segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Reunião da FAABB

Caros Colegas,

Convidada pela FAABB a AAPPREVI prepara-se para participar da Reunião agendada para o dia 17 próximo, em Brasília, como preparativo para a discussão do dia seguinte na segunda reunião marcada com o Banco e a PREVI.

Para fortalecer essa presença precisamos elaborar uma proposta contendo os pontos defendidos que serão colocados à mesa. Nesse sentido os nossos Dirigentes foram instados a comparecer com sugestões, direcionadas ao consenso na elaboração do documento.

Confiando no interesse e na boa vontade dos colaboradores do Blog, reproduzimos o teor da mensagem destinada à Diretoria da AAPPREVI, pelo que solicitamos aos interessados dispostos a colaborar que igualmente manifestem sua posição:

“Prezados Colegas Dirigentes,

Como é do seu conhecimento, a AAPPREVI foi convidada para participar de reunião convocada pela FAABB juntamente com as demais afiliadas, a realizar-se em Brasília no próximo da 17/10, véspera da que está agendada pelo Banco/PREVI para tratar da distribuição do superávit.

No entendimento de que não podemos ficar ausentes do acontecimento, e para compor a pauta da nossa proposta a ser apresentada e defendida pelo (a) representante da AAPPREVI no evento, seria recomendável que elaborássemos de comum acordo um documento contendo nossas reivindicações.

Assim sendo, e se de acordo, peço o contribuição de cada um para viabilizar o intento preparando o conjunto de itens que deverão compor esse documento, dentro das propostas inicialmente colocadas na reunião ocorrida no dia 27/09, conforme abaixo, imprimindo os acréscimos e/ou modificações julgados necessários:

“Os representantes dos bancários apresentaram ao BB, na reunião realizada em Brasília, as reivindicações para a utilização da reserva especial do Plano 1 em melhoria de benefícios dos associados, que já foram debatidas amplamente com os associados ao longo dos últimos anos e referendadas em várias reuniões de entidades representativas: aumento linear com piso mínimo, continuidade da suspensão de contribuições, aumento do teto de benefícios para 100%, aumento no percentual das pensões para 80%, redução da Parcela Previ, 360/360 avos dos benefícios, aumento no benefício mínimo, aposentadoria antecipada para as mulheres aos 45 anos, abono anual para aposentados e resgate da contribuição patronal pelos pedevistas.”

Pela importância de que se reveste, agradeço a brevidade da resposta que for dispensada a este pedido, lembrando que a escolha do(a) representante da AAPPREVI será objeto de nova consulta à Direção, mas, antecipando a escolha, recomendo aos que se sintam com disponibilidade para o comparecimento que se manifestem.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Nem Salomão conseguiria

Caros Colegas.

A discussão pública dos parâmetros distributivos do superávit está se afastando da realidade que deve ser observada. Não se trata de cuidar de individualismos exacerbados ou de sentimentos filantrópicos carentes de fundamento. O assunto superávit nada mais é que uma busca para resolução de um problema, por sinal um grande problema que todo Fundo gostaria de enfrentar, assim como os seus participantes. Algo como um técnico ao escalar um time para por em campo e que, apesar de contar com um elenco fortíssimo, tem limitações no número que pode usar. Temos muito dinheiro para dividir e muitos modos para fazê-lo, mas há limitação nos critérios para justificar a divisão.

Por isso, devemos lembrar o dístico que encima este Blog:

“Sem individualismos ou disputas pessoais aqui poderemos aplicar idéias e conhecimentos em busca de melhorias – primando pela defesa dos direitos adquiridos”.

Normalmente, ao opinar sobre como deve ser feita a partilha o participante se pauta no suposto enquadramento, baseado nos desejos e necessidades individuais sem atentar para o coletivo. O leque que temos à frente oferece informações em que amparar os critérios que gostaríamos de ver obedecidos. Mesmo assim, há que se atentar para as limitações de tempo, legitimidade de interferência e subordinação às regras existentes. E, principalmente, o direcionamento a ser dado para atingir beneficiários.

Não podemos, no afã de resolver problemas particulares, ou mesmo consertar injustiças de que nos julgamos vítimas, fazer uso do poder de influenciar para a tomada de decisões que transcendam nosso entendimento sobre como reparar erros passados, visto que esse peso deve ser pulverizado para recair sobre um determinado ajuntamento de pessoas – no caso presente, cerca de 120 mil famílias.

Assim é que essa discussão deve ter em conta que é curto o tempo restante para formação de uma nova pauta, definitiva desta feita, a ser defendida pelos nossos representantes na reunião seguinte. E ela não pode conter indeterminado número de propostas - ainda mais porque já existe um indicativo dos pedidos. Cabe agora reduzir o número apontado trazendo-o à realidade de contemplação e execução baseada no consenso e, principalmente, no bom senso.

Afigura-se promissora a disseminação de opiniões sobre como e para quem deve ser destinado o superávit. Mas esses palpites não devem ser excludentes sob a visão egoísta e até discriminatória. Sem esquecer que os direitos supostamente adquiridos podem levar a indicações precipitadas e errôneas.

Portanto, faz-se necessário direcionar o raciocínio para a existência de necessitados e tendentes a merecedores de participar da distribuição visada, direta e indiretamente: pensionistas, aposentados por invalidez, excluídos da última distribuição, aposentados precoces, viúvas – novas e velhas, atuais e futuras – filhos dependentes e os que já perderam esse status, além de pais e avós que serão afetados pelas decisões tomadas sob a influência da nossa participação opinativa. E tantos outros que contribuíram para a situação presente. Isto sem imprimir peso maior ou menor ao grau da percepção de benefícios e sem influência de critérios limitadores da abrangência que se espera seja respeitada.

Fazer justiça não é impor a vontade ou a força para se conseguir vantagens pessoais, mas sim fechar os olhos para nossas particularidades e abri-los para enxergar as necessidades do próximo. Se os beneficiamos com nossas decisões, igualmente seremos aquinhoados com as dádivas concedidas, pois estamos entre eles.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 1°/10/2010.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Excessos (reedição)

Devido ao excesso de comentários, o que dificulta a rolagem, esta reedição facilicitará as postagens de novas participações, enquanto que as anteriores permanecem disponíveis no post original,logo abaixo deste.
Grato,
Marcos Cordeiro de Andrade.

Caros Colegas.

O perigo continua rondando o superávit. Melhor dizendo, sua distribuição. E é muito sério o risco em que se incorre pela alimentação de excessos. A começar pelo tamanho da mesa, seguindo pelo volume das propostas para culminar com a má qualidade dos discursos. Tudo peca pelos excessos assumidos, e permitidos.

Para discutir um assunto que diz respeito a dois interessados, busca-se excessivo número de interlocutores para sentar em volta de uma mesa. E haja mesa para comportar tanta gente.

A distribuição do superávit tem dois lados apenas: instituidor e instituídos ou, como queiram, patrocinador e patrocinados. Traduzindo, para dar nome aos bois: Banco do Brasil e Participantes do Plano de Benefícios N° 1, da PREVI. E é só.
Portanto, o excessivo número ocupando os lados da mesa leva, forçosamente, ao desentendimento direcionando ao malogro do intento. Bastam credenciais para representantes do Banco e dos participantes, permitindo-se o comparecimento da PREVi como parte a ser designada para providenciar a distribuição que for determinada em conclusão.

Na Reunião do dia 27/09 foi clara a visão desse inchaço. Para comportar tantos lados na discussão, a mesa disposta deve ter sido fabricada sob encomenda contendo oito lados, isto porque o que deveria ter duas faces teve um dos lados subdividido em 07, ficando assim composta a mesa multifacetada: o Banco do Brasil de um lado ocupando sua cadeira, como representante de si mesmo, enquanto que os participantes e assistidos da PREVI ocuparam as outras sete faces, frutos da divisão originária na falta de entendimento prévio; Contraf-Cut, Comissão de Empresa, e ANABB, colocaram-se puxando a brasa para as sardinhas do pessoal da ativa; diretores e conselheiros (nomeados e eleitos) clamando falsamente pelos interesses da PREVI, mas na verdade operando do lado do Banco, uns, e alimentando a demagogia dos dirigentes da AAFBB, outros; e, por fim, três representações que deveriam se unir em torno de uma só, por redundantes nos seus propósitos FAABB, AFABB-SP e AAFBB. Convenhamos que é muito cacique para pouco índio. Esse excessivo número de representantes pode e deve ser reduzido em nome do bom andamento dos trabalhos. Para isto basta unificarem suas propostas confiando uns nos outros. Ninguém vai estar ali defendendo seu prato de comida, mas a feira duradoura de milhares de famílias. Pensando e agindo assim o lado mais fraco terá mais chances de vitória.

O outro excesso verificado diz respeito ao volume das propostas apresentadas. Sem precisar ser simplista a pedida poderia ter sido simplificada. Para tanto bastava louvar-se no exemplo anterior em que exigências descabidas inviabilizaram agilidade ao desfecho, e direcionamentos irresponsáveis deram margem às injustiças perpetradas.
Mas ainda há tempo para consertos, pois para isto as tratativas continuarão evoluindo. E chegarão a bom termo se calcadas no bom senso.

- Há que se enxugar o corpo de representações para facilitar o entendimento. AAFBB e AFABB-SP precisam subordinar-se à FAABB, e a ANABB deve ser alijada pelo que defende por seus estatutos. E porque sua cota de erros já esgotou na intromissão passada.

- As propostas apresentadas devem comportar entendimento lógico sem o uso de lentes de aumento. E, como no jogo de damas, é preciso sacrificar algumas pedras para ganhar o jogo.

- O foco da questão deve desviar-se do caminho do individualismo e das falsas posições. Tudo deve ser buscado e proposto em nome da distribuição equilibrada de benefícios, mantendo a visão na correção das injustiças praticadas na distribuição anterior.

Tenhamos fé em Deus e confiança nas pessoas que se apresentem em nossa defesa, aguardando dias melhores. O fim do ano está próximo. E a ter peru com champanhe em poucas mesas é preferível que haja galetinhos com sidra em todas.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 29/09/2010.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Excessos

Caros Colegas.

O perigo continua rondando o superávit. Melhor dizendo, sua distribuição. E é muito sério o risco em que se incorre pela alimentação de excessos. A começar pelo tamanho da mesa, seguindo pelo volume das propostas para culminar com a má qualidade dos discursos. Tudo peca pelos excessos assumidos, e permitidos.

Para discutir um assunto que diz respeito a dois interessados, busca-se excessivo número de interlocutores para sentar em volta de uma mesa. E haja mesa para comportar tanta gente.

A distribuição do superávit tem dois lados apenas: instituidor e instituídos ou, como queiram, patrocinador e patrocinados. Traduzindo, para dar nome aos bois: Banco do Brasil e Participantes do Plano de Benefícios N° 1, da PREVI. E é só.

Portanto, o excessivo número ocupando os lados da mesa leva, forçosamente, ao desentendimento direcionando ao malogro do intento. Bastam credenciais para representantes do Banco e dos participantes, permitindo-se o comparecimento da PREVi como parte a ser designada para providenciar a distribuição que for determinada em conclusão.

Na Reunião do dia 27/09 foi clara a visão desse inchaço. Para comportar tantos lados na discussão, a mesa disposta deve ter sido fabricada sob encomenda contendo oito lados, isto porque o que deveria ter duas faces teve um dos lados subdividido em 07, ficando assim composta a mesa multifacetada: o Banco do Brasil de um lado ocupando sua cadeira, como representante de si mesmo, enquanto que os participantes e assistidos da PREVI ocuparam as outras sete faces, frutos da divisão originária na falta de entendimento prévio; Contraf-Cut, Comissão de Empresa, e ANABB, colocaram-se puxando a brasa para as sardinhas do pessoal da ativa; diretores e conselheiros (nomeados e eleitos) clamando falsamente pelos interesses da PREVI, mas na verdade operando do lado do Banco, uns, e alimentando a demagogia dos dirigentes da AAFBB, outros; e, por fim, três representações que deveriam se unir em torno de uma só, por redundantes nos seus propósitos FAABB, AFABB-SP e AAFBB. Convenhamos que é muito cacique para pouco índio. Esse excessivo número de representantes pode e deve ser reduzido em nome do bom andamento dos trabalhos. Para isto basta unificarem suas propostas confiando uns nos outros. Ninguém vai estar ali defendendo seu prato de comida, mas a feira duradoura de milhares de famílias. Pensando e agindo assim o lado mais fraco terá mais chances de vitória.

O outro excesso verificado diz respeito ao volume das propostas apresentadas. Sem precisar ser simplista a pedida poderia ter sido simplificada. Para tanto bastava louvar-se no exemplo anterior em que exigências descabidas inviabilizaram agilidade ao desfecho, e direcionamentos irresponsáveis deram margem às injustiças perpetradas.
Mas ainda há tempo para consertos, pois para isto as tratativas continuarão evoluindo. E chegarão a bom termo se calcadas no bom senso.

- Há que se enxugar o corpo de representações para facilitar o entendimento. AAFBB e AFABB-SP precisam subordinar-se à FAABB, e a ANABB deve ser alijada pelo que defende por seus estatutos. E porque sua cota de erros já esgotou na intromissão passada.

- As propostas apresentadas devem comportar entendimento lógico sem o uso de lentes de aumento. E, como no jogo de damas, é preciso sacrificar algumas pedras para ganhar o jogo.

- O foco da questão deve desviar-se do caminho do individualismo e das falsas posições. Tudo deve ser buscado e proposto em nome da distribuição equilibrada de benefícios, mantendo a visão na correção das injustiças praticadas na distribuição anterior.

Tenhamos fé em Deus e confiança nas pessoas que se apresentem em nossa defesa, aguardando dias melhores. O fim do ano está próximo. E a ter peru com champanhe em poucas mesas é preferível que haja galetinhos com sidra em todas.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 29/09/2010.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Reunião - A Nota

Prezado Marcos,

Eis ai. Veja que pouco difere da do BB, apenas é mais firme quanto ao direito.

Isa Musa

28/09/2010

Funcionalismo do BB retoma negociações sobre superávit da Previ


A Contraf-CUT e outras entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil, além de dirigentes eleitos da Previ, se reuniram com a direção da empresa nesta segunda-feira 27 de setembro para retomar as negociações sobre a destinação do superávit do Plano 1 da Caixa de Previdência. As negociações estavam suspensas havia dois anos, em razão da crise financeira mundial e de alterações na legislação sobre previdência complementar.

Os representantes dos bancários apresentaram ao BB, na reunião realizada em Brasília, as reivindicações para a utilização da reserva especial do Plano 1 em melhoria de benefícios dos associados, que já foram debatidas amplamente com os associados ao longo dos últimos anos e referendadas em várias reuniões de entidades representativas: aumento linear com piso mínimo, continuidade da suspensão de contribuições, aumento do teto de benefícios para 100%, aumento no percentual das pensões para 80%, redução da Parcela Previ, 360/360 avos dos benefícios, aumento no benefício mínimo, aposentadoria antecipada para as mulheres aos 45 anos, abono anual para aposentados e resgate da contribuição patronal pelos pedevistas.

Participaram da reunião dirigentes da Contraf-CUT, da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, AAFBB, AFABB-SP, FAABB, Anabb, os três diretores eleitos e conselheiros deliberativos eleitos da Previ.

Fim do voto de Minerva

Além das questões relativas ao uso do superávit, os representantes dos associados consideram fundamental negociar o fim do voto de minerva no Conselho Deliberativo, o retorno da diretoria de Participações para os associados e a volta dos direitos do Corpo Social - aprovação, pelo voto, de alterações nos estatutos e regulamentos dos planos de benefícios.

Os representantes do funcionalismo deixaram claro seu entendimento de que a maior parte do superávit deve ser destinada aos associados, através de melhoria dos benefícios ou de revisão do plano. Nas negociações anteriores, em 2005 e 2007, cerca de 2/3 dos valores disponíveis foram transformados em benefícios. A lista de reivindicações apresentadas contempla os anseios dos diversos segmentos dos associados ao Plano 1. Entretanto, o BB afirmou que defende o cumprimento da Resolução CGPC 26 e a destinação de metade do superávit para o banco.

Nova reunião dia 18

Depois deste início de negociações, foram definidos os próximos passos para a busca do entendimento. Foi marcada nova reunião para o dia 18 de outubro. Será solicitado à Previ que apresente os cálculos dos valores a serem destinados e do custo de cada uma das propostas. Representantes dos associados e do banco farão reuniões com a Superintendência da Previdência Complementar (Previc) para discutir o enquadramento legal da destinação do superávit diante de um eventual acordo entre as partes.

Fonte: Contraf-CUT, com Seeb Brasília

Reunião para marcar Reunião - Aconteceu

Caros Colegas.

"BB debate destinação do superávit da Previ com a Contraf/CUT

Ontem, 27, o Banco do Brasil reuniu-se com a CONTRAF e importantes entidades representativas dos funcionários ativos e aposentados para debater a destinação superávit da PREVI. Os representantes dos funcionários apresentaram pauta de reivindicações que inclui, além da melhoria de benefícios, questões relativas ao voto de minerva e recuperação de prerrogativas do corpo social.

O Banco do Brasil afirmou estar aberto ao debate na busca de soluções que sejam possíveis dentro da legislação vigente e que atendam aos interesses das partes: patrocinador e participantes.

'O Banco tem sempre demonstrado estar aberto ao diálogo em qualquer situação que envolva interesses de seus funcionários. Vamos dialogar e buscar soluções que atendam às demandas das partes, obviamente observando as limitações que temos diante das normas vigentes', afirmou o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas - Diref, Carlos Eduardo Neri.

Ficou acordado que seriam feitos levantamentos sob o ponto de vista financeiro e atuarial, para dimensionar o impacto que o atendimento da pauta apresentada causaria. Ambas as partes acordaram, ainda, em reunir-se com a PREVIC, órgão regulador da previdência complementar.

O próximo encontro ficou agendado para o dia 18 de outubro."

Fonte: Agência de Notícias – SISBB.

NOTA do Blog.

Pedimos desculpas aos medalhões que estão preparando a "Nota Conjunta" se tiramos o brilho do ineditismo da notícia, mas creditem o fiasco à disputa de vaidades que impera no seu seio - prejudicial a todos.

O Banco do Brasil não nos pediu para esperar por vocês e a nota do SISBB está disponível.

Marcos Cordeiro de Andrade - Curitiba (PR) - 28/09/2010.

domingo, 26 de setembro de 2010

O Elo Encontrado

Caros Colegas.

Sonhos também fazem aniversário. E o meu hoje completa um ano de vida.

No dia 26 de setembro de 2009 nascia o Previ Plano 1, blog em forma de sonho acalentando a criação de uma Associação que hoje tem nome, vez e voz – AAPPREVI.

Numa homenagem a mim, ora transferida aos meus leitores, meu filho editou uma coletânea com os 162 artigos que alimentaram o blog até aqui. E o presente que me foi dado divido com todos que me acompanham engrossando o rol de seguidores. Uns, admiradores recentes, outros, antigos incentivadores que me lêem desde o primeiro post, de 26/09.2009, quando ainda assinava com o pseudônimo de André:

domingo, 27 de setembro de 2009

Um Novo Tempo

"Hoje é um novo dia
De um novo tempo que começou.
Nesses novos dias as alegrias
Serão de todos, é só querer.
Todos nossos sonhos serão verdade,
O futuro já começou.
Hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa,
É de quem quiser, quem vier.
A festa é sua, hoje a festa é nossa,
É de quem quiser, quem vier".
(Um novo tempo – Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle e Nelson Motta).


Colegas integrantes do Plano de Benefícios 1, da Previ.

Abrindo este espaço, espero estar contribuindo para o surgimento de um canal de comunicação e entendimento para nosso uso exclusivo, isento de interferências desagregadoras. Faço votos, com vigoroso empenho, que ele seja uma tribuna onde possamos relatar nossos anseios e necessidades. Que venha a ser uma ferramenta de trabalho capaz de proporcionar o alcance de soluções para os problemas que nos afligem. Que sirva de conclamação à união de todos na busca de resultados práticos e urgentes para superação de obstáculos. Enfim, uma espécie de diário coletivo onde possamos escrever como forma de desabafar, consolar, pedir, oferecer, perguntar, orientar, denunciar, cobrar. Aqui poderemos trocar idéias e conhecimentos que nos levem a AGIR sem individualismos.

Temos uma boa caminhada pela frente.

Até aqui trabalhei sozinho, mas, como não é meu propósito monopolizar a condução desta empreitada, procuro nomes para partilhar a trilha. Para tanto, informo que “há vagas” destinadas a quem tiver disponibilidade e desprendimento para iniciarmos a jornada.

A partir de hoje este será o nosso Site. O Site dos aposentados, pensionistas e demais integrantes do Plano Um.

Sejam todos Bem-Vindos.

André. Curitiba, 26/09/2009.
Postado por Marcos Cordeiro de Andrade às 08:33.

Conheça a Coletânea:
Clique aqui

Marcos Cordeiro de Andrade -Curitiba - 26/09/2010.