quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Chapa DIREITOS - nº 1




Caros Colegas,

Talvez esta seja a notícia que mais esperei divulgar desde a criação deste espaço.

É com imenso prazer que anunciamos a nossa Chapa DIREITOS, a Número UM para a Eleição da AAPPREVI. Nas próximas horas e dias por aqui transitarão muitas informações envolvendo os propósitos dos Candidatos. Por isso, ficamos desde já à disposição de quantos queiram manifestar opiniões.

UM POUCO MAIS SOBRE A AAPPREVI

A AAPPREVI nasceu do desejo coletivo por justiça e melhorias para os aposentados e pensionistas do Plano de Benefícios 1 da PREVI.  Começou escondidinha por trás do Blog, pequena e desacreditada por muitos, mas com trabalho sério e árduo cresceu, chegando aos quase 4 mil associados que a eleva à posição de terceira maior associação de aposentados e pensionistas do BB, de âmbito nacional. Levamos aos Tribunais centenas de lotes de Ações ajuizados com promissores indícios de sucesso. Temos a menor mensalidade entre as Associações e somos a única que não cobra quaisquer outros custos aos associados. Tudo é suportado pela arrecadação. 

É para dar continuidade a este trabalho que pedimos o seu voto. Chegou a hora de crescer mais e consolidar o que existe fortalecendo sua personalidade social e jurídica.

A CHAPA DIREITOS - 1

Composta por nomes de reputação ilibada, colegas com um passado dedicado ao BB com trabalho honesto e honrado, a Chapa Direitos se renova e busca maior eficiência na condução dos trabalhos durante o próximo triênio.  Conheça nossos candidatos e os respectivos cargos que prometem exercer com dedicação e eficiência:

CONSELHO ADMINISTRATIVO (CONAD)

1 – Marcos Cordeiro de Andrade
      Presidente Administrativo

2 – José Geraldo Garcia Guedes
      Vice Presidente Administrativo

3 – Antonio Américo Ravacci
      Vice Presidente Financeiro

4 – Júlio César Pestana Costa
      Vice Presidente para Assuntos Previdenciários

CONSELHO FISCAL (CONFI) – Titulares

5 – Luiz Augusto Portilho Magalhães
6 – Luiz Minari
7 – Maria Margarete Zanoni de Almeida

CONSELHO FISCAL (CONFI) – Suplentes

8 – Elvira Pereira Motta
9 – Jaym Eduardo Mello de Vasconcellos
10 – Solonel Campos Drumond Júnior

Atenciosamente,
Chapa Direitos – 1

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR), 21 de novembro de 2012. www.previplano1.com.br

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Carta aos Associados da AAPPREVI

Caros colegas,

Recebi com pedido de publicação a carta do advogado da AAPPREVI nos termos abaixo:
Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade.

----------------------------------------------------------------------------

Curitiba-PR, 20 de novembro de 2012.

Aos associados da AAPPREVI/comentaristas/mantenedores de blogs (Ari e Marcos),

Diante de toda a polémica e discórdia que temos observado nos últimos dias, eu não poderia me omitir. Então, faço as seguintes considerações visando contribuir para a harmonia entre os aposentados para que nós possamos permanecer fortes contra os nossos inimigos (falo como advogado e como aposentado do BB):

1. Vamos acabar com o anonimato nos blogs! O homem que é homem honra suas palavras, se identificando ao manifestar o seu pensamento ou fazer o seu comentário. Os sites conceituados não aceitam comentários de anônimos (o que você irá perder se se identificar? Nada.);

2. Quem são os anônimos? Será que não é um inimigo (a serviço de outra associação) semeando discórdia entre nós? Será que os comentários dos anônimos são agregadores?;

3. O mantenedor de um blog que aceita comentários de anônimo, torna-se córesponsável com ele, civil e penalmente (e em caso de processo judicial, mediante mandado, o Judiciário impele ao site hospedeiro a informar o IP do anônimo);

4. Todos nós, aposentados, não somos mais crianças. Temos que agir com maturidade e, se for necessário, vamos atacar as idéias das pessoas e não às pessoas (vamos agir como civilizados);

5. Sou advogado da AAPPREVI desde a sua fundação e tenho tido contatos de cunho profissional com os membros do CONAD (Sr. Marcos, Sr. Gilvan e Sr. Ari). Durante estes 3 anos não percebi nenhum indício de improbidade administrativa ou de desonestidade de nenhum deles;

6. Entendo que é hora de abaixar as armas, ponderar o que é melhor para a AAPPREVI (deixando os interesses egoísticos de lado) e ter disposição para o diálogo;

7. Analisando o estatuto, o edital de convocação para escolha dos novos dirigentes e os comunicados posteriores no site da AAPPREVI, entendo que, se eventualmente ocorreu pequenas irregularidades na condução processo eleitoral até aqui, as mesmas foram corrigidas a tempo, O QUE NÃO CAUSARÁ NENHUM PREJUÍZO ÀS CHAPAS CONCORRENTES E NEM AO PROCESSO EM SI.

Diante dessas considerações, conclamo a todos darem continuidade ao processo de eleição da diretoria da AAPPREVI (que ganhe a chapa que a maioria optar), sem animosidades e que todos (situação e oposição) aceitem o resultado do pleito, apoiando e ajudando à AAPPREVI. E esquecer tudo o que se passou.

Respeitosamente,

JOSÉ TADEU DE ALMEIDA BRITO
Advogado OAB-PR 32492 e Aposentado do BB – matrícula 5.897.525-X

Clique aqui para ler a carta original em PDF. 

ES - Ação cautelar da AAPPREVI (II)



Caros Colegas,

Relativamente aos anunciados novos parâmetros para contratação do ES a partir do próximo dia 22, o Presidente da AAPPREVI divulgou no dia 13/11/12 a intenção de Ajuizar ação impeditiva para a efetivação dos prazos e limites na forma determinada.

Reconhecendo a fragilidade de embasamento jurídico suficiente para garantir o êxito da demanda, o Presidente da AAPPREVI RESOLVE desistir de impetrar Ação Judicial visando impedir a consecução da determinação, mesmo  julgada prejudicial aos interesses de grande parcela dos assistidos.
Em consulta a um dos Advogados que compõe a Assessoria Jurídica da Associação, fui desestimulado a prosseguir como propósito anunciado:

“Prezado Sr. Marcos,

Conforme sua solicitação, estive estudando a possibilidade de se ajuizar alguma medida judicial para impedir que a PREVI venha a implantar o novo Empréstimo Simples com prazos diferenciados em razão da idade dos participantes do Plano 1 (a soma da idade mais o prazo não poderá ultrapassar a 170) e cheguei a conclusão de que há frágeis fundamentos para embasar eventual medida.
O fundamento mais contundente, mas um tanto genérico, seria o do artigo 4o. da Lei n. 10741/2003 que dispõe sobre a garantia de não discriminação do idoso.
No entanto, poderá prevalecer a força da necessidade de se observar o equilíbrio atuarial das reservas da PREVI destinadas aos empréstimos desta natureza.
Em visto do exposto, salvo melhor juízo, dou meu parecer para que a AAPPREVI não patrocine, neste momento, medida judicial nesse sentido retro mencionado.
Atenciosamente,
JOSÉ TADEU DE ALMEIDA BRITO
Advogado “.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo

domingo, 18 de novembro de 2012

Carta ao Gilvan Rebouças



Marcos Cordeiro de Andrade

Curitiba (PR), 17 de novembro de 2012.

Caro Gilvan,

A poucos dias da Assembleia para eleição na nossa querida AAPPREVI, em que forçosamente estaremos presentes no mesmo recinto, por sinal a minha casa onde está abrigada a Associação desde sua fundação, gostaria que esse encontro se desse no clima de camaradagem e respeito mútuo que sempre existiu entre nós

Pelo que se desenha no horizonte, e a persistir o atual estado de coisas, se prenuncia uma desagradável situação, pois você hoje me tem como um inimigo a quem destina um ódio incontido, pelo que tem registrado nas suas mensagens que me chegam indiretamente como cópias de e-mail. A mudança do seu comportamento em relação à minha pessoa chegou ao ponto de influenciar negativamente o Ari Zanella para agir igualmente a você. Tanto é que o municia de dados imprecisos e incorretos acerca das coisas da AAPPREVI para que ele poste no seu Blog. Devo lembrar que sempre me relacionei bem com o Ari, cujo tratamento que me dispensava era o de “Amigo Marcos”.

Até o dia 06/10/12, por ocasião da nossa conversa diária por telefone de manhã cedo, ritualmente mantida durante cerca de três anos com uma pontualidade de relógio suíço, os contatos cessaram. A partir daí você se recusou terminantemente a atender minhas ligações, tanto na linha da AAPPREVI, instalada na sua casa, como nas suas linhas particulares – celular e fixa. Também minhas mensagens de e-mail não são respondidas desde aquela data.

O estranho em tudo isto é que a drástica mudança de postura não encontra explicação de minha parte para ter acontecido. Suas constantes visitas à minha casa, com atendimento preferencial na cozinha, por sua escolha, permitiram com o passar do tempo que isso se transformasse em amizade fraterna com ares de relacionamento familiar. Muito embora eu nunca tenha tido a honra de ser recebido em sua casa, seus comparecimentos à nossa nos davam tal satisfação que minha mulher sempre preparava os quitutes de sua preferência. E o acolhia na nossa mesa com um prato de dobradinha ou rabada feita especificamente para agradá-lo, depois de telefonar perguntando o que você iria querer. Sem contar que você sempre levava algum mimo da comida nordestina que degustávamos, como queijo de coalho, manteiga de garrafa, feijão macassar, retirados da dispensa de casa. Ou fatias de bolo de aniversários ou das festas de final de ano a que comparecia. Era, vejo agora, não mais um relacionamento de simples amigos, mas de parentes proximamente íntimos. O que confirma o caro Notebook que me deu de presente de aniversário “digno de um presidente” – enquanto que eu não tinha condições de retribuir à altura.

De repente tudo mudou e eu continuei “me rebaixando”, usando de subterfúgios para merecer atendimento alternando os aparelhos – ora os normalmente conhecidos, ora o de casa, ora o celular da minha mulher ou do meu filho. Mas até mesmo isso não funcionou porque certamente você havia registrado os números para não receber chamadas.

Nessa época se aproximava o prazo fatal para convocação da Assembleia e você permaneceu imutável, deixando-me sozinho para cuidar de tudo. Se já era difícil conduzir a Associação nos nossos dois setores somente, tudo ficou pior.

Por fim, veio a notícia bomba no corpo de e-mail do Ari Zanella comunicando que faria parte de chapa de oposição tendo você como Presidente e ele como Vice, sem confirmação da sua  parte.

Como não havia planejamento para concorrermos separadamente, porque era consenso que nós dois permaneceríamos unidos “para não entregar a AAPPREVI na mão de aproveitadores”, fiquei desarvorado por saber que não contaria com sua ajuda para conduzir o processo eleitoral. Além do mais você mantém o domínio e controle da relação dos sócios relativamente à condição financeira. Partindo daí tive que fazer tudo sozinho, sem ter experiência suficiente, pois na primeira eleição todos contribuíram com trabalho e orientação. E você bem sabe que não tenho relacionamentos aqui em Curitiba com quem possa me ajudar o que tornou impossível trabalhar com segurança mantendo minha posição de perfeccionista. Isto acarretou a imposição de falhas nas coisas do processo eleitoral. E surgiram as críticas exacerbadas nos meios de comunicação, suas e do Ari, mas nunca direcionadas especificamente aos meus endereços de e-mail, telefone e de correio.

Agora a coisa ficou pior. Os ataques são mais ferinos. As acusações do cometimento de irregularidades se sobrepõem, quando sabemos que sempre houve lisura no trato das finanças da AAPPREVI. Até porque nela não se mexe com dinheiro. Tudo é feito forçosamente em conjunto – Presidente/Tesoureiro – através de lançamentos na conta de depósitos iniciados com sua senha e confirmado com a minha. Embora o caminho possa ser inverso, nunca me permiti iniciar o procedimento. Além do mais, como reza o Estatuto, tudo que envolve o lado financeiro da Associação tem que ser assinado por esses dois dirigentes – Presidente e Vice Presidente Financeiro, eu e você, você e eu. E sempre foi assim, em tudo. Como, aliás, não poderia ser diferente, pois no CONAD somente nós dois trabalhamos e vivemos inteirados dos assuntos da AAPPREVI, dado o completo alheamento dos outros dois, Ari Zanella e Elizabete.

Por tudo que ocorre, encaro como tremendamente estranho esse repentino comportamento e o interesse do Ari em concorrer na sua chapa para me alijar do comando, quando seguidas vezes declarou que nenhuma ajuda de trabalho poderia nos dar pela sua condição de funcionário público que lhe toma todo o tempo. Será que ele pediu demissão do emprego e está com tempo de sobra e dinheiro suficiente para dispensar essa renda extra? Será que ficou penalizado com minha excessiva carga de trabalho na AAPPREVI e, num surto de magnanimidade, resolveu me premiar com a substituição?

Todavia, para me tirarem do caminho não precisavam ter me traído escondendo suas pretensões até o último instante. De notar que até este momento, dia 17/11/12, meio dia e vinte e dois minutos de sábado, nem a chapa vocês registraram. E tudo poderia ter sido conduzido dentro da camaradagem que sempre existiu entre nós. Bastaria ter havido um dos cordiais encontros e postas as cartas na mesa: queremos o seu lugar e vamos concorrer com chapa de oposição. Eu teria concordado, mesmo sem entender o que passaria a ser oposição, pois dos dez da atual diretoria somente dois se mantiveram fiéis a mim. Os outros, excetuando um que se declarou neutro, me abandonaram configurando traição em massa sob o seu comando, ao que suponho. Também, se algo estava errado a culpa também é sua porque me deixou manter a mesma postura durante nosso mandato sem uma única crítica sequer. Ao contrário, sempre aprovou todos os meus atos, com assinatura ou com palavras e cobria de elogios a capacidade de trabalho criativo do meu filho e seus conhecimentos postos à disposição em benefício da Associação e de todos nós. Até nisso você mudou ao fornecer dados imprecisos e inverídicos ao Ari para atingir impiedosamente a honra do meu filho e a minha com acusações de incapacidade de trabalho, desonestidade e desvios de conduta. Nisto quero que saiba o mal que nos causaram.

Somos uma família de “estrangeiros” aqui no Sul e o único relacionamento com ares de família que mantínhamos era com você. Sua atitude nos deixou órfãos criando um clima de estupefação porque não encontramos a razão de tudo isto. Minha mulher não se conforma com esse rompimento sem explicações. Meu filho se mantém indignado por não entender os motivos da atitude mesquinha e descabida do Ari Zanella. Vivemos, nestes dias, num clima de velório dentro de casa. Perdemos a paz interior. Sentimo-nos vítimas de uma tremenda e inexplicável traição partida do seu lado. Logo você, da boca de quem minha mulher e meu filho várias vezes ouviram dizer: ”Marcos, não vamos entregar tudo isso nas mãos de aventureiros vagabundos”. “Depois de todo sacrifício, de tudo por que passamos trabalhando de graça 24 horas por dia, não vamos deixar ninguém chegar e meter a mão na AAPPREVI”.

Lembre o que declarou quando o convidei para compor a chapa da fundação, três anos atrás – “em você eu confio, aceito ser Tesoureiro porque sou Economista”.

Mas, e agora, o que mudou? Deixou de confiar por quê? Quer me tirar daqui para sentar na minha cadeira, acaso eu seria o aventureiro vagabundo que iria “meter a mão na AAPPREVI”? Será que não seriam os de chapas opositoras que têm esse propósito? Já examinou esse aspecto? Acaso aquele projeto de unificação das “pequenas” envolvendo grandes somas não está por trás disso? E quem vier depois de mim vai seguir o meu exemplo, continuar o trabalho que iniciei, mantendo a independência da AAPPREVI ou mudar tudo para pior? Esqueceu que os seus estudos de algumas novas ações tiveram sucesso na divulgação graças a tudo que se desenrola dentro da minha casa onde hospedo a AAPPREVI? Esqueceu que tudo teve início graças ao trabalho gratuito do meu filho desenvolvido durante seguidas noites mal dormidas, porque durante o dia cumpria expedientes em emprego com carteira assinada? Esqueceu que todas as campanhas de arregimentação de sócios foram bem sucedidas pelos recursos publicitários empregados e idealizadas pelo meu filho, graças aos conhecimentos profissionais dele? Esqueceu a campanha do Notebook para novos sócios? Esqueceu quem teve a ideia das newsletters que, a cada lançamento de e-mails, nos traz cerca de 200 novas filiações? Esqueceu que isso assoberbava você de trabalho que foi minimizado com a implantação do Sistema de Informática a cargo de Empresa especializada, contratada para esse fim específico pela AAPPREVI (Presidente e Vice Financeiro)? Esqueceu que você idealizou e coordenou essa implantação, com acompanhamento constante durante os 32 dias desde o início até a conclusão quando você autorizou o pagamento da fatura dando-o como bom e confiável? Esqueceu a criação e continuidade da publicação da Revista (Direitos) que a cada nova edição nos traz mais sócios? Esqueceu os rasgados elogios que fez sobre a sua qualidade e importância? Esqueceu quem nela escreve e o Ari Zanella tenta desqualificar?

Feitas essas considerações, conclamo que busque um entendimento, que me explique porque mudou seu julgamento sobre minha pessoa. Diga o que fiz de errado para buscar corrigir, muito embora, num profundo exame de consciência esteja convicto de que não errei em absolutamente nada na condução da AAPPREVI, ou relativamente à sua pessoa. E que minha família nada fez contra você ou contra o Ari Zanella para sofrer tanta carga de ódio explícito.

Sejamos razoáveis. Lembremos a suposta amizade havida. Busquemos um entendimento mesmo prosseguindo com a campanha iniciada – você em uma chapa e eu em outra. Mas nem por isso impondo a necessidade de sermos e nos tratarmos como inimigos irreconciliáveis.

Os três últimos anos deste meu final de vida foram inteiramente dedicados à construção da AAPPREVI, fazendo-a ser hoje a terceira maior Associação de Aposentados do Brasil, no âmbito do BB/CASSI/PREVI. Quero manter a satisfação desse feito até a morte, sendo lembrado como trabalhador honrado e honesto. Se há quem pense diferente tenho o direito de saber do que me acusam.

Que Deus ilumine sua mente. E o faça reconhecer quanto mal está causando a esta família cujo único erro cometido foi acreditar que a traição nunca nos alcançaria.

Cordial abraço,
Marcos Cordeiro de Andrade. 

sábado, 17 de novembro de 2012

Informações Técnicas




NOTA DA AAPPREVI – ELEIÇÃO 2012

Curitiba (PR), 17 de novembro de 2012.

Caros Colegas,

Visando dotar os associados de informações suficientes para o entendimento da eficácia do site, o Departamento de Comunicação fez uma explanação técnica demonstrando ser essa a ferramenta ideal para a comunicação com o corpo social. Isto se evidencia notadamente por ser o funcionamento da Associação suportado primordialmente de modo virtual, pois na origem adotamos a Internet como fundamentação da nossa existência, o que foi aceito unanimemente pelo CONAD e pelo CONFI.

No momento presente em que cuidamos do processo eleitoral, registramos que após a publicação do edital o site da AAPPREVI foi visitado 3.218 vezes no período de 07/11/12 a 17/11/12 (envolvendo a divulgação do Edital de Convocação), obtendo um total de 7.610 visualizações de páginas. Paralelamente o envio de newsletters (e-mails) aos associados com assuntos relativos às eleições gerou até o momento a média de 25,5% de visualizações (cerca de 881 e-mails lidos, em média). Vale informar também que o site da AAPPREVI conta com a média de 10 mil visitas mensais, com mais de 30 mil visualizações de páginas (dados aferidos para o período de agosto a outubro de 2012).

Assim sendo, a AAPPREVI entende que seu site é o melhor e mais abrangente canal de comunicação com o associado, que conta com área exclusiva para acompanhar assuntos relacionados a ações judiciais, comunicados, dados cadastrais e tudo o que diz respeito a sua condição. Também, o site, além de ser o meio mais acessível (pode ser visto em qualquer mídia, inclusive tablets e celulares), torna a comunicação mais eficiente e garantida, uma vez que não é afetado pelos problemas peculiares aos e-mails, tais como: caixa de entrada cheia, possibilidade da mensagem ser identificada como spam, eventuais erros de digitação do e-mail, possíveis falhas na entrega por conta de problemas de cada servidor, entre outros.

Os dados de acesso e visualização de e-mails são do Google Analytics e da Locaweb (provedor de hospedagem da AAPPREVI).

Conclui-se, portanto, que o site www.aapprevi.com.br é a melhor ferramenta em uso para a comunicação com os associados. Pela eficiência, credibilidade e confiabilidade do sistema em uso é, também, ideal para atender ao processo eleitoral em curso.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

ELEIÇÃO AAPPREVI 2012 – Inscrições prorrogadas

Carta recebida da AAPPREVI com pedido de publicação.

Curitiba (PR), 16 de novembro de 2012.

Caros Colegas,

Fica prorrogado o prazo para inscrição de chapas para concorrer à Eleição da AAPPREVI.

Usando da autonomia e credibilidade que lhe dá o diploma conferido pela AAPPREVI, o Diretor Adjunto para Assuntos Jurídicos deu parecer favorável à consulta da Comissão Eleitoral e autorizou conjuntamente a dilatação do prazo por mais 7 (sete) dias, contados do dia 14/11/12 ao dia 21/11/12, obedecendo-se às demais diretrizes do Edital de Convocação, divulgado no dia 06/11/12 pelos meios informados (site www.aapprevi.com.br , Jornal Gazeta do Povo de Curitiba, mensagens de e-mail, avisos afixados no endereço da Associação, etc.).

“Presidente Marcos Cordeiro.

 

Em conformidade com sua diretriz de prorrogar por 7 dias o prazo para inscrição de Chapas para as eleições AAPPREVI 2012, venho comunicar-lhe que os 3 membros da Comissão Eleitoral estão de acordo com a medida e formalizarão sua concordância em documento que está sendo elaborado.

 

À sua disposição

Raul Lima de Avellar e Almeida
Diretor Adjunto para Assuntos Jurídicos da AAPPREVI”

Raul Lima de Avellar e Almeida, advogado, sócio fundador da AAPPREVI, foi nomeado no dia 11/06/2012 em ato assinado pelo Presidente Marcos Cordeiro de Andrade em conjunto com o Vice Presidente Ari Zanella, ao amparo do que lhes outorga o Estatuto.

Pelas providências adotadas, parabenizo o Diretor Raul Avellar e os membros da Comissão Eleitoral, estendendo com esses votos os agradecimentos pela insuperável decisão democrática que ressalta a transparência do Processo da Eleição, digno de respeitar a vontade soberana do corpo social da AAPPREVI.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo

ELEIÇÃO AAPPREVI 2012


Carta do Presidente da AAPPREVI encaminhada com pedido de dilatação de prazo.

Curitiba (PR), 15 de novembro de 2012.
À Comissão Eleitoral

Sugiro autorizar a dilatação do prazo para apresentação de chapas por mais 7 (sete) dias, a contar desta data.

Este pedido leva em conta o fato de que somente uma chapa se inscreveu dentro do tempo hábil quando, notoriamente, se tem conhecimento de que ao menos outra chapa seria apresentada, tendo em vista a campanha aberta que o Vice Presidente Administrativo vinha fazendo em seu Blog, além de ter encaminhado mensagem de e-mail ao Presidente Marcos Cordeiro de Andrade informando que estava em formação chapa de oposição encabeçada pelo Vice Presidente Financeiro, Senhor José Gilvan Pereira Rebouças.

Mesmo desconhecendo os motivos que os levaram à perda de prazo, invoco o princípio da democracia para dar chance a que outros concorrentes se inscrevam para proporcionar disputa justa aos olhos dos associados da AAPPREVI.

Para embasar essa decisão, encareço contatar os Advogados que prestam Assessoria Jurídica à Associação e/ou o Diretor Adjunto para Assuntos Jurídicos, nomeado conjuntamente pelo Presidente e pelo Vice Presidente Administrativo tempos atrás.

Esperando uma urgente resposta, e contando com sua prestimosa aquiescência, agradeço em nome de todos os sócios da AAPPREVI e em nome do processo democrático que deve prevalecer na escolha de dirigentes.

Atenciosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo