segunda-feira, 1 de abril de 2013

AAPPREVI na reunião da PREVI


Caros Colegas,
 
Eis o relato do Assessor Jurídico da AAPPREVI, Colega Raul Lima de Avellar e Almeida, acerca da Reunião promovida pela PREVI hoje, dia 01/04, para divulgação do resultado financeiro do exercício de 2.012.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade

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Presidente Marcos

Compareci hoje à prestação de contas da PREVI 2012, na sede da AABB-Rio.

O novo presidente, Dan Conrado, me pareceu menos "esperto" que o Sérgio
Rosas e mais "intelectual".

O atual patrimônio da Previ é de 166,6 bilhões de reais, mas o superavit do
exercício foi de l bilhão - o que no dizer do diretor Marcel - não dá nem para
prorrogar a suspensão das contribuições que, para os 3 anos, precisaria ser
de 2,1 bilhões. Acrescentou que estão estudando criar uma "Previ-Família"
(sei lá o que poderia ser isso), mas não tem nada, ainda, resolvido. Parece
que querem empurrar com a barriga para o ano que vem, esperando uma
melhoria no que tange aos ativos variáveis.

Foi dito, ainda que as despesas ordinárias da Previ montam a R$341,00 por
funcionário assistido, o que não seria muito pois 550 dos 600 funcionários em
exercício na Previ são oriundos do Banco do Brasil, que ganham bem, e que
a Previ reembolsa o Banco desta despesa - que corresponde a 55% do total -
sendo os demais 45%, distribuídos entre despesas advocatícias, investimento
em tecnologia de informação (TI), etc.

Foi declarado que não há estudos na Previ sobre o Trem-Bala e investimentos
por mais de 30 anos não fazem parte dos planos da atual Diretoria. Os índices
para o aumento de janeiro ainda estão no Minist.Fazenda e que se não forem
divulgados até início de maio, ficará tudo para o acerto anual em junho.

No que tange à diminuição da Reserva de Contingência de 25% para 15% a
Previ cumprirá a lei a risca e o Presidente, como o é também do Conselho da
Vale avisou que esta encontrou um outro Carajás e suas ações tenderão a
subir novamente. Finalmente, foi dito que acordo com o Banco do Brasil foi
fechado em dezembro, resolvendo de vez a questão pendente com as parcelas
dos pré-67, que não estavam sendo reembolsadas.

No caso do BET, embora tenha deixado claro que o T é de Temporário, eles
tudo farão para que os aposentados não percam os 20% em 2014.

Raul Avellar


7 comentários:

Marcos Cordeiro de Andrade disse...


Recebido da PREVI:

CONVITE


MARCOS CORDEIRO DE ANDRADE



Na segunda-feira, dia 08/04, às 16h, a Diretoria Executiva da PREVI apresenta um balanço dos principais acontecimentos e os resultados alcançados no ano passado. Ao final da apresentação, a Diretoria responderá a perguntas enviadas pelos internautas.

Acompanhe, ao vivo, a transmissão da apresentação
via internet pelo site: www.previ.com.br.

Data: 08/04/2013
Horário: 16h



Site: www.previ.com.br
Central de Atendimento: 0800 729 0505

MM disse...

Boa Tarde Marcos Cordeiro!

Imagino este convite de muita importancia. Fando com a Cleide Fernandes, ja esta sendo liberado
nas redes. Muito obrigada.
Meu eterno carinho e admiração.

Marisa Moreira

Marcos Cordeiro de Andrade disse...

Do Jornal Agora São Paulo.

05/04/2013
Caixa e Banco do Brasil terão crédito para idosos viajarem
Juliano Moreira
do Agora

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil começarão, em maio, a oferecer crédito com juros menores e financiamentos mais longos para os turistas que participarem do programa Viaja Mais Melhor Idade, do Ministério do Turismo.
Suspenso desde o final de 2010, o sistema tem preços menores de pacotes e passagens para os viajantes com idade acima de 60 anos.
A segunda fase do Viaja Mais, que será lançada, ampliará a rede de destinos e poderá incluir aposentados e pensionistas com idade inferior a 60 anos entre os seus beneficiários.

rafael campagnoli disse...

Apresentações anuais da Previ: colegas, já disse outros anos e repito que me sinto muito mal, aumenta minha depressão pós-aposentadoria ler ou assisti-las.
Falam de números mirabolantes e a gente fica como aquele rato do desenho animado vendo a Lua e pensando que é um queijo enorme ...Pura ilusão. Aí vem aqueles diretores e representantes com os "não" e "não" de sempre ... frustrante demais. Rafael A Campagnoli

Blog do Ed disse...

Colega Campagnoli
Você descreveu exatamente a sensação de quem assiste a essa difusão do conhecimento dos resultados anuais da PREVI!...
Edgardo Amorim Rego

Alan disse...

CASSI COM ROMBO

Correio Braziliense - Com um rombo de R$ 145 milhões, Cassi e Assefaz deixam em alerta a ANS. Segurados devem arcar com o prejuízo. Em crise semelhante, a Geap está sob intervenção

Convênios médicos de funcionários do Banco do Brasil e do Ministério da Fazenda entram no vermelho e acendem o sinal de alerta da ANS. Há duas semanas, a Geap sofreu intervenção ao pôr em risco o atendimento a 625 mil associados

. As contas da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) e da Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda (Assefaz) fecharam o ano passado com buracos preocupantes no caixa.

A Cassi, com 855 mil beneficiários, entregou balanço com deficit de R$ 107,6 milhões, depois de cinco anos de superavit. O resultado da Assefaz, que atende 96,3 mil servidores e dependentes, foi proporcionalmente muito pior: a fundação encerrou o ano com rombo de R$ 37,2 milhões, o equivalente a um terço do registrado pela operadora do Banco do Brasil, que tem quase 10 vezes mais usuários atendidos. O último deficit da entidade dos servidores da Fazenda, de R$ 15,2 milhões, havia sido registrado em 2008.

As duas empresas em questão, além da Geap, fazem parte do grupo de operadoras de autogestão, sem fins lucrativos, administradas por representantes dos próprios beneficiários. São mantidas com recursos repassados pelo empregador e por meio das mensalidades pagas pelos funcionários. A maioria dessas 214 operadoras em funcionamento no Brasil é composta de servidores e trabalhadores de empresas com capital público.

Para cobrir os buracos de 2012, a Cassi e a Assefaz recorreram às reservas técnicas, ou seja, ao que conseguiram poupar nos últimos anos. Significa que, por enquanto, elas têm condições de honrar os compromissos com o atendimento médico dos beneficiários. Para não chegar, porém, à situação dramática de falta de dinheiro em caixa, a conta será, de imediato, repartida entre os associados. Este ano, o reajuste das mensalidades das duas operadoras será bem acima da média esperada, de 8% a 10%, para o mercado em geral.

O aumento tentará evitar rombo ainda maiores e, consequentemente, a intervenção da ANS por problemas técnico-financeiros — o chamado regime de direção fiscal, em que um profissional indicado pelo órgão regulador passa a acompanhar a gestão da empresa. A medida é adotada pela agência quando são detectadas “anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves, que coloquem em risco a continuidade do atendimento à saúde”. Quase sempre, trata-se de problemas na administração dos recursos dos participantes.

Preocupação

Tanto a Cassi quanto a Assefaz atribuem os maus resultados de 2012 ao aumento das despesas com atendimento médico-hospitalar dos beneficiários, para atender recomendações da ANS, de ampliação das coberturas. Culpam, ainda, a remodelagem de planos, também por ordem do órgão regulador, o que teria impactado negativamente as receitas. A agência, no entanto, sempre fixa prazo elástico, algumas vezes prorrogado, para que o mercado se adapte às mudanças da legislação, antes que novas regras entrem em vigor.

O fato é que somente após o deficit bater à porta, as duas operadoras tomaram a iniciativa de reduzir custos administrativos. Dados do balanço da Assefaz mostram que a entidade gastou, em 2012, R$ 79,1 milhões com funcionários, sistemas informatizados e manutenção de unidades de atendimentos espalhadas pelo país.

O total equivale a 19% das receitas, índice considerado elevado por especialistas. No mesmo período, a Cassi comprometeu, com despesas administrativas, 9,4% do arrecadado. Fundações bem administradas trabalham com taxas em torno de 7%. A instituição dos funcionários do Banco do Brasil começou a cortar gastos ao longo de 2012. A Assefaz adotou medidas de contenção somente em dezembro, aplicadas a partir de janeiro deste ano. Procuradas pelo Correio, Cassi e Assefaz não quiseram se pronunciar oficialmente.

Alan rj

rafael campagnoli disse...

Cassi: mais uma sensação ruim que nem imaginava viver ... depois de 32 anos contribuindo para a Cassi, a gente se aposenta e tem queda de rendimentos, depressão, etc., daí vai procurar psicólogo credenciado e é mais um calvário: profissionais insatisfeitos, se descredenciando em massa ... Rafael A Campagnoli