domingo, 15 de novembro de 2009

Superávit - O nó górdio!

Caros colegas.

Proposta para distribuição do superávit.

- É sabido por todos que os recursos somente estarão disponíveis para divisão entre os destinatários regulamentares depois de superadas as barreiras impeditivas existentes. E que essas barreiras só podem ser eliminadas por interferência do Banco do Brasil e da PREVI - em conjunto ou separadamente. Os participantes não têm poder real para tal e, neste particular, caberia ao Banco e a Previ administrar os meios para alcançar a viabilidade de liberação, convocando os elementos responsáveis por óbices interpostos. Ato contínuo, percorrer os trâmites para disponibilizar os recursos existentes.
- No momento o merecimento está sendo pleiteado por dois lados: Banco do Brasil e Participantes do Plano de Benefícios 1, da Previ. O que equivale a dizer que o montante deveria ser dividido em 2 partes iguais para contemplar os interessados (segundo entendimento do Banco), sem entrar no mérito do merecimento.
- Há unanimidade na aceitação de que metade desse montante pertence aos participantes. Porque neste ponto concordam BB/PREVI/Participantes.
- Uma vez alcançada a viabilidade para distribuição, destinar-se-ia prontamente aos participantes os 50% que contam com a concordância unânime entre as partes.
A outra metade seria aportada em um fundo, destinado à distribuição futura quando for alcançado o consenso.
- Seguindo este raciocínio, tornar-se-ia desnecessária a participação de uma terceira força para alimentar discussões no momento (além da PREVI/BB). Essas discussões seriam inócuas porque a Previ tem instrumentos para efetuar a distribuição sem interferências externas, bastando usar o bom senso calcado na regulamentação específica.
- Isto é, respeitar os critérios para distribuição de forma igualitária, contemplando TODOS os participantes à luz dos direitos adquiridos, indistintamente. Assim sendo, estaria zerada metade do total disponível para distribuição.
- Restaria a outra metade do superávit, que é pleiteada pelo Banco. Como não há unanimidade, essa outra metade seria objeto de discussão posterior quanto aos direitos de uso, para complementar a distribuição.
- Futuramente, enquanto não se chegue a esse consenso, aplicar-se-ia a mesma fórmula atualmente proposta.

RESUMO:

1) Distribuição imediata de 50% do montante entre os Participantes;
2) Discussão para distribuição do restante, após apurada a legitimidade.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 15/11/2009.

sábado, 14 de novembro de 2009

O Veterinário

Caros colegas.

Noite passada, sexta-feira, quando assistia na TV ao jogo em que o Vasco se sagraria campeão da série B, tive a atenção desviada para os sons de um atropelamento; barulho de freada brusca seguido de um baque surdo. Um cão fora atingido por veículo que continuou sua marcha após o acidente, deixando o animal jogado debaixo de carro estacionado junto ao meio fio, mas com a cabeça perigosamente à mercê do trânsito intenso. Ele sangrava, aparentando impossibilidade de mover-se com desenvoltura. Era grande, preto e diria até que tinha ares de ferocidade. Mas seus olhos tristes pediam socorro parecendo entender que as pessoas comuns são piedosas. Entendi a súplica.
Enquanto meu filho desviava o trânsito com auxílio de um triângulo sinalizador, corri ao telefone para tentar alguma coisa. Com ajuda do Google, no computador, e o telefone do lado, fiz chamadas seguidas para 8 veterinárias da Cidade. Umas próximas, outras nem tanto. Isto depois de ligar para o dono da clínica que cuida dos meus animais, mas que não pôde atender – estava longe e não sabia quem indicar. Das veterinárias contatadas duas não atenderam, os números haviam mudado; 5 deram desculpas (as mais inaceitáveis possíveis), sendo que a todas historiei o caso pedindo atendimento domiciliar de urgência com a informação de que arcaria com as despesas, me identificando, etc. e tal. Apenas uma, no meu bairro, bem próxima, se prontificou a prestar o socorro mandando equipe motorizada. Foi-me dado um prazo de 20 minutos, isto depois de conseguir com o atendente o celular da veterinária que passou as ordens para a clínica e, também, depois de responder às muitas perguntas de praxe: situação do cão, localização, meus dados, forma de pagamento, etc.
Menos ansioso, mas preocupado porque minha mulher chorava, fui fazer companhia ao meu filho que, ao lado da namorada, velava pelo sofrimento do bicho, sob os olhares indiferentes dos freqüentadores da cantina do outro lado da rua. Não todos, porque um veio se solidarizar e colocou seu carro em posição que ajudava à defesa, juntamente com o triângulo. Ele também tem animais domésticos, informou.
55 minutos depois voltei a perguntar pelo atendimento prometido e do outro lado da linha veio a informação:
- O motorista foi chamado mais ainda não chegou, não dá para trazer o animal para ser atendido na Clínica?
- Agora não dá mais amigo, o cão morreu!
A esta altura o Vasco já era campeão e não tínhamos visto um bom espetáculo, o que nos teria dado alegria.
E a tristeza tomou conta do resto da nossa noite.
Agora, pergunto: para que o médico veterinário faz o Juramento de Hipócrates?
Será que é daí que nasce a hipocrisia?

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR). 14/11/2009.

Ato Falho!

Caros colegas.

- Eis a transcrição da mensagem enviada às Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil pela FAABB - Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil:

“Às
Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil

Sr Presidente

A COMISSÃO FAABB que vossa senhoria ajudou a eleger no ultimo dia 25 de setembro, na Reunião em Brasília, está ultimando nossos argumentos para levar ao Vice-Presidente do BB e Presid do Deliberativo da Previ, Dr Robson Rocha, nossas expectativas e esperanças. Dr Robson nos comunicou que nos receberá em seu Gabinete, no próximo dia 23 de novembro.

Devemos ressaltar que lá estaremos de coração aberto, cheios de expectativas, mas absolutamente conscientes da dificuldade de qualquer negociação com o Banco do Brasil. Sabemos que por mais que o Vice-Presidente esteja revestido de boa vontade, seu poder de decisão tem limites e consideramos que a abertura para a representação dos Aposentados e Pensionistas em qualquer mesa de negociação que venha a ser formada é um grande avanço, jamais conseguido antes.

Desse encontro, marco inaugural de uma nova maneira de relacionarmos com o Patrocinador e a PREVI, desta vez mais franca, transparente e honesta, daremos notícias oportunamente.

Isa Musa de Noronha
Presidente”

- Toda carta procura guardar em seu fecho a síntese dos seus propósitos, com o emprego de palavras apropriadas para dar credibilidade à idéia contida.
- Nesta que aqui está o autor não fugiu à regra e deu seu recado a contento.

“Desse encontro, marco inaugural de uma nova maneira de relacionarmos com o Patrocinador e a Previ, DESTA VEZ mais franca, transparente e honesta, daremos notícias oportunamente.” (o destaque é do blog).

- Aí está a confissão de que a vez anterior não foi transparente nem honesta.
- De se notar que a dona da mensagem representa TODAS as associações de aposentados e pensionistas do Banco do Brasil. O que significa dizer que a FAABB, sozinha, nos representa em nome da totalidade das Associações.
- Depois da porta arrombada é recomendável trocar a fechadura. Questão de bom senso.
- Mas, será que depois de tudo que aconteceu NA VEZ ANTERIOR o Banco e a Previ vão endossar essa representatividade?
Oremos!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 14/11/2009.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Meu perfil

Como poucos, conheci a sala e os porões do Banco do Brasil.
- Assumi em 1962 na cidade de Itabaiana-PB. Depois trabalhei em Piancó-PB e Rio de Janeiro nas agências Centro, Fig. Magalhães e Copacabana, onde me aposentei.
Esse conjunto representa a sala de visitas da Casa que me acolheu e a quem servi com abnegação e dignidade – transitando por uma carreira repleta de cargos comissionados.
- Na década de 80 fui apresentado ao lado obscuro dessa Casa – os seus porões - onde vi e sofri coisas que me provocam pesadelos até os dias de hoje. Ali, por longo tempo sob o jugo do COPRE, sofri tortura moral sob métodos de fazer inveja a Guantánamo.
Instigaram-me ao suicídio – confissão de culpa fácil que não conseguiam obter porque procuravam na pessoa errada. Tranqüilizem-se, para não causar mal estar omito os detalhes.
- Mas nada que um memorando CONFIDENCIAL da presidência não esclarecesse tudo, desfazendo o mal-entendido e me “isentando de suspeitas infundadas”, contendo votos de bom retorno à normalidade do trabalho (do que me vali até a aposentadoria). Simples, não? Guardo-o com carinho como se fora um diploma concedido em homenagem às humilhações sofridas.
- Esse episódio me aprofundou nos conhecimentos da CIC e tudo respeitante às normas da Casa e da vida bancária, estudados para a autodefesa. A aprovação no aprendizado veio com o título de “Defensor Público” outorgado por colegas de várias dependências, que defendi no decorrer de anos. Todos comissionados - ameaçados de degola pelo cometimento (ou não) de falhas apontadas no exercício da profissão. Meu arquivo de salvados de incêndio contém dezenas de nomes de cabeças conservadas no lugar. Nunca perdi uma “causa”. Nem nunca aceitei um único tostão pelos “serviços prestados”. Os nomes e causas devidamente catalogados guardo para deleite próprio, como tributo à vingança – sentimento que carrego por não ser um bom cristão, como gostaria de ser. Eu revido e de tanto dar a cara à tapa vivo de bochecha inchada. Mas não rendo culto à hipocrisia. Esse foi meu primeiro Ulo.
- Apesar de tudo sou grato ao Banco e a Previ pelos vínculos que mantenho com ambos, como aposentado.
- Novamente, na idade do descanso que nunca tive, fui atingido por injustiças e pensei em fundar uma entidade dissociada de todas que existem, e destinada a proteger interesses comuns, sem visar compensações pecuniárias, fama ou poder. Simplesmente queria soltar mais um grito que encontrasse eco. Partindo daí fiz contatos com colegas freqüentadores do blog da Cecília na busca de interessados para compor a direção dessa associação. Na explanação das idéias, em rápidas pinceladas enfatizei que a aceitação implicaria em muito trabalho e nenhum pagamento, pois a mensalidade a ser cobrada teria que ser ínfima o suficiente para cobrir custos indispensáveis. Ninguém topou. E até candidato a emprego surgiu. Desisti. Só agora aparecem alguns bem intencionados e justos. A eles transfiro o sonho que não consegui concretizar. Boa sorte e contem comigo, à distância. Continuarei dormindo com meus pesadelos.
- Vindo do Rio de Janeiro e morador novo em Curitiba me atinge o isolamento providencial ao meu temperamento. E como sou avesso ao ambiente de AABBs, sindicatos e correlatos, ainda não me relaciono com ninguém, aqui. Por isso resolvi encarar o projeto sozinho, abandonando a idéia de associação que soa falso e, com a ajuda do meu filho (publicitário, designer em empresa local – razão de nossa mudança), criamos o Previ Plano 1, que aí está. Não é um brinquedo instalado no quarto de um velho senil. É uma poderosa arma na mão de quem sabe manejá-la.
- Para tocar a empreitada continuo trabalhando sozinho. Aqui em casa, em pequeno espaço e com o concurso de modesto equipamento (PC com 6 anos de uso) me autodefino como um faz-tudo: redator, revisor, comentarista, digitador, pesquisador e tudo o mais necessário para propagar meu grito pelas ondas da internet. Também, apesar de o meu filho ser solteiro e morarmos juntos (filho, mãe e pai - esta é a família) não posso dispor da sua ajuda ao meu bel prazer; ele trabalha dois expedientes para fazer jus à “fortuna” que um começo de carreira proporciona. E apenas o requisito para resolver problemas técnicos, roubando momentos do seu sono nas frias madrugadas de Curitiba.
Creio que o essencial está dito.
Vejamos até onde vou.
- E eis porque sigo com meu ULO!

Marcos Cordeiro de Andrade. Curitiba (PR) – 12/11/2009.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

FORA - PT e suas Musas!

Caros Colegas.

Quem passou procuração para alguém ir buscar nossa parte no superávit? Alguém recebeu na sua casa uma cartinha bonita, com timbre sobre papel caro, dizendo: Confie em mim, vou representar VOCÊ nesta luta?
Não é assim que eles fazem quando querem nosso voto para se eleger? Qual associação tem sua autorização individual e específica para ser seu representante neste assunto? Com que direito essas pessoas, grupos e partidos políticos se metem nas nossas vidas nos tratando como se fôssemos seus tutelados?
Por que não vão cuidar de quem deles precisam: arruaceiros que se dizem sem terra e sem tetos? Guerrilheiros e ex-guerrilheiros que, como eles, querem alimentar suas vaidades políticas? Por que não se contentam com as classes menos alfabetizadas e, por conseqüência, mais indefesas nas mãos de políticos megalômanos?
Por favor, nos deixem em paz!
Sabemos e podemos nos defender. Afinal, não fomos taxados de Marajás? Por que o impedido não nos chamou de parias?
Não foi só pelos salários. Foi, também, porque não existem parias esclarecidos, subentende-se. Ele, o “ex”, sabe que nenhum de nós entrou no Banco pela janela. Submetemo-nos a uma avaliação de conhecimentos que nos coloca em posição privilegiada, pelo nível intelectual aferido. Cada um de nós tem, no mínimo, o ginasial completo – condição indispensável para participar do concurso.
E agora vêm nos tratar como pobrezinhos ignorantes que precisam de sua ajuda?
Cada um de nós tem capacidade para sentar a uma mesa de negociações e defender seus pontos de vista, sem precisar de assessoria de meia tigela. Para isto não precisamos ser sindicalistas, membros de partido político ou dirigentes de associações fajutas. Não precisamos de defensoria pública.
Não somos cães sem dono. Não somos bois no pasto. Não somos baderneiros nem vândalos. Não estamos no pátio de uma fábrica ávidos por palavras de ordem. Não estamos na fila de bolsa escola, bolsa família ou qualquer outra bolsa, iludidos com migalhas que têm o efeito de milho jogado aos pombos. Não queremos aplaudir discursos inflamados em defesa do pré-sal, do pac ou de candidaturas infundadas. Não queremos ouvir motes batidos de sindicalistas com idéias ultrapassadas.
Nós queremos fazer jus às alcunhas que nos puseram. Esses mesmos adeptos do partido da estrela já se ombrearam a outro que nos tachou de burgueses.
Não precisamos de nenhum Valmir, de nenhuma Musa, de nenhuma Miriam nem de nenhum outro nome que cansa nossos ouvidos.
Deixem-nos com nossos defensores desconhecidos. Eles serão reconhecidos e respeitados na hora em que começarem as conversações. Basta-nos um único Valentim para substituir todos que aí estão. Ele é dos nossos, é experiente e competente. Ele é valente até no nome.
Não queremos más companhias.
Nós sabemos lidar com o Banco e com a Previ. Afinal somos velhos amigos. Conhecemo-nos há mais de trinta anos e não vamos deixar que intrometidos estraguem relação tão duradoura.
Fora PT e suas Musas.
Por favor, nos deixem em paz!

Marcos Cordeiro de Andrade. Curitiba (PR), 09/11/2009.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

ANABB - Não!

Caros Colegas.

Denuncio por suspeição a manutenção da ANABB como representante dos participantes do Plano de Benefícios nº. 1, da Previ, em quaisquer circunstâncias.

- Na questão da distribuição do Superávit, assim como em outras do gênero, o Banco do Brasil e a Previ não podem simplesmente aceitar ingerência de grupos ou pessoas que se dizem representantes dos assistidos, ainda mais em se tratando de facções que não contemplam a simpatia dos que dizem defender e que só emergem em época de vacas gordas.
- Na mediação de conflitos de interesses o mais sensato é nomear quem não tenha compromissos declarados nos negócios das partes envolvidas, o que, lamentavelmente, não está sendo respeitado no caso presente.
- Neste momento, a Entidade denunciada sabidamente não conta com a simpatia da maioria dos seus associados, havendo, até, um razoável número em processo de exclusão voluntária.
- Isto se dá por conta de sua inércia na condução de assuntos interessantes (a recente troca de advogados é um exemplo de decisão mal explicada) e pela dubiedade de comportamento nos conflitos envolvendo o Banco do Brasil. Muito embora este pormenor seja explicado pela composição de seus estatutos, onde está patente que tem como prerrogativa comportamental a defesa dos interesses do Banco (Capítulo I, Art. 2º - I), ficando seus associados prejudicados no caso de mediação entre essas duas partes o que, por si só, já seria motivo fundamental para consumação do impedimento proposto.
- Também, na atual conjuntura, a ANABB pode ser classificada como uma organização multifacetada, atuando em frentes que a elevam à categoria de grupo empresarial (ANABBPrev, COOPAnabb, OdontoANABB), desviando destarte o foco dos motivos da sua criação, em detrimento da categoria que se propôs representar. Além do mais, ela cobra uma das mais altas mensalidades do gênero, o que lhe proporciona o acúmulo de invejável patrimônio e resultados financeiros superavitários, muito embora esteja protegida sob a capa de ONG, mas que, pela obviedade dos números, não estaria isenta de censura se examinada por uma séria auditoria independente.
- Nesta particularidade, tanto o Banco do Brasil quanto a Previ deveriam ser mais ciosos nos relacionamentos com grupos estranhos aos seus quadros. Isto porque estão aceitando como parceiro um concorrente em potencial, que vende produtos comuns (ANABBPrev). E o pior, valendo-se de prerrogativas a ele conferidas e contando como colaboradores elementos da cúpula de Entidades subvencionadas pelo Banco. Pessoas estas detentoras de informações privilegiadas, pela posição ocupada.
- A ANABB, valendo-se de sua estrutura de comunicação e seu potencial financeiro, avança em sua meta de ocupação de órgãos assistenciais e de apoio aos funcionários do Banco (ativos e inativos), elegendo pessoas para ocupar postos-chave na direção da Previ e da Cassi, principalmente, e nas associações que portam o sufixo BB em suas siglas. Influenciando, também e negativamente, nos resultados de plebiscitos, enquetes e referendos no âmbito dos associados, carreando para seu lado os resultados obtidos.
- Também, e aqui repousa a mais significativa agravante impeditiva, a manutenção de integrantes da Diretoria da Previ está presente tanto na ANABB quanto em empresas associadas ao seu nome. Vale lembrar que essas duas correntes, na hora de decidir, logicamente se unirão em um voto comum – contra o lado oposto - visto que esses postos ocupados paralelamente comprometem a imparcialidade de avaliação. O que torna a disputa desigual e vergonhosa numa votação a três, pois vira contenda de dois contra um que, por sua vez, chega a 3 contra um ao final, juntando-se o voto de minerva - a favor do Banco, lógico.
- Em última análise, consiste em um cabo-de-guerra de quatro cordas onde os participantes do Plano 1 seguram uma ponta em oposição às outras três, unidas, todas ocupadas por robustos contendores. Isto é, no mínimo, desproporcional e parcial.
- O mesmo raciocínio vale para a manutenção da parceria com outras entidades e pessoas que mantêm algumas das características acima. E que se somam à vinculação declarada com a Contraf-Cut, visto que esta, como representante máxima do PT, por seu lado defende os interesses do Banco do Brasil como instrumento do Governo, dito dos trabalhadores – não dos aposentados, pelo que se depreende da visão dos atuais acontecimentos.
- E aí? Ficamos sem representantes?
- Absolutamente não!
- Em conflito entre irmãos o mais indicado é chamar um terceiro, mais velho, para mediar a disputa. Por ser da família ele conhece os problemas envolvidos – e é o mais sábio dos três.
- Deste modo, para sentar à mesa de negociações proponho a nomeação de um grupo de notáveis descompromissados - composto por aposentados e pensionistas conhecedores das normas que regem essas três forças - compostas pelo Banco do Brasil, a Previ e os Participantes.
- Investidos nessa condição e calcados na experiência vivenciada, seriam portadores de poderes incontestes para bem decidir por seus representados, pois, em última análise, estariam defendendo seus próprios interesses, que são os de todos nós, aposentados e pensionistas do Plano de Benefícios nº. 1, da Previ, mantendo o respeito aos direitos de todos.

Marcos Cordeiro de Andrade.
Curitiba, 06 de novembro de 2009.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ULO - meu grito... VIAJOU!

Caros colegas.

A CARTA levando “ULO – meu grito...” seguiu hoje rumo ao Congresso Nacional. Com ela está a esperança de sermos ouvidos pelos seguintes nomes:

Senador Partido UF Nº p/rastreamento

Adelmir Santana DEM DF RK711288675BR
Álvaro Dias PSDB PR 689BR
Antonio Carlos Júnior DEM BA 692BR
Arthur Virgílio PSDB AM 701BR
Cícero Lucena PSDB PB 715BR
Demóstenes Torres DEM GO 729BR
Efraim Morais DEM PB 732BR
Eliseu Resende DEM MG 746BR
Expedito Júnior PSDB RO 750BR
Gilberto Goellner DEM MT 763BR
Heráclito Fortes DEM PI 777BR
João Tenório PSDB AL 785BR
José Agripino Maia DEM RN 794BR
Kátia Abreu DEM TO 803BR
Marco Maciel DEM PE 817BR
Maria do Carmo Alves DEM SE 825BR
Marina Silva PV AC 834BR
Mário Couto PSDB PA 848BR
Marisa Serrano PSDB MS 851BR
Papaléo Paes PSDB AP 865BR
Raimundo Colombo DEM SC 879BR
Tasso Gereissati PSDB CE 882BR

Deputado

Rodrigo Maia DEM RJ 896BR

Obs.: Cartas individualizadas, assinadas com firma reconhecida no Tabelionato e Registro Civil Santa Quitéria, de Curitiba-PR.
A íntegra do documento está disponível no post “ENQUETE encerrada: ULO meu grito...vai viajar”, de 28/10/2009, e seu anexo é “ULO – meu grito...” com todas suas letras.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba, 03 de novembro de 2009.