sexta-feira, 15 de abril de 2011

Feito histórico

Caros Colegas.

Parabéns Isa Musa de Noronha, afinal a decisão foi sua - somente sua - como bem disse ao Colega José Chirivino Álvares:

“Prezado José Álvares, a iniciativa é minha”.

Isto comprova a incrível capacidade de discernimento e poder de avaliar as necessidades da Federação que dirige sem precisar ao menos dividir responsabilidades com sua Diretoria, como fazem associações menores. Ao resolver sozinha como agir, num momento crucial em que se viu carente de uma liderança forte para ajudá-la, mostrou porque ocupa tão alto cargo com apoio unânime, decidindo os destinos de suas 32 filiadas com pulso firme e rápidas decisões unilaterais.

Em menos de dez dias alcançou feito histórico em nosso seio ao ver eleito seu doravante fiel escudeiro. Foi um verdadeiro punhado de recordes batidos numa ínfima nesga de tempo. No dia 05 deste mês inventou a fórmula mágica para a escolha do seu acólito. Seis dias depois adiou o cômputo dos votos porque muitos dos eleitores capacitados não se tinham pronunciado talvez ainda inebriados a render culto à sua capacidade inventiva. E hoje, incompletos dez dias depois de por em prática a engenhosa trama viu sua nobilíssima intenção alcançar inédito êxito. Pena que o TSE não possa adotar esse modelo, as regras de lá são muito exigentes no respeito aos candidatos e eleitores.

Com o resultado ora divulgado, sabemos que a Presidente terá ao seu lado quem a ajude a decidir com acerto pelos representantes das 32 associações que lhe dão esse poder. E embora a escolha tenha recaído no presidente da mais nova afiliada à FAABB, com apenas quinze dias de adesão ao seu quadro social, devemos tomar esse detalhe como mais uma vitória a ser inscrita como particularmente sua, pois não é comum candidatos desconhecidos aflorarem do dia para a noite e cair no gosto dos eleitores. Somente um nome como o de Fernando Collor pode ser dado como exemplo dessa meteórica ascensão de prestígio nas urnas.

Nem por isso os derrotados na escolha devem considerar-se inferiorizados, pois o voto sempre fala mais alto ao indicar lideranças. E me penitencio por haver distanciado a unanimidade na escolha por falta de visão esclarecedora – votei em mim mesmo, talvez numa assaz prova de incompetência. No entanto, somente se pode avaliar que o eleito seja infinitamente mais capacitado que os demais quando da apresentação dos resultados da sua atuação para o que vem. E não podemos taxar os preteridos de incompetentes, afinal, muitos deles estão à frente do seu séquito há muito mais tempo que o desconhecido nome que ora desponta como salvador da pátria. E se lá estão é porque atuam com sabedoria e infinita capacidade de gestão. Mas, paciência, sempre haverá alguém melhor talhado para determinado posto – o tempo dirá.

Portanto, regozijemo-nos todos. Nossos problemas acabaram. Confiemos na certeza de que a partir de agora ninguém mais vai assinar doações do nosso patrimônio ao Banco do Brasil.

Viva o eleito e sua Musa. Longa vida à eficiente FAABB e a sua competente Presidente.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 15/04/2011.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vamos comprar SAUIPE - Reedição

Caros Colegas.

Este post foi publicado originalmente em 13/12/2009, exatamente como está reeditado aqui. Como somente contamos com pouco mais de dois bilhões de reais do superávit para uso em nosso benefício, que tal melhorar isto comprando o complexo do Sauipe, como mais uma opção de melhorias? Não se mexeria no disponível e ainda contaríamos com mais um pouco, perenemente. Com pequenas alterações este projeto pode ser atualizado.

Marcos Cordeiro de Andrade

Vamos comprar SAUÍPE

Caros colegas.

- Proponho à PREVI transferir a propriedade do complexo hoteleiro Costa do Sauípe para os beneficiários do Plano de Benefícios nº. 1, que o destinariam à formação da COLÔNIA DE FÉRIAS PREVI PLANO 1 - tudo mediante consulta aos interessados.

- Essa nova nomenclatura abrigaria a idéia de hospedar os participantes do PB-1 e Previ Futuro além dos Funcionários da PREVI e do BB, com desdobramentos direcionados a outros segmentos vinculados ao Banco – AABB, CCBB, etc.

- O pagamento da transação seria efetuado no mesmo entendimento dos atos praticados pelo patrocinador, mediante movimentação contábil entre a Reserva Especial e o patrimônio da Previ, sem prejuízo para nenhuma das partes. Não se configurando, desta forma, o envolvimento de moeda sonante, ou melhor, os dois ativos permaneceriam intactos em cumprimento às normas pertinentes. Como reforço da inviolabilidade da Reserva Especial, o fruto da operação ficaria inscrito na própria Reserva e sua liberação definitiva somente ocorreria quando da permissão distributiva pelos Órgãos competentes, ocasião em que o montante seria onerado no valor desta operação.

- Aceitando-se hipoteticamente o preço do negócio como orçado em R$ 1 bilhão, esta cifra seria rateada entre os beneficiários do Plano, cabendo pouco mais de R$ 8.300,00 individualmente (divisão linear por 120.000) que passaria a figurar como parte de sua participação em futura distribuição da Reserva.

- Os participantes da transação assumiriam o controle do complexo hoteleiro integrando uma sociedade com capital pulverizado em cotas individuais, cujos percentuais participativos seriam limitados aos direitos adquiridos. Neste caso seriam obedecidas as normas para utilização da Reserva, sob o juízo de benefícios distribuídos com proporcionalidade assegurada (a divisão acima serviria de simples parâmetro). Estas cotas seriam passíveis de negociação somente entre os integrantes do bloco, afastando-se de antemão a intromissão de terceiros na composição do negócio.

- Aos freqüentadores inscritos como destinatários da Colônia seriam cobrados pela hospedagem preços apenas suficientes para cobrir custos operacionais, acrescidos de pequena margem de lucro, o que afastaria a incidência de resultados negativos. Também outros hóspedes seriam aceitos, porém subordinados aos valores de mercado – estes sim, gerando lucros efetivos. Estudar-se-ia ainda a hipótese de acolher inquilinos permanentes representados por colegas solitários – aposentados e pensionistas.

- O sucesso da empreitada seria assegurado pelo público alvo visado, composto de um universo cativo superior a meio milhão de hóspedes potenciais, projetando a taxa ocupacional dos 40% atuais para 80/90% em média durante todo o ano. E para exorcizar o fantasma da má gestão a gerência seria entregue a Profissionais idôneos e competentes com comprovada atuação no ramo, e que atuariam sob severa fiscalização permanente de comissão representativa dos sócios.

- Assim sendo, o capital investido no Sauípe retornaria à PREVI estancando a sangria do prejuízo constante, ora engordando números que denigrem sua imagem participativa.
- E nós teríamos como alcançar respeitáveis formas de lazer, hoje inatingíveis, somente permitidas aos detentores de elevado poder aquisitivo e outros, aquinhoados por favorecimentos ilícitos. Sendo que estaríamos pagando por isto honestamente, em condições merecidamente comprovadas.

- Conheçam a atual realidade de Sauipe: http://www.romildo.com/blog/?p=8568

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 13/12/2009.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Simplesmente suspeito

Caros Colegas.

São necessárias indiscrições para que se divulgue como exceção o que deveria ser tomado como rotina. Decorridos mais de quatro meses da assinatura do vergonhoso acordo de entrega da metade do que nos pertence, somente agora nos é dado conhecer a correta postura de integrantes da mesa que se negaram a assinar os documentos que lhes puseram à frente, como imposição para aceitar a determinação do patrocinador.

Todavia, de nada adiantou a negativa de Gilberto Santiago, pela AAFBB, porque houve quem agisse rápido e num gesto de “heroísmo” arrebatasse os papéis de suas mãos para apor o jamegão sofregamente, obscurecendo o verdadeiro ato coroado com acerto e bom senso. Pior que isto é saber que quem assim agiu saiu alardeando o feito torto como digno de elogios e aplausos. Sabe-se agora que, quem substituiu o Presidente da AAFBB em suprema postura a serviço da subserviência, deu a conhecer seu feito quando, ao responder à indagação sobre o que ocorreu, declarou:

“... pois é, o Memorando fui eu quem assinou! (falou com expressão de orgulho), o chefe não queria assinar, a Célia, como era conselheira não poderia aí eu disse: me dá isso aí que eu assino.“

Essa pessoa é nada mais nada menos que a Vice Presidente de Finanças da associação presidida pelo Colega Gilberto Santiago, portanto ocupante de cargo hierarquicamente subalterno ao do “chefe”, de quem tirou das mãos o documento para assinar pela recusa de quem de direito. Não teria havido aí uma estudada encenação para futuro uso propagandístico como ora acontece?

Outra recusa também é tardiamente divulgada, coincidentemente envolvendo o Presidente da AFABB-RS, candidato à vaga recém fabricada pela FAABB, que teria adotado igual postura naquela oportunidade. Não seria o caso de se perguntar por que somente agora esses dois fatos são divulgados? A suspeita subsiste pelo simples motivo de que os dois dizem fazer parte da nossa tropa de choque ao lado da FAABB e, portanto, se verdadeiros os atos de rebeldia num arroubo de bom senso, por que permitiram que assinassem em seu lugar? E, ainda, por que não demoveram a Presidente da FAABB de também perpetrar o “absurdo” contra a vontade dos dois?

Simplesmente suspeito.

Mas, suspeitas à parte, façamos de conta que tudo isso não passe de simples suposições e que a realidade seja outra, para exercitarmos diversa linha de raciocínio.

Olhando-se por esse lado, é infrutífera a negativa por parte de quem tem substituto que não lhe está à altura, pois este precisa ser confiável e comungar das mesmas determinações previamente acordadas.

Por isso, nas etapas que se avizinham é imprescindível ter presente essa faixa de risco, do lado de quem sentar à mesa com propensão à defesa dos aposentados e pensionistas. Ainda mais quando é notório que serão poucos os isentos de comprometedores vínculos com o Banco.

Deste modo, melhor seria que já se posicionassem à mesa com um documento pronto, ou ali elaborado, nos termos do mesmo apresentado pelo patrocinador, mas com exclusão das cláusulas balizadas pela res. 26, validando a rapinagem. E, em não sendo aceitas as ressalvas, simplesmente negar-se a assinar o “acordo”, sem permitir que o assinem em seu lugar, para que seja entregue em definitivo com essa lacuna, pois mesmo sabendo-se que isto não será óbice à validação, até porque a imposição da vontade do Banco prevalecerá, tem-se como certo que o impacto do enfrentamento servirá de base contestatória ao que sobrevier.

E a firme defesa dos princípios de quem não se dobrou justificará sua presença, permanecendo incólume a estatura que possua - justificando o respeito e a admiração de que se fizer merecedor (a).

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 12/04/2011.

Preocupação

Edison de Bem escreveu:

Meu caro Marcos,

Seu nome, inquestionavelmente, faz "tremer" a "base circense" montada para dizer sim ao BB e à PREVI.

Se a negociação fosse "quente", faria questão de ser o primeiro a apoiá-lo, como já o havia feito quando pensei que a fórmula seria outra, aberta e diversificada, contemplando diversos colegas.

No entanto, como se pode prever, o "REPRESENTANTE", será "manietado" com as "REGRAS DO NÃO PODE" e você jamais se prestaria para isto.

A sua palavra forte e corajosa deve ser preservada para momento oportuno, em que possa realmente ser ouvida e apoiada por todos. Não agora, que as cartas continuam marcadas e a maioria dos nossos colegas reluta em defenestrar as "velhas carcaças" encasteladas no poder. Ainda é um "saco de gatos". Não nos convém jogar tão valoroso " soldado da causa", solitário, naquele meio.

Já entregaram parte de nossas economias para que o "bondoso" Banco do Brasil investisse no VALERIODUTO (como agora descoberto pela Polícia Federal), melhorasse os números de seus balanços e comprasse outras instituições financeiras.

O que querem agora ? Já jogaram iscas para todos os gostos, é só ver a hilária "salada" contida na nova lista de reivindicações.

Desejam agradar a todos, embora saibamos falsas e inócuas suas propostas.

Se, efetivamente, quisessem resolver o problema, as próprias ASSOCIAÇÕES que dizem nos defender, abririam votação nacional para indicação de nomes de colegas especialistas no assunto, isentos de compromissos políticos, retirando daí, número pré-definido, para compor uma COMISSÃO. Estes colegas seriam encarregados de elaborar projeto único, contemplando formas de solucionar senão todos, mas a grande maioria dos problemas hoje discutidos. É muito fácil de resolver, é só querer.

Mas aí está o grande óbice, resolvida esta questão, apagar-se-i-am as "luzes dos holofotes" que alimentam os eternos "coroados". À míngua, morreriam politicamente.

Mas, colegas, não são estes os nossos maiores problemas. O que me preocupa e "tira o sono" é a continuidade da vigência da RESOLUÇÃO 26. Esta sim é o verdadeiro "cancro" a ser, urgentemente, extirpado.

Através da Resolução 26 o Banco, que de há muito já não merece nossa confiança, pode determinar manipulação de números, fabricando sucessivos superávits inexistentes e deles se locupletando, até o esgotamento da capacidade de pagamento da PREVI, levando-a ao caos, hoje vivido pela AERUS.

Mas a maior parte da culpa cabe a nós mesmos, a inércia e a alienação nos jogaram nesta situação.

Eu, sinceramente, estou cansado. É somente uma meia dúzia brigando, tirando dinheiro do próprio bolso para viajar ao encontro de políticos que possam ajudar, varando madrugadas e contatando as mais diversas autoridades, em busca de "luz".

Pelas verdades ditas, sabidas, mas às vezes difíceis de provar, arriscamos até ser processados e, os demais, o que fazem?

A grande maioria destes que hoje estão lutando, dentre os quais me incluo, não estão esperando aplausos ou gratidão, mas pelo menos, entendem merecer apoio e incentivo.

Somos 120 mil almas vinculadas diretamente à PREVI. Se tivermos 3% de colegas/pensionistas, preocupados e discutindo os problemas que nos afetam é muito. Certamente não alcançamos a tanto.

Vou discorrer um exemplo que é a tônica em nossa comunidade.
Dia deste fui convidado para almoço mensal de aposentados.
Como sempre alguns se chegaram para conversar e saber as novidades, mas a pergunta dominante era sempre: o que vem de dinheiro por aí?
Devido a situação de muitos até se entende.
Mas, podemos sentir, nestas rodas, a total indiferença com o futuro.
A tônica é " vou morrer em seguida, quero é aproveitar os dias que me restam, com dinheiro no bolso".
Ao final da reunião, o colega "coordenador" solicitou a quem quisesse receber notícias sobre andamento de assuntos da PREVI/CASSI , que registrasse o e-mail em uma lista. Sabem quantas adesões recebi... UMA...

Sobre o mesmo assunto, aproveito para repercutir o ocorrido com o brilhante companheiro Luiz Dalton que na reunião de Porto Alegre perdeu a paciência com os "falastrões" da PREVI e não foi apoiado por ninguém. O fato transcrevo abaixo:

"Ontem participei do encontro na SUPER (RS) para ouvir as patranhas de um diretor da PREVI eleito por nós para nos defender e cuidar de nosso patrimônio. No salão que deveria ser de debates vi e ouvi estarrecido a subserviência de uma plateia de pascácios embevecidos com os números e besteiras ali apresentados. Em determinado momento não pude ignorar as mentiras que nos eram atiradas como se fôramos indigentes mentais. Tudo isso, mérito daqueles nossos representantes, na verdade empregados, pois nós é que lhes pagamos os ricos salários e mordomias. Reagi enfurecido. Interpelei o embevecido palestrante, insultando-o por faltar com a verdade, ademais de outros assaques. Para minha estupefação não tive qualquer sinal de apoio à minha franqueza e duras assertivas contra o marionete que ali se apresentava. Os baba-ovos assentados no auditório o aplaudiam com se o cara fosse um milagreiro dos tempos medievais. Foi uma tristeza. Houve colega que perguntou a respeito do reflexo do terremoto e tsunami japonês sobre os valores das ações da Vale. Tive que desistir e me ausentei do picadeiro ali armado. Meu caro amigo, nós não podemos nos juntar a esse cabotinismo e farsa montados por esses auto-intitulados nossos representantes. Li num desses emeios que correm por aí, uma pretensiosa e irreverente carraspana subscrita pela Srª. Isa Musa a um nosso querido, denodado e respeitado companheiro. Essa cidadã e colega que não conheço, afirmou competir somente ela e seus acólitos das AFAs decidir quem participa ou deixa de participar nessas cabulosas tratativas. Para isso ela pede a indicação de nomes de “representantes” apenas através das direções das AFABBs regionais. Permito-me perguntar: quem deu a ela esse poder?..."(Luiz Dalton)

Ás vezes penso até em largar essa militância teimosa, mas reflito e a vejo, valente, persistente e com o foco pré-determinado na vitória das nossas idéias e, especialmente porque, temos a parceria de colegas especiais, que valorizam o nosso trabalho, e se apresentam como verdadeiros "bálsamos", quando pensamos em esmorecer.

UM ABRAÇO A VOCÊ MEU CARO MARCOS E A TODOS OS COLEGAS QUE NOS ACOMPANHAM.

EDISON DE BEM

domingo, 10 de abril de 2011

Indicação para a FAABB

Apoio a Marcos Cordeiro, da AAPPREVI

Antonio Carlos Raposo

Colegas,

Foi reaberto o teatro das “negociações”, com a participação dos mesmos atores da peça anterior.
Atores auto-indicados, “aceitos” pelo Banco, não escolhidos e nem eleitos por nós para ESSE FIM, que assinaram um acordo em nosso nome sem nos consultar previamente sobre o que assinariam. Acordo esse que já consentiu/entregou metade de todo e qualquer superávit que a PREVI obteve desde 2007 (R$ 15,8 já contabilizados) e venha a obter até o final do Plano 1.

Fica uma pergunta: esses “nossos” negociadores que aí estão enfrentaram o Banco em alguma coisa?

No último dia 5 de abril, a “generosa” Presidente de FAABB, num ato pessoal e “democrático”, abriu a possibilidade de que as suas filiadas fizessem a indicação de mais uma pessoa para se integrar à “nossa” representação. O edital da “benesse” dava um enorme prazo de 6 dias (!) para que as entidades se entendessem e enviassem suas indicações à Federação. Esse mesmo edital dizia “a indicação de mais um nome dentre os atuais Presidentes em efetivo exercício nas associações filiadas” e “O Presidente que reunir o maior número de indicações por parte das filiadas será o escolhido.”

A AAPPREVI, filiada de âmbito nacional ao contrário das AFABBs, logo submeteu a todos a “candidatura” do colega Marcos Cordeiro. Mas, não obstante a clareza do edital nesse ponto, começaram a surgir indicações de nomes de outros colegas, valorosos, que, entretanto, não preenchiam o requisito da regra inicial (ser Presidente de uma filiada). Consultas e respostas “imprecisas”, e não importa se de boa-fé, estabeleceram uma inconveniente dispersão na discussão, e divisão de opiniões.

O fato é que essa enquete para escolha de mais um representante está compatível com o trabalho da companhia teatral. Sabendo-se, desde dezembro/2010, que haveria novas negociações, porque não foi promovida, com o devido tempo e organização, uma consulta nacional, séria, para que os representados escolhessem TODOS os nomes da “Comissão de Negociação”, para termos uma representação de fato? (desculpem pela pergunta infantil)

Outro fato, gostemos ou não, é que o cenário está montado e o ato já começou. Cabe-nos ou fechar os olhos ou assistir ao espetáculo. Aliás, não apenas isso. Como a direção foi bondosa, podemos, todos, fazer um “bico” de figurantes e “participar” dele. Como? Envolvendo-nos com essa indicação na vaga outorgada.

Diversos nomes de valor têm sido sugeridos nos grupos. E, se fôssemos ignorar o requisito de “ser Presidente de filiada”, muitos outros ainda poderiam ser lembrados. Exemplifico com apenas cinco, simbólica e propositalmente, pois se fosse estender a lista, certamente, cometeria injustiças por omissão: Tollendal, Adrião, Ruy Brito, Piani e Faraco, p.ex. Mas qual a utilidade de se indicar nomes fora da regra? Será que ajuda ou atrapalha?

Nesse enredo, gostaria de declarar meu apoio ao colega MARCOS CORDEIRO, da AAPPREVI.

Não conheço o Marcos pessoalmente. Apenas pela sua atuação na AAPPREVI e pelos seus textos. E pelo que vi até agora, ele seria a nossa melhor escolha, tranquilamente. Relaciono algumas “virtudes” que sustentam a minha opinião:

- entre os possíveis indicados, Presidentes das filiadas – que merecem, todos, o nosso respeito – e inclusive entre os nomes sugeridos “fora do requisito”, o Marcos Cordeiro tem sido o mais ATIVO e ATUANTE dirigente de Associação;

- entre todos esses, ele tem sido o mais COMBATIVO, apontando, publicamente, as maracutaias e os conluios que têm sido feitos;

- tem demonstrado, por suas ações e pelo que escreve, ter COMPETÊNCIA e CORAGEM para enfrentar os esquemas armados no teatro;

- não queremos mais um para dizer SIM a tudo o que o Banco impõe;

- ele é “NOVO” e INDEPENDENTE; não faz parte da política que, infelizmente, costuma contaminar as relações nas nossas entidades, e nos dividir;

- a AAPPREVI é de âmbito nacional e foi criada, especificamente, para promover a defesa dos nossos interesses;

- mesmo sem ter a ilusão de que um novo representante vá conseguir alterar substancialmente um “jogo de cartas marcadas”, com o Marcos lá eu creio que, pelo menos, teremos informações corretas e seguras do que se passa nessas negociações.

A indicação, pelo edital, é do nome de um Presidente de filiada, e deve ser feita pelos Presidentes das filiadas.

Peço aos colegas que me leem que avaliem a indicação do nome do Marcos Cordeiro, e que sugiram às Diretorias de suas Associações, que votem no Marcos.

Raposo

et. esta é uma posição pessoal; o Movimento pela UNAP-BB, como pode ser visto no site (www.unap-bb.org) optou por não apoiar nenhum nome e se manter na posição de “não reconhecimento” da representação já existente.

Observações do Blog:
O Colega Antonio Carlos Raposo é integrante do NIM – Núcleo de Implantação do Movimento pela UNAP-BB.

Curitiba (PR), 10 de abril de 2011.

sábado, 9 de abril de 2011

Reunião prematura

Caros Colegas.

A FAABB tem por costume patrocinar encontros de dirigentes de suas afiliadas para apresentar e discutir assuntos de amplo interesse, além de proporcionar o congraçamento entre esses membros.

Ultimamente os eventos têm sido marcados em véspera de data agendada pelo Banco para dar continuidade às discussões de distribuição do superávit, como a que ocorrerá no início de maio. Sabe-se que esta reunião foi anunciada para dar sequência ao cumprimento da promessa de 24/11, e onde se espera seu posicionamento em face da pauta apresentada no dia 04 deste mês.

Em correspondência de 05.04.2011 a colega Isa Musa de Noronha, Presidente da FAABB, sugeriu que um novo Membro se juntasse ao Grupo de Negociação envolvendo o Banco e a PREVI, no qual ela mesma já possui assento.

Com muita propriedade, o Colega José Chirivino Álvares indagou da presidente Isa Musa:

“A alteração na composição da mesa de negociação é uma iniciativa da FAABB, sua pessoal, ou uma solicitação/sugestão do Banco do Brasil?”

E mereceu a surpreendente resposta:

‘Prezado José Álvares,
A iniciativa é minha. A FAABB representa quase 68 mil aposentados e pensionistas que são filiados às suas respectivas Associações. Nada mais justo que sejamos dois à mesa. A Assembléia Geral da FAABB é composta pelos Presidentes de cada associação e assim, cada um envia para o nosso e-mail da FAABB o nome de sua escolha. O mais indicado será o representante. Antes da próxima rodada de negociações com o Banco a FAABB realizará uma Assembléia Geral Extraordinária quando os Presidentes de cada Associação pautarão como será nossa postura à mesa.
Atenciosamente
Isa Musa’


A surpresa não fica somente por conta da revelação de que esta escolha tem motivação que se situa além dos enquadramentos estatutários ou do Colegiado que dirige a FAABB. Surpreendeu-nos igualmente o anúncio da AGE para “antes da próxima rodada de negociações”, como declarado.

Em comunicado datado de 05/04 também nos foi informado que:

“Reabertas as negociações, a FAABB deseja ouvir suas filiadas sobre qual deverá ser nossa postura em face dos possíveis desdobramentos que essa nova etapa trará”.

É sabido que essa reunião do dia 04/05 não trará resultados determinantes, ainda, porquanto servirá para o conhecimento da postura do Banco em face das propostas apresentadas no encontro anterior, do dia 04. Assim sendo, acreditamos que seria recomendável aguardar o que surgirá da próxima reunião para, então, convocar essa AGE. Ainda mais porque a Federação arca com grande parte das despesas ao subvencionar passagens e hospedagens de associações de pequeno porte, como de costume, o que não vemos como necessário neste momento.

Em vista disso, a FAABB poderia isto sim, elaborar questionário a ser respondido pelas filiadas, para seu conhecimento e unificação dos pontos comuns contendo a posição de cada uma a respeito de temas específicos, como sejam:, avaliação consubstanciada da proposta em mãos do patrocinador, itens julgados prioritários para definição do pleito, estratégia de comportamento à mesa, e outros assuntos julgados convenientes. De posse desse documento a AGE teria uma pauta enxuta que lhe permitisse uma condução tranquila, sem debates prolongados e/ou acalorados na defesa dos pontos de vista dos participantes. E o encontro se encerraria com resultado proveitoso tendo uma diretriz segura a ser respeitada, já se sabendo o que o Banco concorda em negociar e o que deveremos exigir com segurança, e sem maiores surpresas.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 09/04/2011.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O Representante

Caros Colegas.

Das trinta e uma associações Afiliadas à FAABB e constantes da relação distribuída, apenas quatro atuam no âmbito nacional, de acordo com seus Estatutos: AAFBB, AAPBB, AAPPREVI e UNAMIBB, sendo que esta última não é uma associação de aposentados como as demais.

Sem pretender ofuscar o mérito das AFABBs dignamente conduzidas por seus Presidentes, pedimos notar que a vaga criada para ser exercida conjuntamente com a Presidente da Federação, terá maior representatividade se preenchida por dirigente de uma das que trabalham a nível nacional, pois terá melhor trânsito na esfera do BB/PREVI, além de contar com experientes colaboradores distribuídos por todo o País, e com maior bagagem para exercer o poder de acionar a Justiça em benefício do conjunto dos sócios de todas as associações, para defendê-los sem regionalismos.

Nesse entendimento, excluindo-se a UNAMIBB pelas razões expostas, o número mencionado deverá ser reduzido para três, e depois para dois considerando as declarações da FAABB inseridas na Enquete de 05/04:

“Hoje a FAABB se faz representar oficialmente por sua Presidente, embora estejam à mesa, o Presidente da AAFBB e o Presidente da AFABB-SP”.

Assim sendo, a AAPPREVI vem à presença dos dignos Presidentes das AFABBs com pedido para que destinem a uma dessas duas Entidades remanescentes, ainda sem representação, o seu voto indicativo ao preenchimento da vaga, de modo que estejamos representados nacionalmente nos encontros futuros para tratar dos assuntos do PB1 da PREVI, junto ao Banco do Brasil, e em oposição aos seus aliados.

De se notar que essas duas Associações também se preocupam efetivamente com as pensionistas, presentes e futuras, pelo que têm demonstrado. E basta um ligeiro passeio pelos seus sites para constatar o acerto da opção, ainda mais porque daí virá a certeza de que o representante assim alçado terá o pensamento voltado para todo o universo dos aposentados e pensionistas representados pelas AFABBs, sem o risco de a função cair nas mãos de quem possa voltar-se para a defesa do seu núcleo, à falta de estrutura para trabalhar pelos sócios de todas as Associações.

No caso de o nosso presidente não contar com a sua simpatia como melhor opção, a AAPPREVI pede que o voto seja destinado ao dirigente de Entidade de igual perfil, para que a vaga não seja ocupada por quem atua regionalmente e, em que pese o profícuo desempenho, careça da representatividade na esfera Federal. É bom lembrar que a busca não envolve apenas a pessoa do Presidente da Associação, mas tudo que ele representa somado aos nomes que o ajudam e assessoram com aconselhamentos e apoio.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 08/04/2011.