sexta-feira, 18 de maio de 2012

BET em dobro




Caros Colegas,

Não fosse o escandaloso Acordo em que doaram metade do superávit ao Banco, exatos 7,5 bilhões de reais, o nosso BET seria o dobro do que estamos recebendo.

E sabem quem assinou o documento que legitimou essa doação? Os mesmos que assinaram com o Banco a promessa não cumprida de melhorar nossos benefícios como representantes dessas Entidades, mais os Eleitos da PREVI:

CONTRAF-CUT
ANABB
AAFBB
FAABB

Agora atentem para um detalhe: eles foram capazes dessa desastrosa façanha atuando como simples palpiteiros, sem autorização formal de nenhum dos participantes do Fundo, portanto, avaliem se colocarmos qualquer um deles na direção da PREVI. O que mais será doado? 

E esse risco nós corremos, pois alguns dirigentes dessas Entidades - que se arvoraram no direito à doação - estão distribuídos por diversas Chapas em disputa na Eleição PREVI/2012, juntamente com outros indicados por elas.

O perigo é real, pois, como simples candidatos já ameaçam acabar com o BET em vigor, imagine se forem eleitos!

Para afastar em definitivo essa possibilidade, antes de votar conheçam as chapas concorrentes e eliminem as que contenham esses personagens. Só não precisam procurar na CHAPA 5 – SEMENTE DA UNIÃO, porque lá não tem ninguém dessas listas.

Esta chapa não contém traidores. Nem profissionais do voto.

E é nela que vou votar.

CHAPA 5 - SEMENTE DA UNIÃO – uma chapa limpa! 

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR), 18 de maio de 2012. 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

As siglas do mal



 Caros Colegas,

Se quisermos sobreviver às catástrofes anunciadas pelos arautos do apocalipse, temos que acordar para a triste realidade que eles nos impingem. Porque tudo de ruim pode acontecer se nos conformarmos com o que existe e deixarmos nossos destinos em suas mãos impuras.  Dessas que levantam bandeiras acostumadas a ganhar guerras sem enfrentar batalhas - por falta de oponentes à altura.

Como uma hoste de bárbaros predadores, estamos diante de um rolo compressor de maléficos personagens de braços dados marchando a nos pisotear sem dó nem piedade. No caminho que deveria nos levar à liberdade, ressoam passos cadenciados em colunas de falsos líderes empunhando cartazes e soletrando palavras de ordem subversivas. A Sede da PREVI está prestes a sofrer a pior invasão que poderia conhecer se alguns desses elementos conseguirem atravessar nossa barricada. Somos um pequeno grupo de aguerridos defensores da dignidade e do pouco futuro como forma de vida que temos pela frente. Mas formamos o que há de mais lídimo e puro para defender os interesses dos fracos e vilipendiados dependentes da proteção daquela fortaleza conspurcada, prestes a mudar de mãos.

Nós somos a Chapa 5 – Semente da União e representamos o último baluarte a fazer frente aos pelotões destruidores que carregam lábaros encimados por siglas amedrontadoras, como Contraf-CUT, ANABB, AAFBB, FAABB, PT, BB estampando caras com  sorrisos debochados maquiando cabeças cheias de egoísmos e sede de poder, entoando cânticos de louvor aos algarismos sequenciais das chapas que devemos repudiar e que são os números 1, 2, 3, 4 e 6, representativos do que não nos serve para dirigir a PREVI.

Nelas todos se dizem experientes enaltecendo passagens inglórias por cargos e sinecuras onde somente se aproveitaram da boa fé dos que neles votaram. Quando sabemos que a base de toda experiência de que necessitamos vem do trabalho efetivo prestado ao longo de anos a serviço do engrandecimento do País através do Banco do Brasil. Quem lá trabalhou de fato pode nos representar condignamente. Mas quem por ele passou usando-o como trampolim para amealhar prestígio e dinheiro em outras paragens nada tem a nos oferecer em termos de representatividade.

Precisamos de gente igual a nós aposentados e pensionistas, carentes de recursos e necessitados de amparo para sobrevivermos com a única fonte de recursos vinda da previdência social – pública e privada.

Somente na Chapa 5, Semente da União, encontramos um grupo em que ninguém tem emprego à custa de Associações, Sindicatos, Empresas Participadas ou nomeações políticas. Porque todos remam no barco em que nós fomos dispostos como dependentes da PREVI/INSS – e de mais nenhuma outra fonte de recursos. Esses conhecem as nossas agruras porque têm as mesmas necessidades. E lutando por eles estarão lutando por todos nós.

Também por isso empresto o meu nome como um dos seus seguidores, e a quem darei conscientemente o meu voto para dirigir o Fundo garantidor dos nossos últimos dias.

À frente deles engrosso o contingente que se postará solidamente com disposição de lutar até as últimas consequências, pois sabemos que nossa vitória terá um duplo e heroico sentido: expulsar os infiltrados que já adentraram nossos muros e rechaçar a tentativa de invasão espúria articulada pelas outras chapas, representativas do mal que nos castiga.

A melhor de todas as batalhas de que jamais participamos tem data certa para começar. É o dia 18 de maio de 2012. E nela a única mutilação a que estaremos sujeitos diz respeito à incerteza de desfrutarmos uma velhice digna. Por isso devemos nos postar com esperança de vencer o injusto e desigual poderio dos nossos oponentes, com altivez e disposição formando o exército dos fracos e oprimidos lutando contra as forças do mal.

Se nós não temos dinheiro para arregimentar votos ao modo deles, temos o conjunto que está sendo formado pelo trabalho de convencimento esclarecedor, executado por centenas de abnegados defensores da verdade, da justiça e da honestidade de propósitos. E não o oposto coordenado por meia dúzia de afortunados apadrinhados pelos grandes e predadores Organismos, entre eles o próprio Governo pela mão do patrocinador Banco do Brasil.

Portanto, vamos todos comparecer às urnas com a mais poderosa arma capaz de derrubar títeres e falsos líderes.

E entoando o hino da Liberdade de Geraldo Vandré, façamos a nossa parte votando na Chapa 5 - Semente da União.


Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer.


Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...

Marcos Cordeiro de Andrade - Curitiba (PR), 16 de maio de 2012.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Cabotino famoso



Caros Colegas,

Escudado no anonimato, provavelmente por modéstia, um ilustre desconhecido buscou a fama por conta da frase que escrevi no post acima:

“Validado ou não, esse nhém, nhém, nhém constante soa como choro de criança birrenta que não quer fazer o dever de casa”.

 Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Eleitor incrédulo":

Marcos Lobo (99%) Cordeiro (1%).

O professor Sacconi leciona este tema da seguinte forma:“dever" ou “deveres” de casa,na pág. 328, da Novíssima Gramática Ilustrada Sacconi, quadro 12, com excelente didática, ilustrando a sua explicação, com o exíguo exemplo: “Devo fazer meu DEVER sozinho ou acompanhado? Procure fazer sempre SEUS DEVERES sozinho. Tarefas escolares são DEVERES, sempre no plural, e não simplesmente DEVER”.A sua biografia dispensa comentários e não é possível que uma mente iluminada, de raro talento, elevado saber e borbulhante cultura tenha minhoca ou minhocas na cabeça, ainda que seja no sentido figurado, derramando ironias e deboches inconsequentes.Ninguém sabe tudo e nem é obrigado a saber tudo. Contudo, o homem só alcança a sabedoria quando admite a ignorância, especialmente os autodidatas. Os neurastênicos, com os nervos sempre a flor da pele, ao invés de minhocas, podem ter nos seus cérebros, algo pior, como a Taenia Solium ou a Taenia Saginata, que são capazes de causar desequilíbrios mentais e atos destemperados em pessoas que, por motivos banais, irrelevantes, saem atirando pedras e dando tiros para todos os lados, por conta de um comentário inofensivo acerca de um texto. Bravatas e murros na mesa, sem razão convincente, é coisa que beira às raias da demência ou, no mínimo, da senilidade.
Nunca esquecer que os escritores têm licença poética para, nos seus livros e obras, não serem compelidos a seguirem à risca as regras gramaticais, daí nos depararmos com frases erigidas sob a égide dessa prerrogativa, estando plenamente livres para exercerem as suas criatividades, dando vazão aos versos e prosas.

Biografia:

Luiz Antonio Sacconi é professor de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), gramático e lexicógrafo brasileiro, um dos mais conceituados do país, autor de mais de setenta obras, entre as quais Nossa Gramática Completa (32.ª edição), Novíssima Gramática Ilustrada (24.ª edição), Não erre mais! (31.ª edição), Míni Sacconi (12.ª edição), Grande Dicionário Sacconi da Língua Portuguesa, o primeiro dicionário comentado e crítico da língua portuguesa; Corrija-se! de A a Z (2.ª edição), Gramática para todos os cursos e concursos (4.ª edição), Português mais fácil - minigramática Sacconi (2.ª edição), "Gramática básica" (2.ª edição) e Guia Ortográfico e Ortofônico. O "Grande Dicionário", depois de um mês do seu lançamento, já era sucesso em todo o país.

Postado por Anônimo no blog Previ Plano 1 em 14 de maio de 2012 22:25



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Resposta condizente

Caro anônimo das 22:25 de ontem.

Agradeço pela aula gratuita que o fez dedicar três dias de sua utilíssima vida em pesquisas para escrever o esclarecedor texto. Isto porque o meu comentário que suscitou sua presente verborreia foi feito no dia 11/05/12 às 12:51, registrado acima.

Em reconhecimento à laboriosa e extenuante tarefa e ao bem intencionado propósito de trazer luz à conhecida ignorância gramatical que me acomete, recomendo aprofundar-se no estudo da Teníase lendo “Parasitologia Humana” do Professor David Pereira Neves. Depois disso, ficará inteirado do tamanho do elogio que fez ao meu cérebro ao condená-lo a abrigar um parasita que pode alcançar dez metros de comprimento.

Somente lamento não dispor de tempo ocioso igual ao seu para dar resposta à altura dos seus elevados conhecimentos. Mas não foi preciso ir longe, me bastando uma rápida consulta ao Almanaque Capivarol, minha enciclopédia de cabeceira, para saber o que é Taenia.

Outra lástima é não dispormos da sua identidade para grafar seu nome em trabalhadas letras. Mas, fazer o que se teimo em dar vez a anônimos renitentes?

Mas não há de ser nada e sempre que quiser alguns minutos de fama, mesmo como anônimo, pode voltar que a casa também o acolhe, pois precisamos da sua cultura para abrilhantar os comentários que andam meio carentes de sabedoria.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade.

Curitiba (PR), 15 de maio de 2012.









terça-feira, 8 de maio de 2012

Eleitor incrédulo



Caros Colegas.

1962. Há exatos 50 anos entrei na vida da PREVI. No dia 15 de maio daquele ano, ao tomar posse no Banco do Brasil como concursado tive um dia cheio de tarefas protocolares a cumprir. Entre a apresentação ao contador, subgerente à época, e o final do expediente, fui submetido ao juramento à CIC, saudável e saudoso trote, e assinatura de vários papéis, dois dos quais considero os mais importantes contratos da minha vida: as propostas de adesão à CASSI e à PREVI. E mais um terceiro, que até agora somente me serviu para mostrar o caminho do endividamento – a CAPEC, fonte do Empréstimo Simples.

Desde então encarei eleições sucessivas para escolha de Dirigentes da PREVI por toda essa metade de século. No início, e até certo ponto, acompanhando o voto dos veteranos sem muita convicção do que fazia, por inexperiência e desconhecimento de causa. Depois, mordendo o cabresto, adquiri vontade própria e passei a votar conscientemente e, posso dizer, sem desperdiçar nenhuma escolha.

Mas veio o tempo de mudanças em que votar deixou de ser sinônimo de vontade para se transformar em necessidade. E ai o bicho pegou. Foi a partir de quando a ganância se apossou das duas partes envolvidas nessas eleições. E até hoje tanto votado como votantes engalfinham-se na luta pelo poder. De um lado, o objeto foi dominado pela voraz fome de divisas do Patrocinador. Do outro, a gana com que os eletivos se digladiam na busca do voto – e de empregos - torna a disputa num ato nojento.

Muito se diz que os Eleitos da PREVI não têm poder de mando, nada decidem e, consequentemente, nada fazem. A desculpa é que foi abolida a figura do corpo social, alijado da necessidade de ser consultado para aprovação – ou negação – de mudanças vitais. Somado a isso nos empurram o voto de qualidade como justificativa para a subserviência condenável.

Validado ou não, esse nhém, nhém, nhém constante soa como choro de criança birrenta que não quer fazer o dever de casa. Mesmo impedidos de peitar os seus patrões os eleitos não são forçados a permanecer no cargo. Nem têm mordaças impostas à força. Todavia, com essas desculpas se apegam aos cargos como rêmoras comensais trocando convenientes gentilezas, e como vacas de presépio permanecem a concordar com tudo. Nisso justificando assertivas: eu te limpo o dorso e me dás comida; mantenho-me calado e garanto meu gordo salário extra. E assim nada fazem. E não gritam. Nem sussurram sequer. Nem ao menos movem uma palha, pois se para o amo está bom assim, para eles melhor ainda com a garantia de um fim de velhice tranquila, de burra cheia, à custa dos “seus eleitores”.

No momento estamos no olho do furacão de mais uma eleição, pródiga de chapas concorrentes a nos atormentar o sossego. No saudoso ano de 1962 comecei a jornada com chapas únicas, apresentadas pelo bom senso, depois duplas, para contemplar escolhas. E foram aumentando em número pela necessidade de satisfazer políticas e politicagens. Hoje já são seis na disputa. Também para nada fazer, será?

Provavelmente sim, respondo, pois as pífias plataformas apresentadas seguem sempre a mesma linha. Só se vê promessas. Promessas e mais promessas antecedidas da condicional SE. Se eu for eleito farei isso e aquilo. Se nossa chapa vencer, faremos mudanças. Se continuarmos mandando a coisa vai melhorar. Se entrarmos, limparemos a casa. E tudo será maravilhoso.

Assim sendo, votem todos com a certeza de que estarão lhes dando o bem bom. E que continuarão sendo ludibriados pelos que elegerem. Pois a experiência nos diz que eles seguirão a mesma postura de serviçais que entram magricelas na casa do patrão e saem pançudos, bem nutridos da mesa farta depois de cumprir as tarefas corriqueiras e simples – manter a mansão em ordem e polir a prataria e os cristais com o uso diário das mordomias alimentadas. Mas sem tirar nada do lugar porque o patrão é cioso conservador e não permite mudanças. Mas entrem, cumpram direitinho o seu mandato que, ao sair, terão estendido à porta o tapete vermelho das sinecuras ofertadas pelo bom comportamento – por não terem bulido nos mimos do patrão. Deixando a casa pronta para receber os magricelas da hora que virão ser cevados no chiqueiro de luxo.

Mas desta feita o meu voto não terão. A não ser que alguém mude o discurso. Para fazer jus à minha escolha será preciso algo mais que simples promessas - quero certezas. E não exijo muito. Basta que uma meia dúzia de seis se una e mostre coragem de gritar. De cobrar. De exigir. De ser capaz de me convencer que, de fato, podem e querem fazer. E que farão.

É suficiente que se perfilem em manifesto contundente exigindo, já agora, postura comportamental independente dos que saem. Digam-lhes o que querem que façam ainda nos cargos ocupados porque há tempo.  Disponham o rosário de necessidades prementes a ser amparadas e que são muitas. Mas podem começar com as mais elementares: a resolução do endividamento opressivo dos aposentados e pensionistas; o realinhamento do Plano Um; a reforma do estatuto; a troca do índice de reajuste para um mais condizente com a realidade inflacionária; a reposição das perdas dos benefícios; o enquadramento da CARIM com tratamento humano aos seus mutuários; a uniformidade de tratamento aos assistidos; a elevação do percentual do benefício das pensionistas; atendimento justo aos Pedevistas e outros aviltados; a reparação isonômica da destinação do “renda certa”; o atendimento aos pleitos judiciais, etc. etc. e etc.

Se essa declaração conjunta vier de qualquer das chapas oposicionistas terá o meu voto. E, com absoluta certeza, dos milhares de insatisfeitos com o que hoje existe o que, obviamente, lhe dará a vitória. Mas há uma condição. Que no rodapé do manifesto conste o compromisso de que, se até a metade do mandato as promessas de campanha não forem cumpridas todos renunciarão aos cargos, juntamente com seus suplentes para proporcionar novas eleições que lhes dê substitutos honrados, como não conseguiram ser.

Assim, darei nome à chapa a merecer o meu envelhecido e exigente voto. Caso contrário, esqueçam, pois, como se diz na minha terra, quem quiser ser grande sem trabalhar que nasça em paul.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR), 08 de maio de 2012.

sábado, 5 de maio de 2012

AÇÕES DA AAPPREVI – Relatório



Caros Colegas,

Está disponível o Relatório do andamento das Ações Renda Certa e Cesta Alimentação a cargo do Dr. José Tadeu de Almeida Brito.

Nesse documento, datado do último dia 03 e registrado no site da AAPPREVI, estão minuciosamente informados os trâmites envolvendo os cinco lotes de cada uma das Ações Renda Certa e Cesta Alimentação:


Lembramos que além dessas Ações a AAPPREVI patrocina para os seus sócios mais CINCO demandas judiciais, sem cobrar despesas adicionais à mensalidade de R$ 10,00.

A participação está isenta da cobrança de taxas e comissões, bem como não há exigência de contratos e termos de compromisso. Isto porque a AAPPREVI arca com as despesas inerentes, inclusive honorários advocatícios e custas judiciais, tudo de acordo com as normas e tabelas da OAB e do Judiciário.

No momento são sete as ações em andamento:

- Renda Certa – 6º lote
- Cesta Alimentação – 6º lote
- RMI (Renda Mensal Inicial – PREVI) – 6º lote
- IR – 1/3 PREVI (Bitributação) – 6º lote
- Índices de reajustes 95/96 – 3º lote
- 100% para pensionistas – 3º lote
- Vale (ajuda) Alimentação – 2º lote

Os lotes são formados sequencialmente após cada ajuizamento. Logo, todas as Ações comportam novas adesões. Na página Assessoria Jurídica do site da AAPPREVI estão delineados os fundamentos jurídicos e enquadramentos, onde constam informações acerca de quem tem direito, documentos necessários, modo de coletá-los e forma de envio. A Associação não ajuíza ações coletivas para evitar litispendência e a adesão se caracteriza com a filiação do interessado e remessa da documentação pertinente para cada Ação proposta.


Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo

José Gilvan Pereira Rebouças
Vice Presidente Financeiro

Curitiba (PR), 05 de maio de 2012. 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Trama mentirosa


Caros Colegas,

Até quando teremos que conviver com criadores de fantasmas? Por que os intocáveis donos do poder acham que devemos ser tratados como velhos imbecilizados e com total falta de respeito?  

Pela lucidez que carregamos trazida do Banco do Brasil, berço que embalou a criação da nossa capacidade de discernimento, certos ícones de barro deveriam pensar mil vezes antes de tentar nos impingir falsas verdades.

Todavia, nos conforta contar com este espaço onde gente de bem pode rebater alarmes falsos, como o faz agora o Colega Edison de Bem.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade.

Curitiba (PR), 04 de maio de 2012.
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RETIRADA DE PATROCÍNIO

Por Edison de Bem

Colegas, companheiros de luta e amigos,

A CHAPA - 5 - SEMENTE DA UNIÃO tem recebido inúmeras consultas de colegas, companheiros e amigos, preocupados com a possível criação de uma RESOLUÇÃO do CNPC que proporcionaria oportunidade ao Banco do Brasil de retirar seu patrocínio da PREVI.

Inicialmente, cumpre-nos esclarecer que esta legislação já existe desde 1988 e sendo assim o BB, se quisesse, poderia ter solicitado o final de sua parceria com a PREVI há muito tempo.

O que ocorre, no momento, é uma revisão, para substituição desta norma "caduca", por uma Resolução mais completa, que permita ao Órgão responsável amparar suas decisões com maior segurança.

Pelo que se pode ver, a norma quer evitar erros de condução em processos de retirada de patrocínio, para que eventuais beneficiários prejudicados, não venham a exigir do Governo cobertura de seus benefícios. Cite-se, por exemplo, AEROS e AERUS.

Mais uma vez, parece que fomos induzidos a ver "fantasmas". Transformaram simples atualização da legislação, dirigida a todos os planos, em norma especialmente focando PREVI/BB. Parece que só nós existimos neste universo da previdência privada.

É necessário salientar que a retirada de patrocínio é ato comum nas demais empresas de menos porte, acontece normalmente, sem traumas.

Já no caso BB/PREVI, não só pelo gigantismo da operação, complicações com a bolsa de valores, o Governo estaria abrindo mão de inestimável instrumento de investimento, sem falar no enorme impacto para o PT e sua política anti-privatizacionista.

Como está colocada, a nova Resolução preserva todos os direitos dos beneficiários, exigindo do patrocinador, antecipadamente, todos os acertos de conta com o patrocinado e seus beneficiários. Claro que isto não serve ao BB.

Para finalizar isto - uma opinião pessoal - só acredito em divórcio do BB com a PREVI se o Governo do PT estiver pensando em privatizar o Banco. Para isso, sabe-se que existe formal exigência dos interessados (desde FHC) de que o BB fique livre dos apêndices PREVI e CASSI.

Vamos manter a calma e focar nossas atenções nas eleições PREVI, de 18 a 29/5, levando a CHAPA - 5 - SEMENTE DA UNIÃO à vitória, para acabar com a manipulação de notícias, com a mentira e enganação que sempre prosperou em nosso, meio graças aos eternos donos do poder.

VOTE CERTO, VOTE CONSCIENTE, VOTE EM QUEM PROCURA A VERDADE. CHAPA 5 - SEMENTE DA UNIÃO.
Edison de Bem e Silva
Curitiba (PR), 04 de maio de 2012.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Fez-se a Luz

Caros Colegas,

Enfim uma boa notícia. O Banco do Brasil acena com a possibilidade de resolver a constrangedora situação de endividados atrelados às suas linhas de crédito, conforme Nota divulgada ontem, dia 02/03/2012.

Prezados Senhores,

A partir desta quarta, 2, o Banco do Brasil lança o Programa de Reestruturação de Dívidas de Aposentados e Pensionistas do BB. A novidade permitirá que os antigos colaboradores possam repactuar suas operações de crédito em condições diferenciadas.

A primeira opção para equacionamento de dívidas é o BB Crédito Reescalonamento Funci. Ela é válida para operações vincendas e vencidas, e permite o parcelamento em até 96 meses, podendo ser contratada pela Internet ou pelo Terminal de Auto Atendimento.

A segunda opção é o BB Crédito Renegociação Funci, destinado àqueles que possuam pelo menos uma operação vencida há mais de 60 dias. Esta linha oferece vantagens que facilitam a negociação, a exemplo do alongamento do prazo e da redução de juros. Possibilita, ainda, em determinadas circunstâncias, o recálculo das operações pelo Índice de Reajuste da Poupança + 1% a.m..

Além desses atrativos, aposentados ou pensionistas do BB que possuem endividamento de até R$ 200 mil, podem contratar a renegociação na sua agência de relacionamento. Desse montante para cima, a operação é conduzida pela Gerência de Reestruturação de Ativos Operacionais - Gerat, dependência especialista em renegociação de operações.

Importante lembrar que a utilização da linha de renegociação implica no cancelamento dos limites de crédito. Os interessados podem informar-se a respeito falando com o seu gerente de relacionamento, diretamente em uma agência do Banco do Brasil.

Pedimos divulgar o teor desta mensagem aos seus associados.

Cordiais saudações.

Carlos Eduardo Leal Neri

Diretoria de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas.

Fonte: Site FENABB

Marcos Cordeiro de Andrade - Curitiba (PR), 03 de maio de 2012.