quarta-feira, 18 de abril de 2018

Ação de Readequação do teto do INSS




Readequação do Teto do INSS

Comunicado nº 005/2018 - AAPPREVI

Curitiba (PR), 18 de abril de 2.018.

Caros colegas,

A Ação que a AAPPREVI patrocina para os associados continua apresentando resultados positivos, mantendo a perspectiva de elevados ganhos, desde a impetração
Eis abaixo a notícia veiculada em julho de 2017 no Jornal AGORA S. PAULO, que deu início à conclusiva e exitosa busca pela jurisprudência que ampara o nosso pleito.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo


25/07/2017

Revisão do teto garante até R$ 560 mil em atrasados

Leda Antunes - do Agora

A revisão do teto pode pagar até R$ 560 mil em atrasados aos aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que tiveram o benefício concedido entre 5 de outubro de 1988 e 4 de abril de 1991, período chamado de buraco negro.
Em duas decisões recentes, o TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que atende São Paulo e Mato Grosso do Sul, garantiu a correção a um aposentado e a uma pensionista que foram prejudicados pelo INSS.
As aposentadorias foram concedidas em 1990 e foram limitadas ao teto, que é o valor máximo pago pela Previdência.
Em um dos casos, o erro ocorreu em 1992, quando o benefício passou pela revisão do buraco negro.
Quem conseguiu a correção foi a viúva.
O benefício subirá de R$ 2.542,69 para o teto, de R$ 5.531,31 hoje, e os atrasados foram calculados em mais de R$ 563 mil.

========
Observações do Blog www.previplano1.com.br 

A AAPPREVI mantém essa Ação em curso para os seus associados.


segunda-feira, 16 de abril de 2018

Eleições sem a AAPPREVI - Comunicado oficial


Marcos Cordeiro de Andrade
Caros Colegas,

Seguindo a tradicional isenção já declarada com o Comunicado nº 35 de 26/02/2014, e em respeito ao particularíssimo direito de escolha dos seus milhares de associados e apoiadores, a AAPPREVI não indica candidatos nem se envolve nas campanhas em andamento para as Eleições CASSI e PREVI 2018 - conforme Nota Oficial.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo da AAPPREVI
================================================================


COMUNICADO nº 004-2018 - AAPPREVI
Eleições CASSI e PREVI
Curitiba (PR), 16 de abril de 2018.

Caros Associados e demais Colegas,

Ouvidos os membros da Diretoria, a AAPPREVI reafirma sua isenção em participar no processo eleitoral para preenchimento de cargos na CASSI e na PREVI.

Deste modo, abstém-se de declarar apoio a nomes de candidatos e números de chapas envolvidos no pleito cuja campanha tem andamento.

Obviamente, tanto seus dirigentes como os demais associados têm ampla liberdade para declarar suas convicções políticas, seja como votado ou como votante. Todavia, a esse exercício democrático não está facultado o uso do nome da AAPPREVI, conforme preceitua o Estatuto: (Art. 9º - § 1º - É vedado aos associados, em qualquer caso, usar o nome da associação sem autorização expressa da mesma) - sujeitando-se os infratores às penalidades ali delineadas.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo

José Geraldo Garcia Guedes
Vice-Presidente Administrativo

Antônio Américo Ravacci
Vice-Presidente Financeiro

Júlio César Pestana Costa
Vice-Presidente para Assuntos Previdenciários
 www.aapprevi.com.br  

terça-feira, 10 de abril de 2018

ASSISTIDOS ganharão a Eleição PREVI 2018



ASSISTIDOS GANHARÃO a Eleição PREVI 2018.
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 10 de abril de 2018.

Caros colegas.

Não se trata de sensacionalismo irresponsável. Mas de uma constatação fatível, à luz das tendências do momento que levam a racionalizar a predição.

Traduzindo a inadequada nomenclatura de “assistidos”, podemos afirmar que aposentados e pensionistas são as peças fundamentais que elegerão os novos dirigentes da PREVI nesta votação.

Diferentemente dos números atrelados à Eleição havida recentemente na CASSI, na escolha para a PREVI o panorama ocupa uma moldura maior, por mostrar considerável elevação da quantidade de votos esperados para decidir a disputa. Partindo da premissa de que as condições ideais para ganhar eleições são abertas a qualquer chapa, no atual contexto pesam terminantemente dois ingredientes que por certo modificarão a regra igualitária das probabilidades - se adicionados à receita do sucesso que se busca. São os novos votos de pensionistas e dos aposentados impossibilitados anteriormente.

A considerar que esses eficientes aditivos consistem numa efetiva majoração dos números resultantes da eleição CASSI, teremos disponíveis em torno de 40.000 votantes a mais, sobra dos óbices e restrições impostos ao conjunto de aposentados e pensionistas naquele pleito. Aos aposentados a obrigatoriedade de comparecimento a um TAA do BB (ora liberalizado) funcionou como redutor da presença.  E às pensionistas foi fator excludente a total proibição do direito ao voto, arbitrariamente determinado pela CASSI como se ainda amargássemos obediência a inaceitáveis conceitos em voga até 1932, quando a mulher brasileira conquistou direito ao voto. Nesse entendimento, sairá vencedora qualquer chapa que consiga polarizar esses votos “adicionais”.

Mesmo que o pleito em curso tenha engordado com mais uma chapa (e o número de “aptos” também crescido), isso não enfraquece o que aqui vai, uma vez que a prodigalidade de concorrentes se pulveriza no confronto, haja vista que há coincidências nas plataformas propícias à rejeição. O que leva à perda de simpatizantes, notadamente em relação à similitude de propostas que se equivalem no discurso demagógico, e à má impressão causada por determinados candidatos inscritos - continuistas confessos.

A coincidência de plataformas se deve, principalmente, ao culto à personalidade onde a preocupação com o desempenho político de alguns é a tônica conhecida, onde se lê “eu fiz isso, eu fiz aquilo” sem convencer, prática que espanta o eleitor tradicional. Este, como se sabe, se orgulha do tempo em que o trabalho no Banco era credencial imprescindível para personificar o caráter dos escolhidos. De igual modo, pensionistas cultuam os ideais defendidos pelos seus instituidores em respeito à sua memória.

Quanto aos obstáculos à aceitação, os parâmetros negativos ocupam um leque de impropriedades marcantes, como a repulsa aos concorrentes contumazes; a manifestação de idealismos condenáveis e partidarismos manifestos; carência de qualificações; conhecimento e identificação de caçadores de altas remunerações; presença de dirigentes de Entidades outras (e da própria PREVI); submissão explícita ao patrocinador, etc., etc.

Reforçando o mote de que aposentados e pensionistas decidirão o pleito, está provado que esse grupamento não mais vota aleatoriamente como bando disperso ao sabor de propaganda elitista. Ele tende a escolher quem de fato defenda seus interesses, como ocorreu no pleito recente em que os aposentados deram mostra da sua força, e que, seguramente, será reafirmado neste da PREVI, tanto por eles como por pensionistas recém introduzidos.

A identidade de propósitos entre aposentados e pensionistas torna real a possibilidade de repetição de resultados, posto que o grupo escolhido pelos aposentados, na CASSI, concorre com chapa na PREVI com o mesmo discurso e igual origem. E até mesmo a numeração é premonitória. Lá, estava com o sequencial número quatro. Aqui, figura como a número um.

E é para ela que dou o meu voto: 

CHAPA 1 – MAIS UNIÃO

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
79 anos – Aposentado do BB
Matrícula nº 6.808.340-8
Associado da PREVI desde 15/05/1962


www.previplano1.com.br

quarta-feira, 4 de abril de 2018

A mentira



A MENTIRA
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 04 de abril de 2018.

Em recente mensagem divulgada, o ínclito colega Edison de Bem lembrou o conceito atribuído a Goebbels de que “A mentira repetida acaba se tornando verdade”. No que acredito piamente, acrescentando meu próprio conceito a respeito:

A mentira é a VERDADE do incompetente, o que faz dele uma MENTIRA maior.

Eis o núcleo do que escreveu Edison de Bem a respeito da Eleição PREVI 2018, em curso:
“Cuidado com políticos sujos que se infiltram em todas as eleições, para manter "braços" dentro das nossas organizações. Cuidado com as mentiras próprias das práticas pouco recomendáveis que alguns tentam trazer para o seio da nossa comunidade. A mentira repetida acaba se tornando verdade. É muito difícil conseguir desmentido convincente. É o exemplo que sempre uso do travesseiro de penas. Solte as penas pela cidade, mande agora recolher todas as penas. Jamais conseguirá.”

Na introdução, Edison de Bem faz um apelo aos participantes da PREVI.

“-Eleições PREVI-
A todos aqueles colegas que trabalharam comigo, aos meus amigos, aqueles que me conheceram no Movimento Semente da União, que votaram em mim, quando candidato em uma das eleições PREVI, quero pedir o voto de todos e que cada um desses meus amigos traga, no mínimo mais 10 votos, se possível divididos em Ativos, Aposentados e Pensionistas.
AGORA é CHAPA 1, COMPROMISSO COM O ASSOCIADO E COM A SOBREVIVÊNCIA DA PREVI "NOSSA", E DE MAIS NINGUÉM.”

Como eleitor, concordo com o manifesto.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade

quinta-feira, 29 de março de 2018

ELEIÇÃO CASSI - Agradecimentos de Sérgio Faraco



ELEIÇÃO CASSI 2018 – Agradecimentos
Curitiba (PR), 29 de março de 2018.

Caros Colegas,

A capa tecida com honrados retalhos de 36.942 votos dos seus iguais, veste como uma luva os ombros de SÉRGIO FARACO. Quis o destino lhe dotar desse instrumento protetor para suportar o peso da responsabilidade que a eleição vitoriosa lhe trouxe. E embora sem surpresas pelo que dele se conhece, impressiona a carga de humildade que lhe vai na alma como aqui expressa a forma serena de agradecer pela honraria do cargo recebido. A demonstração do reconhecimento é própria dos sábios. E o agradecimento sincero é digno dos plenos de bom caráter. Bebamos, pois, o mel em forma de humildade que transborda na mensagem recebida do merecidamente eleito Sérgio Faraco:

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade.


Prezado Marcos Cordeiro e demais colegas,

Agradeço imensamente seus cumprimentos e ressalto que, como você mesmo disse muito bem, a vitória foi de todos.

Os aposentados, tão criticados, deram provas de que não deixam de fazer sua parte quando são bem esclarecidos e informados, quando têm opção de votar em candidatos com boa formação, conhecimento e experiência comprovados e, acima de tudo, independentes e compromissados com o bem comum. Mostraram que têm voz e vez e estão dispostos a continuar trilhando esse caminho.  

Ficamos profundamente emocionados diante do testemunho de colegas de idade bem avançada que fizeram questão de sair de casa para ir a um TAA e lá registrar sua vontade, sua disposição. Esse gesto foi decisivo para a vitória da Chapa 4 MAIS UNIÃO.

Temos que registrar também que os colegas que estão na ativa, apesar da pressão e das circunstâncias adversas que atravessam, sabem discernir qual é o melhor caminho e não se furtam de agir. Esta foi a maior votação obtida por uma chapa independente, que não é financiada por sindicatos ou associações e nem por outras fontes que não seja a verba disponibilizada pela CASSI, e que conseguiu provar que seu objetivo é o interesse da coletividade e que está bem preparada para levar a bom termo sua missão.

Suas palavras, prezado Marcos, são de uma precisão cirúrgica e sem dúvida repercutirão e reforçarão fortemente a caminhada daqui para a frente, a começar pela eleição da PREVI a que concorre a CHAPA 1 MAIS UNIÃO, que certamente merecerá a mesma confiança e o mesmo apoio de seus participantes, tanto da ativa quanto aposentados.

Abs
Faraco

quarta-feira, 28 de março de 2018

Eleições CASSI 2018 - Vitória da Chapa 4




ELEIÇÕES CASSI 2018
Curitiba (PR), 28 de março de 2018.

Parabéns ao ilustre associado da AAPPREVI, SÉRGIO FARACO, pela brilhante vitória alcançada à frente da CHAPA 4 – MAIS UNIÃO.  Agora, sim, podemos afirmar que a CASSI é nossa.

Parabéns ao MSU e aos seus apoiadores.

Parabéns aos aposentados pelo ineditismo do comparecimento aos TAA do BB.

Mas não podemos sentar à sombra da vitória, pois muito há a ser feito. E com o exemplo dado vamos resgatar a PREVI com o mesmo empenho e convicção no sucesso, ainda mais sabendo que a mesquinha arma do freio dos TAA não estará a serviço dos mesmos de sempre.

Quem diria, os velhinhos aposentados estão injetando sangue novo na CASSI. É uma nova força que nasce no berço da decência. Orgulho do Banco do Brasil de outrora.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Associado da CASSI desde 15/05/1962
www.previplano1.com.br

De acordo com o estabelecido no Edital de Convocação das Eleições CASSI 2018 e no Regulamento de Consulta ao Corpo Social da CASSI, divulgamos abaixo a quantidade final de votos de cada chapa, recebidos das 9h de 16/3/2018 às 18h de 28/3/2018. (Site CASSI):






segunda-feira, 26 de março de 2018

CURRAL ELEITORAL legalizado



                              Post nº 1.000

CURRAL ELEITORAL legalizado
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 26 de março de 2018.

Caros colegas,

Os atos de toda associação de aposentados deveriam sempre estar voltados para a coletividade representada. Não se concebe, portanto, que em eleições havidas no meio em que se insere adote postura partidária, indicando chapas ou nomes que devam ser os escolhidos pelos sócios registrados. Isso se afigura violação do livre-arbítrio. Até porque, os meios de comunicação da Entidade são do domínio dos seus dirigentes, que imprimem erradamente preferências e opiniões como se lidassem com integrantes de curral eleitoral ao seu dispor.

Ao optar pela inclusão no corpo social de uma associação, o pretenso filiado se louva no conhecimento dos propósitos divulgados para defesa dos seus interesses, como membro de uma classe minoritária. À parte as vantagens oferecidas no campo social, financeiro ou judicial, o novo sócio dá significativo valor aos preceitos estatutários respeitantes às suas vontades individuais. Nisto tem peso importante a proclamação de apartidarismo que consta no bojo de Estatutos da maioria das Associações de Aposentados, o que é considerado eticamente correto.

E foi com base nesses conceitos que me filiei à AAFBB décadas atrás, quando supunha imutável essa postura.

Todavia, hoje amargo subordinação às mudanças estatutárias havidas, e, assim, sou tratado como um dos seguidores das vontades e opiniões dos dirigentes. Posto que, no momento em que há eleições para a CASSI e a PREVI, engulo o constrangimento de ser assediado por propaganda paga com o dinheiro da minha contribuição mensal, insistindo para votar em candidatos que não gozam da minha simpatia.

Mas, é imperioso registrar que o assunto está devidamente enquadrado atualmente, como consta no Estatuto:

Art. 2º – A AAFBB tem por objetivos:

i) poder constituir chapa ou dela participar, inclusive financeiramente respeitadas as alçadas regulamentares, objetivando a eleição ou a indicação de representantes seus junto a entidades ou órgãos representativos de interesses de seus associados, em especial na PREVI e na CASSI;

Em vista do exposto me dobro às evidências, mas deixo patente meu descontentamento com a situação criada e faço declaração de voto contrário à imposição relatada. De outro modo, teria que repudiar minha filiação à AAFBB, o que não está em cogitação, pois a escolha foi voluntária e nada mais tenho a objetar.


Marcos Cordeiro de Andrade
- 79 anos -
Aposentado do Banco do Brasil
Matrícula nº 6.808.340-8

www.previplano1.com.br
www.previplano1.com.br

quinta-feira, 22 de março de 2018

Eleições CASSI - Votação em curso



ELEIÇÕES CASSI – Votação em curso
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 22 de março de 2018.

No último dia 16 entramos no processo de votação das ELEIÇÕES CASSI 2018. Tem-se, portanto, que esse é o assunto que ocupará as expectativas de todos os participantes da Caixa até o término do prazo de votação, no dia 28/03/18, continuando em evidência no período de apuração.

Para avaliar a importância do pleito, é bom lembrar que 171.141 eleitores foram declarados aptos a votar, distribuídos entre aposentados (81.416) e ativos (89.725), segundo dados do site da CASSI.

Tido como vetor de enquadramento a ser respeitado, o Regulamento Eleitoral pertinente segue a rotina dos processos anteriores, onde destoa da realidade a limitação imposta aos aposentados para exercer o direito de voto. A estes somente é permitida a votação através dos terminas de autoatendimento do BB (TAA), modalidade que obriga o aposentado a se deslocar com o sacrifício próprio das mazelas da velhice - para alguns. Constrange o fato de que, a grosso modo, são todos “maiores de idade” acima de 60 anos – alguns na faixa dos 80, 90 e 100 anos. De estranhar sobremaneira se compararmos com a postura adotada pela PREVI nas suas Eleições. Ela (PREVI) permite o voto, também, por telefone num canal específico, poupando os eleitores idosos do sacrifício da presença física.

Relativamente às informações disponíveis sobre o processo em si, merece elogios a robustez do site da CASSI posto à disposição do trato do assunto. Lá são encontradas as composições das chapas, com propaganda própria contendo plataformas de gestão e currículos dos candidatos. Também, desde o início da votação vigora o informativo “Painel de votação”, com atualização diária da contagem dos votos dados por unidades da Federação e posições do exterior.

Portanto, à parte a obrigatoriedade do deslocamento, não será por falta de informações abrangentes que o eleitor possa se sentir prejudicado na hora da escolha. Só resta esperar que essa escolha seja consciente, afastados os parâmetros secundários envolvendo simpatias e individualismos. A seriedade do gesto se iguala ao orgulho de bem servir à Caixa através dos eleitos com o concurso de cada voto.

Relevante lembrar que, no processo de distribuição de cargos, o eleitor é uma ilha de poder cercada de candidatos menos importantes do que ele. Assim sendo, devemos ter em conta que votação e apuração são os estágios decisivos de uma eleição, com interesses envolvidos voltados para essa ilha de poder, nem sempre consciente do papel que desempenha. Mal comparando, o eleitor é como um cavalo possante que, desconhecendo a força inata, se deixa domesticar placidamente por um ser infinitamente mais fraco que ele.

Marcos Cordeiro de Andrade
Aposentado – 79 anos
Matrícula nº 6.808.340-8
Associado da CASSI desde 15/05/1962
                                         www.aapprevi.com.br

sexta-feira, 16 de março de 2018

ELEIÇÕES CASSI 2018 - Início da votação



ELEIÇÕES CASSI 2018 – Início da votação

Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 16 de março de 2018.

Caros colegas,

Hoje tem início a votação para as Eleições CASSI 2.018 e estou aqui para declarar minha intenção de voto. Sem querer influenciar pessoas, em respeito ao livre arbítrio, valho-me do espaço para justificar a escolha individual do que se trata.

Na medida do possível, todos os nomes concorrentes foram examinados à luz de fontes diversas, notadamente os currículos disponibilizados e o CANAEL (www.canael.com.br). Confesso que tive compensadoras surpresas, em que pese também ter sido assolado por inevitável decepção no confronto de certos nomes, por já exercerem funções diretivas em Entidades do nosso meio.

O que causa indignação maior é o fato de que essa simultaneidade de ocupação de cargos redunda obviamente no acúmulo de recebimento de vantagens. Nesse sentido, esses “profissionais” visam postos eletivos fartamente remunerados, onde há “proventos” mensais absurdamente atrelados aos parâmetros do patrocinador Banco do Brasil, com a agravante de que o dinheiro é pago por nós, participantes do Plano.

Eis o caso específico do enquadramento no Estatuto da CASSI:

I Art. 82. Os integrantes da Diretoria Executiva fazem jus, enquanto em mandato, à remuneração correspondente a do cargo efetivo do último posto da carreira para administradores do Banco do Brasil S.A., com 30 (trinta) anuênios, acrescida do valor dos adicionais de função e representação a seguir:
I. para o Presidente, o maior adicional de função e representação do plano de cargos comissionados do Banco do Brasil S.A.;
II. para os demais, o adicional de função e representação imediatamente inferior.
 § 1º - Se houver alteração no plano de cargos comissionados do Banco do Brasil S.A., o Presidente fará jus ao valor correspondente à maior remuneração nele prevista e os demais integrantes da Diretoria Executiva à remuneração imediatamente inferior.
§ 2º Os membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, inclusive suplentes, fazem jus, quando convocados e condicionado ao comparecimento às reuniões ordinárias e/ou extraordinárias, a 10% (dez por cento) da remuneração prevista para o Presidente
Então, chega de alimentarmos os individualismos de uma casta que vive nababescamente à custa dos participantes. É chegada a hora de alijarmos do poder os sanguessugas das nossas Entidades. Afinal, nós tiramos parte dos nossos minguados benefícios para sustentar nossa Caixa de Assistência à cata de socorro condizente. E não é justo que aproveitadores de toda sorte vivam encastelados na sua direção bebendo o sumo vital da nossa existência, ao se empanturrar de dinheiro imerecido pelo pouco ou nada que é feito.

A ladainha é recorrente. Por favor, votem conscientemente, pois este é o caminho para confiarmos os destinos da CASSI a quem de direito. Devemos excluir das preferências os gananciosos. Uns, pela constatação de que são useiros e vezeiros do troca-troca em cargos bem remunerados. Outros, pelo fato de querer engrossar esse cordão do ganho fácil.

Meus critérios de avaliação dão ênfase à COMPETÊNCIA, CONHECIMENTO DE CAUSA e PASSADO HISTÓRICO comprovado positivamente.

Hoje tem início a votação, repito. E eu vou transformar em voto o resultado do que apurou minha consciência.

Eu voto na CHAPA 4 – MAIS UNIÃO.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Matrícula nº 6.808.340-8
Associado da CASSI desde 15/05/1962


quinta-feira, 15 de março de 2018

STF HOMOLOGA ACORDO DE POUPANÇA



COMUNICADO nº 003-2018 – Assessoria Jurídica – AAPPREVI

STF HOMOLOGA ACORDO DE

POUPANÇA PLANOS ECONÔMICOS

Curitiba – PR, 14.03.2018.

No dia 01.03.2018, o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) homologou o acordo para pagamentos das diferenças de rendimentos da poupança - planos econômicos. Os interessados devem aguardar a publicação do inteiro teor do acordo, bem como a disponibilização do acesso digital para as adesões. A seguir, transcrevemos informações sobre o tema, publicadas no site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).  

“Sob mediação da AGU (Advocacia-Geral da União) e supervisão do BC (Banco Central do Brasil), poupadores e bancos assinaram, na segunda-feira (11), o maior acordo judicial da história, que deve encerrar mais de um milhão de processos judiciais sobre o caso.
O documento põe fim à disputa envolvendo a correção de aplicações na poupança durante a entrada em vigor dos planos econômicos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor 2 (1991).
Pelo texto acertado, o prazo máximo de parcelamento dos valores a serem recebidos pelos poupadores será de três anos.
Terão direito a reparação todos que haviam ingressado com ações coletivas e individuais para cobrar das instituições financeiras valores referentes às correções.
No caso das individuais, poupadores ou herdeiros que acionaram a Justiça dentro do prazo prescricional (20 anos da edição de cada plano) também poderão receber os valores.
Ainda poderão aderir os poupadores que, com base em ações civis públicas, entraram com execução de sentença coletiva até 31 de dezembro de 2016, dentro do prazo prescricional de cinco anos.
A adesão será dividia em 11 lotes, separados de acordo com o ano de nascimento dos poupadores. O objetivo é que as pessoas com mais idade possam receber antes das demais.
O texto acordado entre as partes será apresentado nesta terça feira (12) ao STF (Supremo Tribunal Federal) para homologação.
Termos do acordo
O acordo envolve representantes do Idec, da Febrapo (Frente Brasileira dos Poupadores) e da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).
As instituições financeiras que irão aderir ao acordo são: Itaú, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Outras poderão aderir em até 90 dias.
Os pagamentos serão feitos de acordo com as faixas de valor a receber. Antes de começarem a ser feitos os pagamentos, é preciso que o STF homologue o acordo e os poupadores se inscrevam em plataforma digital que ainda será criada. O acesso a esse sistema será feito pelos advogados dos beneficiados.
Quem tem direito a até R$ 5 mil receberá à vista. Entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, uma parcela à vista e duas semestrais. A partir de R$ 10 mil, uma à vista e quatro semestrais. A correção para os pagamentos semestrais será feita pelo IPC-A.
Não haverá qualquer desconto para poupadores que tenham a receber até R$ 5 mil. Para valores entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, haverá 8% de abatimento. Na faixa de R$ 10 mil a R$ 20 mil, o desconto será de 14%. Já aqueles que tenham direito a receber mais de R$ 20 mil, terão 19% do valor descontado.
Para aderir, o poupador deverá acessar plataforma digital. Ele precisará comprovar a existência e o saldo da conta de poupança, através de cópia dos extratos bancários do período ou da declaração do Imposto de Renda.
Após a adesão ao acordo, a ação será extinta por transação. As adesões estarão submetidas a auditoria e procedimentos para evitar fraudes.
Não será necessário se dirigir ao banco para receber os valores. O pagamento será feito em conta corrente do poupador ou por meio de depósito judicial.”


JOSÉ TADEU DE ALMEIDA BRITO
Assessor Jurídico da AAPPREVI
OAB-PR 32.492, OAB-DF 45.904 e OAB-RJ 185.032


sábado, 10 de março de 2018

Eleições CASSI 2018 - Propostas



ELEIÇÕES CASSI 2018 – Propostas
Curitiba (PR), 08 de março de 2018.

Com atualização constante do conteúdo, a CASSI divulga desde 20/02 as propostas das chapas concorrentes.

Acesse o site: 
http://www.cassi.com.br/images/hotsites/eleicoes2018/noticia.html

Depois, clique no nome da chapa para abrir o texto com a respectiva proposta desta data (8/3). Os links seguem a mesma ordem do número das chapas.

Obs. Extraído do site da CASSI.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade

domingo, 4 de março de 2018

PROFISSIONAIS DO VOTO



PROFISSIONAIS DO VOTO
Marcos Cordeiro de Andrade

Curitiba (PR) 04 de março de 20918.
Caros colegas,

Para dirigir uma das nossas Caixas, CASSI e PREVI, o candidato necessita capacidade acima da média dentre os concorrentes, aliada à disponibilidade de tempo para o exercício do cargo. O que se traduz nas duas credenciais primordiais: Capacidade e Dedicação. Sem isto a candidatura morre no nascedouro, pois sem tempo para exercer capacidade, ninguém desempenhará qualquer função a contento. É aí que habita o perigo.

Tamanho é o peso exercido por esse binômio, que não devemos descuidar do aprofundamento no exame dos currículos divulgados oficialmente, indo além do que nos é disponibilizado pelos postulantes, pois, obviamente, normalmente é servido aquilo que possa encher os nossos olhos, sob critérios não muito explícitos.
 
De se notar, todavia, que devemos ser parcimoniosos no julgamento, considerando que, dentre os pródigos em enumerar cabotinismos, felizmente existe quem tenha o pudor da modéstia, se atendo ao essencialmente interessante dar a conhecer.

Como tiradas cabotinas enquadramos o excesso de passagens registradas em nossas Entidades, notadamente naquelas onde a remuneração ao cargo vigora, transformando o candidato num profissional do voto, sempre marcando presença em cargos e/ou funções BEM remuneradas. Entre esses há de tudo, tais como dirigentes da PREVI e da CASSI; presidentes e conselheiros de Associações; conselheiros em Empresas Participadas da PREVI, etc.  O que é fácil comprovar em consulta ao CANAEL (www.canael.com.br). Ah, como seria interessante se um desses “campeões” de empregos divulgasse o quanto percebe nos cargos exercidos (simultâneos ou não). Duvido que viessem a se eleger novamente com votos dos incautos seguidores – até porque nenhum eleitor aceita ser feito de trouxa.

Para que essas ponderações tenham endereços certos, como os de determinados candidatos ecléticos, mas sem questionar o fator capacidade, que, pela diversidade de cargos exercidos estamos tratando de autênticas sumidades nessa área de trabalho, é válido duvidar da disponibilidade de tempo para dirigir qualquer das nossas CAIXAS nas atuais circunstâncias.

Por isso recomenda-se cuidado redobrado na escolha dos nomes concorrentes. Também, é necessário dizer que não faço apologia a nenhum nome em particular, mas, pelos critérios enumerados, me dou o direito de demonstrar insatisfação com a presença de alguns que constam nas chapas em disputa. O que, em resumo, mostra que não é difícil escolher em quem votar buscando o melhor para a CASSI e a PREVI.

Assim, excluindo os cabotinos emplumados e os profissionais do voto da minha relação, darei vez a quem demonstre ter CAPACIDADE e DISPONIBILIDADE de tempo para exercer o mandato.

A propósito, não sou Candidato – nem nunca fui.

Marcos Cordeiro de Andrade
Matrícula nº 6.808.340-8
Associado CASSI e PREVI desde 15/05/1962

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

A Revista Direitos da AAPPREVI está no ar



A Revista nº 25 da AAPPREVI está no ar.

Trata-se da Edição comemorativa do 8º aniversário da fundação, contendo relevantes assuntos atuais com destaque para as Eleições Cassi 2018:

Índice

(05) Omissão
(08) Anonimato
(10) A Manobra da ABRAPP
(12) A Caixa de Pregos
(14) Economia e Estado
(18) Assessoria Jurídica
(21) Eleições CASSI


Para ler a versão virtual da Revista Direitos nº 25, acesse o link:


A Revista no modo impresso será enviada gratuitamente mediante solicitação informando o endereço atualizado.


Curitiba (PR), 25 de fevereiro de 2018.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Eleições CASSI 2018 - A caixa de pregos



Eleições CASSI 2018 - A caixa de pregos
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 17 de fevereiro de 2018.

Caros colegas,

Em passado recente, era comum consultórios médicos ostentarem diplomas emoldurados, pendentes de preguinhos bem-dispostos esteticamente – espaçados ou amontoados dependendo da quantidade de eventos em que o dono da sala tenha participado profissionalmente. Isso servia para que o pretenso cliente primário avaliasse a capacidade e conhecimentos acumulados, à guisa de informação confiável para se entregar aos cuidados do médico a tratar da sua saúde. Julgava-se que quanto mais diplomas mais sábio e capaz seria o médico em questão. Hoje a Internet substitui esses murais.

Mal comparando, é válido fazermos um paralelo entre o médico em causa e determinados postulantes a cargos eletivos. Isto é o que nos vem à mente ao examinarmos as chapas concorrentes para as eleições CASSI-2018, pois já nos chegam pela Internet os santinhos dos candidatos estampando rostos sorridentes encimando currículos diversificados, contendo material digno de ser apresentado na forma de diplomas para engalanar as paredes dos prédios da CASSI pelo País afora, se eleitos forem.

Ocorre que, diferentemente daqueles dos médicos, esses hipotéticos diplomas por vezes depõem contra as pretensões do postulante. De se notar que os cargos enumerados são, via de regra, ocupados enquanto a serviço do patrocinador Banco do Brasil que, diga-se de passagem, momentaneamente é tido como sinônimo de algoz dos participantes e assistidos da CASSI, a despeito dos socorros financeiros esporádicos. Verifica-se, no entanto, que algumas caras bonitas dos santinhos procuram fugir ao lugar comum e viajam por outros caminhos percorridos, dando seus pousos corriqueiros em Sindicatos e Associações como dignos, também, do direito aos preguinhos que os pendurem na CASSI. Esquecem eles que essas participações não são bem vistas pela lembrança que carregam. Sejam como simpatizantes de um governo que não deu certo, seja pela imagem de catadores de sinecuras “veraneando” em associações – como se em permanente repouso remunerado.


Como bancário saudosista, às vezes me ponho a rememorar. Na antiga CIC, no capítulo que tratava da Correspondência Epistolar, havia uma recomendação muito didática: “Escoimados os termos chulos”. A propósito, caberia seu uso em relação a certos currículos aqui tratados?

Lamentando tudo isto, somente tenho a dizer que o meu voto será fácil de ser dado pela simplicidade da escolha que me acenam. Minha opção será no sentido da avaliação de critérios objetivos. Pela capacidade, aliada à isenção partidária, e pela distância que separe o candidato de bolsos ávidos por remunerações fáceis. De todo modo, o meu voto não será retirado da caixinha de pregos para pendurar mais um currículo – o de dirigente da CASSI. Para tanto conto com ajuda do CANAEL.

Se é para continuar servindo ao patrocinador, ou a sindicatos e associações subservientes não contem comigo. A CASSI precisa de quem a conheça e entenda. De quem já tenha dado mostra de que a defende. E que a quer para os associados e a trate como a Caixa de Assistência dos Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil e seus dependentes. E não como um plano de saúde explorador.

Marcos Cordeiro de Andrade
78 anos
Aposentado do Banco do Brasil
Matrícula nº 6.808.340-8
Associado da CASSI desde 1962

sábado, 10 de fevereiro de 2018

AAPPREVI - adulta aos 8 anos



AAPPREVI – Adulta aos 8 anos
Curitiba (PR), 10 de fevereiro de 2018.


Caros colegas.

Estamos festejando o oitavo ano de existência da AAPPREVI, com a satisfação de poder dizer a todos que cumprimos com responsabilidade e altivez tudo o que foi proposto no dia da fundação, em 10/02/2010:

“A AAPPREVI não tem a petulância de se julgar melhor que ninguém. Nem pretende se espelhar em corporações ou situações existentes. Todavia, não se furtará a assimilar bons exemplos de gestão, exercendo aprendizado saudável com o conhecimento de erros cometidos por outrem no campo que ora se insere. Também não se furtará em exercer humildade reconhecendo os acertos existentes, nos quais se louvara, também. Marcos Cordeiro de Andrade, 10/02/2010.”

Diferentemente de um ser humano, que nessa idade se ocupa de coisas próprias da infância, a AAPPREVI se mostra ao mundo como uma Senhora Associação aos oito anos de vida, por ter atingido a maturidade precocemente. Isso graças ao apego inarredável dos dirigentes que, como se fossem carregadores de pianos, contribuem para que os virtuoses da orquestra apresentem suas obras ao corpo social, na forma de benefícios judiciais irretocáveis. E não nos cansamos de lembrar que os dirigentes trabalham de graça, por força de determinação estatutária. A propósito, se fossemos fazer aqui um balanço da positividade dos atos praticados, teríamos que ocupar vários espaços iguais a este sem garantia de que o assunto fosse assim esgotado. Mas, os inúmeros sócios contemplados com o fruto do trabalho desenvolvido são testemunhas silentes do que foi feito em seu benefício, ao que nos apressamos em dizer que não costumamos fazer alarde público dos sucessos alcançados, para evitar comentários maledicentes de que fazemos propaganda para engrossar o número de sócios. Mesmo assim, já atingimos a marca de 7.859 sócios cadastrados até o dia de hoje, que nos colocam como a terceira maior Associação de Aposentados e Pensionistas do BB, no País.

Também, faz-se necessário tecer elogios ao corpo Jurídico que nos dá sustentação, posto que os seus abnegados advogados, contemplados com honorários condizentes enquadrados na tabela da OAB, se esmeram no cumprimento do dever para com a Associação. Basta lembrar que pleitos que tramitam há cinco, dez ou vinte anos por outras origens, no nosso caso demandas judiciais idênticas são liquidadas a partir de dois anos de impetradas – com pagamentos de direitos determinados.

Tudo isto vem aumentar a responsabilidade de bem gerir os destinos da AAPPREVI, como fazemos desde o feliz dia do seu nascimento, em 10/02/2010.

Portanto, seguindo a condição altruística que nos move, podemos prometer que o presente de aniversário será dado na forma de trabalho. Trabalho e mais trabalho.

Marcos Cordeiro de Andrade
Sócio nº 0001 - Fundador
Presidente Administrativo

www.aapprevi.com.br
www.previplano1.com.br

www.revistadireitos.com.br 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

ANONIMATO



ANONIMATO
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 09 de fevereiro de 2018.

Diz o dicionário que o ANONIMATO caracteriza o ato de manter a identidade escondida de terceiros.

Que circunstâncias levam alguém a praticar esse ato? Isso é correto? É aceitável?
Mesmo sendo motivo de reflexão, não é difícil encontrar argumentos condenatórios ao exercício do anonimato.

Primeiramente trata-se de desrespeito ao direito de defesa dos que são prejudicados como objeto do ato em si, normalmente exercido ao amparo da prerrogativa de “manter a identidade escondida de terceiros”. Isto equivale dizer que o anônimo, como elemento ativo, tem algo a falar sobre alguém ou alguma coisa, mas não pode dizer às claras por medo de represálias, o que, de antemão, o enquadra no rol dos não confiáveis - para não dizer covardes. Seja por medo das consequências justamente por não possuir base legal que sustente sua tese, seja pelos excessos implícitos, o certo é que lhe falta coragem para aparecer como dono de determinado comentário desairoso. Normalmente o anônimo alega em sua defesa que não pode se identificar por receio de “policiamento”, valendo como confissão de que está praticando um ato impróprio por fazer acusações direcionadas a alvo que ele teme enfrentar. Por conta disso suas denúncias, críticas ou acusações carecem da existência de provas que ele não tem. E isto, forçosamente, o colocaria em sério risco de pagar por calúnia, injúria ou difamação se descoberto. Ou tudo junto.

Quando a justificativa alegada envolve o medo de perder o emprego ou vantagens, e que também possa atingir parentes porque atenta contra o empregador ou instituidor de benefícios, nada mais justo que o relato seja feito como demandante identificado, se o texto tiver fundamento amparado por provas, também aqui. Caso contrário, um de dois modos de agir seria o apropriado: ir direto ao patrão/instituidor ou desistir do emprego/benefício. O curioso nisto tudo é que o anônimo se preocupa em não prejudicar parentes em suas investidas. Mas, nessa ótica, os não parentes podem ser atingidos de qualquer jeito. É justo?

De outro modo, quando a inserção de comentário anônimo repousa em acusação de desvio de conduta, envolvendo crimes contra pessoas ou coisas, o relato igualmente deve conter identificação. E desde que o acusador disponha de provas que, provavelmente, serão exigidas. Se bem que, neste caso, o certo seria ir à polícia registrar um BO. E lá o anônimo não tem vez.

Também, em qualquer dos casos em que a postura do dono do comentário seja a de não querer se expor, há o recurso de pedir a intermediação do moderador do Blog que publicará o que achar conveniente, guardando a identificação do acusador para repasse a quem de direito, caso necessário.

No entanto, em nenhuma hipótese se concebe acusações às pessoas sem que elas tenham chances de defesa. E o anonimato não pode servir de escudo protetor para encobrir a identidade de elemento acusador, mesmo que o texto utilizado se valha de insinuações metafóricas fazendo paralelos entre a ficção e a realidade, exatamente para levar o interlocutor a identificar indiretamente o que o anônimo quer atingir sem se comprometer – erradamente, claro.

No conjunto de atos e ações em que o anonimato é exercido, deve ficar patente que, a priori, esse é um expediente condenado pela sociedade ao amparo da Carta Magna Brasileira.


O Art. 5, inc. IV da Constituição Federal de 88 assevera:

IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.

Ainda a propósito, interpretações jurídicas posteriores não invalidam a pertinência deste texto, e seguindo a mesma linha de raciocínio, quem incentiva e contribui para o exercício do anonimato está sujeito às sanções legais. Até porque os prejudicados no sentido de que se trata podem legitimar pedido de reparação por danos sofridos.

Marcos Cordeiro de Andrade


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

BOLETIM DA CASSI



BOLETIM DA CASSI
Diretoria Gestão de Pessoas
08/02/18
Colega,

Em 06/02/2018, as entidades representativas de funcionários e aposentados que compõem a mesa Cassi (Contraf, Contec, AAFBB, ANABB e FAABB) se reuniram com o Banco em sessão extraordinária de prestação de contas do Memorando de Entendimentos, firmado em outubro de 2016.

Por princípio de transparência, o Banco solicitou que a Accenture fizesse uma síntese do diagnóstico e das propostas constantes do relatório entregue na última sexta-feira.

Da exposição técnica da Accenture, os seguintes pontos podem ser sintetizados:
   - a Cassi oferece excelentes benefícios aos participantes, principalmente pela abrangência das coberturas assistenciais do Plano de Associados, o que não ocorre em planos de saúde convencionais, onde o acesso está vinculado diretamente aos valores pagos;
   - a sua sustentabilidade depende de mudanças na arquitetura organizacional, onde se impõe o desafio de compor o nível diretivo de profissionais com formação e conhecimento no segmento de saúde, sem abrir mão das representações do associado e do patrocinador;
   - a Cassi necessita de investimentos em tecnologia da informação, de modo que haja instrumentos mais eficazes de gestão e tomada de decisão;
   - a gestão do risco populacional praticamente inexiste na Cassi e isso prejudica o planejamento de longo prazo e a gestão do risco das carteiras; conhecer o comportamento de saúde dos associados, reunir informações sistematizadas desse comportamento e atuar sobre ele é fundamental para mitigar o risco de agravamento das doenças e o decorrente descolamento do nível esperado de despesas assistenciais;
   - a assistência à saúde oferecida pela Cassi e os programas de saúde ocupacional e de promoção e prevenção à saúde do Banco precisam funcionar de forma integrada.

Na sequência, a Cassi apresentou um plano com ações de curto prazo, aprovado pela Diretoria e Conselho Deliberativo, para aperfeiçoar processos, estruturas e programas de atenção à saúde, enquanto são avaliadas as propostas da Accenture que, em razão da abrangência e complexidade, algumas poderão necessitar de consulta ao Corpo Social e um tempo maior de implementação.

A fim de equalizar o descasamento de receitas e despesas que a Cassi vem enfrentando, de modo a manter a liquidez e o nível de reservas nos padrões da ANS, foi comunicado que o Banco efetuará adiantamento à Cassi de R$323 milhões relativos às contribuições patronais sobre a folha de 13º. salário dos próximos quatro anos, algo sem precedentes na história das duas instituições. Esse valor será liberado em três parcelas, sendo a primeira efetivada em 06/02/2018, conforme o acompanhamento das entregas previstas no Plano de Ação apresentado.

Essa decisão demonstra o compromisso do Banco com a sustentabilidade da Cassi, garantindo a continuidade das operações enquanto se consolida o processo de decisão sobre as transformações que levarão a Cassi ao futuro, de modo propositivo, pelo diálogo consciente das escolhas e renúncias que todos os intervenientes precisarão fazer.

Há, sem dúvida, um senso de urgência por mudanças na Cassi. O momento requer a convergência de intenções em torno do propósito comum de preservar esse importante patrimônio, cujo desequilíbrio financeiro já repercute em apontamentos de desconformidade por parte do regulador, a ANS (Agência Nacional de Saúde Complementar).

Até o próximo boletim.

Diretoria Gestão de Pessoas

José Caetano de Andrade Minchillo
Diretor Gestão de Pessoas

João Batista Gimenez Gomes
Gerente Executivo

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Anonimato nos Blogs



Anonimato nos Blogs
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 07 de fevereiro de 2018.

Muito embora não possamos esperar que os Blogs sejam ninhos repletos de aves puras e singelas como imaculadas pombas da paz, o mínimo que se deseja neles encontrar é um recanto de habitação mista, onde se misturem outros símbolos também em forma de aves que, mesmo inadequadamente rotuladas como úteis ou inúteis dependendo da ótica de quem as veja, representem diferentemente o que de bom possam lembrar como a coruja, símbolo da cultura. Ou a águia com sua visão penetrante. O cuco, como o medidor do tempo. O rouxinol, como parceiro da melodia. O sabiá, lembrando a saudade do lar distante. O papagaio, como ser comunicativo através da fala. E até mesmo o urubu, saneador da natureza.

Mal comparando, há as pessoas que fazem da visita aos blogs de predileção uma obrigação diária, como se faz com a leitura do jornal ou com o noticiário da TV e do rádio. Essas são as que tiram proveito dos limitados espaços de tempo disponíveis, roubados à rotina para mitigar sua sede de conhecimentos e alimentar a fome de atualização. E por vezes é apenas isto que buscam com os “passeios” virtuais, mesmo não se comportando como comentaristas. Assim agindo, o seu dia é feito transcorrer sem remoer no subconsciente as passagens desagradáveis, pois, ao buscar fontes confiáveis, assimilam o que de bom lhes é transmitido descartando o desprezível. E seguem como fiéis leitores, assistentes e ouvidores – enquanto não sejam agredidos pelas fontes escolhidas. Deles vive a mídia. E deles ela tira o sustento, também. Por isso mesmo, os canais que buscam público precisam cuidar do conteúdo das suas ofertas visuais e auditivas, afastando o risco de cair no descrédito ao descuidar da matéria prima empregada para fabricar seus quitutes, como forma inteligente dr evitar a perda de “clientes”. Também, é preciso primar pela parcimônia em suas represálias evitando adivinhar o nome de autores escondidos no anonimato. De nada vale agir como o morcego, com a postura do “morde-e-assopra” praticando agressão contundente que resulta em pedido de desculpas ao atentar para a injúria cometida.
    
Diferentemente dos amantes dos blogs onde encontram com que se aprazer, há a escória da sociedade que se infiltra neles para alimentar o mal que guardam em suas mentes. São os pobres de cultura, invejosos, recalcados e psicóticos. Elementos que vivem no ócio permitido por ganhos passados, nem sempre de forma elogiável e por vezes auferidos à parte do trabalho honrado que lhe daria orgulho para ostentar ao mundo. Lamentavelmente, gente dessa espécie costuma adentrar blogs como agressivos e inconvenientes comentaristas anônimos, de acordo com as normas de civilidade. Mas essa prática pode ser inibida de duas maneiras pelo moderador. Denunciando o autor à Delegacia de Crimes Virtuais para ser identificado ou, simplesmente, proibindo o acesso de anônimos ao blog visitado, como é prática no Blog Previ Plano 1 que administro: www.previplano1.com.br

Faço essas observações a propósito de veladas insinuações que me são feitas, sob acusação de que frequento determinado sítio no anonimato. No entanto, tranquilizo quem assim pensa com a afirmativa de que JAMAIS postei qualquer comentário como anônimo onde quer que seja. E peço, encarecidamente, que os casos suspeitos sejam levados à identificação com o tratamento de Crime Virtual, e, a par disso, que se exija em Juízo a exemplar punição correspondente.

Eu, como tantos, frequento vários blogs do nosso meio para beber o mel do conhecimento, notadamente através de expoentes que aprendi a admirar. Mas isto não faz de mim um anônimo, porque, além de fazer visitas silenciosas, guardo eventuais comentários para dissecar no meu Blog - e em nenhum outro.

Marcos Cordeiro de Andrade
Administrador e moderador do