sábado, 26 de dezembro de 2009

Ano Novo - Tudo velho

Caros Colegas – agora com “C” maiúsculo.

- Peço desculpas a todos, mas estou tirando do foco nosso feliz post do Natal. Pretendia que ele se quedasse presente até o ano novo, pela beleza dos comentários suscitados. Nunca imaginei que uma homenagem tão singela revertesse em um imenso preito de gratidão pelo pouco que tenho feito. Não era essa a intenção. E não agradeço a vocês pelo que fizeram, mas a Deus por ter me colocado aqui, permitindo que tenha acontecido deste modo. Amigos que nunca vi iniciaram comentários me tratando com um carinhoso “amigo Marcos” – não me lembro de ter ouvido isso antes. Este, entre outros, foi um dos melhores presentes de Natal que recebi dentre os poucos que me destinaram em minha atribulada vida. Também pessoas se preocuparam em confortar minha família e ajudar na superação de traumas recentes. Infelizmente há quem não entenda assim. Por isso, acato sugestão maior vinda de quem sabe mais que eu, e guardo este post em um lugar especial - até o próximo Natal.
Em substituição lanço o post

“Ano Novo – Tudo Velho”

Caros Colegas.

- Vamos esquecer um pouco o batido bordão de que no ano novo tudo será diferente. Embora esse seja um desejo coletivo a mudança não depende só do passar do tempo, mas de muitos outros fatores. Um deles é a vontade política, primordial para incrementar transformações. E como dentre os assuntos cativos daqui a política não ocupa lugar de destaque, tratemos dela como veículo para resolução dos problemas que nos afetam, dentro do Previ Plano 1.
- É sabido que nossos anseios repousam em três questões básicas: Distribuição do Superávit, extinção do voto de minerva e correção de injustiças. Tudo isto tem sido dito, buscado e exigido, mas nada se consegue porque as decisões repousam em mãos erradas. Mãos de políticos.
- Entretanto, nós temos o poder de substituir essas mãos indecisas por outras mais agressivas e estendidas na direção certa. Nisto o nosso voto nunca foi tão necessário como agora para implementar trocas. Muito embora o voto de minerva esteja em área a que não temos acesso direto, as outras questões nos estão afetas diretamente na dependência de atuação ao nosso alcance.
- Temos que mudar a cúpula da PREVI e da CASSI impedindo o continuísmo. Todos que lá estão, à custa dos nossos votos, são comprometidos com movimentos desinteressados em nos fazer justiça – suas metas estão direcionadas aos interesses do patrão mor – o Governo, via Banco do Brasil, pois este lhes garante poder e dinheiro; enquanto nós só lhes damos problemas, como um bando de privilegiados insatisfeitos que reclamam de barriga cheia, segundo sua ótica.
- À vista de nossas eleições internas, cuidemos da escolha dos candidatos e, neste ponto, seria ótimo se eles saíssem do nosso meio. No entanto, pelo andar da carruagem não creio que dentre os que aqui comparecem possamos contar com nomes possuidores do perfil ideal – que queiram enfrentar o desafio. E dentro da política de não fazer política, avocamos a parte mais difícil da questão; não indicar nomes apropriados, mas apontar os que não devem ser votados.
- Como em toda pré-seleção aqui também já se abrem as cortinas da vaidade. Os comentários repetitivos com intenção de demonstrar conhecimento dos nossos assuntos não precisam ser tão afoitos. A função primordial deste Blog é bem informar, porém não devemos exagerar na dose. A mim não cabe exprimir erudição com entendimentos copiados. Para bem informar procuro ocupar o espaço disponível com parcimônia. Ora, se posso disponibilizar o link onde está a matéria completa, por que copiá-la para divulgação? Ainda mais quando sabemos que o nosso público, em sua maior parte, não dispõe de muito tempo na frente do computador, pois têm seus afazeres e outras formas de lazer com que se ocupar. Também, não contam com a desenvoltura de muitos para lidar com a “máquina” dependendo, às vezes, do concurso de filhos ou netos para o mister. Então, se trabalharmos bem, contribuiremos para que depois de acostumados com os procedimentos básicos de acesso à Internet, lhes bastem uma visita diária ao nosso Site, como se lê um jornal, para ir direto aos campos de interesse. Daí é só clicar nos links correspondentes às notícias em evidência e terão na tela todo o conteúdo do que buscam, sem perda de tempo ou dependência de terceiros - ficando o nosso espaço disponível para uma maior quantidade de informações, e o tempo deles melhor aproveitado.
- Agora lanço um alerta promissor aos que se escusem em se candidatar quando chegar o momento. Voltemos ao tempo dos primeiros comissionamentos em agências. Quem, dentre nós, não suou frio ao assumir um posto recém-nomeado pelo medo do desconhecimento? E quem, também, não exultou ao sentir que nada havia para temer pela disponibilidade de informações contidas na CIC, com todos os procedimentos necessários ao exercício da função?
- Pois bem, nas nossas Entidades não é diferente. Não é preciso ser um especialista em Previdência ou Assistência Social para assumir e bem administrar seus destinos: elas também têm suas CICs, que dormem no bojo de Estatutos e normativos a eles atrelados. Além, é claro, de se contar com o acesso aos Órgãos reguladores e às enciclopédias vivas que são nossos colegas mais rodados. Para bem desempenhar essas funções basta ser um dos nossos com as peculiares qualidades inerentes: honestidade e justeza de caráter.
- Por tudo isto, fiquemos atentos aos candidatos (daqui e de fora) sempre de olho no CANAEL - agora mais gordo depois de se empanturrar com as guloseimas das Festas recentes.
- Muitas conquistas no Ano Novo, são os votos do Blog aos BLOGUEIROS AUTÊNTICOS.
- Aos demais, felizes devaneios e que Deus os guie, também, na modificação de suas vidinhas, porque da plenitude das nossas Vidas estamos cuidando com a Sua inestimável ajuda!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 26/12/2009.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Feliz Natal e Venturoso Ano Novo!

Caros colegas.

- A todos os Comentaristas e Seguidores do Blog, identificados e anônimos, dirijo emocionados votos de FELIZ NATAL e muitas realizações no ANO NOVO. Que ele chegue trazendo renovadas esperanças para os sãos, os enfermos, os alegres e os tristes.

- E que todos se beneficiem das alegrias despejadas no ar com as festas que se anunciam, pedindo a Deus que no próximo Natal estejamos todos aqui reunidos, ao lado de muitos outros que nos farão companhia.

Airton Portilho Magalhães, Alexandre Marcos, Amadeu Tamandaré, Ana Mohamed, Aparecida de Mirassol do Oeste, Ari Zanella, Aroldo, Artur Távola Brandão, Carlão, Carlos, Carlos Armando, Carlos Procópio, Carlos Solano, Carlos Valentim Filho, Cláudio, Cláudio Pavan, Duca, Ebenézer Aparecido, Elizabete Gomes, Fernanda Prada, Fernando Caldeira, Fernando Luiz Delgado de Miranda, Francisco, Francisco Rodrigues, Gasampa, Geraldo Guedes, Gil, Gilberto Santiago, Gilvan, Guisemog, Helênnio Reis, Henrique Almeida, Ivan Rezende da Silva, Jacira Lemes, James Paiva, Jander, Jane Torres de Melo, Jean Nogueira Lima, Jeanne, JJ Santos, Joana, Joana Barandas, João E. de D. Lima, Joaquim Luiz, Jonas, Jorge Teixeira, Jorjão, José Aristóphanes Pereira, José Benedito Monteiro, José Carlos Ferrari, José Omar A. Coelho, Juarez Barbosa, Langoni, Lazapina, Lázara Rabelo, Leão de Coromandel, Leomax, Lourdes Ferreira Lema, Lucelena, Luiz, Luiz Alberto Gomes, Luiz Kyoshi, Maciel de Almeida, Macmattos1, Manoel da Costa Ribeiro, Marco Aurélio Damiano, Marcos Júnior, Maria Auxiliadora, Maria Inês, Mariano Branquinho, Maribel, Maristella, Mauro – Divinópolis, Mauro Sérgio, Menezes, MSASousa, Neidemar Pereira,P.Renato, Paulo Antunes de Oliveira, Paulo Beno e Leda Goellner, Paulo Cordeiro, Paulo Renato do Amaral, Pedro, Pedro Luiz Fernando, Plínio Gonçalves, PRCirne, Raul Avellar, Roberto Avellar, Rogério Carvalho, Rosalina de Souza, Rubem Tiné, Samara Tatim, Sadi, Sandra, Sandra Rebeca, Sérgio Figueiredo, Solonel Jr, Sônia, Timbaúba, Vantuil Castro, Vera Lúcia, Zaidan Costa, Zé Luiz Pucci, Zeluiztetéu e 13:24.


Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 21/12/2009.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Olho vivo!

Caros colegas.

- O Previ Plano 1 já nasceu órfão. Foi posto no mundo como se fora um bebê de proveta e vivificou oriundo de um profícuo banco de doadores anônimos. Coube-me a tarefa de apresentá-lo ao mundo e embalá-lo nos seus primeiros dias, após vir à luz, posando como seu orgulhoso criador.
- Creio que tenho desempenhado a contento o meu papel, pois aqui está ele caminhando para a idade adulta, sob a parceira orientação de eminentes figuras e já despertando a cobiça de uns poucos.
- Revelando-se como ser predestinado e senhor do caminho que lhe foi imposto o PreviPlano1 segue implacável na missão que lhe é inerente: proteger a velhice dos seus verdadeiros geradores – todos os participantes do Plano de Benefícios nº. 1, da Previ.
– No entanto, dentre esses protegidos há quem se apresente requestando a prerrogativa de se inscrever na certidão de nascimento deste rebento, voltados para a grandiosidade material que possa representar, sob suas mãos e num futuro próximo, o reconhecimento da paternidade.
- Por isso, há que se temer essa identificação. Em meio aos que se inscrevem muitos não merecem figurar na lista. Mas a maioria desinteressada pode, perfeitamente, adotar o semi-órfão sem o risco de corrompê-lo: são possuidores de inestimáveis bens imateriais para abastecê-lo – caráter, integridade, desprendimento e passado ilibado, enfim, Nome.
- Neste ponto, vale salientar que os encarregados de proteger nossa poupança não se incomodam em dilapidá-la, até em proveito próprio. Cabe a nós manter suas identidades em evidência, o mais longe possível dos nossos anseios. Se não podemos fenestrá-los do pedestal ocupado, que não se permita o retorno ao convívio acima de nossas cabeças – nunca mais.
- O perigo maior em se identificar esses suspeitos pretendentes é a proximidade de eleições. Está chegando o dia em que teremos que repousar os olhos em listas de candidatos, de vez que estamos quase na época de colaborar para o preenchimento dos significativos cargos que compõem nossas Entidades assistenciais máximas: PREVI e CASSI. E a reboque virão pretensas subsidiárias componentes dessa Dupla – as Associações que, infelizmente, não se têm constituído de grande valia ao que se propõem.
- Portanto, deixemos para outro momento a emissão da Certidão de Nascimento definitiva do PreviPlano1. Já que ele está se saindo bem sem precisar de mais um nome em seus documentos, é recomendável não mexer no que está quieto. Ao menos até baixar a poeira que se levanta na antevéspera de campanhas políticas.
- Enquanto isso é bom atentar para os nomes que virão em passeata bater às nossas portas pedindo votos. Quando acontecer, examinemos todos sob a lupa da desconfiança direcionando o foco para o conteúdo do CANAEL. Não podemos esquecer que o momento de incertezas por que vivemos deve-se aos que estão encastelados em posições de mando – inoperantes e desqualificados.
- Algumas pessoas que ali moram ocupando longos espaços devem ser banidas em direção ao nada, hipotético lugar de onde saíram para nos prejudicar, desdenhando de nossas súplicas com remoques inconvenientes, desrespeitando idosos indefesos e tirando proveito da ingenuidade e boa fé com que foram agraciados por utilíssimos votos. Indivíduos de coração pétreo que deveriam, ao menos, se condoer com as vicissitudes por que passam idosos enfermos, por sua culpa, enquanto dirigentes desnaturados.
- Com relação à PREVIC, vamos preparar denúncia aos Órgãos encarregados das nomeações para preenchimento de cargos. Dirigir-lhes explanação pormenorizada onde constem os nomes suspeitos, no nosso entender, contendo todos os postos ocupados - isolados e cumulativos - a serviço de sua ânsia de poder e desmerecida renda mensal auferida à custa de incautos. Para aprovação dos nomes vamos exigir a publicação de dados imprescindíveis à avaliação de conduta, como sejam: declaração do IR dos últimos 5 anos com relação de bens e origem dos recursos para aquisição; descrição pormenorizada do patrimônio contendo doações, alienações e outras transferências; abertura da situação financeira onde constem contas bancárias daqui e do exterior, com seus números; averiguação de indícios de enriquecimento ilícito; exame do passaporte para detectar as viagens internacionais feitas e quem pagou por elas; postos ocupados em entidades “filantrópicas” e benefícios pecuniários auferidos em função disto; tempo de trabalho produtivo na empresa por onde se aposentou ou em que atua. Tudo devidamente do conhecimento público.
- E muito mais, pois eu, se vivo for (pairam ameaças), estarei à frente dessa tarefa, convocando desde já a parceria que me alicerça.
- Quanto a mim, permanecerei disponível para cumprir o destino que me for reservado, aqui mesmo.

- FELIZ NATAL a todos, com a Graça de Deus!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 20/12/2009.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

DENÚNCIA!

Caros colegas.

- Antevendo como infrutífera qualquer tentativa de recorrer à SPC resolvi, por meus próprios meios, encaminhar o que se segue:

À
OAB – Ordem dos Advogados do Brasil e
AMB – Associação dos Magistrados Brasileiros

Excelentíssimos Senhores Advogados e Magistrados do Brasil.

- Acompanhem o rumo que determinado assunto está tomando e alcançarão o tamanho do problema que os aguarda para breve. Simplesmente uma infinidade de ações judiciais direcionadas à Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – PREVI. Mais precisamente cerca de 120.000 questionamentos jurídicos a serem impetrados por associados do Plano de Benefícios nº.1, da PREVI.
- Trata-se de um plano fechado contando atualmente com 123.485 beneficiários inscritos, segundo números divulgados em 30/09 último. Acontece que mais de 90% desse total estão inconformados com a distribuição de parte da Reserva Especial (hoje totalizando R$ 23 bilhões) beneficiando um pequeno grupo de assistidos que a direção premiou usando critérios duvidosos, para não dizer desonestos. Nessa partilha foram aquinhoados 8.876 felizardos escolhidos, abocanhando parte do todo em detrimento da imensa maioria de beneficiários.
- Para essa pequena parcela de assistidos foram distribuídos valores individuais numa escala que vai de R$ 1.000,00 a R$ 1.075.000,00 (somente na faixa de R$ 300mil a R$ 1.075mil foram 73) conforme tabela publicada em reportagem disponível no link do rodapé desta carta.
- Pasmem Senhores, mais de hum milhão de reais para um único contemplado a título de devolução de contribuições pagas, superiores às 360 mensalidades devidas, e não completadas, o que é pior. Daí a estupefação registrada no imensurável número de apelos contidos no site dos participantes: www.previplano1.com.br, que coordeno.
- Sob o argumento de que a distribuição em qualquer sentido está proibida por força da Resolução CGPC nº. 26, de 29/09/2008, o assunto dorme na pauta da Previ. No entanto, essa mesma resolução não tem impedido o Patrocinador de se apropriar contabilmente, e em seguidas investidas, de parte desses valores – já superiores a R$ 5 bilhões - utilizados para distribuição de dividendos aos seus acionistas (A União entre eles) e Participação nos Lucros da Empresa a seus funcionários em exercício. Contra isso a Previ nada opõe.
- A todos esses descalabros acresce o fato de que a Caixa não atende aos reclamos dos associados que buscam reparações ou até mesmo informações, quedando-se num mutismo inexplicável, em desrespeito às suas próprias normas (Código de Ética –“ Dos Relacionamentos Externos 8.2.1 - Nas relações com Participantes, Beneficiários, Assistidos e Ex-Participantes, a PREVI, seus funcionários e demais colaboradores pautam-se pela transparência, prestam informações de maneira cortês, exata e tempestiva, com base nos normativos da PREVI e asseguram a efetividade no atendimento.).
- De se notar, ainda, que de nada adianta procurar os Órgãos competentes através de denúncias que se constituem inócuas - não chegando mesmo a serem apreciadas. Isto porque seus quadros estão contaminados por elementos da direção das partes denunciadas: Banco do Brasil e Previ. A primeira instância a quem se devesse recorrer no caso seria a ANAPAR (Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão) cujo presidente é o Sr. José Ricardo Sasseron que também é Diretor de Seguridade da Previ, e funcionário dos quadros do BB, a quem deve subserviência (também Conselheiro da Previ na Vale, uma das empresas participadas do Fundo). Portanto, ele se constitui em barreira intransponível para o caminho seqüencial de qualquer denúncia que se queira encaminhar. Daí não passa, obviamente.
- Poder-se-ia ir diretamente à Secretaria de Previdência Complementar-SPC, Órgão máximo fiscalizador dos Fundos de Pensões subordinado ao Ministério da Previdência. Mas, também nele está encarapitado o Sr. Sasseron na condição de Representante dos Participantes e Assistidos da PREVI no CGPC, por indicação da ANAPAR, ou seja, indicado por ele mesmo.
- Por tudo isto, Senhores, peço-lhes em nome dos 123.358 espoliados pelo comportamento esdrúxulo da Previ, que se dignem examinar o assunto com vistas ao estancamento da sangria que está em curso no nosso fundo de pensão, ameaçando o limitado futuro desse imenso grupo de destituídos do amparo regulamentar.
- A partir daqui só nos resta enveredar pela via judicial para solucionar o problema. E queira Deus que o desfecho não se distancie, pois nosso tempo é curto.

http://www.anabb.org.br/mostraPagina.asp?codServico=437&codPagina=30858

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 16/12/2009.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Vamos comprar SAUÍPE!

Caros colegas.

- Proponho à PREVI transferir a propriedade do complexo hoteleiro Costa do Sauípe para os beneficiários do Plano de Benefícios nº. 1, que o destinariam à formação da COLÔNIA DE FÉRIAS PREVI PLANO 1 - tudo mediante consulta aos interessados.
- Essa nova nomenclatura abrigaria a idéia de hospedar os participantes do PB-1 e Previ Futuro além dos Funcionários da PREVI e do BB, com desdobramentos direcionados a outros segmentos vinculados ao Banco – AABB, CCBB, etc.
- O pagamento da transação seria efetuado no mesmo entendimento dos atos praticados pelo patrocinador, mediante movimentação contábil entre a Reserva Especial e o patrimônio da Previ, sem prejuízo para nenhuma das partes. Não se configurando, desta forma, o envolvimento de moeda sonante, ou melhor, os dois ativos permaneceriam intactos em cumprimento às normas pertinentes. Como reforço da inviolabilidade da Reserva Especial, o fruto da operação ficaria inscrito na própria Reserva e sua liberação definitiva somente ocorreria quando da permissão distributiva pelos Órgãos competentes, ocasião em que o montante seria onerado no valor desta operação.
- Aceitando-se hipoteticamente o preço do negócio como orçado em R$ 1 bilhão, esta cifra seria rateada entre os beneficiários do Plano, cabendo pouco mais de R$ 8.300,00 individualmente (divisão linear por 120.000) que passaria a figurar como parte de sua participação em futura distribuição da Reserva.
- Os participantes da transação assumiriam o controle do complexo hoteleiro integrando uma sociedade com capital pulverizado em cotas individuais, cujos percentuais participativos seriam limitados aos direitos adquiridos. Neste caso seriam obedecidas as normas para utilização da Reserva, sob o juízo de benefícios distribuídos com proporcionalidade assegurada (a divisão acima serviria de simples parâmetro). Estas cotas seriam passíveis de negociação somente entre os integrantes do bloco, afastando-se de antemão a intromissão de terceiros na composição do negócio.
- Aos freqüentadores inscritos como destinatários da Colônia seriam cobrados pela hospedagem preços apenas suficientes para cobrir custos operacionais, acrescidos de pequena margem de lucro, o que afastaria a incidência de resultados negativos. Também outros hóspedes seriam aceitos, porém subordinados aos valores de mercado – estes sim, gerando lucros efetivos. Estudar-se-ia ainda a hipótese de acolher inquilinos permanentes representados por colegas solitários – aposentados e pensionistas.
- O sucesso da empreitada seria assegurado pelo público alvo visado, composto de um universo cativo superior a meio milhão de hóspedes potenciais, projetando a taxa ocupacional dos 40% atuais para 80/90% em média durante todo o ano. E para exorcizar o fantasma da má gestão a gerência seria entregue a Profissionais idôneos e competentes com comprovada atuação no ramo, e que atuariam sob severa fiscalização permanente de comissão representativa dos sócios.
- Assim sendo, o capital investido no Sauípe retornaria à PREVI estancando a sangria do prejuízo constante, ora engordando números que denigrem sua imagem participativa.
- E nós teríamos como alcançar respeitáveis formas de lazer, hoje inatingíveis, somente permitidas aos detentores de elevado poder aquisitivo e outros, aquinhoados por favorecimentos ilícitos. Sendo que estaríamos pagando por isto honestamente, em condições merecidamente comprovadas.
- Conheçam a atual realidade de Sauipe: http://www.romildo.com/blog/?p=8568

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 13/12/2009.

sábado, 12 de dezembro de 2009

O Palavrão!

- Credibilidade não se impõe. Adquire-se. Do mesmo modo que a verdade não se fabrica. Se ela existe não há como modificá-la e para ser explicada não é necessário recorrer a reforço de linguagem. Simplesmente diz-se da verdade o que ela é – uma verdade e nada mais.
- Não é dado a ninguém o direito de agredir as pessoas com palavrões para impor suas verdades. Ainda mais quando essas verdades são verdadeiramente falsas.
- No caso presente, aonde quero chegar, essa tentativa de imposição causa revolta e indignação. Faço parte de uma camada da sociedade que vive permanentemente espoliada pelas autoridades constituídas e, se não bastasse, constantemente agredida com palavrões.
- Minha classe é a dos aposentados do Brasil. E dentro dessa imensa categoria estou inserido em um grupo supostamente amparado duplamente pela previdência – pública e privada. Duplamente porque pagamos duas vezes pelo que deveria ser assistência devida ao trabalhador, para garantir sua aposentadoria. Se bem que essa dupla previdência por que pagamos não tem nada de público e, por isso, deveria ser chamada de privada e privada. Porque amparo público é todo benefício que é pago pelo erário e, ao contrário, o que você paga você compra. E se você compra você é dono. Logo, nosso grupo comprou o direito a duas aposentadorias.
- Num interminável processo desenvolvido enquanto em atividade funcional, e até mesmo após a inatividade, contribuímos para duas previdências – porque a “pública” não é confiável. E nem isso é reconhecido: uma é tida nesse contexto, a outra recebe a nomenclatura de complemento. Agora, também, até esse complemento está sendo negado pelo Governo do Presidente dos trabalhadores que, por consenso, não deveria ter ingerência nesse assunto particularíssimo.
- Nós, funcionários do Banco do Brasil, aposentados ou não, temos sido alvo da sanha verbal de Presidentes da República ao longo dos seus mandatos. Num passado recente fomos agredidos ferinamente por palavrões proferidos por três deles; enquanto um nos tachou de Marajás, usando o termo no sentido pejorativo, outro nos chamou de Vagabundos e um terceiro, o atual, diz que nós formamos um “grupo privilegiado” só porque reivindicamos direitos negados pelo seu Governo. Negados em jogada suja arquitetada nos bastidores oficiais para apoderar-se dos nossos benefícios previdenciários. Por conta disso, em processo judicial direcionado à anulação dessa tramóia (impetrado por sindicato pertencente ao partido político que elegeu esse Presidente), fomos oficialmente agredidos no bojo do processo por um palavrão: “privilegiados” no sentido vil, como se estivéssemos pleiteando vantagens imerecidas em detrimento de outrem. Essa e outras ofensas foram escritas pelo advogado da União na defesa da causa. A partir do momento em que esse advogado representa a Republica, simbolicamente fala pela boca do primeiro Mandatário. Quando é sabido pelo mais insignificante rábula que não se defende ofendendo. Toda defesa deve ser pautada na apresentação da verdade dos fatos. E a verdade não será mais verdade se dita com ofensas, com palavrões. Aí, sim, ela se transforma numa inverdade – pelo desejo de transfigurar os fatos em benefício descabido.
- Mais respeito, senhor Presidente!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 12/12/2009.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Valeu Ulo!

Caros colegas.

- Peço licença a um exagerado admirador do Previ Plano 1, para usar seu depoimento desinteressado como introdução aos números do Site, nascido há exatos 75 dias - em 26/09/2009:

"Sérgio Figueiredo disse... (em 26/11)

Há 2 meses atrás nascia o previplano1. No post inicial, o colega Marcos finalizava com a seguinte frase:

A partir de hoje este será o nosso Site. O Site dos aposentados, pensionistas e demais integrantes do Plano Um.

Passados 60 dias, tenho certeza do crescimento deste espaço, democrático, justo e verdadeiro. Algumas palavras passaram a fazer parte do nosso dia-a-dia: ULO, CANAEL... Sabemos que a luta é árdua, cansativa e, muitas vezes, injusta, pois lutamos contra um sistema que só beneficia dirigentes sem compromisso com os associados. Mas, sabemos, também, que estamos mais organizados, conscientes e, sobretudo, unidos e dispostos a não mais calar. Então, gritemos bem alto: UUUUUUUUUUULOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!

Muito obrigado pela iniciativa, colega Marcos. Um abraço a todos...

26 de Novembro de 2009 05:19".

(O post inicial foi “Um novo Tempo!”, em 26/09/2009).

- Agora voltemos à atualidade – 10/12/2009, 75 dias desde a inauguração do site (2 meses e meio) para mostrar os incríveis números alcançados no período:

Dados do Google Analytics

Previ Plano 1

Total de visitas desde a fundação:

12.011

Total de visitas em novembro:

5.905

Total de visitas ontem (09/12/09)

268

No Brasil, as visitas vieram de 102 cidades desde a fundação do blog. Incluindo as 5 regiões.
Portugual, Itália, Estados Unidos e Inglaterra também enviaram visitas.

Em todo o período

Posts editados: 34
Comentários: 806
Enquetes: 2
Seguidores: 35
Por motivos óbvios excluí dados acerca de Instituições Oficiais.

- Como criador do espaço não escondo o orgulho por tudo isto. No entanto, reconheço que nada mais sou do que o fundador do Site - porque o mérito que me cabe termina aí. O restante é obra de todos vocês, que o acessam com boa vontade, fé e esperança.

- Obrigado a todos os “Sérgios” e anônimos, meus parceiros. Espero em Deus que possamos acrescentar às palavras ULO e CANAEL uma outra engasgada na garganta: VITÓRIA!

- Dia virá em que não mais precisemos propagar nenhum ULO - satisfeitos com o passado recente - porque nossos feitos perdurarão!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 10/12/2009.






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