quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Três anos de Blog



Marcos Cordeiro de Andrade
Caros Colegas,

O Blog Previ Plano 1 completará três anos de existência no próximo dia 26, tempo em que resistiu aos problemas criados por certo número de comentaristas sem identificação.  As consequências originadas no acesso indevido culminaram na proibição do comparecimento de anônimos. Nesse período acumulamos muitos mal entendidos, interpelações com ameaças de processos e fechamento sumário. Até investidas pessoais contra o instituidor foram perpetradas, atingido por ataques contra sua integridade moral e física contendo ameaças de morte e depredação do patrimônio (carro e residência) entre outras formas de intimidação. Tudo por conta do mau uso do “direito” de expressão dado a quem não se identifica, por desconhecer e atropelar as regras do civismo que orienta o comportamento do cidadão em relação à sociedade em que vive.

Durante todo esse tempo fui intransigente na permissão de acesso ao Blog por anônimos, embora insistentemente criticado por manter essa postura. Baseava-me na justificativa de que muitos Colegas ainda na ativa temiam represálias por parte do empregador ao postarem críticas contra ele e o nosso Fundo.
   
Ocorre que os acessos indiscriminados aos Blogs, onde se permite o comparecimento de pessoas sem exigências de identificação, levam a ocorrências temerárias que atentam contra a moral e a honra das pessoas. Tanto das que deles cuidam, como dos demais frequentadores – mais precisamente daqueles que se identificam e demonstram bom senso e certa dose de conhecimentos acima da média. Esses, os principais alvos dos depredadores da moral e da honra das vítimas indefesas.

Neste nosso Blog, a média diária registrada nas visitas foi de oitenta usuários até o terceiro aniversário enquanto se permitia a entrada de não identificados. Depois que os anônimos foram proibidos por certo esse percentual cairá drasticamente, mas elevando substancialmente a qualidade das postagens onde o nome do comentarista aparece. E aqui se aplica a máxima: antes só que mal acompanhado.

Com a proibição ganhamos todos os de boas intenções, para desespero dos órfãos da permissão cassada. Ganharam os frequentadores comentaristas, pois agora podem expressar seus conceitos e opiniões sem temer críticas exacerbadas e xingamentos inconsequentes - e por saberem que os leitores situam-se no seu nível de educação e respeito ao próximo – ficando destemidos para exercitar o acesso e expressar convicções. Ganharam os que são simplesmente leitores em busca de conhecimentos e manutenção da sua visão dos assuntos da atualidade, pela melhoria da qualidade do que se escreve. Ganhou o Blog, porque elevou o grau da credibilidade até então maculada por interferências desagregadoras, ora banidas em definitivo. E ganhou o instituidor e moderador porque está livre dos ataques morais e das ameaças de agressões físicas que se tornavam corriqueiras.

Posso, então, pedir aos frequentadores que abandonemos a posição defensiva, pois nosso escudo protetor tornou-se intransponível ao adotarmos o lema guardado há três longos anos. 

Anônimos indesejáveis, fora! 
  
Leia a Revista Direitos, da AAPPREVI – nº 3:

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 12 de setembro de 2012.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O Blog não acabou



Marcos Cordeiro de Andrade

Caros Colegas,

O Blog Previ Plano 1 não acabou. Nem fechou suas portas e jamais acabará enquanto vivo eu for. Apenas acabou o anonimato no nosso meio.

Resguardando a vulnerabilidade da minha esposa e do meu filho, eles viajaram hoje de madrugada para gozar merecidas férias, por conta da tábua de salvação que o endividamento com financiamento de passagens aéreas proporciona.
 
Sabedor de que as ameaças não os atingem no momento, adotei as providências cabíveis, além dessa, para pôr cobro à insegurança reinante.

Todavia, me sobram preocupações com o modo de conduzir os comentários doravante, mas com a certeza de que seguirei o exemplo do Amigo Ari Zanella: os anônimos serão impedidos de participar com comentários diretos.

Por conta disso, o Blog Previ Plano 1 passará por ajustes saneadores, mas que permitam prosseguir em sua trajetória com a mesma isenção. Com liberdade, independência e disposição de combater injustiças e buscar amparo aos atingidos pelo descaso dos que dirigem nossas duas Caixas, o BB e as Entidades que têm por obrigação defender os participantes e assistidos do PB1. Também, a linha editorial não será maculada.

Como instituidor e moderador, não arredarei pé da linha de conduta adotada desde a criação deste espaço, pois, asseguro, não há como promover mudanças nesse sentido. Até porque, o caráter de um homem o acompanha através dos anos como se fora sua pele que não para de crescer – mantendo as características originais dadas por Deus.

As adaptações serão feitas para eliminar o anonimato direto sem prejuízo dos verdadeiramente imbuídos no propósito de participar, contribuindo para elevar o nível das inserções em favor do coletivo - com questionamentos e sugestões que venham somar sempre.

Por enquanto, nada muda relativamente ao modo de postar comentários. Somente cuidarei para que anônimos indesejáveis não tenham acesso ao Blog e, aqueles que verdadeiramente se julgarem impedidos de revelar sua qualificação, terão a opção de enviar e-mail ao moderador com pedido de publicação. Deste modo, ficarão identificados na centralização que publicará o que achar conveniente sob o dístico “mensagem recebida com pedido de publicação”, com a garantia de que sua identificação será preservada, mas, como de direito, devidamente cadastrada através do e-mail do direcionamento original. No mais, as normas de conduta serão rigorosas, afastado em definitivo os ataques e afrontas morais a quem quer que seja e de qualquer lado, circulando nos comentários. No momento oportuno serão divulgadas as orientações do cadastramento para postagens sem a inconveniência do anonimato perturbador.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR), 10 de setembro de 2012.

domingo, 9 de setembro de 2012

Capitulando




Caros Colegas,

Quando criei o Blog Previ Plano1 no dia 26 de setembro de 2009 não pedi permissão a ninguém para fazê-lo.

Todavia, para tirá-lo do ar decretando sua extinção devo satisfação a meio mundo justificando o ato extremo. Basta dizer que Blogs nascem de Blogs, e este se originou do Blog da Cecília onde sorveu o néctar que alimentou o embrião para trazê-lo à vida até a importância de hoje, contando com mais de um milhão de acessos. De igual modo, outros blogs buscaram neste aqui a motivação necessária à sua formação - podendo ostentar na atualidade pujança participativa e necessária à divulgação de conhecimentos.

Portanto, embora reconheça que todo ato de renúncia comporte fraqueza diante de adversidades, admito também que a nenhum homem é dado o direito de por em risco a vida de outrem, notadamente de seres que dele dependam. 

Assim é que, com vergonhoso pedido de desculpas pela afronta que cometo na publicação desta nota, registro que abomináveis comentários contendo ameaças de morte amiúde me chegam de anônimos, justificando qualquer ato terminal que cometa em direção à preservação da minha prole. Por isso prometo a quem emite as ameaças que em breve retiro tudo do ar, se for para o bem de todos depois das reflexões necessárias.

Em consequência, provavelmente dentro de poucas horas não mais exista o Blog Previ Plano 1, significativa parcela da minha vida - que não pretendo se torne em motivo para a morte precoce dos meus entes queridos. 

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR), 09 de setembro de 2012. 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Corredor da morte



Marcos Cordeiro de Andrade

Caros Colegas,

“Morreu Caryl Chessman. Com essas lacônicas palavras o médico da prisão de San Quentin, na Califórnia, pôs fim à longa agonia do condenado que mais tempo passou no corredor da morte”.

Caryll Chessman, conhecido como o Bandido da Luz Vermelha, ocupante da cela 2455 daquele presídio, estudou Direito lá dentro e lutou durante anos pela sua absolvição. Nesse período em que fez a própria defesa escreveu quatro livros que guardo até hoje, pois torcia por ele por causa da luta travada pela sobrevivência, mesmo sendo criminoso: O Garoto era um Assassino, Cela 2455 - o Corredor da Morte, A Face Cruel da justiça e A Lei Quer que eu Morra.

Esse desfecho era esperado, até porque execuções predeterminadas para punir criminosos devem ser cumpridas, desde que os crimes cometidos justifiquem tal ato.

Somente não concordo com condenações injustas e descabidas. Como a que tentam sacramentar em direção aos velhinhos devedores de determinado empréstimo legal contraído na PREVI, seu fundo de pensão que criaram para lhes garantir uma velhice sossegada ao amparo da poupança que nele aportaram.

Posso morrer antes, de morte morrida, mas o meu fim terreno tem prazo de validade registrado na certidão de nascimento. Minha execução está marcada para o dia 27 de abril de 2029, quando completar 90 anos. Isso pelos parâmetros propostos como novas regras de concessão do ES, segundo requerimento encaminhado ao Diretor de Seguridade da PREVI publicado hoje na Internet, onde se pede modificações para concessão desse mútuo.

Explica-se essa data macabra porque nela completarei se vivo for, 90 anos – limite extremo que me concederá o realinhamento solicitado, obedecendo à tabela direcionada à execução da sentença que determina “... um LIMITADOR na idade, que pode ser 90 anos... sendo que após esta idade-limite o tomador NÃO poderia mais fazer novos empréstimos nem renovações. Desta forma, após os 75 anos, o tomador teria a cada ano uma diminuição de prazo, 14, 13, 12... e assim sucessivamente” – até a morte, acrescento, pois o texto não explica se a “diminuição de prazo” é do empréstimo ou da vida do tomador.

Essa contagem regressiva se assemelha a que faz um condenado por crime imputado. E nós, devedores do ES, cometemos o crime de um dia dele precisar seguindo com renovações sucessivas em busca da sobrevivência financeira. Mas a roda da esperança de melhor sorte está com os dias contados para continuar girando. Ou melhor, os anos restantes aos malfeitores tem data certa para findar, embora seu único crime financeiro tenha sido a contratação do primeiro ES anos atrás – oferecido sem a necessária advertência de que “empréstimo faz mal à saúde financeira”. E, no caso da PREVI, agora também abrevia a vida de quem quiser passar dos noventa.

Caryl Chessman esperou até o último minuto pela suspensão da execução na câmara de Gás. O Governador da Califórnia, que detinha esse poder, não atendeu o derradeiro requerimento e ele foi morto como determinou a Lei. Eu, mais descrente que ele, não pretendo depender tanto do meu governador/diretor de Seguridade. E procuro uma saída que me livre da condenação imposta se outro “requerimento” vingar.

Por isso voltei a jogar na loteria. Quem sabe conseguirei um indulto de cento e dez mil reais para liquidar com o ES e não permitir que essa dívida acabe comigo, pois, se assim for, poderei ultrapassar a barreira dos 90 – se Deus permitir – porque jovens “experts” pensam que podem agir em Seu nome.

Leia a Revista Direitos, da AAPPREVI – nº 3:

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR), 07 de setembro de 2012.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Sua majestade, o Sapo



Marcos Cordeiro de Andrade


Caros Colegas,

Deus povoou a Terra com criaturas reconhecidamente úteis para manter o equilíbrio das espécies. E dentre todos os seres vivos os há para todos os gostos. Grandes e pequenos, ágeis e lentos, feios e bonitos, queridos e detestados. Entre estes últimos encontramos o “cidadão” sapo, tão feio e asqueroso que somente bruxas parecem deles gostar.

Mas o cúmulo da maldade é comparar seres humanos a esses batráquios como a encerrar em uma pessoa tudo de ruim que o animal representa. Na recente história do País apelidou-se de sapo barbudo uma eminente figura pública. Nada a ver, pois o homem à época não praticava maldades contra velhinhos trambiqueiros e nem mesmo em direção a trabalhadores diligentes. Eu até que gostava dele.

No caminho dos tempos destrataram tanto o pobre do sapo que chegam a associá-lo a sortilégios de bruxas más onde, no imaginário popular, convivem com gatos pretos, morcegos, cobras e lagartos, tal a má fama que os infelizes carregam às costas. Reconhecidamente existem espécies extremamente peçonhentas, como a que tem a má sorte de ser associada ao envenenamento e morte do queridíssimo Augusto Ruschi. Logo ele, conhecido como amigo dos sapos...

E há também tiradas humorísticas a envolvê-los como o ditado que diz, “em terra de sapo, de cócoras com ele” como a recomendar ter cuidado com o bicho e não se deixar enganar. Ou quando aceitar o inaceitável é o mesmo que “engolir sapos” – já imaginaram cena mais dantesca?

Ele é tão temido que se o têm como ambiguamente masculino, como a dizer-se que ele é cabra macho, poderoso, digno das maldades não permitidas às mulheres, como se pensava no passado em cima do falso conceito de que somente o homem era capaz de coisas ruins. Tanto é que até hoje não se fala na sapa, mas tão somente no sapo.

Eles habitam em todos os lugares e se adaptam bem a todo tipo de clima. E, ao lembrar sua existência, paradoxalmente me vem saudades do meu querido pai, o poeta Bastos Andrade, amante das pessoas e dos bichos. Quando na idade do descanso justamente merecido ao aconchego da esposa e filhos criava três viventes inusitados: um galo, um jabuti e um sapo. Se bem que este último ele não criava propriamente – deixava que se criasse por si. Dois deles tinham nome. O galo era Mané. O jabuti, Tonhão. Enquanto que o sapo não fora “batizado”, mas minha pequenina sobrinha o chamava de “cururu-tei-tei”.

Depois que mudei para o Rio trocava muitas cartas com o meu pai, até que a visão passou a lhe falhar. A partir daí eu lhe escrevia e ele me mandava fitas “cassete”, gravadas com sua voz a guisa de cartas. Ainda guardo uma em que, no meio da gravação, escuta-se uma vozinha gritando: “lá vem o sapo” como se fora um alerta de perigo iminente. Esses estranhos animais tinham costumes esquisitos, que merecem registro.

Durante o dia os três ocupavam seus espaços no quintal da ampla casa da minha juventude, ainda hoje habitada pela única irmã que me sobrou e depois da morte de pai e mãe. Naquela época, todos os dias ao cair da tarde o trio de bichos esquisitos se aventurava em busca do jardim, caminhando pelo oitão, cada um ao seu tempo. O jabuti, com seu passo lento e a cabeça balouçante roçava o muro em toda sua extensão até suas quinas. E seguia em frente numa lenta caminhada em direção a lugar nenhum, pois, dependendo de quanto ficássemos a prosear na varanda da frente só o víamos passar uma vez. Enquanto o galo, postado no braço da cadeira de balanço em posição modorrenta usufruía de cafunés das mãos do meu pai, o sapo passava exercitando seu pulo fofo para se postar embaixo das roseiras, pés de dália e touceiras de capim santo – mimos cultivados por minha mãe - e ali ficava abocanhando seus petiscos esvoaçantes. E era tão guloso esse sapo que até uma ponta de cigarro acesa que passasse ao seu alcance era sofregamente engolida.

Mas veio o dia em que o sapo teve que ser separado do conjunto ao se revelar um predador assassino. Certa manhã ele foi autuado em flagrante delito com a cabeça do jabuti entalada na larga boca. Teve que ser escorraçado para outro terreiro porque até o galo, que bicava todo mundo e só respeitava o meu pai, passou a fugir do sapo como o diabo foge da cruz. E por essa e por outras se diz que essa espécie é perigosa e traiçoeira - fazendo jus à má fama adquirida através dos séculos, pois o pobre jabuti era incapaz de fazer mal a uma mosca sequer.

E não é que agora, para desespero de muita gente boa, chega a notícia pela Internet de que surgiu uma espécie até então ignorada lá pras bandas do nordeste? Essa “nova” raça tem características próprias que não deixa que se os confundam com seus irmãos de fama. Além de traidor e covarde apresenta a invulgar capacidade de conviver com cobras e outros bichos igualmente venenosos. E, enquanto os cientistas não conseguem catalogar todas as perigosas características da coisa, dando um nome apropriado que lembre a feiura do sapo e o veneno da víbora, o chamam provisoriamente de “o Sapo de Orós”.

Muito cuidado com ele.

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Leiam o número 3 da Revista Direitos, da AAPPREVI:

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR), 04 de setembro de 2012. 

sábado, 1 de setembro de 2012

Revista Direitos, da AAPPREVI – nº 3



Caros Colegas,

A espera acabou. Está no ar a terceira edição da Revista Direitos, da AAPPREVI:


Se quiser rever as edições anteriores acesse:


Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR), 1º de setembro de 2012.

Justificativa virtual


Justificativa virtual
Marcos Cordeiro de Andrade
Caros Colegas,

Ontem, uma enorme carreta trafegava por mal cuidada BR do sul do País quando se envolveu em acidente imprevisível. Sua preciosa carga consistia em duas mercadorias distintas, comportando coisas imateriais - totalmente virtuais.  Eram dois os “volumes” conduzidos por encomenda. Um deles, de inusitada finalidade e ocupando quase toda carroceria do veículo, era um imenso BURACO adquirido por certo Fundo de Pensão para guardar as esperanças dos seus participantes. A outra parte levava a aguardada terceira edição de uma Revista que, por ironia do destino das coisas não palpáveis, cuida, especificamente, do modo como esses mesmos participantes devem se conduzir em relação ao Fundo.

Depois que o veículo transpôs uma curva de trecho sinuoso, quis o acaso que o BURACO transportado resvalasse caindo no leito da perigosa estrada. Então, o responsável motorista sentindo que algo de errado acontecera, engatou marcha ré e numa arriscada manobra não se deu conta que ia em direção ao buraco não mais transportado – e caiu dentro dele.

Acionado o resgate, e por mais que se tentasse a carreta não pôde ser retirada dada a profundidade do buraco em que caiu – e que teve que ser aterrado pelo DNIT. Mas a parte mais importante da carga foi salva pelos bombeiros, e entregues aos cuidados dos Anjos do Asfalto.

Assim é que, levada pelos eficientes e indispensáveis protetores de acidentados nas nossas estradas, a aguardada terceira edição da Revista Direitos, da AAPPREVI, ainda hoje estará neste endereço ao alcance dos seus compreensivos leitores, incólume e melhor do que se espera.

Por favor, aguardem mais um pouco.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR), 1º de setembro de 2012. www.previplano1.com.br