssimos votos. Indivíduos de coração pétreo que deveriam, ao menos, se condoer com as vicissitudes por que passam idosos enfermos, por sua culpa, enquanto dirigentes desnaturados.
- Com relação à PREVIC, vamos preparar denúncia aos Órgãos encarregados das nomeações para preenchimento de cargos. Dirigir-lhes explanação pormenorizada onde constem os nomes suspeitos, no nosso entender, contendo todos os postos ocupados - isolados e cumulativos - a serviço de sua ânsia de poder e desmerecida renda mensal auferida à custa de incautos. Para aprovação dos nomes vamos exigir a publicação de dados imprescindíveis à avaliação de conduta, como sejam: declaração do IR dos últimos 5 anos com relação de bens e origem dos recursos para aquisição; descrição pormenorizada do patrimônio contendo doações, alienações e outras transferências; abertura da situação financeira onde constem contas bancárias daqui e do exterior, com seus números; averiguação de indícios de enriquecimento ilícito; exame do passaporte para detectar as viagens internacionais feitas e quem pagou por elas; postos ocupados em entidades “filantrópicas” e benefícios pecuniários auferidos em função disto; tempo de trabalho produtivo na empresa por onde se aposentou ou em que atua. Tudo devidamente do conhecimento público.
- E muito mais, pois eu, se vivo for (pairam ameaças), estarei à frente dessa tarefa, convocando desde já a parceria que me alicerça.
- Quanto a mim, permanecerei disponível para cumprir o destino que me for reservado, aqui mesmo.

- FELIZ NATAL a todos, com a Graça de Deus!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 20/12/2009.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

DENÚNCIA!

Caros colegas.

- Antevendo como infrutífera qualquer tentativa de recorrer à SPC resolvi, por meus próprios meios, encaminhar o que se segue:

À
OAB – Ordem dos Advogados do Brasil e
AMB – Associação dos Magistrados Brasileiros

Excelentíssimos Senhores Advogados e Magistrados do Brasil.

- Acompanhem o rumo que determinado assunto está tomando e alcançarão o tamanho do problema que os aguarda para breve. Simplesmente uma infinidade de ações judiciais direcionadas à Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – PREVI. Mais precisamente cerca de 120.000 questionamentos jurídicos a serem impetrados por associados do Plano de Benefícios nº.1, da PREVI.
- Trata-se de um plano fechado contando atualmente com 123.485 beneficiários inscritos, segundo números divulgados em 30/09 último. Acontece que mais de 90% desse total estão inconformados com a distribuição de parte da Reserva Especial (hoje totalizando R$ 23 bilhões) beneficiando um pequeno grupo de assistidos que a direção premiou usando critérios duvidosos, para não dizer desonestos. Nessa partilha foram aquinhoados 8.876 felizardos escolhidos, abocanhando parte do todo em detrimento da imensa maioria de beneficiários.
- Para essa pequena parcela de assistidos foram distribuídos valores individuais numa escala que vai de R$ 1.000,00 a R$ 1.075.000,00 (somente na faixa de R$ 300mil a R$ 1.075mil foram 73) conforme tabela publicada em reportagem disponível no link do rodapé desta carta.
- Pasmem Senhores, mais de hum milhão de reais para um único contemplado a título de devolução de contribuições pagas, superiores às 360 mensalidades devidas, e não completadas, o que é pior. Daí a estupefação registrada no imensurável número de apelos contidos no site dos participantes: www.previplano1.com.br, que coordeno.
- Sob o argumento de que a distribuição em qualquer sentido está proibida por força da Resolução CGPC nº. 26, de 29/09/2008, o assunto dorme na pauta da Previ. No entanto, essa mesma resolução não tem impedido o Patrocinador de se apropriar contabilmente, e em seguidas investidas, de parte desses valores – já superiores a R$ 5 bilhões - utilizados para distribuição de dividendos aos seus acionistas (A União entre eles) e Participação nos Lucros da Empresa a seus funcionários em exercício. Contra isso a Previ nada opõe.
- A todos esses descalabros acresce o fato de que a Caixa não atende aos reclamos dos associados que buscam reparações ou até mesmo informações, quedando-se num mutismo inexplicável, em desrespeito às suas próprias normas (Código de Ética –“ Dos Relacionamentos Externos 8.2.1 - Nas relações com Participantes, Beneficiários, Assistidos e Ex-Participantes, a PREVI, seus funcionários e demais colaboradores pautam-se pela transparência, prestam informações de maneira cortês, exata e tempestiva, com base nos normativos da PREVI e asseguram a efetividade no atendimento.).
- De se notar, ainda, que de nada adianta procurar os Órgãos competentes através de denúncias que se constituem inócuas - não chegando mesmo a serem apreciadas. Isto porque seus quadros estão contaminados por elementos da direção das partes denunciadas: Banco do Brasil e Previ. A primeira instância a quem se devesse recorrer no caso seria a ANAPAR (Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão) cujo presidente é o Sr. José Ricardo Sasseron que também é Diretor de Seguridade da Previ, e funcionário dos quadros do BB, a quem deve subserviência (também Conselheiro da Previ na Vale, uma das empresas participadas do Fundo). Portanto, ele se constitui em barreira intransponível para o caminho seqüencial de qualquer denúncia que se queira encaminhar. Daí não passa, obviamente.
- Poder-se-ia ir diretamente à Secretaria de Previdência Complementar-SPC, Órgão máximo fiscalizador dos Fundos de Pensões subordinado ao Ministério da Previdência. Mas, também nele está encarapitado o Sr. Sasseron na condição de Representante dos Participantes e Assistidos da PREVI no CGPC, por indicação da ANAPAR, ou seja, indicado por ele mesmo.
- Por tudo isto, Senhores, peço-lhes em nome dos 123.358 espoliados pelo comportamento esdrúxulo da Previ, que se dignem examinar o assunto com vistas ao estancamento da sangria que está em curso no nosso fundo de pensão, ameaçando o limitado futuro desse imenso grupo de destituídos do amparo regulamentar.
- A partir daqui só nos resta enveredar pela via judicial para solucionar o problema. E queira Deus que o desfecho não se distancie, pois nosso tempo é curto.

http://www.anabb.org.br/mostraPagina.asp?codServico=437&codPagina=30858

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 16/12/2009.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Vamos comprar SAUÍPE!

Caros colegas.

- Proponho à PREVI transferir a propriedade do complexo hoteleiro Costa do Sauípe para os beneficiários do Plano de Benefícios nº. 1, que o destinariam à formação da COLÔNIA DE FÉRIAS PREVI PLANO 1 - tudo mediante consulta aos interessados.
- Essa nova nomenclatura abrigaria a idéia de hospedar os participantes do PB-1 e Previ Futuro além dos Funcionários da PREVI e do BB, com desdobramentos direcionados a outros segmentos vinculados ao Banco – AABB, CCBB, etc.
- O pagamento da transação seria efetuado no mesmo entendimento dos atos praticados pelo patrocinador, mediante movimentação contábil entre a Reserva Especial e o patrimônio da Previ, sem prejuízo para nenhuma das partes. Não se configurando, desta forma, o envolvimento de moeda sonante, ou melhor, os dois ativos permaneceriam intactos em cumprimento às normas pertinentes. Como reforço da inviolabilidade da Reserva Especial, o fruto da operação ficaria inscrito na própria Reserva e sua liberação definitiva somente ocorreria quando da permissão distributiva pelos Órgãos competentes, ocasião em que o montante seria onerado no valor desta operação.
- Aceitando-se hipoteticamente o preço do negócio como orçado em R$ 1 bilhão, esta cifra seria rateada entre os beneficiários do Plano, cabendo pouco mais de R$ 8.300,00 individualmente (divisão linear por 120.000) que passaria a figurar como parte de sua participação em futura distribuição da Reserva.
- Os participantes da transação assumiriam o controle do complexo hoteleiro integrando uma sociedade com capital pulverizado em cotas individuais, cujos percentuais participativos seriam limitados aos direitos adquiridos. Neste caso seriam obedecidas as normas para utilização da Reserva, sob o juízo de benefícios distribuídos com proporcionalidade assegurada (a divisão acima serviria de simples parâmetro). Estas cotas seriam passíveis de negociação somente entre os integrantes do bloco, afastando-se de antemão a intromissão de terceiros na composição do negócio.
- Aos freqüentadores inscritos como destinatários da Colônia seriam cobrados pela hospedagem preços apenas suficientes para cobrir custos operacionais, acrescidos de pequena margem de lucro, o que afastaria a incidência de resultados negativos. Também outros hóspedes seriam aceitos, porém subordinados aos valores de mercado – estes sim, gerando lucros efetivos. Estudar-se-ia ainda a hipótese de acolher inquilinos permanentes representados por colegas solitários – aposentados e pensionistas.
- O sucesso da empreitada seria assegurado pelo público alvo visado, composto de um universo cativo superior a meio milhão de hóspedes potenciais, projetando a taxa ocupacional dos 40% atuais para 80/90% em média durante todo o ano. E para exorcizar o fantasma da má gestão a gerência seria entregue a Profissionais idôneos e competentes com comprovada atuação no ramo, e que atuariam sob severa fiscalização permanente de comissão representativa dos sócios.
- Assim sendo, o capital investido no Sauípe retornaria à PREVI estancando a sangria do prejuízo constante, ora engordando números que denigrem sua imagem participativa.
- E nós teríamos como alcançar respeitáveis formas de lazer, hoje inatingíveis, somente permitidas aos detentores de elevado poder aquisitivo e outros, aquinhoados por favorecimentos ilícitos. Sendo que estaríamos pagando por isto honestamente, em condições merecidamente comprovadas.
- Conheçam a atual realidade de Sauipe: http://www.romildo.com/blog/?p=8568

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 13/12/2009.

sábado, 12 de dezembro de 2009

O Palavrão!

- Credibilidade não se impõe. Adquire-se. Do mesmo modo que a verdade não se fabrica. Se ela existe não há como modificá-la e para ser explicada não é necessário recorrer a reforço de linguagem. Simplesmente diz-se da verdade o que ela é – uma verdade e nada mais.
- Não é dado a ninguém o direito de agredir as pessoas com palavrões para impor suas verdades. Ainda mais quando essas verdades são verdadeiramente falsas.
- No caso presente, aonde quero chegar, essa tentativa de imposição causa revolta e indignação. Faço parte de uma camada da sociedade que vive permanentemente espoliada pelas autoridades constituídas e, se não bastasse, constantemente agredida com palavrões.
- Minha classe é a dos aposentados do Brasil. E dentro dessa imensa categoria estou inserido em um grupo supostamente amparado duplamente pela previdência – pública e privada. Duplamente porque pagamos duas vezes pelo que deveria ser assistência devida ao trabalhador, para garantir sua aposentadoria. Se bem que essa dupla previdência por que pagamos não tem nada de público e, por isso, deveria ser chamada de privada e privada. Porque amparo público é todo benefício que é pago pelo erário e, ao contrário, o que você paga você compra. E se você compra você é dono. Logo, nosso grupo comprou o direito a duas aposentadorias.
- Num interminável processo desenvolvido enquanto em atividade funcional, e até mesmo após a inatividade, contribuímos para duas previdências – porque a “pública” não é confiável. E nem isso é reconhecido: uma é tida nesse contexto, a outra recebe a nomenclatura de complemento. Agora, também, até esse complemento está sendo negado pelo Governo do Presidente dos trabalhadores que, por consenso, não deveria ter ingerência nesse assunto particularíssimo.
- Nós, funcionários do Banco do Brasil, aposentados ou não, temos sido alvo da sanha verbal de Presidentes da República ao longo dos seus mandatos. Num passado recente fomos agredidos ferinamente por palavrões proferidos por três deles; enquanto um nos tachou de Marajás, usando o termo no sentido pejorativo, outro nos chamou de Vagabundos e um terceiro, o atual, diz que nós formamos um “grupo privilegiado” só porque reivindicamos direitos negados pelo seu Governo. Negados em jogada suja arquitetada nos bastidores oficiais para apoderar-se dos nossos benefícios previdenciários. Por conta disso, em processo judicial direcionado à anulação dessa tramóia (impetrado por sindicato pertencente ao partido político que elegeu esse Presidente), fomos oficialmente agredidos no bojo do processo por um palavrão: “privilegiados” no sentido vil, como se estivéssemos pleiteando vantagens imerecidas em detrimento de outrem. Essa e outras ofensas foram escritas pelo advogado da União na defesa da causa. A partir do momento em que esse advogado representa a Republica, simbolicamente fala pela boca do primeiro Mandatário. Quando é sabido pelo mais insignificante rábula que não se defende ofendendo. Toda defesa deve ser pautada na apresentação da verdade dos fatos. E a verdade não será mais verdade se dita com ofensas, com palavrões. Aí, sim, ela se transforma numa inverdade – pelo desejo de transfigurar os fatos em benefício descabido.
- Mais respeito, senhor Presidente!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 12/12/2009.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Valeu Ulo!

Caros colegas.

- Peço licença a um exagerado admirador do Previ Plano 1, para usar seu depoimento desinteressado como introdução aos números do Site, nascido há exatos 75 dias - em 26/09/2009:

"Sérgio Figueiredo disse... (em 26/11)

Há 2 meses atrás nascia o previplano1. No post inicial, o colega Marcos finalizava com a seguinte frase:

A partir de hoje este será o nosso Site. O Site dos aposentados, pensionistas e demais integrantes do Plano Um.

Passados 60 dias, tenho certeza do crescimento deste espaço, democrático, justo e verdadeiro. Algumas palavras passaram a fazer parte do nosso dia-a-dia: ULO, CANAEL... Sabemos que a luta é árdua, cansativa e, muitas vezes, injusta, pois lutamos contra um sistema que só beneficia dirigentes sem compromisso com os associados. Mas, sabemos, também, que estamos mais organizados, conscientes e, sobretudo, unidos e dispostos a não mais calar. Então, gritemos bem alto: UUUUUUUUUUULOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!

Muito obrigado pela iniciativa, colega Marcos. Um abraço a todos...

26 de Novembro de 2009 05:19".

(O post inicial foi “Um novo Tempo!”, em 26/09/2009).

- Agora voltemos à atualidade – 10/12/2009, 75 dias desde a inauguração do site (2 meses e meio) para mostrar os incríveis números alcançados no período:

Dados do Google Analytics

Previ Plano 1

Total de visitas desde a fundação:

12.011

Total de visitas em novembro:

5.905

Total de visitas ontem (09/12/09)

268

No Brasil, as visitas vieram de 102 cidades desde a fundação do blog. Incluindo as 5 regiões.
Portugual, Itália, Estados Unidos e Inglaterra também enviaram visitas.

Em todo o período

Posts editados: 34
Comentários: 806
Enquetes: 2
Seguidores: 35
Por motivos óbvios excluí dados acerca de Instituições Oficiais.

- Como criador do espaço não escondo o orgulho por tudo isto. No entanto, reconheço que nada mais sou do que o fundador do Site - porque o mérito que me cabe termina aí. O restante é obra de todos vocês, que o acessam com boa vontade, fé e esperança.

- Obrigado a todos os “Sérgios” e anônimos, meus parceiros. Espero em Deus que possamos acrescentar às palavras ULO e CANAEL uma outra engasgada na garganta: VITÓRIA!

- Dia virá em que não mais precisemos propagar nenhum ULO - satisfeitos com o passado recente - porque nossos feitos perdurarão!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 10/12/2009.






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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A PREVI somos nós!

Caros colegas.

- Há uma campanha deliberada na Previ para nos afastar do foco do noticiário.

- Seus cuidados estão voltados para o crescimento do outro Plano, seja alardeando os benefícios da filiação, seja com chamamentos para adesão à Capec. No seu site nem parece que sabem da nossa existência. Virou balcão de negócios expondo mercadorias em promoção. Não há interesse em se ocupar de quem nada mais pode comprar do seu estoque. O que existe deste lado já está garantido para suprir rapinagens vindouras.

- Sou adepto do Previ Futuro e acho até que aqueles ainda não inscritos devem aderir o quanto antes, até porque não correm o risco de juntar-se a nós, eternos ludibriados – estão na mira de outro mercado. Só peço que se previnam e durmam com um olho aberto. Para mais tarde não nos imitar criando o www.previfuturo, por necessidade de defesa. Assim como nós.

- Mas convenhamos que o sustentáculo da Caixa seja o Plano 1, com toda sua história e monumental patrimônio. E nós somos a Previ, em última análise. Nós a formamos e acompanhamos impotentes toda a patifaria nela ocorrida ao longo de décadas. Nós contribuímos para abarrotar seus cofres, enriquecer dirigentes, permitir negociatas, sustentar parasitas e criar nababos. Há registros de desmandos até no Congresso Nacional, onde o sagrado nome do nosso fundo já foi enxovalhado no bojo de várias CPIs – da Previdência, dos Correios, do Dantas. E não por culpa nossa.

- Não é justo que nos virem as costas para assediar novos incautos. Que o façam, ainda não é problema nosso, mas não nos abandonem. Até o outro blog só se ocupa disto, agora com posts prolixos, de extensão cansativa, que nada somam ao mundo dos aposentados e pensionistas. Tudo feito deliberadamente para nos empurrar para o esquecimento. Simplesmente vergonhoso.

- Para a Previ somos cartas fora do baralho. Culpa dessa administração eleitoreira que já se ocupa de candidaturas futuras. Serviçais do Governo que não nos devotam o menor respeito. Que não se preocupam em responder nossos questionamentos. Que fazem vista grossa aos nossos anseios. Que maldosamente se apegam aos assuntos de importância duvidosa, deixando-nos na expectativa de algum acontecimento fortuito. Que nos deixam babando de desejo olhando o pote cheio de comida que não é para o nosso bico, por culpa deles. Mas o troco virá com as eleições.

- Lembremo-nos do CANAEL. Sempre!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 08/12/2009.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Participante empreendedor

- Dentre as linhas de crédito da Previ estendidas aos participantes, o leque enfocado é muito restrito e visa apenas o lado assistencial. Por que não contemplar, também, o lado produtivo? É certo que o aposentado/pensionista necessita de apoio financeiro para escorar seu minguado orçamento oriundo dos proventos. Todavia, esse assistencialismo tornou-se crônico e esses financiamentos foram incorporados ao orçamento doméstico para não mais sair. Tirando o empréstimo da Carim – destinado à casa própria – os outros dois (ES e ES curto prazo) são infinitos, mesmo com prazo certo. Uma vez tomados escravizam o devedor visto que seu pagamento é extraído do salário o que, consequentemente, o diminui. E isto se constitui numa armadilha onde por mais que o aprisionado esperneie não encontra escapatória, ficando à mercê da extensão de prazos e limites - eternizando o endividamento com achatamento progressivo do salário.

- Por que então não destinar parte da verba desses empréstimos para acalentar sonhos de negócios? Se a Previ disponibilizar uma linha de crédito para contemplar os aposentados/pensionistas empreendedores, com certeza eles poderão tirar daí melhorias para enriquecer o orçamento e, quem sabe, alcançar condições de livrar-se da prestação do ES. Uma vez liquidada essa dívida, forçosamente o salário será aumentado no mesmo valor da mensalidade excluída. Ademais, é sabido que o funcionário do Banco, quando na ativa, via de regra pensa em montar seu próprio negócio para fugir da condição de empregado. Muitos deles se preparam para empreender mas não encontram apoio financeiro, uma vez que os empréstimos disponíveis nos Bancos estão fora do alcance face às exigências de garantias. Depois de aposentado, então, é que o caminho torna-se mais difícil por falta de capital e de crédito (pessoal e físico, pois é tido como incapaz).

- Entretanto, com tantas possibilidades de pequenos negócios existentes nos campos da economia, seria salutar a PREVI incentivar o empreendedorismo preconizado pelo SEBRAE e, ombreado com este, dar condições à montagem do negócio próprio por parte dos seus aposentados e pensionistas. De se considerar que, quase sem exceção, estes contam em seu seio com filhos e netos na idade do trabalho produtivo – sem assistência externa, também. E que lhes serviriam de apoio logístico no caso em questão. Isso se não bastasse a elevada capacidade de gestão demonstrada pelo “inativo”. No difícil ofício de equilibrar o orçamento doméstico contando com limitados recursos mensais ele é imbatível.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 07/12/2009.

Comentário esclarecedor

Prezado Marcos,

- Tenho acompanhado, com atenção, as várias sugestões apresentadas nos comentários postados em seu blog para uso do superávit (Reserva Especial) do PB-1. Confesso que me supreende o desconhecimento por parte dos autores sobre as formas possíveis de utilização da Reserva Especial apresentada pelo PB-1, administrado pela PREVI.

- A Diretoria, presidida pelo Sérgio Rosa, indicado pelo Banco, não tem poderes para decidir sobre o uso dos recursos da Reserva Especial. Pode e deve, tão somente, estudar o assunto e sugerir ao Conselho Deliberativo, o qual decide por consenso. Se houvewr empate (3 conselheiros nomeados pelo Banco e 3 eleitos pelos participantes e assistidos), o presidente do Conselho, nomeado pelo Banco, desempata aplicando o voto de minerva, quer dizer, o Banco decide sempre, conforme prevê o Estatuto, imposto pelo Intervendor da SPC em decorrência das prescrições da Lei Complementar nº 108, de 29/05/2001.

- Essa L.C.nº 108, dispõe sobre a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal, os municípios, suas autarquias, sociedades de economia mista ... e suas respectivas entidades fechadas de previdência complementar. Prescreve no parágrafo único, do Art. 3º, que os reajustes dos benefícios em manutenção serão efetuados de acorco com critérios estabelecidos nos regulamentos dos planos de benefícios, vedado o repasse de ganhos de produtividade, abono e vantagens de qualquer natureza para tais benefícios.

- O Art. 11 prevê o voto de minerva para o presidente do Conselho Deliberativo nomeado pelo patrocinador.

- O Art. 13, prevê que ao Conselho Deliberativo compete:
I - política geral de administração da entidade e de seus planos de benefícios;
II - alteração do Estatuto e Regulamentos dos planos de benefício;
VI - nomeação e exoneração dos menbros da Diretoria Executiva.

- Portanto, não podemos nós, os participantes e assistidos, sugerir ou decidir sobre a renúncia coletiva da Diretoria e nem sobre alterações no Estatuto e regulamento.

- A Diretoria também não pode propor abono fixo ou outras melhorias sugeridas em comentários postados no blog. Pode a Diretoria, e deve, propor uma revisão geral do plano de benefícios que a todos beneficie, proporcionalmente às complementaçõs que percebem, revisão essa que, para ser incrementada, depende, ainda, da aprovação do Banco através do voto de minerva do Dr. Robson Rocha, da SPC e de outros órgãos governamentais.

- Imagino que o Dr. Rocha pretendeu, ao convidar a Comissão indicada pela FAABB para um encontro formal, avaliar as pretensões e os desejos manifestados pelos assistidos (maioria dos integrantes do Plano) quanto à utilização da Reseva Especial, já que os funcionários da ativa contam com os representantes da Contraf-Cut para defendê-los. Agora, se um ou dois represetantes indicados pela FAABB (o Ruy Brito e o Egydio Piani, por exemplo) vão participar das futuras negociações não se sabe ainda.

Abraços para todos.

Carlos Valentim Filho - Joinville (SC)

Postado no blog Previ Plano 1 em 6 de Dezembro de 2009 17:53

sábado, 5 de dezembro de 2009

Última chance!

Caros colegas.

- Pelo quadro que está sendo desenhado não se vislumbra o surgimento de uma obra prima. Talvez nem uma tela fajuta saia daí, ficando por terminar.

- As prometidas discussões do superávit provavelmente não evoluam até o final do ano. Isto porque as partes envolvidas – ditas atuantes – não acalentam interesse em que algo aconteça até as eleições. Seguram nas mãos uma moeda de troca muito valiosa para ser jogada na mesa agora, quando estão ameaçadas pelas pressões vindas do nosso lado. No momento nós simbolizamos um manso riacho que tende a virar caudaloso rio, como no episódio dos “Caras-Pintadas” que todos conhecemos e aplaudimos.

- As figuras bolorentas que nos representam são as mesmas de outros carnavais. E por mais que espanem as vestes não dá para limpar as caras – nem travestir os nomes.

- Ofuscados pelo fracasso anterior estão trabalhando nos bastidores tramando meios de nos engrupir mais uma vez. Mas, temerosos do barulho que fazemos preferem não arriscar, guardando seus trunfos para lançá-los na hora propícia: vésperas de eleições.

- Aí, sim, atacarão com unhas e dentes na busca de paliativos. Nesse momento usarão sofisticadas iscas estrategicamente camufladas para fisgar o peixe grande – nós, eleitores do Previ Plano 1. Tentarão com isto refazer a máscara em uso, dando-lhe ares de simpatia, mas sem arrependimentos porque sua parte já foi garantida - e dormem sobre confortáveis colchões de plumas comprados à nossa custa.

- Cedo saberão que estamos espertos e não mais engoliremos seus engodos. Ou agem agora, com seriedade, honestidade e vontade política ou será tarde demais para embalar suas vocações filantrópicas. Será tarde e não mais terão a quem proteger com suas ridículas e inoperantes Associações que estão sendo dissecadas.

- Têm, agora, sua última chance de aspirar alguma coisa junto a esses escabriados eleitores. Estamos atentos e não devemos repetir os votos de cabresto de outrora.

- Estão tendo sua ÚLTIMA CHANCE repito.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 05/12/2009.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Superávit - Considerações técnicas

(De um colaborador anônimo)

Colega Marcos Cordeiro

A alegação do Banco é que tanto a Instrução CVM 371, bem como a Resolução CGPC 26, determinam que as empresas estatais façam o que ele fez. Primeiro defendeu a questão do “regime de competência” onde os ganhos ou perdas são contabilizados quando são apurados e não quando efetivamente são realizados, como é o caso este ano do superávit acumulado da Previ.

O Banco argumenta também que o art. 1º. da Lei Complementar 109 estabelece que o regime de Previdência Complementar seja facultativo e que é baseado na constituição de reserva para pagamento de benefícios, não justificando a melhoria de benefício, já que você está em um plano onde o benefício já foi definido no momento da entrada na empresa (visão do Banco).

Desde 2005, o Banco reconhece ganhos e juros atuariais do Plano 1 ao valor das contribuições futuras sob sua responsabilidade. Segundo a CVM 371 e segundo os cálculos atuariais feitos por consultoria contratada, em 31.12.08 o Banco poderia ter reconhecido um ativo de R$ 14.084.340 mil (valores de 2005 a 2008).

Em relação às ações judiciais, sua alegação é que as decisões são de primeira instância e nenhuma delas entra no mérito da questão e sim suspende os efeitos até que o julgamento da ação seja finalizado. O Banco defende que é legal a devolução ao patrocinador dos recursos provenientes do superávit e que a LC 109 aborda a revisão do plano e não revisão do benefício.

Os atuários externos calcularam que os valores a serem reconhecidos pelo Banco totalizariam R$ 14.334.596 mil, onde o Banco teria 6 anos para reconhecer este valor. Desses recursos, o Banco calculou os 50%, chegando ao valor de R$ 7.793.671 mil deduzindo os valores do ativo atuarial que já tinha sido registrado anteriormente ( – R$ 2.381.303 mil) totalizando R$ 5.412.368 mil, valor já contabilizado e que impactará positivamente o resultado do Banco, propiciando uma injeção de recursos “virtuais” e, consequentemente, aumentando os valores dos dividendos que serão pagos. É bom lembrar que o maior acionista do Banco é o próprio Governo.

Comentário de um colaborador anônimo. 03/12/2009 -

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Os Comentaristas!

Caros colegas.

- Chamo a atenção de todos, no bom sentido, para o elevado nível de discussões alcançado pelo blog. Reconheço que se me empenhasse na publicação de um post detalhado - com pormenores conseguidos através de pesquisas, pleno de dados técnicos e citações doutrinárias – dificilmente alcançaria o estágio presente, contido nos comentários divulgados.

- Chegadas em pequenas doses, mas vindas de quem domina os assuntos abordados, essas participações vão se juntando para formação de um enriquecedor tapete elucidativo. Mesmo sob análise superficial vê-se que os autores, convictos do que expõem, nos dão demonstração inequívoca do interesse em somar argumentos, com transmissão de conhecimentos adquiridos. Talvez por isso prefiram comparecer como anônimos, quem sabe para resguardar posições ocupadas que lhes permitem o aprofundamento nas questões dissecadas.

- Todavia, seremos mais enriquecidos ainda se outros colegas, em situações idênticas, se dispuserem ao mesmo papel esclarecedor nos emprestando um pouco do seu saber. Assim acontecendo, as coisas irão se aclarando para composição do imenso quebra-cabeça do submundo das nossas Entidades. E com isto, quem sabe, seus dirigentes se dêem ao trabalho de procurar sanear as irregularidades apontadas.

- Venham que há lugar para muitos.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 02/12/2009.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Anônimo 13:24

Caros colegas.

Não devemos desdenhar do anonimato, pois sempre traz revelações.

- O colega anônimo do título deve atentar para os dois números que o identificam no comentário; o 13 representa o azar para uns e sorte para outros, o 24 simboliza o veado – que também pode trazer sorte no jogo do bicho. Há que ficar atento aos símbolos anônimos – aleatórios.

- As pessoas que se protegem sob o anonimato o fazem por questões de foro íntimo. Nem sempre motivadas por propósitos escusos. Aqui no blog a maioria dos “comentaristas” é bem intencionada e seu anonimato não carrega malefícios. Por isso são bem vindos. Mas uma minoria (de um único elemento) fugiu à regra valendo-se da obscuridade para vingar-se de golpe sofrido.

- O colega anônimo que fez comentário no blog às 13h24 min do dia 30/11/2009 omitiu seu nome por motivos óbvios - para não se trair.

- Representando uma Associação de Aposentados e Pensionistas do BB deslocou-se à Capital Federal (simbolicamente propícia) para fazer uso do sagrado direito de votar. E o fez visando incrementar sua próxima candidatura. Muito provavelmente votou em quem poderá apoiá-lo nas futuras pretensões. É provável também que lá, depois de cumpridas as obrigações eleitoreiras, tenha aproveitado para fazer turismo à custa dos associados que representa: com tudo pago – passagens e hospedagem – sem retirar um tostão seu do bolso. Dias após retornar à “base” recebeu uma ligação anônima: “Saiu nova lista do CANAEL e o teu nome tá lá!”.

- Pronto, botaram terra na candidatura. Aí descobre que a intenção do criador do blog é evitar que indivíduos se locupletem com a verba das Associações de Funcionários Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil. Então cuspiu fogo no e-mail anônimo.

- Por isso alerto que é perigoso desdenhar das “coisas” anônimas. O marido traído que não dá crédito à carta anônima segue feliz no casamento. Mas continua corno.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 01/12/2009.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Simplesmente Musa!

Caros Colegas.

- Pergunto aos defensores da Isa Musa: se procedentes as alegações de incompatibilidade com o Valmir Camilo qual a razão de permanecer ocupando cargos na ANABB e conexos? Ao que me consta toda a crítica desferida recai sobre ela na qualidade de Dirigente dessas e de outras Entidades. Pelo tempo que acompanho os insultos, desde o blog da Cecília (talvez iniciados pelo “André”), não conheço nenhum que tenha incidido sobre a cidadã Isa Musa de Noronha. E não creio que seus críticos, eu entre eles, se atrevam a tanto. Não só por questões de ética, mas à falta de comprovadas razões para tal.

- No entanto, cuida-se da seriedade e dedicação no trato das coisas de milhares de interessados. É humanamente impossível que uma pessoa possa dedicar atenção, ao menos satisfatória, a inúmeros projetos assistenciais ao mesmo tempo - sem o risco de incorrer em procedimento desidioso. Também não se dá crédito a associações com elementos escabrosos e apego às sinecuras. O CANAEL é implacável – além do que ali consta há outros cargos ainda não registrados.

- Ademais, se é verdadeira sua oposição à ANABB/Valmir Camilo, seria o caso de forçar a abertura da caixa preta do conjunto. Como figura de proa nos empreendimentos deve conhecer o caminho das pedras. Ali cabem auditorias, levantamentos, investigações, denúncias, impedimentos, etc. Nem balanços mais são divulgados. E quem não deve não teme.

- Se quer afastar a negação ao seu nome tem largas portas escancaradas à frente: renunciar aos cargos, denunciar a ANABB e o Senhor Valmir, dedicar-se a um único projeto assistencial e mudar o tom arrogante na comunicação. Neste derradeiro ponto não custa tentar. Até a Dilma está mudando.

- A partir daí merecerá tratamento diferenciado – para melhor. Eu mesmo capitularei e, com toda sinceridade, lhe renderei homenagens. E para este Previ Plano 1 você será simplesmente Musa!

- É pegar ou largar.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 01/12/2009.

Vetados!

Caros colegas.

Atentem para essas assertivas definitivas.

Primeira:
“Deve-se renegar, de pronto, a ANABB, porque costuma defender os interesses do Banco e não os nossos.” (Carlos Valentim Filho, em 26/11/09, 10:32, no post O Lixo!).

Segunda:
“Art. 2° São finalidades da ANABB:
I - zelar pela integridade do Banco do Brasil...” (Capítulo I do Estatuto).

Terceira:
“... o Conselho Deliberativo estabelece as diretrizes da ANABB”. Definição no site ANABB.

Quarta:
Isa Musa de Noronha é um dos membros do Conselho Deliberativo da ANABB.

- Pelo exposto, depreende-se que em situações de disputa envolvendo interesses do Banco do Brasil e os nossos, a Sra. Isa Musa de Noronha personificará a ANABB, marcando sua presença. Como ferrenha defensora das causas que abraça - segundo alardeiam - é de se esperar que incorpore a própria ANABB em confrontos da natureza, usando ao extremo sua reconhecida capacidade de persuasão para sair vitoriosa nesses embates. Desprezando nossa causa – logicamente.

- Por tudo isto, ela deverá ser recusada como integrante de qualquer grupo a ser formado para nos representar, no trato dos assuntos envolvendo Patrocinador e Participantes do Plano de Benefícios nº. 1, da PREVI. Igual tratamento estende-se a todos os vinculados à ANABB e suas Empresas (ANABBPrev, CoopANABB, OdontoANABB). Vale a pena consultar o CANAEL sobre nomes a excluir, na ocasião propícia.

- E agora, quem merece nos representar?

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 30/11/2009.

domingo, 29 de novembro de 2009

A Reunião!

Caros Colegas.

Por dever de consciência participo o envio de carta à Vice-Presidência de Gestão e Desenvolvimento Sustentável, do Banco do Brasil S.A.

Senhor Vice-presidente Robson Rocha.

Respeitosas saudações.

- Encareço a V.Sa. mandar editar nota explicativa relatando o que foi tratado na Reunião do dia 23 do corrente, havida conjuntamente com pessoas inscritas como pretensas representantes dos participantes do Plano de Benefícios nº.1, da PREVI. Este pedido é pertinente em virtude da propagação de notícias desencontradas por parte de integrantes do grupo recebidos no bojo do evento, entre eles a dirigente da FAABB.
- Se V.Sa. destinar parte do seu tempo ao conhecimento dessas versões, provavelmente deduzirá que a credibilidade que o seu nome inspira está sendo usada em benefício de promoções pessoais.
- Partindo do pressuposto de que o conhecimento do assunto não envolve quebra de sigilo dos segredos do Banco, até porque a reunião contou com a participação de elementos estranhos aos quadros ativos da Instituição (e esses divulgam pormenores do acontecido – ao seu modo), acredito não haver impedimentos burocráticos para a publicação que se espera. Ademais, as versões tornadas públicas não levam ao entendimento dos critérios adotados pelo Banco para acatar nomes ditos representativos. - De se notar que essa representatividade envolve um contingente de mais de 120.000 pessoas, ávidas por conhecer quem estará habilitado a defender seus interesses junto ao Patrocinador. E esse conhecimento só poderá vir de forma categórica daquele que detém o poder decisório de agir em nome do Banco.
- Finalizando, cumpro o dever de informar que este pleito e o que resultar serão divulgados no “blog” www.previplano1.com.br mantido sob minha responsabilidade. Por oportuno, saliento que respondo por opiniões pessoais, pois não represento nenhum grupo nem postulo indicações da espécie. Sou movido tão somente pela necessidade de evitar que pessoas em quem não confio se apropriem do direito de falar e decidir por mim.

Respeitosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Funci.aposentado
Matr. nº 6.808.340-8

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 29/11/2009

sábado, 28 de novembro de 2009

O Inspetor!

Caros colegas.

- Eu, como muitos, nunca temi inspetores. Até porque não lhes dava motivos para me atemorizar. Certa ocasião fui inquirido por carta para relatar ao cidadão em trabalho de inspeção “o que sabia a respeito de irregularidades envolvendo o comportamento funcional do Gerente”. Na época ocupava posição de destaque junto à administração por ser o elo de ligação com a AJURE/SUPER, como encarregado da carteira de CL/PREJU. Respondi, pela mesma via, que não me prestaria ao papel que ele me impunha, rematando: “Lamento, mas em briga de Davi e Golias não me prestarei a municiar a funda de quem quer que seja. Sou pedra de um outro deserto... E não me acho disponível”.
- Irado com a insolência, sua excelência me chamou ao gabinete e lá, trancados, recebi a paulada que dói até hoje. Disse-me ele, textualmente: “Marcos, vou te dar uma chance de fazer carreira no Banco, faça outra carta contando o que sabe e rasgo esta aqui”. Ao ouvir que nada conseguiria de mim sentenciou – “com esse tipo de comportamento você nunca será nada no banco – vou cuidar disso”. Deve ter cuidado mesmo, suponho. Colegas do mesmo concurso hoje constam no CANAEL como ocupantes de cargos conseguidos pela bem sucedida carreira. Ali vejo nomes de ex-administradores, inspetores, superintendentes, etc. Fora do nosso Cadastro há, até, um ex-ministro da fazenda do meu concurso.
- Guardo as duas cartas até hoje para relê-las em ocasiões especiais.
- Esta semana foi uma delas. Assediado fora do blog por outros “inspetores” recorri à releitura para responder-lhes que nada conseguiriam. Balsa que não nasceu para ser Sequóia não se dá bem com certos adubos.
- O Inspetor do Banco cumpriu sua promessa. Mas esqueceu que fora da vida bancária eu poderia alçar vôo sozinho. E hoje respiro ar puro por contar com o respeito da minha família e dos meus colegas. Continuo sem dar guarida à subserviência. E sigo feliz, rindo de “inspetores”.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 28/11/2009.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O Lixo!

Caros colegas.

- Precisamos impedir que nosso nome continue sendo enxovalhado no volumoso lixo que se arvora do poder de nos representar. Um monte de dejetos onde não nos permitem figurar nem como catadores. Sem nos consultar, promoveram uma reunião com o Vice-presidente do Banco para tratar de assuntos que só dizem respeito a nós. Estamos sabendo que tal evento realizou-se e passados 3 dias nada nos foi comunicado. Ficou no ar a promessa da edição de uma nota conjunta, e nem isto. Total falta de respeito. Total indiferença por quem lhes proporciona mordomias. Total incúria no trato de nossas contribuições mensais. Nada do que venha depois disto servirá de justificativa para tamanha falta de consideração. Por certo virá uma esmerada “nota conjunta” repleta de floreios e pontilhada de “nós”. Nós fizemos isso, nós fizemos aquilo e nós faremos aquilo outro. Porque nada fazem, além do pouco caso com que nos brindam. Danem-se todos com sua empáfia.
- As perguntas repercutem nos sites de relacionamento como gritos angustiados e NINGUÉM responde! Da minha parte emiti mensagens indagadoras, também sem êxito. Aliás, minto, um teve a honradez de me dar retorno. O presidente da AAFBB, em resposta à mensagem postada no site da associação, onde cumpri todo o ritual exigido, deu-me retorno sucinto: “Informo que meu novo e-mail é: gilbertosantiago@aafbb.org.br” e só! Como se eu tivesse obrigação de conhecer o nobre endereço. Mesmo assim repeti o apelo. Até agora nada..
- Pelo que aí está prometo que vou vasculhar esse lixo. Vou peneirá-lo, passar o pente fino, depurá-lo, saneá-lo para ver o que sobra. Se sobrar alguma coisa embalo nas mãos dando total apoio, mas mantendo severa vigilância.
- E ainda há movimentos em curso visando fundar mais Associações. Já chega!
- O vazadouro está repleto e não há usina de reciclagem que o faça murchar.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 26/11/2009 – 11:24.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Campeões do CANAEL!

Caros Colegas.

- O cobiçado patrimônio da PREVI tem sua maior soma aplicada em participações acionárias de Empresas de grande porte. Para acompanhar o desempenho dessas sociedades são designados elementos (escolhidos por concurso) extraídos dos quadros do Banco do Brasil e da própria Caixa, além de aposentados e outros integrantes dos seus Planos de benefícios.

- O recém-nascido CANAEL declara-se agradecido a essas pessoas que fazem por onde merecer citação especial. Tanto é que nesta edição extra destaca a quantidade de cargos que ocupam em empresas participadas, oportunidade em que enaltece sua incrível capacidade de multiplicação para bem servir aos humildes aposentados, pensionistas e assistidos da PREVI.

- Todavia, por não contarmos com espaço suficiente, distinguimos com esta honraria apenas os mais esforçados, cada um com 3 empregos ou mais. Os outros Conselheiros, não menos abnegados, cedo estarão no nosso cadastro. Enquanto isso não acontece podemos admirar todos os 285 no Site www.previ.com.br – Investimentos – Governança – Conselheiros, nessa ordem.
- Lá também há benditas surpresas, tais como respeitados nomes de Diretores da própria PREVI.

Eis os Conselheiros campeões – zeladores do nosso rico dinheirinho:

Aloísio Macário Ferreira de Souza – 3 empresas
Antonio Luiz Benevides Xavier – 8 empresas
Ari Sarmento do Valle Barbosa – 7 empresas
Arthur Prado Silva – 4 empresas
Izabela Campos Ancântara de Lemos – 8 empresas
Joilson Rodrigues Ferreira – 17 empresas
Jorge Luiz Pacheco – 5 empresas
Luciana Freitas Rodrigues – 17 empresas
Maria Tereza de Souza Silva – 8 empresas
Ricardo Ferraz Torres – 8 empresas
Rita de Cássia Paz Andrade Robles – 5 empresas
Valmir Marques Camilo – 3 empresas.

Esses são alguns exemplos de dedicação desinteressada inscritos na Galeria de Honra do CANAEL – www.canael.com.br - Visite-a.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 23/11/2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Operação CANAEL!

Caros colegas.

- Tenho enfatizado que este espaço foi criado para defender os direitos dos integrantes do Plano de Benefícios 1, da Previ. Porém essa delimitação foi ampliada com a constatação de que ultrapassou fronteiras por consenso, o que muito me honra, trazendo aumento da responsabilidade para o desenvolvimento dos trabalhos pertinentes.
- Fiel a essas diretrizes, permaneço evitando que nosso Site se transforme em palanque eleitoral ou se preste à propaganda de candidatos a cargos eletivos, no âmbito de nossos interesses, via voto dos aposentados e pensionistas aqui defendidos.
- Por isso mesmo, e para reforçar esse entendimento, é necessário entrar no mérito da ocupação de cargos em postos que interferem na consecução de nossas metas, voltadas ao bem estar coletivo. Nota-se que no momento há influências conturbadoras no processo de defesa, por motivos vários, entre eles a multiplicidade de cargos exercidos em diferentes esferas por componentes de entidades juridicamente constituídas.
- Assim sendo, concluí pela necessidade de buscar um instrumento disciplinador para a ocupação desses cargos no futuro sem, no entanto, imprimir conotação de avaliação pessoal, seja a que título for. Mas fazendo citação de nomes pelo método de exclusão em função da superposição de funções exercidas, particularidade que, convenhamos, diminui a capacidade produtiva de essas pessoas defenderem nossas causas.
- Para tanto tenciono disponibilizar meios de fazer-se escolha consciente e transparente dos candidatos à ocupação de postos subordinados ao voto particular. De modo a alcançar o bloqueio do acesso simultâneo aos cargos disponíveis em instituições diretamente ligadas ao nosso universo - na condição de aposentados, pensionistas e assistidos de um modo geral.
- A preocupação implícita tem dupla finalidade: fixar o elemento em função única, tirando melhor proveito da sua dedicação ao exercício de convicções filantrópicas, e dar oportunidade para maior número de aposentados e pensionistas imbuídos do mesmo espírito cooperativo. Essas pessoas normalmente se afiguram abnegadas e dispostas ao direcionamento do tempo ocioso à defesa dos colegas, desinteressadamente, como supostamente fazem crer. Nada a temer, então.
- O objetivo ideal seria alcançar o mesmo nível de incompatibilidade imposto à esfera política nacional, em que cargos eletivos não comportam coincidência de ocupação no seu âmbito: vereador, prefeito, deputado (estadual e federal), governador, senador e presidente da república.
- Para ser feita triagem construtiva seria preciso, simplesmente, elaborar relação de nomes onde constem os membros das diretorias com os respectivos cargos e mandatos - em todos os níveis - de TODAS as entidades que tenham relação com os aposentados e pensionistas do Banco do Brasil, aqui representados.
- A abrangência dessa relação seria extensiva à PREVI, CASSI e Órgãos vinculados ao Banco, mais Associações, Confederações, Federações, Sindicatos e tudo mais que possa influenciar na gerência desses Órgãos e/ou Entidades.
- Como imediata conseqüência benéfica estaria formado o CANAEL - Cadastro Nacional de Eleitos, que, permanentemente atualizado, consistiria no rol de candidatos incompatibilizados com nosso voto enquanto vigentes os seus mandatos.
- Disponibilizado o cadastro, e de posse dessa ferramenta, caberia ao eleitor optar pela mudança ou continuidade da situação presente, na hora adequada. Com um simples clique no Site o CANAEL seria visualizado para instruir, restando ao eleitor consumar a inelegibilidade de candidatos, nesse entendimento. Como a dizer, diante de candidaturas: Consta no CANAEL, não voto!
- Aos insatisfeitos restaria o enquadramento por falta de apoio na alegação de inconstitucionalidade de ação da parte do mantenedor do cadastro, visto que sua operacionalidade serviria, apenas, de consulta a dados dispostos como do domínio público – todas as Entidades visadas divulgam os nomes constitutivos das suas diretorias.
- E os candidatos, ao invés da insistência em exaltar os cargos ocupados, se apressariam em imprimir nas suas cartinhas suplicantes: Não estou no CANAEL!
- Assim como as organizações do gênero, para incutir credibilidade, ostentariam em destaque:
“FILIADA ao CANAEL”.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 20/11/2009.

domingo, 15 de novembro de 2009

Superávit - O nó górdio!

Caros colegas.

Proposta para distribuição do superávit.

- É sabido por todos que os recursos somente estarão disponíveis para divisão entre os destinatários regulamentares depois de superadas as barreiras impeditivas existentes. E que essas barreiras só podem ser eliminadas por interferência do Banco do Brasil e da PREVI - em conjunto ou separadamente. Os participantes não têm poder real para tal e, neste particular, caberia ao Banco e a Previ administrar os meios para alcançar a viabilidade de liberação, convocando os elementos responsáveis por óbices interpostos. Ato contínuo, percorrer os trâmites para disponibilizar os recursos existentes.
- No momento o merecimento está sendo pleiteado por dois lados: Banco do Brasil e Participantes do Plano de Benefícios 1, da Previ. O que equivale a dizer que o montante deveria ser dividido em 2 partes iguais para contemplar os interessados (segundo entendimento do Banco), sem entrar no mérito do merecimento.
- Há unanimidade na aceitação de que metade desse montante pertence aos participantes. Porque neste ponto concordam BB/PREVI/Participantes.
- Uma vez alcançada a viabilidade para distribuição, destinar-se-ia prontamente aos participantes os 50% que contam com a concordância unânime entre as partes.
A outra metade seria aportada em um fundo, destinado à distribuição futura quando for alcançado o consenso.
- Seguindo este raciocínio, tornar-se-ia desnecessária a participação de uma terceira força para alimentar discussões no momento (além da PREVI/BB). Essas discussões seriam inócuas porque a Previ tem instrumentos para efetuar a distribuição sem interferências externas, bastando usar o bom senso calcado na regulamentação específica.
- Isto é, respeitar os critérios para distribuição de forma igualitária, contemplando TODOS os participantes à luz dos direitos adquiridos, indistintamente. Assim sendo, estaria zerada metade do total disponível para distribuição.
- Restaria a outra metade do superávit, que é pleiteada pelo Banco. Como não há unanimidade, essa outra metade seria objeto de discussão posterior quanto aos direitos de uso, para complementar a distribuição.
- Futuramente, enquanto não se chegue a esse consenso, aplicar-se-ia a mesma fórmula atualmente proposta.

RESUMO:

1) Distribuição imediata de 50% do montante entre os Participantes;
2) Discussão para distribuição do restante, após apurada a legitimidade.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 15/11/2009.

sábado, 14 de novembro de 2009

O Veterinário

Caros colegas.

Noite passada, sexta-feira, quando assistia na TV ao jogo em que o Vasco se sagraria campeão da série B, tive a atenção desviada para os sons de um atropelamento; barulho de freada brusca seguido de um baque surdo. Um cão fora atingido por veículo que continuou sua marcha após o acidente, deixando o animal jogado debaixo de carro estacionado junto ao meio fio, mas com a cabeça perigosamente à mercê do trânsito intenso. Ele sangrava, aparentando impossibilidade de mover-se com desenvoltura. Era grande, preto e diria até que tinha ares de ferocidade. Mas seus olhos tristes pediam socorro parecendo entender que as pessoas comuns são piedosas. Entendi a súplica.
Enquanto meu filho desviava o trânsito com auxílio de um triângulo sinalizador, corri ao telefone para tentar alguma coisa. Com ajuda do Google, no computador, e o telefone do lado, fiz chamadas seguidas para 8 veterinárias da Cidade. Umas próximas, outras nem tanto. Isto depois de ligar para o dono da clínica que cuida dos meus animais, mas que não pôde atender – estava longe e não sabia quem indicar. Das veterinárias contatadas duas não atenderam, os números haviam mudado; 5 deram desculpas (as mais inaceitáveis possíveis), sendo que a todas historiei o caso pedindo atendimento domiciliar de urgência com a informação de que arcaria com as despesas, me identificando, etc. e tal. Apenas uma, no meu bairro, bem próxima, se prontificou a prestar o socorro mandando equipe motorizada. Foi-me dado um prazo de 20 minutos, isto depois de conseguir com o atendente o celular da veterinária que passou as ordens para a clínica e, também, depois de responder às muitas perguntas de praxe: situação do cão, localização, meus dados, forma de pagamento, etc.
Menos ansioso, mas preocupado porque minha mulher chorava, fui fazer companhia ao meu filho que, ao lado da namorada, velava pelo sofrimento do bicho, sob os olhares indiferentes dos freqüentadores da cantina do outro lado da rua. Não todos, porque um veio se solidarizar e colocou seu carro em posição que ajudava à defesa, juntamente com o triângulo. Ele também tem animais domésticos, informou.
55 minutos depois voltei a perguntar pelo atendimento prometido e do outro lado da linha veio a informação:
- O motorista foi chamado mais ainda não chegou, não dá para trazer o animal para ser atendido na Clínica?
- Agora não dá mais amigo, o cão morreu!
A esta altura o Vasco já era campeão e não tínhamos visto um bom espetáculo, o que nos teria dado alegria.
E a tristeza tomou conta do resto da nossa noite.
Agora, pergunto: para que o médico veterinário faz o Juramento de Hipócrates?
Será que é daí que nasce a hipocrisia?

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR). 14/11/2009.

Ato Falho!

Caros colegas.

- Eis a transcrição da mensagem enviada às Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil pela FAABB - Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil:

“Às
Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil

Sr Presidente

A COMISSÃO FAABB que vossa senhoria ajudou a eleger no ultimo dia 25 de setembro, na Reunião em Brasília, está ultimando nossos argumentos para levar ao Vice-Presidente do BB e Presid do Deliberativo da Previ, Dr Robson Rocha, nossas expectativas e esperanças. Dr Robson nos comunicou que nos receberá em seu Gabinete, no próximo dia 23 de novembro.

Devemos ressaltar que lá estaremos de coração aberto, cheios de expectativas, mas absolutamente conscientes da dificuldade de qualquer negociação com o Banco do Brasil. Sabemos que por mais que o Vice-Presidente esteja revestido de boa vontade, seu poder de decisão tem limites e consideramos que a abertura para a representação dos Aposentados e Pensionistas em qualquer mesa de negociação que venha a ser formada é um grande avanço, jamais conseguido antes.

Desse encontro, marco inaugural de uma nova maneira de relacionarmos com o Patrocinador e a PREVI, desta vez mais franca, transparente e honesta, daremos notícias oportunamente.

Isa Musa de Noronha
Presidente”

- Toda carta procura guardar em seu fecho a síntese dos seus propósitos, com o emprego de palavras apropriadas para dar credibilidade à idéia contida.
- Nesta que aqui está o autor não fugiu à regra e deu seu recado a contento.

“Desse encontro, marco inaugural de uma nova maneira de relacionarmos com o Patrocinador e a Previ, DESTA VEZ mais franca, transparente e honesta, daremos notícias oportunamente.” (o destaque é do blog).

- Aí está a confissão de que a vez anterior não foi transparente nem honesta.
- De se notar que a dona da mensagem representa TODAS as associações de aposentados e pensionistas do Banco do Brasil. O que significa dizer que a FAABB, sozinha, nos representa em nome da totalidade das Associações.
- Depois da porta arrombada é recomendável trocar a fechadura. Questão de bom senso.
- Mas, será que depois de tudo que aconteceu NA VEZ ANTERIOR o Banco e a Previ vão endossar essa representatividade?
Oremos!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 14/11/2009.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Meu perfil

Como poucos, conheci a sala e os porões do Banco do Brasil.
- Assumi em 1962 na cidade de Itabaiana-PB. Depois trabalhei em Piancó-PB e Rio de Janeiro nas agências Centro, Fig. Magalhães e Copacabana, onde me aposentei.
Esse conjunto representa a sala de visitas da Casa que me acolheu e a quem servi com abnegação e dignidade – transitando por uma carreira repleta de cargos comissionados.
- Na década de 80 fui apresentado ao lado obscuro dessa Casa – os seus porões - onde vi e sofri coisas que me provocam pesadelos até os dias de hoje. Ali, por longo tempo sob o jugo do COPRE, sofri tortura moral sob métodos de fazer inveja a Guantánamo.
Instigaram-me ao suicídio – confissão de culpa fácil que não conseguiam obter porque procuravam na pessoa errada. Tranqüilizem-se, para não causar mal estar omito os detalhes.
- Mas nada que um memorando CONFIDENCIAL da presidência não esclarecesse tudo, desfazendo o mal-entendido e me “isentando de suspeitas infundadas”, contendo votos de bom retorno à normalidade do trabalho (do que me vali até a aposentadoria). Simples, não? Guardo-o com carinho como se fora um diploma concedido em homenagem às humilhações sofridas.
- Esse episódio me aprofundou nos conhecimentos da CIC e tudo respeitante às normas da Casa e da vida bancária, estudados para a autodefesa. A aprovação no aprendizado veio com o título de “Defensor Público” outorgado por colegas de várias dependências, que defendi no decorrer de anos. Todos comissionados - ameaçados de degola pelo cometimento (ou não) de falhas apontadas no exercício da profissão. Meu arquivo de salvados de incêndio contém dezenas de nomes de cabeças conservadas no lugar. Nunca perdi uma “causa”. Nem nunca aceitei um único tostão pelos “serviços prestados”. Os nomes e causas devidamente catalogados guardo para deleite próprio, como tributo à vingança – sentimento que carrego por não ser um bom cristão, como gostaria de ser. Eu revido e de tanto dar a cara à tapa vivo de bochecha inchada. Mas não rendo culto à hipocrisia. Esse foi meu primeiro Ulo.
- Apesar de tudo sou grato ao Banco e a Previ pelos vínculos que mantenho com ambos, como aposentado.
- Novamente, na idade do descanso que nunca tive, fui atingido por injustiças e pensei em fundar uma entidade dissociada de todas que existem, e destinada a proteger interesses comuns, sem visar compensações pecuniárias, fama ou poder. Simplesmente queria soltar mais um grito que encontrasse eco. Partindo daí fiz contatos com colegas freqüentadores do blog da Cecília na busca de interessados para compor a direção dessa associação. Na explanação das idéias, em rápidas pinceladas enfatizei que a aceitação implicaria em muito trabalho e nenhum pagamento, pois a mensalidade a ser cobrada teria que ser ínfima o suficiente para cobrir custos indispensáveis. Ninguém topou. E até candidato a emprego surgiu. Desisti. Só agora aparecem alguns bem intencionados e justos. A eles transfiro o sonho que não consegui concretizar. Boa sorte e contem comigo, à distância. Continuarei dormindo com meus pesadelos.
- Vindo do Rio de Janeiro e morador novo em Curitiba me atinge o isolamento providencial ao meu temperamento. E como sou avesso ao ambiente de AABBs, sindicatos e correlatos, ainda não me relaciono com ninguém, aqui. Por isso resolvi encarar o projeto sozinho, abandonando a idéia de associação que soa falso e, com a ajuda do meu filho (publicitário, designer em empresa local – razão de nossa mudança), criamos o Previ Plano 1, que aí está. Não é um brinquedo instalado no quarto de um velho senil. É uma poderosa arma na mão de quem sabe manejá-la.
- Para tocar a empreitada continuo trabalhando sozinho. Aqui em casa, em pequeno espaço e com o concurso de modesto equipamento (PC com 6 anos de uso) me autodefino como um faz-tudo: redator, revisor, comentarista, digitador, pesquisador e tudo o mais necessário para propagar meu grito pelas ondas da internet. Também, apesar de o meu filho ser solteiro e morarmos juntos (filho, mãe e pai - esta é a família) não posso dispor da sua ajuda ao meu bel prazer; ele trabalha dois expedientes para fazer jus à “fortuna” que um começo de carreira proporciona. E apenas o requisito para resolver problemas técnicos, roubando momentos do seu sono nas frias madrugadas de Curitiba.
Creio que o essencial está dito.
Vejamos até onde vou.
- E eis porque sigo com meu ULO!

Marcos Cordeiro de Andrade. Curitiba (PR) – 12/11/2009.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

FORA - PT e suas Musas!

Caros Colegas.

Quem passou procuração para alguém ir buscar nossa parte no superávit? Alguém recebeu na sua casa uma cartinha bonita, com timbre sobre papel caro, dizendo: Confie em mim, vou representar VOCÊ nesta luta?
Não é assim que eles fazem quando querem nosso voto para se eleger? Qual associação tem sua autorização individual e específica para ser seu representante neste assunto? Com que direito essas pessoas, grupos e partidos políticos se metem nas nossas vidas nos tratando como se fôssemos seus tutelados?
Por que não vão cuidar de quem deles precisam: arruaceiros que se dizem sem terra e sem tetos? Guerrilheiros e ex-guerrilheiros que, como eles, querem alimentar suas vaidades políticas? Por que não se contentam com as classes menos alfabetizadas e, por conseqüência, mais indefesas nas mãos de políticos megalômanos?
Por favor, nos deixem em paz!
Sabemos e podemos nos defender. Afinal, não fomos taxados de Marajás? Por que o impedido não nos chamou de parias?
Não foi só pelos salários. Foi, também, porque não existem parias esclarecidos, subentende-se. Ele, o “ex”, sabe que nenhum de nós entrou no Banco pela janela. Submetemo-nos a uma avaliação de conhecimentos que nos coloca em posição privilegiada, pelo nível intelectual aferido. Cada um de nós tem, no mínimo, o ginasial completo – condição indispensável para participar do concurso.
E agora vêm nos tratar como pobrezinhos ignorantes que precisam de sua ajuda?
Cada um de nós tem capacidade para sentar a uma mesa de negociações e defender seus pontos de vista, sem precisar de assessoria de meia tigela. Para isto não precisamos ser sindicalistas, membros de partido político ou dirigentes de associações fajutas. Não precisamos de defensoria pública.
Não somos cães sem dono. Não somos bois no pasto. Não somos baderneiros nem vândalos. Não estamos no pátio de uma fábrica ávidos por palavras de ordem. Não estamos na fila de bolsa escola, bolsa família ou qualquer outra bolsa, iludidos com migalhas que têm o efeito de milho jogado aos pombos. Não queremos aplaudir discursos inflamados em defesa do pré-sal, do pac ou de candidaturas infundadas. Não queremos ouvir motes batidos de sindicalistas com idéias ultrapassadas.
Nós queremos fazer jus às alcunhas que nos puseram. Esses mesmos adeptos do partido da estrela já se ombrearam a outro que nos tachou de burgueses.
Não precisamos de nenhum Valmir, de nenhuma Musa, de nenhuma Miriam nem de nenhum outro nome que cansa nossos ouvidos.
Deixem-nos com nossos defensores desconhecidos. Eles serão reconhecidos e respeitados na hora em que começarem as conversações. Basta-nos um único Valentim para substituir todos que aí estão. Ele é dos nossos, é experiente e competente. Ele é valente até no nome.
Não queremos más companhias.
Nós sabemos lidar com o Banco e com a Previ. Afinal somos velhos amigos. Conhecemo-nos há mais de trinta anos e não vamos deixar que intrometidos estraguem relação tão duradoura.
Fora PT e suas Musas.
Por favor, nos deixem em paz!

Marcos Cordeiro de Andrade. Curitiba (PR), 09/11/2009.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

ANABB - Não!

Caros Colegas.

Denuncio por suspeição a manutenção da ANABB como representante dos participantes do Plano de Benefícios nº. 1, da Previ, em quaisquer circunstâncias.

- Na questão da distribuição do Superávit, assim como em outras do gênero, o Banco do Brasil e a Previ não podem simplesmente aceitar ingerência de grupos ou pessoas que se dizem representantes dos assistidos, ainda mais em se tratando de facções que não contemplam a simpatia dos que dizem defender e que só emergem em época de vacas gordas.
- Na mediação de conflitos de interesses o mais sensato é nomear quem não tenha compromissos declarados nos negócios das partes envolvidas, o que, lamentavelmente, não está sendo respeitado no caso presente.
- Neste momento, a Entidade denunciada sabidamente não conta com a simpatia da maioria dos seus associados, havendo, até, um razoável número em processo de exclusão voluntária.
- Isto se dá por conta de sua inércia na condução de assuntos interessantes (a recente troca de advogados é um exemplo de decisão mal explicada) e pela dubiedade de comportamento nos conflitos envolvendo o Banco do Brasil. Muito embora este pormenor seja explicado pela composição de seus estatutos, onde está patente que tem como prerrogativa comportamental a defesa dos interesses do Banco (Capítulo I, Art. 2º - I), ficando seus associados prejudicados no caso de mediação entre essas duas partes o que, por si só, já seria motivo fundamental para consumação do impedimento proposto.
- Também, na atual conjuntura, a ANABB pode ser classificada como uma organização multifacetada, atuando em frentes que a elevam à categoria de grupo empresarial (ANABBPrev, COOPAnabb, OdontoANABB), desviando destarte o foco dos motivos da sua criação, em detrimento da categoria que se propôs representar. Além do mais, ela cobra uma das mais altas mensalidades do gênero, o que lhe proporciona o acúmulo de invejável patrimônio e resultados financeiros superavitários, muito embora esteja protegida sob a capa de ONG, mas que, pela obviedade dos números, não estaria isenta de censura se examinada por uma séria auditoria independente.
- Nesta particularidade, tanto o Banco do Brasil quanto a Previ deveriam ser mais ciosos nos relacionamentos com grupos estranhos aos seus quadros. Isto porque estão aceitando como parceiro um concorrente em potencial, que vende produtos comuns (ANABBPrev). E o pior, valendo-se de prerrogativas a ele conferidas e contando como colaboradores elementos da cúpula de Entidades subvencionadas pelo Banco. Pessoas estas detentoras de informações privilegiadas, pela posição ocupada.
- A ANABB, valendo-se de sua estrutura de comunicação e seu potencial financeiro, avança em sua meta de ocupação de órgãos assistenciais e de apoio aos funcionários do Banco (ativos e inativos), elegendo pessoas para ocupar postos-chave na direção da Previ e da Cassi, principalmente, e nas associações que portam o sufixo BB em suas siglas. Influenciando, também e negativamente, nos resultados de plebiscitos, enquetes e referendos no âmbito dos associados, carreando para seu lado os resultados obtidos.
- Também, e aqui repousa a mais significativa agravante impeditiva, a manutenção de integrantes da Diretoria da Previ está presente tanto na ANABB quanto em empresas associadas ao seu nome. Vale lembrar que essas duas correntes, na hora de decidir, logicamente se unirão em um voto comum – contra o lado oposto - visto que esses postos ocupados paralelamente comprometem a imparcialidade de avaliação. O que torna a disputa desigual e vergonhosa numa votação a três, pois vira contenda de dois contra um que, por sua vez, chega a 3 contra um ao final, juntando-se o voto de minerva - a favor do Banco, lógico.
- Em última análise, consiste em um cabo-de-guerra de quatro cordas onde os participantes do Plano 1 seguram uma ponta em oposição às outras três, unidas, todas ocupadas por robustos contendores. Isto é, no mínimo, desproporcional e parcial.
- O mesmo raciocínio vale para a manutenção da parceria com outras entidades e pessoas que mantêm algumas das características acima. E que se somam à vinculação declarada com a Contraf-Cut, visto que esta, como representante máxima do PT, por seu lado defende os interesses do Banco do Brasil como instrumento do Governo, dito dos trabalhadores – não dos aposentados, pelo que se depreende da visão dos atuais acontecimentos.
- E aí? Ficamos sem representantes?
- Absolutamente não!
- Em conflito entre irmãos o mais indicado é chamar um terceiro, mais velho, para mediar a disputa. Por ser da família ele conhece os problemas envolvidos – e é o mais sábio dos três.
- Deste modo, para sentar à mesa de negociações proponho a nomeação de um grupo de notáveis descompromissados - composto por aposentados e pensionistas conhecedores das normas que regem essas três forças - compostas pelo Banco do Brasil, a Previ e os Participantes.
- Investidos nessa condição e calcados na experiência vivenciada, seriam portadores de poderes incontestes para bem decidir por seus representados, pois, em última análise, estariam defendendo seus próprios interesses, que são os de todos nós, aposentados e pensionistas do Plano de Benefícios nº. 1, da Previ, mantendo o respeito aos direitos de todos.

Marcos Cordeiro de Andrade.
Curitiba, 06 de novembro de 2009.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ULO - meu grito... VIAJOU!

Caros colegas.

A CARTA levando “ULO – meu grito...” seguiu hoje rumo ao Congresso Nacional. Com ela está a esperança de sermos ouvidos pelos seguintes nomes:

Senador Partido UF Nº p/rastreamento

Adelmir Santana DEM DF RK711288675BR
Álvaro Dias PSDB PR 689BR
Antonio Carlos Júnior DEM BA 692BR
Arthur Virgílio PSDB AM 701BR
Cícero Lucena PSDB PB 715BR
Demóstenes Torres DEM GO 729BR
Efraim Morais DEM PB 732BR
Eliseu Resende DEM MG 746BR
Expedito Júnior PSDB RO 750BR
Gilberto Goellner DEM MT 763BR
Heráclito Fortes DEM PI 777BR
João Tenório PSDB AL 785BR
José Agripino Maia DEM RN 794BR
Kátia Abreu DEM TO 803BR
Marco Maciel DEM PE 817BR
Maria do Carmo Alves DEM SE 825BR
Marina Silva PV AC 834BR
Mário Couto PSDB PA 848BR
Marisa Serrano PSDB MS 851BR
Papaléo Paes PSDB AP 865BR
Raimundo Colombo DEM SC 879BR
Tasso Gereissati PSDB CE 882BR

Deputado

Rodrigo Maia DEM RJ 896BR

Obs.: Cartas individualizadas, assinadas com firma reconhecida no Tabelionato e Registro Civil Santa Quitéria, de Curitiba-PR.
A íntegra do documento está disponível no post “ENQUETE encerrada: ULO meu grito...vai viajar”, de 28/10/2009, e seu anexo é “ULO – meu grito...” com todas suas letras.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba, 03 de novembro de 2009.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

ASSOCIAÇÕES - sim ou não.

A cada dia nasce mais uma “Entidade” para “defender” os direitos dos aposentados e pensionistas do Banco do Brasil.
O filão é grande. Tudo nessa esfera é grande e até o olho grande é enorme, porque todas elas comportam cargos. E todos os cargos são remunerados. Seus componentes já têm renda própria antes de escolhidos. Mas suas remunerações extras recaem sobre as costas dos associados - que têm como única renda a aposentadoria. Isso se não bastasse a composição desta nova categoria de “dirigentes”. São verdadeiros profissionais das associações: sempre os mesmos a se eleger permutando cargos entre representações, pulando como pipoca em panela quente. E outros querendo entrar no mercado, fundando novidades. As benesses também são grandes: além das verbas remuneratórias há mordomias invejáveis - viagens aéreas com diárias, hospedagem 5 estrelas, turismo, brindes, recepções, etc. E status de representantes da comunidade BB.
- Preparemo-nos, o Banco quer negociar com a Previ e seus participantes. Então, logo eles estarão de volta com a ladainha de sempre, entra ano e sai ano, querendo nos engrupir. E garantir suas poses. E posses.
Há, no Brasil, 1001 associações desse tipo - mal comparando com Bombril, o de 1001 utilidades.
Quando entramos no Banco do Brasil, em 1962, nós só dispúnhamos da PREVI e da CASSI, mas que, com seus desdobramentos internos, satisfaziam as necessidades sócio-econômicas dos funcionários e suas famílias. Juntando-se a figura da AABB estava fechado o círculo de apoio;
- A PREVI para garantir aposentadoria integral, e suas carteiras CAPEC e CARIM, o seguro e empréstimo pessoal e a aquisição da casa própria, respectivamente.
- A CASSI destinada à assistência médica em todos seus parâmetros;
- A AABB cuidando da integração social (e seus dirigentes a trabalhar de graça).
Tudo isto disponibilizado mediante módicos descontos no contracheque.
- De que precisávamos mais?
De bons dirigentes, apenas. E eles são escolhidos e eleitos por nós.
- O que deu errado? Nada. Apenas escolhemos e elegemos mal.
Com esse binômio PREVI/CASSI não precisamos de associações para nos defender. - Também, defender contra quem? O Banco? Ora, o Banco é parte do processo e, como tal, enquadra-se nos regulamentos e suas regras. E tudo que foge às regras é resolvido em outras esferas – até mesmo através de acordos.
Os estatutos e regulamentos internos nos defendem de intromissões e arbitrariedades. - Esses normativos estão defasados? Então mudemos o que não nos serve. Basta convocar assembléia específica.
- Para que contratar associação a cuidar de Seguros, Casa Própria, Assistência Médico-dentária? Já temos tudo isto. E funcionando bem. Também o mercado aí fora está abarrotado desses serviços para quem não estiver satisfeito. E você só paga pelo que contrata - não precisa pagar a vida toda, todo mês, numa constância de alimentação parasitária.
- Assistência jurídica? Para isto existem os escritórios de advocacia que cobram porcentagem sobre o valor da causa (depois de ganha!). Também, as associações apregoam assistência jurídica gratuita, mas cobram por cada ação interposta. Se não bastasse o fato de que só entram em banquete de “galinha morta”.
Vamos acordar gente!
Vejamos este nosso caso particular.
Em defesa de nossos direitos propusemos a publicação de um simples Manifesto. Note-se que este ato não requer filiação permanente, não impõe desconto em folha, não vai botar dinheiro no bolso de ninguém. É apenas divulgação.
- E qual associação se interessou? Nenhuma! Absolutamente nenhuma!
E vejam que falo de entidades que se rotulam de defensoras dos direitos dos aposentados e pensionistas do Banco do Brasil. Agremiações com status de ongs, mas com invejosos superávits registrados nos balanços por conta da arrecadação de mensalidades e negócios “não lucrativos”. Dirigidas por pessoas com poses de Estadistas, mas que não aparecem na hora em que delas precisamos.
- E o que fizeram?
Apenas fizeram vista grossa, ouvidos de mercador e atitudes de “não estou nem aí”.
- Por que não quiseram nos ajudar?
- De que nos serve uma associação desse tipo?
E os “movimentos” ditos de união que só querem que nos unamos a eles. Eles a nós, nem pensar.
- É que aqui, gente, não tem cheiro de dinheiro. Só fede a trabalho.
Todavia, o projeto Ulo segue firme e o Manifesto sairá às ruas.
Continuarei gritando!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR). 30/10/2009.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

ENQUETE encerrada: ULO - meu grito... vai viajar

Caros colegas.

Ao término da enquete, foram registrados os seguintes números para as opiniões consultadas sobre o conteúdo da carta a ser remetida, como sugerido:

1 - Deve ser enviada como está: 29 votos (78%)
2 - Deve ser enviada com alterações: 07 votos (18%)
3 - Não deve ser enviada: 01 voto (02%).
.
Respeitando esses percentuais, e reforçando o resultado (maioria de 78%), foram feitas as alterações sugeridas considerando-se a coerência dos argumentos defendidos. Deste modo, e sem interferir na qualidade dos votos, conseguimos contemplar a vontade de cada participante, à exceção do único que optou por não fazer a remessa.
Para dar continuidade ao projeto “Ulo – meu grito”, eis o texto final, corrigido e melhorado:

“Excelentíssimo Senhor.

Compomos um grupo de 120.000 indivíduos e seus familiares - o que alcança cerca de meio milhão de pessoas, sem exagero algum - presentemente incomodados com a falta de atenção aos seus reclamos.

Somos os associados do Plano de Benefícios nº. 1, administrado diretamente pela PREVI (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), e indiretamente pelo patrocinador, através do voto de qualidade do presidente do Conselho Deliberativo, indicado pelo Banco do Brasil. Trata-se de um plano de benefício definido, fechado desde 1997 e que tem a finitude como meta atuarial, dentro de poucas décadas.

Queremos dizer ao Brasil que o fundo garantidor de nossa velhice, com patrimônio da ordem de R$ 133 bilhões, está sendo indevidamente consumido pelo patrocinador.

Ao amparo de tão expressivos números, será que formamos uma unanimidade burra?

Rogo, em nome de toda a comunidade do plano de benefícios nº.1, administrado pela Previ, que leia o texto anexo (Ulo – meu grito...), e tire suas conclusões.

Imploro, de igual modo, que nos ajude a preservar o que levamos mais de 30 anos para construir, a duras penas.

O clamor por justiça poderá ser constatado nos comentários registrados no Site www.previplano1.com.br e no www.ceciliagarcez.blogspot.com - este com mais de 2 anos de apoio aos associados. O mesmo se observa na pauta de todas as Entidades que cuidam dos aposentados e pensionistas da Previ.

Respeitosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade”

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

ULO - meu grito... vai viajar

Caros Colegas.

Submeto a apreciação o texto da carta que pretendo enviar a alguns Deputados e Senadores – assinada, com firma reconhecida em Cartório, sob registro e com AR.

Que ela sirva de preâmbulo ao Manifesto à Nação proposto, em andamento.

Contando com a colaboração de todos e para não ser intempestivo, aguardarei 5 dias, a contar de hoje, como prazo para registro de comentários e adendos que servirão de apoio (ou repúdio) à remessa, nestes termos:

“Excelentíssimo Senhor.

Compomos um grupo de 120.000 indivíduos e seus familiares - o que alcança cerca de meio milhão de pessoas, sem exagero algum - presentemente incomodados com a falta de atenção aos seus reclamos.

Somos os associados do Plano de Benefícios 1, da PREVI (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), e queremos dizer ao Brasil que o fundo garantidor de nossa velhice, com patrimônio da ordem de R$ 130 bilhões, está sendo indevidamente consumido pelo Governo.

Ao amparo de tão expressivos números, será que formamos uma unanimidade burra?
Rogo, em nome de toda a comunidade Previ, que leia o texto anexo (Ulo – meu grito...), e tire suas conclusões.

Imploro, de igual modo, que nos ajude a preservar o que levamos mais de 30 anos para construir, a duras penas.

O clamor por justiça poderá ser constatado nos comentários registrados no Site www.previplano1.com.br e no www.ceciliagarcez.blogspot.com - este com mais de 2 anos de apoio aos associados. O mesmo se observa na pauta de todas as Entidades que cuidam dos aposentados e pensionistas da Previ.

Respeitosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade”

Curitiba, 22/10/2009.

sábado, 17 de outubro de 2009

ULO - meu grito...

Reputo este desabafo como fruto de um forte desejo de sanar injustiças. Um apelo desprovido de comportamento piegas e que não deve ser confundido com um brado altruísta. Quero o que me é devido e, consequentemente, o que é negado a todos nós – aposentados e pensionistas do Plano 1.

Foram muitas as tentativas de buscar melhorias. Inúmeras as chamadas para congraçamento. E muitas palavras jogadas fora.

Mas, chega! Resolvi apelar para um ato extremo. Lanço meu libelo:

Caros Colegas.

Temos que encontrar a correta forma de agir, pois somente discursos inflamados e declarações bombásticas não nos ajudam.

Cartas-denúncia ou pedidos de socorro expedidos não têm surtido efeito; caem em mãos atadas ou desprovidas da vontade de ajudar - ninguém quer se comprometer.

Também de nada adianta cobrar providências dos órgãos fiscalizadores, dos Eleitos, do BB, da Previ, dos políticos ou até mesmo do Presidente da República. Todos devem subserviência a um poder maior: o Governo. Ele é o topo da pirâmide que manipula a destinação patrimonial do Plano 1.

Portanto, o nosso inimigo comum é o Governo.

É para ele que devemos direcionar o foco de nossas cobranças.

E o todo poderoso Governo só teme uma ameaça: o Povo. Resumindo, é ao povo que temos de nos dirigir para que o Governo se sinta ameaçado com a destinação do voto popular, nas eleições que se avizinham.

Por isso, proponho a publicação de um Manifesto à Nação esmiuçando os desmandos praticados em direção a Previ.

Isto, com certeza, chegará ao destino com chances de surtir efeito. Desde que veiculado em jornal de alcance nacional, com grande poder de penetração.

Mas que não seja um manifesto comum, eivado de palavras de ordem, slogans, motes ou denúncias aleatórias - sem consistência. E sim um manifesto bem alicerçado, contendo dados inquestionáveis e nomes envolvidos em ações espúrias, de beneficiários de benesses indevidas;

Que sirva para denunciar fundamentos de finalidade duvidosa, com citação dos seus propósitos e suas origens. Fazendo menção a leis, resoluções e regulamentos específicos, criados para solapar o patrimônio da Previ - cuja finalidade precípua é prover aposentadorias e pensões com o fruto de contribuições dos seus associados;

Que se preste a denunciar o caso da criação da Previc (um cabide de empregos maquiado de órgão regulador a serviço do sinecurismo, e que será mantido à custa de entidades de previdência privada);
Que exponha a apropriação indébita do BB em constantes incursões aos cofres da Previ - sob artifícios contábeis - e a má gestão da Previ na distribuição arbitrária do dinheiro do fundo, até mesmo a diretores indicados pelo Governo, no caso renda certa.

Tudo amparado em comprovação documental.

Esses fatos, se publicados, cairão como uma bomba atirada no colo do PT, digo, do Governo.

Depois é só aguardar as conseqüências: o alvoroço no Congresso e a tomada de posição por parte dos opositores – um prato feito para abalar o processo sucessório.
Certamente advirão pedidos de criação de uma CPI: a CPI da PREVI.
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Partindo daí o Governo sairá às pressas em nosso “socorro” para sanar as irregularidades apontadas.

E é com essa visão que faço um apelo aos Colegas: vamos amadurecer essa idéia, vamos dormir sobre esse projeto.

Para tanto, peço a todo aquele que domine o assunto, ou parte dele, que me ajude com relatos citando dados palpáveis. Podem abarrotar minha caixa de correio com e-mails (contato@previplano1.com.br ou qualquer outro aí do lado), mesmo como anônimos. Asseguro sigilo, no que me couber.

Auxiliem-me na compilação dos dados para elaboração do Manifesto. Estou disposto a assiná-lo sozinho, se for o caso, assumindo todas as conseqüências.

Talvez com isto interfiram neste espaço. Talvez até me calem, mas estou disposto a tentar.

Temos pressa.

Grande parte de nossa estrada já foi percorrida, e a reta final pode ser tranqüila. Só depende de nós.

Vamos prosseguir, unidos.

Em tempo: Não sou sindicalizado. Nunca fui, nem pretendo sê-lo.

Marcos Cordeiro. Curitiba, 16/10/2009.