Grave denúncia
Marcos Cordeiro de
Andrade
Caros
Colegas,
O Conselho Gestor do MSU emitiu Nota Oficial querendo engabelar os
participantes da PREVI que suspiram por uma chapa de oposição. E na nota
contendo abobrinhas, citando regulamentos inaplicáveis como querem, preparam o
terreno para promover candidaturas de elementos do seu grupinho fechado, que
assinam como MEMBROS DO CONSELHO. Coisa condenável, em que pese serem todas
pessoas honradas e de reconhecida capacidade. Diz a nota:
“Portanto,
tais dispositivos não permitem o anúncio de candidatura enquanto a chapa não
for integralmente constituída e declarada inscrita após o cumprimento de todas
as etapas previstas no Regulamento.
Diante disso, solicita aos
apoiadores do MSU a fineza de aguardarem o desenrolar dos acontecimentos dentro
das normas estabelecidas.
”
E com essa falácia absurda os
“onze” do time do MSU vão deitar e rolar sem interferências da plebe. Trocando
em miúdos, justificam seus procedimentos obscuros: fazer convites sigilosos;
reunir-se em surdina; montar a chapa; inscrever a chapa; somente divulgar a
chapa quando nada mais ameaçar o compadrio arregimentado.
Isso já ocorreu na eleição passada, para a ANABB, onde usaram
do mesmo estratagema ao lançar a chapa de “oposição” contendo cinco dos onze
que assinam hoje pelo jubilado CONSELHO GESTOR DO MSU. Desta feita abertamente
fantasiados de fazedores da “sua” chapa para concorrer à eleição da PREVI.
Eis a
composição desse conselho:
Antonio Roberto Andretta
Daisy Saccomandi
Ebenezer Nascimento
Edison de Bem e Silva
José Chirivino Álvares
Macilene Rodrigues de Oliveira
Maria Cecília Stivallet
Maria Lizete da Silveira
Norton Seng Antunes dos Santos
Osvaldo Carvalho Junior
Sérgio Faraco
E eis os que
se candidataram pelo mesmo MSU para a Eleição ANABB 2015:
113 - Antonio Roberto ANDRETTA;
176 - José CHIRIVINO Álvares;
202 - MACILENE R. Oliveira;
216 - NORTON SENG Antunes Santos;
322 - Maria LIZETE da Silveira.
E agora, será diferente? É muita cara de pau se a repetição
se der.
Quem elegeu esse Conselho? Quem lhes deu o direito de
inscreverem os próprios nomes em chapa única a ser votada por quem não tem
outra opção? Onde está o respeito ao livre arbítrio? Onde entra a honestidade
de propósitos?
Não alcanço as desculpas que possam dar. Porque não há
nenhuma plausível no depósito das possíveis. Mas suponho que ao movimento mais
interessa advogar em causa própria. O que é lamentável. E pergunto: Onde entra
a ética nessa história? Ou melhor, onde ela se esconde, e por quê?
Por isso, Colegas, fiquem atentos à composição dessa chapa
que está no prelo e que vão nos empurrar goela abaixo. E contem quantos dos que
mandam e desmandam no MSU se apresentarão como “nossos” candidatos.
Também por isso mandei um recado ao todo poderoso CONSELHO
GESTOR do MSU – Movimento Semente da União (?)
Ao Conselho
Gestor do MSU.
Curitiba (PR), 11/02/2016.
A amplitude do processo democrático não ampara a tomada de
decisões isoladas em nome do universo de eleitores. A abrangência da Eleição PREVI
exige participação universal na escolha e apresentação de candidatos, a exemplo
do sufrágio que se busca. Por isso, nenhum artigo de regulamento aplicável
exige que as chapas sejam formadas e decididas entre quatro paredes, na
surdina, por um grupo restrito de onze pessoas autoproclamadas como instância
derradeira para tomada de decisões. Avocar esse artigo 18 como agora (ou
qualquer um outro) soa como desculpa esfarrapada para eleição de um também
restrito grupo de favorecidos ao gosto dos fazedores de chapas. Ou, quem sabe, dar emprego a apadrinhados
como muito se vê. É imperioso lembrar que o MSU se afigura como único opositor
à vontade do Rei nessa eleição. E uma indicação sua soará como também única
alternativa a quem se inclinar pelo voto contrário à situação instalada.
Portanto, valer-se dessa prerrogativa não parece, nem é, postura honesta de
quem se espera confiabilidade.
Por favor, MSU, se quer ser tido como Movimento honesto que
demonstre parecer honesto – também.
Transparência é a tônica a se fazer presente em qualquer
apresentação de nomes confiáveis num processo eleitoral.
Não queiram por freios em carroça sem rodas. Nem atar mordaça
em estátua de barro.
Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade