quarta-feira, 19 de setembro de 2018

AAPPREVI - 8.000 Sócios cadastrados



AAPPREVI – 8.000 Sócios

Caros colegas,

Com a Graça de Deus atingimos a emblemática marca de 8.000 sócios cadastrados, no ano em que completamos oito anos de existência. Esse número simboliza a conquista de todos que nos acompanham desde 2010, ano da fundação, pois sempre acreditaram nos propósitos defendidos. E, como se hoje iniciássemos uma nova jornada, nos valemos do compromisso assumido em 10/02/2010 para anunciar mais um novo tempo:

A AAPPREVI não tem a petulância de se julgar melhor que ninguém. Nem pretende se espelhar em corporações ou situações existentes. Todavia, não se furtará a assimilar bons exemplos de gestão, exercendo aprendizado saudável com o conhecimento de erros cometidos por outrem no campo que ora se insere. Também não se furtará em exercer humildade reconhecendo os acertos existentes, nos quais se louvará, também. Bem-vindos a este novo tempo. Bem-vindos à AAPPREVI. Em 10/02/2010.”

Esta vitória não tem um dono. Nem dez nem cem. Ela pertence à força emprestada pelos 8.000 colegas aposentados e pensionistas que confiaram nos seus iguais – aposentados e pensionistas voluntários - que cuidam da sua Associação. Porque estes, desde a fundação, se esmeram em mostrar que a honestidade e nobreza de propósitos operam milagres. E que o trabalhar de graça por vezes tem a recompensa que dinheiro nenhum traz, porquanto vem do saber que disseminar o bem é dever primeiro de todo cidadão. Também “Fazer o Bem sem olhar a Quem” deveria ser o lema maior da humanidade. Enquanto não é assim, o tomamos emprestado para dizer que é o lema dos que fazem a AAPPREVI, para agradecer pelo pagamento dado também na forma do número 8.000.

Com a Liberdade que nos viu nascer e a Honestidade que nos faz crescer, renovamos a todos que nos trouxeram até aqui a promessa de que, com a ajuda Divina, não se arrependerão pelo apoio que nos conferem.

Curitiba (PR), 19 de setembro de 2018.
Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo
José Geraldo Garcia Guedes
Vice-Presidente Administrativo
Antônio Américo Ravacci
Vice-Presidente Financeiro
Júlio César Pestana Costa
Vice-Presidente Ass. Previdenciários
Luiz Augusto Portilho Magalhães
Conselheiro Fiscal
Luiz Minari
Conselheiro Fiscal
Maria Margarete Zanoni de Almeida
Conselheira Fiscal
Elvira Pereira Motta
Conselheira Fiscal Suplente
Jayme Eduardo Mello de Vasconcellos
Conselheiro Fiscal Suplente
Solonel Campos Drumond Junior
Conselheiro Fiscal Suplente
---
Advogados
Prestadores de Serviços
---
AAPPREVI

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Vale Alimentação - Sentença de Procedência



Comunicado AAPPREVI nº 015-2018
DESPACHO Favorável na Ação de VALE ALIMENTAÇÃO

(SENTENÇA de PROCEDÊNCIA)

BENEFICIADOS 32 integrantes do Processo nº 0060892- 42.2015.8.19.0001,

Ilmo. (a). Sr. (a). Associado (a),
É com grande satisfação que comunicamos a obtenção de sentença de procedência nos autos da Ação de VALE ALIMENTAÇÃO, Processo nº 0060892-42.2015.8.19.0001, que tramita perante à 6ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro – TJRJ, Comarca da Capital. Se trata de uma decisão inédita no que diz respeito ao pedido desta ação, no âmbito do TJRJ. 
Esperamos que os demais processos em curso obtenham o mesmo entendimento.  
Destacamos que ainda cabem recursos a serem interpostos pela parte ré.
Curitiba (PR), 12 de setembro de 2018.
Atenciosamente,
Lima & Silva Advogados
AAPPREVI
Departamento de Comunicação

domingo, 16 de setembro de 2018

Quem tem culpa tem medo



Quem tem culpa tem medo
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 15 de setembro de 2018.

Caros Colegas,

O sábio André Mascarenhas lançou a pergunta: “Por que o BB e a CASSI estão com tanto medo?”
E mais essa:

“- Por que os Diretores estão com tanto medo? Será que existe alguma situação difícil de ser explicada? Quem não deve não teme (treme), ou, conscientemente não deveria temer... Não acham ???”

Aqui entro eu com interrogatório próprio. Que Diretores seriam esses? Os da CASSI ou os do Banco? De hoje, ou de ontem?

Dificilmente se tratam dos atuais, pois ainda não tiveram tempo de conviver com malfeitos - consentidos ou não.

A propósito, alguém já perguntou por que determinadas Entidades estão com tanto medo?

De se notar que a proposta inicial de um novo Estatuto foi melhorada pela CASSI e aprovada pelo BB depois de atender reivindicações das partes envolvidas, em especial de origem das forças representadas na desfeita Mesa de Negociações. O que faltou dizer foi que o Banco não retirou da pauta os pontos cruciais que põem termo às recorrentes situações em que tem sido levado a trazer a Caixa ao colo para ninar o choro fácil, sempre a injetar recursos quando em risco de falência, intervenções e desserviços. Via de regra por conta de gestões malconduzidas, à sombra de regulamentos canhestros.

Faltou dizer que ele, como patrocinador, é responsável pela saúde financeira da CASSI de tal sorte que tem por dever mantê-la bem cuidada – administrativa e financeiramente. Faltou dizer que a maioria dos itens citados como prejudiciais ao corpo de associados na realidade prejudica àqueles que pretendem continuar ocupando altos postos remunerados como vem ocorrendo, com os mesmos, há cerca de 16/20 anos. Esta farra acaba junto com a mudança deixando “desmotivados” os que vivem à custa de vultosos salários nas Entidades em que ocupam cargos cumulativos.  Faltou dizer que o Banco precisa de pulso firme para punir abusos na origem, e não depois de o vendaval passar deixando estragos para que ele conserte.

Faltou dizer que não existe Plano de Saúde de graça, pois nem mesmo o SUS o é, porquanto ele sobrevive à custa dos nossos impostos. Faltou dizer que a dança das cadeiras das eleições caça-níquel chegou ao fim na CASSI, pois quem quiser dirigi-la doravante não a terá como uma grande teta de onde sugar as contribuições dos associados. Talvez aí o maior medo inconfesso.

O voto do associado não tem por finalidade dar emprego a ninguém. Ele representa a confiança de que o candidato exercerá o cargo para cumprir as promessas de campanha em benefício da coletividade – de graça, se possível for.

Faltou dizer que quem tem culpa, tem medo.

Agora, eu pergunto. Quem tem medo do novo Estatuto da CASSI?

Marcos Cordeiro de Andrade
Matrícula nº 6.808.340-8
Associado CASSI desde 15/05/1962

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Coisas de Fãs e de Ídolos



Coisas de Fãs e de Ídolos
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 13 de setembro de 2018.


Certa noite, um ardoroso fã do “Rei do Baião” sentou-se à mesa de um bar disposto a decorar a letra do mais novo sucesso do seu ídolo. Colocou vinte fichas na vitrola, calcou o nome da música “Juazeiro” e foi tomar seus gorós embevecido. Depois de muitas cervejas no quengo e acabadas as fichas saiu cantarolando, contente da vida: “CAJUEIRO, CAJUEIRO...” Coisas de fãs e de ídolos.

Tirando a fraca mentalidade e a bebida envolvida, hoje fui alvo de coisa parecida. O amigo Abel Ferreira Leal Junior de tanto ler determinado artigo meu trocou o Título de “Consulta - Olhando para o meu umbigo” para “Olhando para o Próprio umbigo”. E foi além. Direcionou o “Umbigo” para outros donos. Enquanto somente me ocupei do meu, em relação à CASSI, ele nomeou também o Banco e a PREVI, talvez inebriado pela força do conteúdo do que publiquei aqui no Blog e na edição nº 30 da Revista DIREITOS da AAPPREVI - justificando meu egoístico voto SIM.

Eis a tardia chibatada ora recebida:


Prezado amigo Marcos,

Novamente me apresento a você para lamentavelmente discordar de sua matéria "Olhando para o Próprio Umbigo". Entre nós funcionários do Banco, aposentados e da ativa, não existe um sequer que esteja olhando para o próprio umbigo. Quando trabalhei no Estado do Mato Grosso (naquela época ainda não dividido), os boiadeiros para atravessar um rio em localidades sabidas como pontos de piranhas, jogavam eles um ou dois bois na frente e esperavam, quando as piranhas atacavam aqueles, eles passavam ao largo com o resto da boiada.
É exatamente isso o que o Banco está fazendo, chamando a atenção de todos para os valores das contribuições ( que a meu ver caracterizam um ato de Discriminação aos funcionários aposentados) e enquanto todos estão prestando atenção e discutindo essa questão, o banco atravessa na Proposta de Estatuto o voto de Minerva para o Banco - este sim o maior dano existente dentro da proposta - ele amanhã poderá estabelecer o que quiser para nós, como por exemplo, "a partir da data tal as internações só poderão ocorrer em enfermaria coletiva e não mais em quartos individuais, e ir remoldando nosso plano até ele virar um SUS piorado, com a desistência de muitos funcionários associados e o campo ficar livre para o Banco poder transformar a Cassi em um plano de saúde comercial e ser colocado no balcão para venda ao público em geral. Pegará o nome, a tradição e a respeitabilidade do nome CASSI que tem um valor milionário no mercado e lucrará absurdamente com isto.
Você fala em olhar para o próprio umbigo, mas já se perguntou se não é o Banco quem está olhando para seu próprio umbigo?
Sabemos do resultado de administrações sinistras ( essa situação já vem desde 2009) mas pergunto ao amigo, quando viu ou ouviu o Banco falar em apuração dos erros ocorridos e apuração de responsabilidades? O amigo não vai encontrar isso em ponto algum.  O Banco não tem interesse em apuração dos fatos que conduziram a CASSI  ao caos.
Só vemos chantagens e ameaças por parte do Banco e da Cassi, com a intervenção da ANS, isto é olhar para o próprio umbigo?  De quem?
Eu gostaria muito que uma dessas instituições representativas dos funcionários denunciasse o Caos da Cassi ao Ministério Público para apuração dos fatos e verificação de Administrações Temerárias, Administrações Criminosas, danos causados pelo Banco à Cassi. ISSO SIM É OLHAR PARA O PRÓPRIO UMBIGO.
Você deve estar lembrado do golpe dado pelo Banco nos funcionários em 1997, que resultou na mudança de Estatuto da Previ e os danos advindos da infeliz mudança para nós funcionários. Igualzinho,  o Banco pressionou, chantageou, mentiu, enganou e assim conseguiu alcançar seus objetivos. E o golpe do BET que o Banco queria tomar a bagatela de sete bilhões de reais e que hoje, graças a justiça se encontra em conta aprovisionada, não podendo haver o apossamento do dinheiro, pelo menos é o que sabemos.
Quem está olhando para o próprio umbigo meu amigo: nós ou o Banco do Brasil S.A.?
Respeito sua opinião, mas me dou o direito de discordar dela e  vejo como útil que o amigo pense um pouco que seja no que estou lhe falando e mostrando.
Renovo meus votos de boa vinda de retorno a ação e rezo a nosso pai lá do céu que zele por sua saúde porque precisamos ainda muito de você.

Um abraço fraternal

Abel Ferreira Leal Júnior.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

O Ovo que me fez mentir



O Ovo que me fez mentir.
Marcos Cordeiro de Andrade

Uma pequena mentira oficializada no início da vida pode marcar uma pessoa para sempre. É quando a partir daí ela faz da Verdade o pilar de sustentação do seu caráter.

 Nos idos da década de 1960, dois anos depois de participar da MOVEC na jurisdição em que atuava como Investigador de Cadastro, recebi nova missão a ela atrelada, agora como Fiscal da CREAI. Tinha a espinhosa tarefa de cobrar empréstimos não honrados pelos tomadores. Era dinheiro do Banco do Brasil usado para aquisição de bens de consumo, semoventes e implementos agrícolas.

Embrenhado nos rincões do interior paraibano, perguntando daqui e dali conseguia fazer contatos e cobranças não muito proveitosas, encaminhando os devedores à Agência do Banco.
Numa jornada “coroada de êxito” localizei um alquebrado agricultor, na faixa dos setenta anos mal vividos, responsável pela compra de pequenos animais de criação. Na isolada casinha de taipa de um só cômodo, duas redes armadas num dos cantos, no outro, separado por uma sebenta colcha de retalhos desbotados e esticada perto do teto de telhas de barro, ficava a trempe que servia de fogão à lenha. Dois penicos numa das quinas da casa faziam as vezes de privada noturna para o casal de idosos que, sozinhos, habitavam o pequenino rancho. Pela passagem dos fundos, sem porta, via-se a milagrosa prole do sustento diário, originária da dívida que me cabia recuperar. Presos num arremedo de malcuidado cercado de galhos secos, num canto dos fundos uma cabra magricela remoía para fazer render o pouco de palma ingerida como ração diária. Ao seu lado, amarrada por um dos pés numa embira de agave torcido, beliscava o chão poeirento uma galinha caipira que mal tinha forças para cantar em resposta ao galo velho que em breve iria para a panela, pois eram difíceis aqueles tempos em questão de alimentação. Tudo isso era a fortuna dos velhinhos mutuários da MOVEC. O resto da criação foi comido aos poucos, depois que o neto que lhes fazia companhia rumou para as bandas de São Paulo, não sem antes fazer o dinheiro da passagem com o que tirou do quintal para vender.

Cumprida minha missão de especular a vida dos “devedores”, juntei minhas lágrimas às do dono da dívida quando, indo ele até a lata de farinha de lá retirou um ovo e, com as mãos em concha, me fez a oferta.

- O senhor aprecia um ovinho? É tudo que posso dispor.

Foi esse o dia em que menti para o Banco. E pela primeira e única vez na vida assinei um laudo falso onde dizia: mutuário desconhecido na região.

Marcos Cordeiro de Andrade
- 79 anos -
Aposentado do Banco do Brasil
cordeiro@marcoscordeiro.com.br

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

A Fama a qualquer custo



A Fama a qualquer custo
Marcos Cordeiro de Andrade

Curitiba (PR), 10 de setembro de 2018.

Uma historinha bizarra conta que certo apaixonado desiludido quis impressionar a amada com um gesto determinado que a ele desse fama. E a ela trouxesse remorsos. Pôs no bolso um bilhete de despedida e jogou-se do alto do edifício mais alto da Cidade. O bilhete sumiu na queda. E uma pequenina nota num jornal noticiou: “DESCONHECIDO morre ao cair do alto de edifício no centro. Não se sabe a causa do suicídio”.

Esse foi infeliz na busca da fama. Mas há quem a queira igualmente e aja com cautela sem apelar para gestos extremos. São os “do contra” em situações de vulto. Pois nada melhor do que contrariar o bom senso para obter notoriedade. Fazer o que é certo não dá ibope, mas atravessar conceitos é infalível quando se quer aparecer para obtenção de dividendos pessoais.

No momento vê-se muito disso na campanha pelo NÃO envolvendo a Consulta ao Corpo Social da CASSI. Se não bastasse o fato de que o grosso dos pronunciamentos negativistas advém de pessoas de “notório saber”, ao analisar os nomes e cargos dessas “sumidades” conclui-se que buscam manter posições e cargos ocupados à custa de suposto enfrentamento com o Patrocinador. No que estão duplamente errados. Primeiro porque não se trata de briga entre poderes. Segundo porque o assunto diz respeito a centenas de milhares de pessoas, e não serão arroubos de valentia discursiva que aplainarão arestas afloradas.

De mais a mais, tirando uns poucos manifestantes de bom senso que apontam facetas isoladas para defender o voto pelo NÃO, os nomes sobejamente conhecidos estão empenhados em confundir os interlocutores com condenações estapafúrdias, por vezes enumerando uma algaravia de itens desconexos para defender o seu voto.

É bom conhecer esses garimpeiros da fama. Melhor ainda é votar com conhecimento de causa.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Aposentado do Banco do Brasil
Matrícula nº 6.808.340-8
Associado CASSI desde 15/05/1962
cordeiro@marcoscordeiro.com.br

sábado, 8 de setembro de 2018

Estou de volta!


Estou de volta!

Curitiba (PR), 07 de setembro de 2018.

Caros Amigos,

Submetido a uma cirurgia para Hérnia Inguinal por videolaparoscopia no último dia 3, estou de volta depois de breve estadia na UTI Coronariana do Hospital Santa Cruz de Curitiba, onde fui majestosamente atendido. O Sucesso do ato cirúrgico me permite retomar meus trabalhos normalmente a partir de segunda-feira. Peço desculpas pelo transtorno causado ao não atender os que me procuraram durante os dias de ausência forçada.

Fraternal abraço,

Marcos Cordeiro de Andrade


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

CONSULTA CASSI e os Falsos Líderes



CONSULTA CASSI e os FALSOS LÍDERES
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 07 de setembro de 2018.

Caros Colegas,

As Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil são regidas por normativos próprios, configurados nos seus Estatutos. E a observância às limitações impostas devem ser obedecidas, do mesmo modo que a permissividade de ação nele está circunscrita. Assim é que nenhum dirigente dessas Entidades tem o poder estatutário de fazer do corpo social curral eleitoral a serviço dos seus propósitos. O limite de atuação nos casos envolvendo consultas através de voto não lhes permite determinar em quem ou no que o associado deve votar. Porquanto como alçada lhe compete tão somente orientar o eleitor pelos meios ao alcance. Mas jamais poderá induzir a intenção do voto ao bel prazer.

Nesse entendimento, é de se entranhar que um conjunto de Associações se reúna para deliberar qual a indicação do voto a ser dado em qualquer situação. Mais estranho ainda é quando se divulga que num desses encontros ficou decidido por unanimidade no que “mandar” seus representados votar, no pleito da magnitude do que envolve os destinos da CASSI e dos seus associados. Além de ferir o conceito de que “toda unanimidade é burra”, a determinação é despropositada por extrapolar poderes. 

É mais fácil seguir um líder do que contestar seus conceitos. E na hora da escolha pelo SIM ou pelo NÃO em uma votação, é cômodo seguir a orientação dos “líderes” quando indicam o Não como alternativa correta. Votar SIM implica em responsabilidades individuais. Votar NÃO é um ato cuja responsabilidade pode-se atribuir ao líder orientador quando o objetivo der errado. E, mais ainda, quando se presume que esses líderes agem em proveito próprio, seguir sua orientação é postura temerária.

A preguiça de ler, interpretar e se posicionar por vezes atrai graves consequências quando o voto é exercido erradamente. Em situações de foro íntimo não encontra justificativa a delegação de alçada.  É, no mínimo, um ato desaconselhável deixar que outros decidam por nós.  Pior ainda é aceitar cabrestos como bicho de curral.

Marcos Cordeiro de Andrade
- 79 anos –
Associado da CASSI desde 15/05/1962
Matrícula nº 6.808.340-8