sábado, 19 de maio de 2018




O BB de hoje e de ontem
Marcos Cordeiro de Andrade – aposentado do BB

Curitiba (PR), 19 de maio de 2018.

Caros colegas,

O Banco do Brasil não é mais o mesmo.

Sim, é verdade. Muita coisa mudou ao longo dos seus bem vividos 210 anos de existência. Porém, essa afirmativa muitas vezes é colocada com cunho pejorativo, como se mudanças ruins tenham ocorrido por conta da maldade da Instituição, deliberadamente praticada como geração de desconforto e prejuízos aos seus colaboradores. Por conta disso, pequena parcela de colegas aposentados, agindo como saudosistas inconformados, vestem a camisa da Casa pelo avesso para denegrir a imagem que antes enalteciam com ufanismo incontido ao dizer, enquanto na ativa: SOU FUNCIONÁRIO DO BANCO DO BRASIL, ou, até mesmo o orgulho sentido ao declarar ainda hoje: SOU APOSENTADO DO BANCO DO BRASIL - porque a chama ainda não se apagou.

Mas é preciso separar conceitos. Mormente ao se fazer ou avalizar comentários negativistas envolvendo o Banco – diretamente ou em função do que nos afeta como patrocinador das nossas Caixas. Ora, se nós que o conhecemos por dentro não preservarmos sua identidade, quem o fará? 

Em hipótese alguma devemos atuar como vacas de presépio concordando com tudo que venha de cima. É preciso contestar, protestar, pleitear e agir com veemência construtiva sempre que nos for devido. Todavia, guardando a premissa de que, como dependentes de proteção patrocinada, o que é ruim para o Banco também é ruim para nós.  
         
Entre partes envolvidas, é primordial que o respeito no tratamento merecido deva ser exercido, notadamente por quem manteve e/ou mantém vínculos empregatícios com a Instituição e não quer dela se afastar – prova de que guarda conveniência na manutenção desses laços. Também por isto, o epíteto de mentiroso, ora usado à larga, não deve ser atribuído ao Banco como a um todo, por conta de que, opiniões discutíveis chanceladas por gestores isolados não remetem ao entendimento fundamental que rege a Empresa.

É verdade, sim, que o Banco do Brasil não se compara com aquele que nós, aposentados, vivenciamos enquanto em atividade no exercício da profissão. Aqui vale ressalvar que hoje nossa condição no mesmo sentido é precária, em relação ao que o Banco nos pagava enquanto em atividade. Mas, há que se fazer justiça em defesa do Banco quando se vê imputar total culpabilidade pelo ranço vindo a bordo das mudanças que se condenam.

A bissecular Instituição permanece a mesma, considerando-se a materialidade do nome que ostenta. Tão solido quanto as paredes da Rua 1º de março, 66, antiga Agência Centro-Rio, hoje abrigando o Centro Cultural Banco do Brasil. Os princípios e propósitos não foram esquecidos. Seu funcionalismo continua desfrutando da proteção patronal, em que pese os da ativa não mais usufruírem dos condizentes salários do nosso tempo. Nossas duas Caixas permanecem honradas com patrocínio sólido. O PLR vigora para os da ativa. Aposentados gozam da isenção de tarifas e atendimentos especiais em alguns casos.

Até o nome não mudou. O ideal do funcionalismo perdura. E o valor que tem para o Brasil ainda se sobressai. Mesmo assim, lamentamos sobremaneira mudanças havidas no trato da Direção. Tudo porque mudaram as regras da investidura no comando com a troca de funcionários de carreira sólida por carreiristas de ascensão meteórica mal avaliados - alguns de caráter duvidoso, hoje amargando envolvimento com a justiça por conta de comportamento condenável no desempenho de funções, exatamente por não “vestir a camisa do Banco”.

Também é certo que estão em curso propostas de ajustamentos na CASSI, que podem acarretar sérios danos financeiros aos associados. Mas com o escopo de garantir a sobrevivência do Plano. E, para tranquilidade de todos, tudo deve passar pelo debate com nossos representantes. Além do que, a finalização de acordo depende de consulta ao corpo social - não cabe ao Banco decidir sozinho.

Houve mudanças, sim, porque o Banco precisou se adaptar às exigências do mercado para enfrentar a concorrência. Porque introduziu outras prioridades de desempenho. Porque foi invadido em sua autonomia, dobrando-se à voracidade financeira de Órgãos superiores. E porque mudaram os cuidados com a firmeza de caráter de dirigentes escolhidos, de dentro e de fora do quadro funcional. O que levou à má gestão em prejuízo do corpo funcional, pois toda casa malconduzida impõe reflexos negativos aos seus filhos. 
    
Falo como aposentado que ingressou na Instituição há 56 anos (15/05/1962), hoje engrossando o contingente dos que sobrevivem com uma única fonte de renda representada no contracheque conjunto da PREVI/INSS.

Mesmo assim, peço condescendência aos do nosso meio que criticam o BB nas redes sociais. Isso é prejudicial para a imagem do Banco junto à comunidade empresarial, servindo aos propósitos dos concorrentes. Acresce o fato de que, ao cuspir no prato em que comemos, quem o põe à mesa se ressentirá, dificultando o diálogo no momento em que buscamos entendimentos.
Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
- 79 anos -
Aposentado do Banco do Brasil

sexta-feira, 18 de maio de 2018



MEDICAMENTOS GRATUITOS
Por Daisy Saccomandi

Caros colegas,

Com agradecimentos pela oportuna colaboração, divulgamos mensagem recebida contendo importantes esclarecimentos a respeito do tema.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade

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Informações de SUELI CABRAL complementadas por Daisy Saccomandi:

Colegas,

Eu penso que a CASSI precisa rever o programa de medicamentos, pois é evidente que precisa de ajustes. Enquanto isto não acontece temos algumas alternativas que podem ajudar na obtenção dos medicamentos que necessitamos.

Consigo a sinvastatina de 20 mg GRATUITAMENTE NOS POSTOS DE SAÚDE. Basta seu médico preencher um formulário e você entrega no posto de saúde. Este formulário precisa ser preenchido uma única vez e depois precisa de nova receita a cada 6 meses.

Existe uma tabela na internet com os medicamentos disponibilizados gratuitamente nos postos de saúde. Acessem em:

a partir da página 17.

Existe tb o programa farmácia popular. Alguns medicamentos são gratuitos e outros tem participação do consumidor. Acessem a lista em:


Nos 2 casos existem regras para conseguir os medicamentos.  Não posso informar se as listas estão atualizadas. 

Além destes 2 programas existe tb um terceiro que disponibiliza os medicamentos de alto custo.

Se você conseguir em nenhum dos programas acima, tb poderá fazer solicitação de medicamento que não fazem parte de nenhum destes programas, e neste caso o fornecimento estará sujeito a análise. Mas eu já consegui algum tempo atrás.

Em qualquer hipótese, dependendo da sua necessidade a farmácia ou o posto de saúde podem orientar. É preciso paciência inicial, mas depois que obtiver as informações é muito tranquilo conseguir os remédios.

Abraços
Daisy

Obs. do Blog: DAYSI FREITAS SACCOMANDI é sócia da AAPPREVI desde 2011.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Desafios da CASSI





Caros colegas,

Esta mensagem foi enviada pela DIPES (DF) para o meu e-mail particular em 17/05/18.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Matrícula nº 6.808.340-8

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DIPES (DF) – Desafios da CASSI

Diagnóstico aponta principais desafios da Cassi
Matéria veiculada na AGN – agência de notícias internas do BB, em 16/05/2018

A atual situação econômica e financeira da Cassi tem levado o Banco do Brasil a enviar uma série de boletins aos associados nos últimos meses. As iniciativas de comunicação do BB buscam esclarecer os associados, ativos e aposentados, sobre os temas que fizeram com que o Plano de Associados da Cassi apresentasse sucessivos déficits nos últimos anos. Somente em 2017, o resultado recorrente apresentou um saldo negativo de R$ 622 milhões.

Os déficits do Plano de Associados originam-se do fato de que as receitas correntes não têm sido suficientes para fazer frente ao crescimento das despesas com consultas, exames, internações e outros procedimentos médicos e hospitalares. Por conta disso, as reservas financeiras da entidade esgotaram-se no final do ano passado. Como solução provisória, o Banco do Brasil antecipou receitas para o Plano de Associados, no valor de R$ 323 milhões, referentes às contribuições futuras do 13º salário dos anos de 2018 a 2021.

Esses recursos adicionais destinados pelo BB têm sido consumidos mensalmente. A previsão da Cassi aponta que, se nada for feito, no segundo semestre deste ano, as reservas financeiras do Plano de Associados estarão novamente esgotadas. Portanto, não haverá mais recursos para cobrir os déficits mensais, podendo comprometer a assistência médica aos associados.


Diagnóstico

Para melhor compreender a extensão dos desafios da entidade, o Banco - a partir de memorando de entendimentos com entidades representativas dos funcionários e dos aposentados - contratou uma das principais empresas de consultoria do país, a Accenture, que estudou profundamente os números, os processos e a governança da Caixa de Assistência.

O diagnóstico da Accenture aponta a necessidade de melhoria da eficiência operacional e ajustes na arquitetura organizacional e no modelo de custeio. Além disso, as soluções para a entidade passam pela necessidade de encontrar novas fontes de receitas e pelo aprimoramento da relação com os prestadores de serviços, o que impõe uma melhor gestão das despesas com hospitais, clínicas e laboratórios. Só o aumento das receitas não é suficiente para reequilibrar o Plano de Associados. É preciso garantir também um enorme esforço de eficiência que projeta economia de recursos da ordem de R$ 3,3 bilhões em 10 anos.

Diante de sua relevância, a íntegra do estudo da Accenture foi disponibilizada no  site da Cassi (www.cassi.com.br), no menu “Associados” (basta digitar o email cadastrado e senha). O associado também pode acessar um índice remissivo do Diagnóstico no site bbnegociacaocoletiva.com.br, seção Informativos. “É fundamental que todos leiam esse material para que possam fundamentar sua opinião sobre os desafios da Cassi”, afirma João Gimenez, gerente executivo da Diretoria Gestão de Pessoas.

O objetivo do BB com esse esforço de comunicação é estimular o debate sobre a sustentabilidade da Caixa de Assistência, principalmente por meio da apresentação dos temas que têm impactado a atuação da Cassi.



sábado, 12 de maio de 2018

FELIZ DIA DAS MÃES



FELIZ DIA DAS MÃES


PARABÉNS PARA TODAS AS MAMÃES MENORES DE 100 ANOS DE IDADE...

...E PARA AS MAIORES TAMBÉM!


São os votos sinceros dos que fazem a AAPPREVI.

terça-feira, 8 de maio de 2018

O Aposentado e o Associativismo



O Aposentado e o Associativismo
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 08 de maio de 2018.

Caros colegas,

O dístico “aposentado do Banco do Brasil” carrega em si a condição de quem foi útil ao País em algum momento histórico. Daí o orgulho dessa categoria em enaltecer o valor da contribuição dada. Seja na cidade ou no campo, nas agências ou nos gabinetes, a força do trabalho dedicado ao patrão contribuiu enormemente para alavancar o progresso do Brasil.

Desde a fundação, essa bicentenária instituição teve em seu funcionalismo o bem maior do acervo institucional. E, em reconhecimento, até bem pouco lhes deu o tratamento merecido, dignamente transformado em valores financeiros e sociais, dentro das exigências legais avalizadas por probos dirigentes enquanto extraídos do mesmo corpo funcional.

Todavia, mudanças intrínsecas havidas no País e no Mundo modificaram o panorama favorável. Em consequência, a condição de vida desses aposentados vem se deteriorando consideravelmente, sem que possa individualmente lutar por significativas mudanças que o beneficiem resgatando a dignidade conspurcada. 

Nesse contexto surge, então, a necessidade de buscar aliados para cuidar das carências que o afligem. E o caminho indicado vai até o associativismo que dispõe, no Brasil, de mais de 30 Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil acessíveis aos interessados – quase todas subordinadas a uma Federação. A adesão a qualquer uma delas é recomendada, desde que professe o ordenamento estatutário benéfico aos associados.

A propósito do Tema, a Presidente Isa Musa de Noronha, da FAABB (Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil), recentemente manifestou sua opinião:

“É por meio de uma associação que a sociedade se fortalece e tem grandes chances de alcançar sucesso. O Associativismo é fruto da luta pela sobrevivência e pela melhoria das condições de vida de comunidades. Associação é uma pessoa jurídica, devidamente registrada em cartório e constituída livremente pela união de pessoas. Essa união acontece pra melhoria das condições de vida do grupo e da comunidade. A participação, a solidariedade, a cooperação em torno de objetivos comuns, têm sido fundamentais para assegurar melhores condições de vida das comunidades. Essa prática, mais do que uma forma de organização, é uma construção e uma conquista social.”

De nossa parte, entendemos que todo brasileiro aposentado por tempo de serviço, limite de idade ou invalidez é um especialista na arte de viver, ou sobreviver – como queiram. O mesmo pode-se dizer das pensionistas que acompanharam seus passos até a última jornada. Por isso, ao ingressar no corpo social da associação escolhida, eles buscam apoio para enfrentar as adversidades que a condição da inatividade impõe.

Portanto, colega “aposentado do Banco do Brasil”, fortaleça as Associações de Aposentados e Pensionistas, pois elas representam o espírito da solidariedade incondicional. São, em última análise, o muro de arrimo que ampara a busca de direitos maculados. E pregam o salutar convívio com seus semelhantes.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente da AAPPREVI

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Relatório Anual CASSI 2017



Relatório anual da CASSI
Marcos Cordeiro de Andrade
Curitiba (PR), 04 de maio de 2018.

Caros Colegas,

Em meio à ressaca eleitoral que se abate sobre a comunidade dos participantes da CASSI e da PREVI, grupos representativos da classe voltam as atenções para a sobremesa do repasto servido à larga no banquete da Internet - em que transformaram o preenchimento de cargos para as duas Caixas como prato principal. E como o espetáculo não pode parar, um novo cardápio já entrou em preparação para saciar a fome de especulações virtuais.

Sabendo-se que não existe almoço de graça, parte do preço a pagar já está sendo anunciado na tabuleta da Grande Rede. Trata-se do Relatório Anual da CASSI/2017, apresentado no site para aprovação por parte dos milhares de degustadores – os participantes da Caixa com direito a voto.

Conheça o Relatório Anual 2017 – da CASSI:

Todavia, é aconselhável que não se vá com muita sede ao pote, pois, em meio à salada de recomendações de como devamos votar, a moderação dos ânimos deve ser exercida para evitar indigestão se a sofreguidão imposta ao convencimento for malconduzida. Enquanto uns indicam a aprovação das Contas, outros se apressam em recomendar um NÃO maiúsculo na avaliação. Também, como é sabido que o exame da questão deve passar pelo crivo de técnicos abalizados, uma opinião segura deve ser buscada.

No caso presente, as paixões eleitorais devem ser esquecidas, e o achismo, ignorado. Posto que, a avaliação desse Relatório não pode servir de revanchismo contra administradores abjurados. Ou como forma de enaltecer qualidades de eleitos pelo nosso voto. Devemos, isto sim, visar o saneamento das contas, desde que os números frios registrados reflitam a realidade buscada.

Sendo assim, seria oportuno que os Eleitos no último pleito se arrogassem a tarefa de cuidar do exame detalhado das contas apresentadas, em consulta a confiáveis especialistas no assunto. Depois disso, o passo seguinte comporta a divulgação do resultado amplamente direcionada aos associados envolvidos. A partir daí eles estarão aptos à avaliação que se pretende votando SIM ou NÃO, mediante escolha pautada em indicativos confiáveis.

Com a palavra, então, os componentes da “Chapa 4-MAIS UNIÃO” eleitos no último pleito da CASSI.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Aposentado do BB
Matrícula nº 6.808.340-8
Associado CASSI desde 15/05/1962
www.previplano1.com.br

terça-feira, 1 de maio de 2018

Eleições PREVI 2018 - Encerramento



Eleições PREVI 2018 – Encerramento

Curitiba (PR), 30 de abril de 2018.

Caros Colegas,

Parabéns à “Chapa 2 – Previ para os Associados” pelo resultado obtido na eleição ora encerrada:
- 38.154 votos, contra 33.222 da segunda colocada: “Chapa 1 – Mais União”.  

Parabéns às demais chapas concorrentes pelo esforço despendido.

Parabéns aos associados pelo expressivo comparecimento aos meios de votação.

Partindo do pressuposto de que todas as chapas mantinham o objetivo de bem gerir o nosso Fundo, não há que se deplorar qualquer derrota havida. Apenas refletir sobre os votos alcançados por cada uma delas, avaliando-se os critérios empregados na campanha exercida. Nisso ficarão exemplos a serem seguidos. Do mesmo modo que impropriedades deverão ser banidas no trato com os eleitores, notadamente aposentados e pensionistas.

Ao virar a página do livro das Eleições PREVI 2018, esperemos que a plataforma de campanha da Chapa 2 se materialize. E, partindo do seu enunciado (Previ para os Associados), que logrem êxito os chamamentos registrados no caderno de propaganda distribuído:

- Equilíbrio e segurança na GESTÃO DA PREVI.
- Responsabilidade com o patrimônio da PREVI.
- Fiscalização e defesa dos direitos previdenciários,
- E as demais propostas de compromisso com os aposentados (para manter o equilíbrio e solidez da PREVI).

Também se espera reparação dos abusos cometidos por violação de direitos dos participantes no seio da PREVI, perpetrados por gestões anteriores.

Boa sorte a todos.


VOTOS POR CHAPA

Chapa 1 – Mais União                               33.222 -  28,13 %
Chapa 2 – Previ para os Associados          38.154 – 32,31 %
Chapa 3 – Solidez e Atitude                        3.397 -    2,88 %
Chapa 4 – Autonomia e Inovação             18.668 –  15,81 %

Chapa 5 – Futuro se Constrói Agora         11.560 –    9,79 %


Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
- 79 anos –
Associado da PREVI desde 1962
Matrícula nº 6.808.340-8