terça-feira, 13 de abril de 2010

Correção de rumos!

Caros Colegas.

Em toda campanha eletiva o normal é enaltecer as qualidades dos candidatos, enumerando-se suas potencialidades e as facções políticas de apoio que exercem o papel de atrair simpatizantes.

Isso numa disputa envolvendo o poder público e cujo voto é obrigatório, com diversidade de chapas concorrentes.

Todavia, no caso desta atípica eleição PREVI 2010, onde apenas duas chapas concorrem à votação, essa lógica não funciona, pois além de o voto ser facultativo deve-se enfatizar as más qualidades dos candidatos para afastá-los da disputa, deixando no páreo a outra chapa na esperança de que corrija distorções existentes. Isto porque aqui não valem influências partidárias por ambas abrigarem siglas rejeitadas pelo bom senso. Além do que neste particular o voto é facultativo e tão valioso quanto o outro, talvez até mais, sendo que aqui os resultados estão mais próximos uma vez que deles depende o bem estar do associado - e de seus familiares - hoje e sempre. E esse associado sabe que não pode ser omisso, sob pena de ter que responder por cobranças – até depois de morto - se negligenciar na vigilância dos benefícios devidos aos seus dependentes.

Por conta disso, há que se fazer um paralelo entre as candidaturas aqui comentadas.

De um lado se encontra um grupo escolhido para dar continuidade à má administração existente. Do outro uma chapa que se diz oponente, com a intenção de amputar os tentáculos malignos que solapam o patrimônio envolvido e trazer de volta o exemplo da boa administração.

De todo modo o que está em disputa é a primazia de defender participantes com direito a um patrimônio superior a 140 bilhões de reais, e esse mesmo patrimônio - seriamente ameaçado pelos desmandos permissivos acobertados pela atual conjuntura. Neste particular é bom lembrar que essa fortuna tem o destino certo de pagar benefícios previdenciários, devidos na forma de poupança amealhada à custa dos próprios beneficiários. E se continuar sendo mal administrada os destinatários correm sério risco de terminar seus dias na mais absoluta miséria, juntamente com todos aqueles que deles dependam.

Nessa ponta da disputa que mais diretamente nos afeta, como participantes do Plano de Benefícios n°1 da Previ, o que importa são os feitos dos nossos defensores eleitos em pleitos anteriores, independentemente de suas filiações partidárias e convicções políticas. Neste caso, como já tiveram sua oportunidade e nada fizeram, ou fizeram muito em direção ao nada, o único caminho a seguir é alijá-los do poder evitando o continuísmo destruidor.

Por isso, na eleição PREVI 2010 não se pode pensar nas siglas partidárias do voto obrigatório, nem em nomes bons em quem votar, mas simplesmente fixar-se na certeza de não votar em determinada chapa pela total negatividade que representa.
Deve-se, isto sim, contribuir para a implantação de mudanças e, a partir daí, exercer severa fiscalização para forçar os novos eleitos a trilharem o caminho da seriedade, com desempenho honesto e capaz.

Se não podemos trazer de volta à lisura os desencaminhados propositadamente, resta-nos a opção de mostrar aos noviços o bom caminho que lhes servirá de guia em respeito aos nossos votos.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 13/04/2010.

domingo, 11 de abril de 2010

A grande família

Caro Langoni.

Publiquei sua mensagem nos comentários do post anterior a este por não encontrar como respondê-la com a desenvoltura desejada.

Não pude me fixar nos assuntos tratados porque um em particular me empurrou a alimentar devaneios. Refiro-me à grande família de nossas origens profissionais.

Aposentados e pensionistas. Ativos e pedevistas. PAA e demitidos. Pré e pós-67, pós-98 e, agora, pós 2006 - com e sem renda certa. PB1 e Previ Futuro.

Mas o que significa essa miscelânea de designações?

Para quem está de fora parece mais um samba do crioulo doido. Ou uma salada mista de minis eras geológicas. Mas para nós, integrantes do que já foi a grande Família Banco do Brasil significa tristeza. Significa contemplar o esfacelamento dessa família que já conheceu dias melhores, plenos de união e de apoio mútuo. Significa acompanhar a dissensão engendrada pacientemente pelo próprio Banco do Brasil, com o apoio de entidades que ajudou a criar sob o símbolo da preservação de benefícios.

Analisar essas nomenclaturas é o mesmo que assistir a um filme saudosista. É rever imagens que nos enchem de orgulho por ter estado nelas. É se emocionar ao sentir-se como irmão siamês apartado do outro corpo sem critérios médicos. É saber que seus irmãos se detestam entre si, porque o padrasto repartiu mal a riqueza que era de toda a família. É sofrer por saber que uns têm mais que outros e outros até não têm nada. E nada poder fazer.

Mas Deus nos dá consolo para todos os males. E no consolo acalentado nos mostra remédios para curar feridas e, no caso presente, recomenda-nos deixar de lado as cicatrizes e untar as chagas ainda abertas com o bálsamo da união.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 11/04/2010.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Saimos lucrando!

Caros Colegas.

A se confirmar o desfecho anunciado, do resultado das Eleições CASSI 2010 temos muito a comemorar, sem atentar para o mérito do que resultou como chapa vencedora.
Num universo de 73.275 votos válidos, a chapa vencedora teve maioria de apenas 6.137 votos sobre a oponente, que manifestamente serviria aos anseios dos aposentados.

Não fosse o conjunto de votos desperdiçados certamente teríamos resultado diferente, pois totalizaram 18.136 os nulos e em branco.

Some-se a tudo isto a abstinência anotada no conjunto de eleitores aptos (156.151), conclui-se que mais da metade deixou de manifestar sua preferência.

Desse resultado o que temos a comemorar é a participação dos eleitores aposentados, levando em consideração as particularíssimas condições em que se deu essa participação. Por isso fazemos justiça ao expressar-lhes a gratidão pelo atendimento aos chamamentos e com merecimento damos-lhes os parabéns pelo que se pode considerar uma vitória – o retorno às discussões dos assuntos do seu interesse, tendo o voto em primeiro lugar.

Os aposentados podem ufanar-se com o expressivo número dos que se manifestaram. E não fossem as condições adversas em que foram inseridos no pleito, neste momento estaríamos comentando outros resultados.

É inadmissível que uma força tão expressiva de atingidos pelos resultados das urnas seja tratada com tamanha discriminação.

Foi estabelecido um paralelo entre dois grupos a exercer o direito de escolha dos seus representantes no topo da CASSI. De um lado os funcionários em exercício no Banco do Brasil. Do outro os aposentados oriundos desse mesmo Banco como se um muro os separasse, diferenciando o tratamento dispensado como eleitores. O resultado é conhecido. Também não se encontra justificativa para a proibição do voto dos pensionistas, numa flagrante negação à isonomia de direitos e deveres.

Por tudo isto é promissora a mudança festejada. Vamos agora a busca de novos níveis de conscientização entre todos nós, aposentados e pensionistas do Previ Plano 1.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 09/04/2010.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Luta renhida!

Caros Colegas.

“A vida é luta renhida, que aos fracos abate, e aos fortes, só faz exaltar.” Gonçalves Dias.

Nós fincamos os pilares de uma ponte em construção para atingir a moralidade. Por ela uma legião de aposentados e pensionistas confiantes e esperançosos caminhará sem tropeços. E deixará para trás os dias de amargura e seus algozes derrotados. Encontramos forças no conhecimento de atrocidades cometidas e na capacidade de transmissão de informações. E assim engrossamos o contingente de operários dispostos a sobrepujar os desconfortos e obstáculos que nos são impostos.

Contamos com a vantagem de que já sabemos quem nos persegue e nos foi mostrado o caminho a trilhar.

Sigamos em frente.

Nesta eleição CASSI 2010 os oponentes mostraram as poderosas armas disponíveis a serviço dos seus desígnios.

Os números preliminares apurados demonstram a desigualdade da luta renhida:

Votantes Votaram % Votos Não votaram Total
Ativos 57.668 63,04 33.809 91.477
Aposentados 5.090 7,87 59.584 64.674
Total 62.758 40,19 93.393 156.151
• Posição em: 05.04.2010 às 17h30.

Esse demonstrativo somente confirma a existência dos covardes pontos que determinam as normas estipuladas para o exercício do voto nesta esdrúxula eleição.

Uma dessas normas nos deixa desfalcados da legião de pensionistas e dependentes proibidos de votar, muito embora paguem os mesmos tributos cobrados dos demais participantes. Acontece que o Estatuto nega-lhes inconstitucionalmente o direito universal do voto.

“O voto é exercício da capacidade eleitoral e corresponde, nas democracias, à participação do indivíduo no consenso do grupo.”

Aos pensionistas a CASSI deixou apenas os deveres, porque os direitos ela enterrou junto com o instituidor da pensão.

Noutra regra discriminatória o canal posto à disposição limita o alcance do eleitor aposentado ao uso da linha telefônica de um único e suspeito número 0800-729-0808. Este, raramente disponível nas primeiras tentativas, remete a uma verdadeira prova de paciência e bom humor para que se chegue ao término da ligação com êxito, além de deixar dúvida sobre a honestidade de avaliação dos votos computados por esse meio. Ele não admite contestação.

Tem, ainda, a poderosa máquina publicitária que em poucos dias atingiu a casa de cada um dos eleitores capazes, levando-lhes farta propaganda material e virtual. São panfletos e programas eleitorais editados em caríssimo material gráfico impresso à custa dos participantes da CASSI, indiscriminadamente, e dos associados da ANABB, tudo enaltecendo a chapa da situação sem, no entanto, editar uma linha sequer contemplando a concorrente. Afora os e-mails vindos de várias frentes também no mesmo sentido.

Some-se a facilidade posta a serviço do voto do pessoal da ativa - numericamente superior - sabidamente oprimido pelo patrão com a obrigatoriedade de destinar seu voto sob imposição e fiscalização dos superiores diretos. Esse segmento de eleitores vota pelo canal eletrônico do Banco, o SisBB, sob monitoramento corporativo o que, logicamente, remete ao cego cumprimento das ordens recebidas, pelo medo de represálias conhecidas de outros eventos representados pelas sinistras siglas PAA, PDV, etc.

Todo esse aparato eleitoreiro destina-se à manutenção no poder do grupo instalado por mais de dez anos na direção da CASSI. Esse mesmo grupo que encontrou uma Instituição forte e acreditada e que conseguiu transformá-la no caos administrativo hoje instalado. Há evidências de que os principais nomes da Chapa 1 são conhecidos do noticiário negativo que envolve a outrora respeitável CASSI. E hoje envolta em processos judiciais contendo no seu bojo descalabros comportamentais como desvios de verbas e feitura de obscuros contratos.

Caro Aposentado e Pensionista tenhamos fé em Deus e confiança nos homens de boa vontade, para que possamos chegar ao outro lado da ponte que construirmos com o trabalho das nossas mãos e mentes.

Por enquanto pouco é possível fazer, mas com um mínimo de esforço teremos enorme retorno, bastando votar certo.

E essa responsabilidade recai sobre os aposentados participantes da CASSI, aliados aos também esclarecidos integrantes da ativa. O que significa dizer:

NÃO votar na Chapa 1, da ANABB.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 06/04/2010.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Temos que votar!

Caros Colegas.

A votação para a eleição CASSI ocorre em apenas cinco dias úteis. Semana propícia para o pessoal da ativa atender às pressões do patrão e sucumbir ao bombardeio incessante da poderosa propaganda a serviço do continuísmo, representado pela Chapa da ANABB.

O período disponibilizado foi estrategicamente calculado para evitar o concurso da massa de aposentados e pensionistas, grupo formado por pessoas que reconhecidamente respeitam tradições.

Num país de esmagadora maioria cristã, reservar-se a semana santa para o exercício do voto é entendido como um desrespeito à fé. Este é sabidamente um período dedicado à prece no recolhimento do lar e no convívio com a família, e não se presta à prática de disputas de poder.

Deste modo, com a eliminação dos quatro dias sagrados, o que restou será consumido em vãs tentativas com o telefone grudado ao ouvido, única alternativa deixada aos inativos.

Como parte do batido refrão de que aposentados e pensionistas são alienados, desinteressados, desinformados e conformados com a degradante condição em que se encontram, os doutos organizadores das eleições acharam por bem alijá-los de vez do processo sucessório. E decidiram não lhes permitir o voto pela via eletrônica, com o uso da senha.

Pelos números da PREVI somamos mais de 86.000 inativos, cuja maioria acessa seus dados pela internet por meio de senha, em processo tão confiável que permite fazer transações de empréstimos autorizando movimentação financeira, o que não justifica a exclusão desse canal para o exercício do voto. Ainda mais que esse direito é assegurado aos ativos.

Juntando essa duas aberrações excludentes, só nos resta emplacar o entendimento de que querem a qualquer custo afastar o voto dos aposentados e pensionistas com as dificuldades impostas. Isto somente encontra eco no entendimento de que não é boa coisa o que tramam contra nós.

Portanto, façamos um esforço para superar as dificuldades no uso do canal disponível - 0800-729-0808. Vamos mostrar nosso inconformismo com a desastrosa maneira de cuidar dos nossos interesses, pois a CASSI não pode continuar servindo de pouso para subjugados e inoperantes dirigentes a serviço da desprezível ANABB.

Já dei minha contribuição.

Não votei na Chapa 1.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 05/04/2010.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Justo Veríssimo de saias?

Caros Colegas.

Uma figura grotesca invadiu meu computador como um vírus indesejável querendo destruir meu sossego.

Como uma Joana d’Arc tupiniquim, empunhando a bandeira da demagogia e se proclamando uma “guerreira” sem causa, vem pedir votos para permanecer no poder conveniente abraçada à sinecura que teme perder. Gruda-se no bem bom com unhas e dentes, como se fora um cachorro magro à volta com um osso corroído e já sem nutriente algum porque outros cães o descarnaram em investidas anteriores. Essa figura indesejável saída do meu inferno de Dante, povoado de experiências mal sucedidas em contatos anteriores, vem pedir que a deixe eternizar-se no emprego do nada fazer ganhando muito. Apresentando-se em foto estudada posando num gabinete de fachada, cenário propício para estampar o sorriso forçado, postura de uma dama de ferro oxidado pela exposição ao tempo ocioso como a Margareth Thatcher dos pobres e que amedronta esses pobres, me força a ler fictícia reportagem forjada em falsa entrevista dada a um hipotético jornal sem nome.

Esquecem seus marqueteiros “anabbeanos” que a defectível marca publicitária já está manjada e não engana a mais ninguém. Quem se propõe à defesa dos fracos e oprimidos, representados por abandonados aposentados e pensionistas, não pode apresentar-se com tamanha agressividade. Não como uma Dilma qualquer (sem ser a linda esposa do Fred). Um plano de saúde que se preze precisa ser representado por uma figura dócil e terna cuja imagem simbolize zelo, proteção e confiança. Se para ocupar esse posto o melhor fosse um “guerreiro”, os bem sucedidos e inteligentes planos de saúde buscariam campeões de luta livre para dirigi-los, ou guerreiros ninjas.

Entrevistas do tipo eu pergunto e deixa que eu respondo é característica de panfletos destinados a vender produtos fajutos. Desses das dietas milagrosas do antes e depois. Ou das cartomantes que trazem seu amor de volta em três dias ou ensinam como subir na vida sem fazer força – tema desta pauta.

Essa manjada figura quer permanecer no topo da CASSI a todo custo. Se lá já se instalou e nada fez para que gastar mais tempo sem nada fazer? Ainda mais que seus outros postos bem remunerados exigem redobrado esforço para o exercício, tomando todo o seu tempo no trabalho “exaustivo” que engorda poupanças. Também não soube escolher uma chapa com pessoas indicadas ao que se quer. Ao contrário, a preocupação foi montar uma chapa representativa de votos. Com nomes de facções distintas como se fora um Justo Veríssimo de saias bradando: Eu quero é me locupletar - lema que deveria ser de todo candidato indicado pela ANABB.

Por isso não voto na Chapa 1, da CASSI.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 02/04/2010.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Chapa da Mentira!

Caros Colegas.

O que jovens com menos de dez anos de Banco entendem de CASSI?

Pessoas nascidas sob os cuidados de planos de saúde menores, para gerir nossa Caixa logicamente se espelharão nos Golden Cross da vida que os trouxeram à luz, ou na própria Cassi dos anos atuais como contemporâneos da degradação de uma História.

Jovens que não se utilizaram da CASSI dos bons tempos, símbolo do atendimento correto e ampla cobertura assistencial (referência que era perseguida pelos Planos de Saúde emergentes no Setor), não terão parâmetros para bem conduzir um passado que o presente deteriorou.

São esses jovens sem culpas que a ANABB quer impor como dirigentes da Caixa dos tempos saudosos e que podemos fazer renascer. Jovens que a chapa procura mesclar com gente de mais idade, mas corrompida por insistentes e preocupantes passagens que o CANAEL denuncia.

Como uma Fênix rediviva, a CASSI precisa sair das cinzas da pira da incúria e da insensatez desonrosa, do descaso e da incompetência em que gestões anteriores e, mais que tudo, a atual, a imolaram para servir ao sucateamento programado em direção ao caos já atingido, comportando o domínio fácil por um conglomerado mal intencionado.

Essa Chapa Um é o espelho da desordem definitiva e conjunta que a ANABB prepara para um futuro próximo, envolvendo a CASSI e a PREVI. Desordem que será propícia à implantação do seu plano odontológico com o aval do Banco do Brasil, e que será empurrado goela abaixo dos associados desavisados que atenderem à propaganda enganadora. E pelos demais, se formarmos no bloco da minoria.

Em depoimento ao seu estilo, ora invadindo nossos computadores, o Sr. Valmir Camilo declara com todas as letras que sua associação tem como propósito dominar os postos dirigentes destas nossas Entidades maiores. Num arrazoado ridículo, apresentando-se como “mulher de malandro” ao dar ênfase à afirmação de que gosta de apanhar, e declarando-se claramente serviçal do BB e do Governo, vaticina que o domínio das duas Caixas pela ANABB é meta a ser alcançada a qualquer custo. O que não lhe será difícil atingir se contar com o nosso descuido. Pois a máquina publicitária montada está disponível para esta finalidade, aliada ao suporte incondicional dos atuais dirigentes da CASSI, da PREVI e do Banco do Brasil.

Mas esse risco iminente pode começar a ser afastado a partir de hoje, 1° de abril de 2010. Data que bem poderia simbolizar a Chapa 1 Unidos pela CASSI – como a CHAPA DA MENTIRA.

Basta-nos fazer uso do bom senso que neste momento tem nome: o voto.

Não precisamos mais do que um honroso voto contrário à chapa apoiada por essa gigante a serviço do mal.

Se votarmos bem terá início o desbaratamento do nefasto domínio da ANABB dentro das nossas Instituições.

E é tudo muito simples, com o uso do telefone e o número 0800-729-0808 anotado, basta seguir as instruções e NÃO votar na Chapa 1.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 1°/04/2010.