terça-feira, 13 de abril de 2010

Correção de rumos!

Caros Colegas.

Em toda campanha eletiva o normal é enaltecer as qualidades dos candidatos, enumerando-se suas potencialidades e as facções políticas de apoio que exercem o papel de atrair simpatizantes.

Isso numa disputa envolvendo o poder público e cujo voto é obrigatório, com diversidade de chapas concorrentes.

Todavia, no caso desta atípica eleição PREVI 2010, onde apenas duas chapas concorrem à votação, essa lógica não funciona, pois além de o voto ser facultativo deve-se enfatizar as más qualidades dos candidatos para afastá-los da disputa, deixando no páreo a outra chapa na esperança de que corrija distorções existentes. Isto porque aqui não valem influências partidárias por ambas abrigarem siglas rejeitadas pelo bom senso. Além do que neste particular o voto é facultativo e tão valioso quanto o outro, talvez até mais, sendo que aqui os resultados estão mais próximos uma vez que deles depende o bem estar do associado - e de seus familiares - hoje e sempre. E esse associado sabe que não pode ser omisso, sob pena de ter que responder por cobranças – até depois de morto - se negligenciar na vigilância dos benefícios devidos aos seus dependentes.

Por conta disso, há que se fazer um paralelo entre as candidaturas aqui comentadas.

De um lado se encontra um grupo escolhido para dar continuidade à má administração existente. Do outro uma chapa que se diz oponente, com a intenção de amputar os tentáculos malignos que solapam o patrimônio envolvido e trazer de volta o exemplo da boa administração.

De todo modo o que está em disputa é a primazia de defender participantes com direito a um patrimônio superior a 140 bilhões de reais, e esse mesmo patrimônio - seriamente ameaçado pelos desmandos permissivos acobertados pela atual conjuntura. Neste particular é bom lembrar que essa fortuna tem o destino certo de pagar benefícios previdenciários, devidos na forma de poupança amealhada à custa dos próprios beneficiários. E se continuar sendo mal administrada os destinatários correm sério risco de terminar seus dias na mais absoluta miséria, juntamente com todos aqueles que deles dependam.

Nessa ponta da disputa que mais diretamente nos afeta, como participantes do Plano de Benefícios n°1 da Previ, o que importa são os feitos dos nossos defensores eleitos em pleitos anteriores, independentemente de suas filiações partidárias e convicções políticas. Neste caso, como já tiveram sua oportunidade e nada fizeram, ou fizeram muito em direção ao nada, o único caminho a seguir é alijá-los do poder evitando o continuísmo destruidor.

Por isso, na eleição PREVI 2010 não se pode pensar nas siglas partidárias do voto obrigatório, nem em nomes bons em quem votar, mas simplesmente fixar-se na certeza de não votar em determinada chapa pela total negatividade que representa.
Deve-se, isto sim, contribuir para a implantação de mudanças e, a partir daí, exercer severa fiscalização para forçar os novos eleitos a trilharem o caminho da seriedade, com desempenho honesto e capaz.

Se não podemos trazer de volta à lisura os desencaminhados propositadamente, resta-nos a opção de mostrar aos noviços o bom caminho que lhes servirá de guia em respeito aos nossos votos.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 13/04/2010.

63 comentários:

Mário Julio Albuquerque disse...

Sou Mário Júlio, tenho 85 anos, vivo na Paraíba, aposentado ha mais de 30 anos e preciso de minha neta para acessar internet. Vendo as chapas para a Previ, tenho muito receio dessa gente do PSTU. Quem conhece política sabe que os socialistas querem fortalecer a previdencia publica e acabar com a previdencia complementar. Nessa chapa, pelo que li (graças à minha neta) no site do PSTU, essa Vania é uma das chefes do PSTU, aliada de Ciro Garcia, comunista lá do Rio. Olhem, pelo menos a outra chapa é formada de gente ligada as nossas associações ANABB e AAFBB. Como vamos votar em chapa de lideranças de Partidos extremistas como PSTU. Eu não voto!

Anônimo disse...

Caro Marcos e Caros Colegas,


É de ter medo o que se avizinha, nas eleições Previ.
De um lado o continuismo, de outro o oportunismo perigoso.
Devemos nos preparar para as próximas eleições com candidatos ilibados, fora dessa peçonha reinante.
Temos que descobrir pessoas capazes, isentas dos vícios que pegajosos se instalam no poder.
Devemos nos preocupar com as futuras eleições, pois estas já estão contaminadas de que lado seja o vencedor, ou quiçá do mesmo lado?
Devemos começar, desde já a procura de indivíduos com capacitação gerencial, administrativa e desligados da política corrente.
Abç
Anônimo

Anônimo disse...

Prezado Mario Jùlio de Albuquerque:

Tenho o mesmo temor que você, mas vou seguir o conselho do Marcos.
Aliás, você citou o Ciro Garcia como modelo negativo. Então, saiba
que dessa gente toda ele foi o mais coerente. O parceiro dele de piquetes ficou à disposição de um destes Ministérios e se aposentou
como Chefe de Departamento. Ele se
aposentou como posto-efetivo.
Se o PSTU prometer distribuir o Renda Certa para todos os que con-
tribuiram por mais de 360 meses à
PREVI (descontando-se o que já foi
distribuido) eu voto nele e ainda
vou fazer campanha neste sentido.
Raul Avellar.

Marcos Cordeiro (André) disse...

Meu caro conterrâneo Mário Júlio Albuquerque.

O primeiro e único candidato à Presidência do Brasil que recebeu meu voto foi o senhor Jânio da Silva Quadros, que mesmo eleito abortou seu mandato aos sete meses de conturbada existência. Isto foi logo depois de me desincumbir do serviço militar obrigatório, e resistir à lavagem cerebral direcionada a dar meu voto ao General Henrique Teixeira Lott, também postulante, no período em que servi como recruta no 15° RI, em João Pessoa.
Tamanha foi minha decepção com a má escolha que resolvi nunca mais contribuir para eleição ou derrota de qualquer político – de vereador a presidente.
Promessa feita, promessa cumprida.
No tempo em que era obrigatória a comprovação do voto, enquanto na ativa, viajava para cidades próximas à base eleitoral para justificar o voto em trânsito, por ocasião de eleições.
Até hoje abomino tudo que diz respeito à política partidária- suas siglas, seus mandantes e mandados. Acompanho o noticiário para me manter informado com aprofundamento nas questões, mas sem comprometimento.
Somente há pouco mais de seis meses, pelo meu envolvimento com este Blog, com o CANAEL e com a AAPPREVI, passei a arriscar palpites como formador de opinião. No entanto, nesses palpites nunca declarei frontalmente a quem destino meu voto, seja em que esfera caiba. Assim como não digo em quem se deve votar – não é o meu papel.
Simplesmente sigo minha criação, o CANAEL, e me permito dizer em quem NÃO votar.
Portanto, não me podem acusar de seguidor ou defensor desse ou daquele partido.
Só quero que me tomem por um apaixonado coerente por tudo que diz respeito à preservação do que ajudei a cultivar desde 15 de maio de 1962, data em que tomei posse no Banco do Brasil, aprovado em concurso.

Respeitosamente,
Marcos Cordeiro de Andrade
Matrícula 6.808.340-8

Ademir Peruzzolo disse...

Postei o comentário abaixo no Blog da Cecília e achei que deveria tentar publicar aqui tbém.:

Ademir Peruzzolo disse...
Me ocorreu agora uma coisa que vou compartilhar com vcs. De repente vou aprender alguma.
Mas, partindo do fato de que temos Superavit e de que não podemos utilizá-lo porque desenquadrados, o que impede a Previ de colocar à venda sua (nossa ) participação na Vale? Não vamos pretender morrer de velhos e ainda ter esses recursos aplicados, certo? Se teremos de vender participações, vamos em frente!
Se nos pagarem o que vale a Vale (hehehehe) resolvemos todos esses problemas e criamos um para os puxasacos que querem emprego por lá.

Anônimo disse...

Estas 2 chapas não são boas !
que situação estamos, para votar !
Ainda mais que o BB vai colocar o Presidente da PREVI, goela abaixo, na pior das democracias, quer queiramos ou não.
Seguiremos o CANAEL, nossa "bíblia pagã"...

Anônimo disse...

BANCO DO BRASIL QUER PARTE DOS LUCROS DA PREVI.

Ter, 13 Abr, 09h17



Em meio ao processo de sucessão administrativa, a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, enfrenta este ano a disposição da patrocinadora de capturar parte de seus lucros. O banco quer fazer valer uma regra do Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC), de setembro de 2008, que determina a distribuição de parte de seu superávit acumulado sempre que ele completar três anos consecutivos no azul.


Mas a questão está longe de ser resolvida rapidamente. Para o diretor de investimentos da Previ, Fábio Moser, o tema é polêmico e ainda está em fase inicial de análise técnica na fundação. A dúvida gira em torno do fato de o fundo ter registrado déficit de R$ 26 bilhões em 2008, apesar de manter o saldo acumulado positivo. Já o Banco do Brasil dá a questão como certa e até lançou parte dessas receitas em seus balanços financeiros de 2008 e 2009. Ao todo, essa cifra melhorou o patrimônio do banco em cerca de R$ 8 bilhões, o que permitiu ampliar a sua capacidade de empréstimos

"O principal é que o fundo não pode correr risco. Nossa obrigação principal é pagar benefícios e garantir as aposentadorias", explicou Moser. E completou: "Acho que ninguém pensa, nem o banco, nem os participantes, em fazer a coisa de qualquer jeito e trazer prejuízo ao fundo", explicou o diretor.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Anônimo disse...

Aos Srs Mário Julio e Ademir Peruzzolo. Os nobres colegas já se filiaram à AAPPREVI? Se ainda não o fizeram está na hora de se associarem. Precisamos de ações concretas e a AAPPREVI é a nossa última oportunidade. Esqueçam ANABB,AAFBB e outras associações caça níqueis que até agora só estiveram defendendo o Banco (ANABB). Está na hora desses Srs. reverem os seus conceitos.
Eu já me associei à AAPPREVI e espero que mais gente tome consciência do momento. O tempo passou e as coisas mudaram, infelizmente para pior.

Anônimo disse...

E tudo balela.Cuidado colegas,devemos ficar de olhos bem abertos.
Publique-se.

mauro disse...

Complementando a sugestão de Ademir Peruzzolo, a PREVI deveria fazer oferta pública para venda de seu lote de ações da Vale, inclusive no mercado internacional. Garanto que logo que surgisse uma oferta da Rio Tinto ou da China Minning, o governo correria para cancelar a malfadada Resolução 26.

Anônimo disse...

Colega Marcos,

Li essa mansagem no blog da Cecilia Garcez:

Cecilia, pelas críticas que você recebe em seu blog, aparentemente, pelas mensagens que você publica e, não sei se são todas, parece, a gente nota, que você não concorda muito com a atual administração da Previ. Temos a impressão de que você é voto vencido nas reuniões dessa malfada administração. Imagino que voce sente que essas críticas não são dirigidas a você, mas aos seus pares. E que as publica para que eles tenham oportunidade de tomarem conhecimento, ao lerem seu blog, da insatisfação geral que atinge o corpo de associados do Plano 1. Espero que essa impressão seja verdadeira. Torço por isso.
Entretanto, por índole ou por ingenuidade, a gente tenta, ainda, acreditar nas pessoas, ou por ter aquela esperança, mesmo que remota, de crer que nem tudo esta perdido.
Com fulcro na convicção de somos honestos, e de que não somos os únicos, procuramos acreditar e até dar um voto de confiança, mesmo em situações que não da mais para acreditar. Ainda, guardamos a aquela centelha de esperança de que algo bom vai acontecer.
Quando nossa crença é interpretada como sinal de fraqueza, os nossos algozes se sentem fortalecidos e inatingíveis, atropelam tudo e os fazem sentir acima da lei. Cecília, tudo tem limite... Infelizmente, as eleições estão ai e não dá mais tempo de elaborar uma chapa pura, não contaminada por petistas e sindicalistas.
Em nosso quadro de aposentados temos colegas altamente capacitados para exercerem qualquer cargo da diretoria e para essa turma, Cecilia, vamos transferir todas as nossas esperanças, nossos anseios e sonhos de ter uma Previ justa e que reconheça o direito de cada um, respeitando a nossa cosntituição, tão esquecida por essa atual diretoria, de que todos somos iguais e temos os mesmos direitos. Se Deus quiser, vamos ter uma associação, não contaminada, que realmente nos represente e que tenha por objetivo o bem estar de todos e não apenas de grupos como acontece atualmente, como você bem sabe.
Cecilia, descontamine.

12 de abril de 2010 19:45

Anônimo disse...

Colegas,

Cuidado com idéias instantaneas, de afogadilho.
Poderão por o patrimonio em risco.
Abç
Anônimo

Anônimo disse...

O comentário geral e de que a renda certa foi totalmente dirigida a um certo grupo, por isso esses calculos estranhos e além de incluir a "devolução" do que foi recolhido pelo patrocinador. Deu muito na cara, só que na época ninguém sabia como seriam procedidos esse cálculos, cuja finalidade era atingir esse grupo. A propaganda enganosa como consta na Revista Previ, nr 124, onde até colocaram uma simulação do que seria uma das distribuições e por isso nós votamos a favor. Fomos por demais ingênuos em aprovar. Partimos daquela premissa que devíamos confiar em nossos colegas, que eles estavam fazendo o melhor. Agora, confiar em sindicalistas e petista ...

Anônimo disse...

Anteontem recebí a visita, em minha casa, de um de meus irmãos, hoje com 59 anos de idade, que saiu do Banco por um destes programas e recebeu, por 10 anos, da Previ, a sua parcela e a do patrocinador. Isto com 25 anos de BB. Atualmente trabalha em outra repartição, com salário inferior a dois mil reais e mais dois mil e duzentos do INSS, como aposentado.
Ele me contou que naquele dia-12.04.10- encontrou com um antigo militante sindicalista que lhe relembrou -a ele, meu irmão- o quanto era contestador, desde 1966 (com 16 anos). E assim continuou, participando de greve mesmo sendo comissionado, e com o consequente descomissionamento. E sabe quantos petistas e sindicalistas lhes foram solidários nestas situações difíceis, até mesmo na sua demissão? Nenhum! Hoje, continua contestador mas sindicalista e petista: Nunca mais! Ele também, assim como nós, quer mudança: na Previ, na Anabb...no País.

Anônimo disse...

Prezado anônimo de 14.04 às 03:09 hs

Fico aqui com meus botões, pensativo. Como pode um sujeito bem articulado como você ainda esperar mudanças na Anabb? Assim é difícil fazer mudanças de verdade.
Precisamos de mais objetividade.

Anônimo disse...

“Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam.” (Edmund Burke)

Penso que a frase acima serve para a nossa reflexão acerca de tudo que está acontecendo em relação à nossa Previ.

Ivan Rezende disse...

PREVI-APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS EM GOIÂNIA - Dia 14.04, das 09 às 10 horas o Presidente Sérgio Rosa fez a apresentação de todos os números relativos aos Planol, do exercício de 2009. Num auditório com cerca de 200 pessoas, havia apenas um da Previ Futuro que, sem interesse, solicitou ao Sério Rosa que seguisse adiante, sem comentar sobre o plano2. O Presidente, em menos de cinco minutos, relatou os números deste plano atual.
Das 10 ao meio dia o Sérgio Rosa e o José Ricardo Sasseron, Securidade, passaram a responder as questões:
RENDA CERTA - O Presidente afirmou que a distribuição de 2007, de acordo como foi feita, foi em decorrência de consenso das entidades representativas dos funcionários/aposentados. Justificou que o funcionário que permaneceu,, por exemplo, 40 anos na ativa, além de deixar de receber o benefício pelos 10 anos a que teria direito, ainda continuou contribuindo para a Previ em valores mais elevados;
- Perguntado se para obter a Renda Certa era necessário ingresso na Justiça, respondeu que, como Presidente da Previ não poderia estimular ninguém a ingressar na justiça, mas que ela, a Previ, somente pagará via judicial.

Distribuição do Superávit - A Previ não tem competência para fazer consulta aos aposentados/pensionistas. Tarefa a cargo das entidades representativas, que, inclusive, estão divididas com relação à Resoluçãoi 26: umas estão favoráveis à distribuição com o patrocinador e outras contrárias.
A Previ, de posse de pesquisa neste sentido, teria força suficiente para negociar a distribuição do superávit que, independente do prejuízo de 2008, dispõe de 17 bilhões para melhoria( 50% se a Resolução perdurar).

Anônimo disse...

Diante do argumento manifestado pelo Sr. Sérgio Rosa, por que as entidades representativas não provocam um amplo debate para saber se a maioria concorda ou não com a divisão do superavit com a Patrocinadora ?

É ingênuo pensar que a Previ dará o primeiro passo nesse sentido.

Se a maioria decidir pela divisão, a Previ não terá mais argumentos para não iniciar a discussão.

"Se não podes contra os teus inimigos porque são mais fortes e mais poderosos que tu, aproxima-te deles, faze aliança a eles, conquista a sua confiança, infiltra-te em suas bases e depois destrua-o".

(Maquiavel)

Anônimo disse...

Concordo plenamente com a opnião do anônimo das 11:01. Quando não podemos com o inimigo, nos aliamos a ele, para estudá-lo, conhecê-lo mais e destruì-lo.

Se mordêssemos pelo menos 50% dessa "isca" (superávit), não levantava a nossa guia, mas, aliviava-a

É hora de discutir com outras representações (de funcis) e com outros "entendidos"; o tempo urge e a nossa idade (sessentões, setentôes) não permite que esperemos por muito tempo. Quem quiser nos ajudar, que seja em vida, pois, depois mortos, jazemos no esquecimento. "mais vale um cachorro vivo, que um leão morto"

Ademir Peruzzolo disse...

Pois olhe que me convenceu a participar com os 10,00 mensais.
Já que não sou mais sócio da Anabb e de mais nada, vamos lá.

Mas continuo querendo vender a Vale, hehehehehe

Paulo Beno disse...

Já agendei meu pagamento do boleto das 2 mensalidades da AAPPREVI, para o Dia 20.

A propósito, a PREVI já disponibiliza em seu site a Fopag de abril/2010, com o adiantamento do 13º salário (metade)(VERBA P340).
(Na minha folha são só estes 2 beneficios...(faltando:Renda Certa, Cesta-Alimentação e exclusão do Imp.Renda na Fonte s/Previ (CP75).
Estou buscando na JUSTIÇA...

Ari disse...

Ao ler o comentário do Ivan Rezende sobre as respostas de Sérgio Rosa sobre a distribuição do superávit, pergunto: Quem são, claramente nomeadas, nossas "entidades representativas" a que se referiu o sr. Sérgio . Seria a Contraf-Cut? Será que ela poderia nos representar?
Penso que caberia urgentemente um acordo com o BB para definição de uma nova Entidade para nos representar que seja formada basicamente por componentes do Plano 1. Se não podemos ser nós, a AAPPREVI, por não ter, ainda, 20.000 sócios, que seja a FAABB da Isa Musa de Noronha ( O Valentim até abriu um largo sorriso...). Sim, a FAABB tem esta legitimidade e poderia muito bem nos representar em qualquer negociação com o patrocinador.

Anônimo disse...

Colega Marcos,
Presente as noticias trazidas pelo colega Ivan, deveriamos, sem atropelos, envidar esforços junto a alguma associação, unindo forças, colhendo opiniões, visando uma provavel negociação, cujo objetivo seria beneficiar todos os integrantes do PB1.
Que seja uma divisão igualitária. Todos nós contribuimos para formação do patrimonio da Previ, e segundo declaração do Fábio Moser, se ocorrer a distribuição será em 36 meses, 5 ou até 10 anos.
Mesmo assim, nossos filhos e netos aqui estarão.
Evitemos a criação de outro monstro com as caracteristicas do Renda Certa.

Anônimo disse...

Atenção colegas,principalmente os diretores e presidentes das várias associaçõe representativas dos funcis (ativos, aposentados e pensionistas do Plano 1).Caso haja discussão e votação para distribuição do superávit, conforme informação do colega Ivan Rezende, 14 de abril de 2010 09:30; não devemos votar nada no escuro, como já aconteceu.Me lembro que votei nas propostas da Previ e estou recebendo cerca 49,00 no espelho, correspondente ao Benefício Especial de Remuneração (P380).Fiquei muito triste e revoltado. Me senti aviltado e enganado.Então, é preciso definir parâmetros, valores ou percentuais bem claros antecipadamente; de forma que cada votante saiba realmente o que vai receber. Senão poderemos cair em novas armadilhas e a Previ depois dizer que distribuiu o superávit. Sou da opinião de que já que o banco está pegando os 50%, é melhor fazer acordo e ver a cor do nosso dinheiro já, do que esperar pela lentidão da justiça não se sabe quando. A melhor forma de distribuição é dividir o montante pelo total dos participantes (mesmo que seja pago em parcelas)sem discriminação ou um aumento porcentual linear para todos, sem formulas mirabolantes que só a Previ entende.

Cidimar Alves disse...

Aqui em São Paulo alguns aposentados foram procurar a CONTRAF CUT e eles nos disseram que somente a CONTRAF CUT pode negociar com o Banco do Brasil. Aposentados, devem ser sindicalizados para que a CONTRAF os defenda. Caso contrário, a CONTRAF só chamará alguma associação de aposentados se quiser, como um favor. Segundo informações, a CONTRAF CUT não aceita que o Banco fique com a metade do superávit e assim não vai negociar nada.

Anônimo disse...

ATT de Cidimar Alves.

E a CONTEC não pode?

Anônimo disse...

Meu caro Cindimar,

Aposentados não devem sindicalizar-se, pois de sindicatos não precisam. Sindicatos existem e são necessários para defender seus associados junto às empresas. Aposentados já não detém vínculos empregatícios com as empresas onde trabalharam.
Se aposentados tiverem pleitos a fazer, devem recorrer à justiça e não aos sindicatos da categoria.
No caso específico do Plano de Benefícios nº 1, administrado pela PREVI, os assistidos devem ser representados pela FAABB, que congrega associações de aposentados e não pela Contraf-Cut, que tem o dever de defender apenas os participantes ainda na ativa.
Os entendimentos preliminares havidos entre a FAABB e o Vice-presidente do Banco, Dr. Robson Rocha, também presidente do Conselho Deliberativo da PREVI, aparentemente está em compasso de espera, talvez até por interferência inoportuna da Contraf-Cut, a quem não interessa co-participação nas discussões sobre a utilização da Reserva Especial, temendo, talvez, perder prestígio perante os participantes da ativa, ainda que estes representem apenas cerca de um terço do contingente de associados da PREVI.
Urge que congreguemos esforços para evitar as barbaridades perpetradas nas discussões de 2007, quando, graças a ação dos dirigentes da Contra-Cut em conluio com os da PREVI, premiaram uma minoria com valores exorbitantes, em detrimento da grande maioria.

Carlos Valentim Filho - Joinville
posse no Banco em março/1949 e aposentado em outubro/1980.

Lázara Rabelo disse...

Caro Marcos e demais blogueiros,

Concordo com o colega Ari, a associação que mais se aproxima de nossa AAPPREVI parece ser a FAABB, com a colega Isa Musa sempre vigilante. Não querendo desanimar, mas não acredito que vamos conseguir negociar alguma distribuição de Superavit com a PREVI, sem ajuda do judiciário, por tudo que demonstraram até aqui.Como não estão encontrando um modo de "legalizar" a apropriação indevida dos 50% pelo Banco, estão querendo nos levar a negociar, ou melhor a assinar em baixo, depois dão qualquer desculpa e nos deixa sem nada.Por que então não começam fazendo o acordo da cesta alimentação? Corrigindo o Renda Certa? Melhorando as condições do ES? E melhoria do 2º financiamento imobiliário para quem já quitou o 1º? Etc.etc...

Abraços,

Jorge Teixeira disse...

Colega Marcos Cordeiro,
Entendo como oportuno o momento para reproduzir declaração da presidenta da Faabb disponibilizada aqui mesmo neste blog, em 24.01.2010, acerca do pleito formulado junto ao patrocinador para reconhecimento da Entidade como uma das legítimas representantes dos aposentados e das pensionistas em mesa de negociação sobre assuntos do interesse dos integrantes do “PB-1”.
” Isa Musa de Noronha disse...
Ao colega Jorge Teixeira e demais, desejo esclarecer que a FAABB ainda nada não divulgou a público porque ainda não temos novidades a propósito de nosas gestões junto ao BB para que as assoc de aposentados tenham voz e voto nas mesas de negociação junto ao BB e a Previ. O sr Vice-Presid do Banco do Brasil ficou de submeter nosso pleito ao Cons de administração, mas ainda não se pronunciou. Somente por esse motivo não divulgamos nada aos interessados. Jamais foi fácil o relacionamento com o BB, mas continuamos tentando.
Lutamos sempre contra a pretensa representação da CONTRAF CUT que ousa dizer que fala em nome de aposentados e se acoberta na Lei que dispõe sobre a representação das Centrais. Como - pela vivência - percebemos que a CONTRAF jamais se insurge na defesa de aposentados é que pleiteamos espaço digno para a representação de aposentados, mas não é fácil vencer velhos paradigmas e convencer quem tem o poder de escolher seus interlocutores (o BB tem esse poder).
24 de janeiro de 2010 17:19”
Decorridos quase três meses, pelo menos que seja do meu conhecimento, nada mais se ofereceu a respeito.

luiz fernando disse...

ao colega PAULO BENO, uma pergunta.quando se refere a verba de imposto de renda sobre PREVI, qual o embasamento ou o caminho para obter na justica, e se ja teve casos favoraveis.

Marcos Cordeiro (André) disse...

Caros Colegas.

Fazendo coro ao colega Valentim, em sua oportuna interferência, acrescento o que se segue, com sua permissão:

A figura que nos visita, Cidimar Alves, nunca aqui esteve. Também não pertence ao grupo de associados da AAPPREVI. Em seu lacônico trecho de quatro linhas, citou CONTRAF cinco vezes.
Se ele não puder ser classificado como pau mandado pode-se nominá-lo como inocente útil, a serviço da abominável sigla. E não é preciso nenhum toque de genialidade para alcançar o propósito desse infeliz comentário.
Aposentados não necessitam filiar-se a sindicatos, pois têm suas próprias Entidades de defesa dos seus direitos – para isto elas existem e são pagas para isto também.
Por outro lado, a CONTRAF só aceita em seus quadros Federações e Sindicatos de trabalhadores a quem direcionam seus interesses, segundo o Estatuto que a rege.
Ela sobrevive das contribuições dessas Federações e Sindicatos, também de acordo com seu Estatuto (desatualizado no site pesquisado) com fantástica arrecadação:

“Art. 48. As Federações e Sindicatos filiados deverão repassar mensalmente à CONTRAF, 3,8% (três inteiros e oito décimos percentuais) de sua arrecadação mensal.
Art. 49. As Federações e Sindicatos filiados deverão repassar diretamente à CONTRAF contribuição extraordinária no valor de R$ 1,30 (Um real, trinta centavos) por associado, no mês de junho de 2006.
Parágrafo Único. O valor estabelecido neste artigo deverá ser corrigido pelos índices estabelecidos nas convenções coletivas de trabalho firmadas com a respectiva entidade sindical da categoria econômica.”

Isto explica a ânsia em angariar sócios para suas filiadas. O que me faz lembrar uma máxima popular lá do Nordeste: “A medida de ter não enche nunca”.
Vale enfatizar que a Contraf não tem nada a nos oferecer. Ao contrário, ela sempre prestou desserviço à comunidade de aposentados e pensionistas de todas as categorias.
No nosso caso a escolha da propaganda teve direcionamento equivocado.

Anônimo disse...

Colega Marcos,
Perguntar não ofende: E a Anapar? " artigo 3º- de seu Estatuto - Órgão Nacional de representação e defesa dos interesses difusos, coletivos, individuais e individuais homogeneos, dos direitos e reinvindicações dos participantes, ativos e assistidos, dos fundos de pensão junto às autoridades competentes, os poderes públicos, as empresas patrocinadoras, aos institutos e entidades de previdencia, com jurisdição em todo território nacional.
Seria viável? Ajudaria?

Anônimo disse...

Marcos e Colegas,

Um pouco mais de paciência.
Não podemos entregar ao banco do brasil a metade do superavit, só porque ele quer.
Temos que negociar.
Eles precisam dar satisfações aos acionistas.
Foram precipitados na contabilização.
São irresponsáveis perante o mercado.
A justiça falará mais alto, dando razão aos aposentados e pensionistas que tanto necessitam deste superavit, para fazer frente aos gastos com a idade avançada.
Somos protegidos pela lei do idoso.
Não podemos nos submeter aos sindicatos, mas sim aproveitar deles, com respeito, na tese de que os valores pertencem tão somente aos aposentados e pensionistas.
Abç
ANõnimo

Marcos Cordeiro (André) disse...

Caro anônimo 05:54

Por três vezes dirigí-me à ANAPAR. Nunca recebí resposta.
Sabe por quê?
O Sasseron é o presidente.
Aguardemos mudanças para novas tentativas.

Paulo Beno disse...

Colega Luiz Fernando,
Ref. Imposto de Renda cobrado sobre os Benefícios da Previ, a tese jurídica é de "Bi-tributação do Imposto de Renda, pedindo-se a repetição do indébito,bem como a suspensão do recolhimento".
São ações contra a União, através da Fazenda Nacional, ingressada na Justiça Federal, individualmente.
A ANABB-Dr.Édino- tem estas ações coletivas desde 2004, bem como do Imp.Renda cobrado nos PAQ/PDV,venda abonos e lic.premios, quilometragens, demissões a pedido, etc).
Individualmente, pedimos cessar o recolhimento e devolver valores pagos nos últimos 5 anos, pois quando na ativa nós recolhíamos tal imposto de renda e agora, aposentados, estamos nos beneficiando do nosso depósito feito à PREVI e, bi´tributado, pois de novo nos cobram o Imp. de Renda.

Nossa previ poderia nos informar quantos beneficiários do Plano 1 já deixaram, efetivamente, de recolher este imposto !Sei de muitos colegas já com trânsito em julgado, outros com liminares.

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o colega Carlos Valentim Filho 14 de abril 2010 19:52. A Contraf/Cut pode representar quem ainda estiver na ativa, menos nós, os aposentados e pensionistas do PB1. Se for convidada, ainda vai, mas fazer politicagem em cima do superávit não pode e nem deve.

Ivan Rezende disse...

Paulo Beno, você já está sendo beneficiado pela isenção do Imp Renda l/3 ou conhece alguém que esteja? Pelas informações do Escritório do Dr. Ivo Evangelista, estas ações não lograram êxito, inclusive para quem já estava fazendo o recolhimento judicial (tutela antecipada). Não obstante, me informaram de que -por mais estranho que pareça- haverá a devolução do recolhimento dos últimos cinco anos.

Anônimo disse...

Olhem......

No âmbito da conversa medonha aparece o nome de um cara que é bem conhecido por nós.


http://www.youtube.com/watch?v=T1d9k8K77R0


Por favor, publique

Anônimo disse...

Colega Marcos,

REGIME DE COMPETÊNCIA.

Eu não entendo de contabilidade. Sei que existem diferenças entre a contabilidade comercial, bancária e as dos fundos de pensões. Mas vejamos o meu exercício sobre o regime de competência. O Banco utilizou desse regime ao contabilzar o que não tinha recebido em caixa, obviamente, e, em cima disso, pagou dividendos aos acionistas, participação nos lucros (PLR) para os funcionários e recolheu imposto de renda.
Por que a Previ não utiliza do mesmo regime de competência, se possível, por analogia, e que os 100% dessa reserva, para revisão dos benefícios, seja contabilizada em Fundo de Reserva Especial e a partir disso faça a distribuição do superavit. Olhe que eu disse 100%. Caso o Banco a amanhã venha a ganhar na justiça o direito de usufruir de 50%, basta disponibilizar esse percentual da reserva desse fundo, cumprindo determinação da justiça. Se contabilizarmos 100% dessa reserva hoje, nós, entendo eu, não estamos concordando em que o Banco fique com 50% do superavit, como vem sendo apregoado. Deixe que a justiça resolva, enquanto isso vamos utilizar esse superavit através de uma Benfício Especial de Remuneração II, mensal. Caso o Banco tenha uma sentença favorável nós já estaremos usufruindo do superavit, pois, não vamos utilizar essa reserva de uma vez, e o Banco pega a parte dele e pronto.
Favor consultar especialistas nessa área e verificar a possibilidade de adotar esse regime de competência.

Anônimo disse...

As ações de Repetição de Indébito ( 1/3 da Previ) já foram consideradas pelo STJ, como Recursos Repetitivos - (REsp 1012903- Primeira Seção ). Para ter acesso a esse julgamento é só entrar no site do STJ - consulta - recursos repetitivos e digitar o número acima ,).
A própria União também baixou em 2006, o Ato Declaratório nº4/2006 da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, orientando os Procuradores a não interpor recursos e desistir dos já interpostos, desque que não tenha fato relevante.
Assim, as ações de repetição de indébito, acredita-se, terão tramites mais rápidos.
Vejam o que diz o Ato Declaratório:

O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL, no uso da competência legal que lhe foi conferida, nos termos do inciso II do art. 19, da Lei nº 10.522, de 19 de julho de 2002, e do art. 5º do Decreto nº 2.346, de 10 de outubro de 1997, tendo em vista a aprovação do Parecer PGFN/CRJ/Nº 2139/2006, desta Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, pelo Senhor Ministro de Estado da Fazenda,conforme despacho publicado no DOU de 16 de novembro de2006, DECLARA que ficam dispensadas a apresentação de contestação, a interposição de recursos e fica autorizada a desistência dos já interpostos, desde que inexista outro fundamento relevante:
"nas ações judiciais que visem obter a declaração de que não incide imposto de renda sobre a complementação de aposentadoria correspondente às contribuições efetuadas exclusivamente pelo beneficiário no período de 1º de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1995, até o limite do imposto pago sobre as contribuições deste período, por força da isenção concedida no inciso VII do art. 6º da Lei nº 7.713, de 1988, na redação anterior a que lhe foi dada pela Lei nº 9.250, de 1995".

Se for o caso, como colaboração aos nossos Assessores Jurídicos.

Marcos Cordeiro (André) disse...

REPETIÇÃO de mensagem:

05/04 - Mensalidades da AAPPREVI

A primeira mensalidade da AAPPREVI (março/2010) ainda não foi debitada. Problemas operacionais envolvendo a abertura da conta e implantação da Autorização de Débito Programado, do convênio firmado com o Banco do Brasil, (Ag. 3849-0, conta n° 19.319-4, da AAPPREVI) causaram o atraso verificado.

Visando sanar o problema e para não perdermos a receita do mês, achamos por bem unificar a cobrança de março e abril/2010 num único vencimento, para pagamento por meio de boleto bancário.

Assim sendo, disponibilizamos através do e-mail individual um boleto no valor de R$ 20,00, com vencimento para 20/04/10, correspondente às mensalidades dos dois primeiros meses (março e abril) para quem associou-se até o dia 20 de março, e de R$ 10,00 para os que se inscreveram após essa data, equivalente ao mês corrente (abril).

O boleto, em formato PDF, pode ser impresso em qualquer copiadora para pagamento na rede bancária ou através do Internet Banking. Após o vencimento somente nas Agências do Banco do Brasil.

Posteriormente, se optarmos pelo débito em conta, isto ocorrerá a partir da mensalidade do mês de maio/2010.

Por oportuno, esclarecemos que o Banco cobra tarifa de R$ 2,50 por cada mensalidade cobrada e de R$ 1,60 por boleto bancário. De se notar que a arrecadação da AAPPREVI sofre redução correspondente a estas tarifas, individualmente. Ou seja, a mensalidade de R$ 10,00 reduz-se a R$ 7,50 no primeiro caso e a R$ 8,40, no segundo.

Contando com a valiosa compreensão dos Colegas, firmamo-nos, atenciosamente,
AAPPREVI
Marcos Cordeiro de Andrade – Presidente
José Gilvan P. Rebouças - Vice Presidente de Finanças

Paulo Beno disse...

Colega Ivan Rezende,
Tenho 3 ações contra o Imposto de Renda, em fases finais de cálculos:
2004.34.00.908534-5 (1ªturma rec.Distr.Federal) refere-se ao Imposto de Renda descontado(27,5%)quando aderi ao PAQ em 1996;

2008.71.68.000631-2 (Justiça Federal Carazinho e TRF4- cálculos feitos agora em 12/4/2010- não sei os valores ainda),refere-se a devolução Imp.Renda pago há 5 anos anteriores a entrada do processo(2008)e suspensão dos pagamentos mensais da Fopag/Previ; e

2008.71.l8.00011200 (TRF4) e Justiça Federal em Carazinho (RS)refere-se ao Imp.Renda descontado(27,5%)da Reclamatória Trabalhista que ganhei do BB ref.Horas Extras, onde não incide I.Renda sobre Juros e correção, Féria não gozadas e 1/3 do adicional féria e Licença-Prêmio. Aguardo a restituição via RPV/precatório. Cálculos contestados pela Receita, mas perderam no TRF4 e não ingressaram com outros recursos protelatórios..(perderam prazo legal)

Anônimo disse...

Colega Paulo Beno,
Quanto a essa ultima ação de Restituição de Imposto de Renda ( Reclamatória Trabalhista) possivelmente se voce não o fez, pode haver uma outra ação. É que já há jurisprudencia que o imposto de renda sobre rendimentos pagos acumuladamente, deve ser calculado com base na tabela dos periodos a que se referem, e não sobre o total acumulado. Tais calculos são efetuados mês a mês.
A Procuradoria da Fazenda também está autorizada a não contestar, e desistir dos recursos já interpostos. O prazo é de 5(cinco)anos a partir do recebimento da ação.

"Este é nosso forum virtual"
Obrigado Marcos, e desculpe

Ademir Peruzzolo disse...

Matéria do jornal Valor Economico, no blog do Romildo sobre o superávit me fez retornar à tentativa de convencimento de venda de participações importantes da Previ(vale/neoenergia e outras).

Qual a razão principal de estarmos sem possibilidade de distribuir o Superávit? dadas as circunstâncias atuais é o desenquadramento. Porque estamos desenquadrados? porque há anos atrás alguém que não dirige a Previ atualmente optou (ou foi optado) por investir em grandes empresas que rentabilizaram, em muito, nosso patrimônio. Nosso plano já faz tempo é um artigo em extinção, motivo porque fico me perguntando qual seria a razão de não se colocar na mesa essas possibilidades? quanto valeria nossa participação numa Vale, com o que temos nela? porque algumas pouquíssimas pessoas ficam com o poder de decidir isso? qual a influência da política partidária na decisão?

Até hoje, na minha cidadezinha de Palmeira das Missões-RS escuto cretinos do PT na rádio local afirmando que o FHC doou a Vale - vendeu a troco de bananas -, não tem nem idéia de quem comprou ( na verdade eles sabem muito bem). Pela lógica da economia e pelo que será necessário para nos pagar é importante que se comece a tratar dessas vendas e de "espraiar" essa grana ao mesmo tempo que ficamos enquadrados e podendo nos beneficiar dos resultados.

Saiu meio grande o texto, mas....

Marcos Cordeiro (André) disse...

Vale a pena assistir (com som e imagem):

MARCOS VEJA O QUE RECEBI HOJE PARECE QUE OS NOSSOS 44 BILHÕES ESTÃO COM DESTINO CERTO PARA O GOVERNO.
É UMA VERGONHA.
COMO PODEREMOS PARA ISSO?

Conversa telefônica entre Geraldo Maciel, Durval Barbosa e Arruda:
Acesse:

http://www.youtube.com/watch?v=T1d9k8K77R0

Anônimo disse...

Prezado Marcos,

Ocorreu-me que, para evitar o pagamento de tarifas ao Banco, sejam oriundas do Convênio para débito em conta, sejam pelo uso de boletos,informadas em seu comentário:"REPETIÇÃO DE MENSAGEM", poderiam os associados que qusessem, optar pelo depósito na conta da AAPPREVI, através de transferência de suas contas.
A economia para a Associação seria bastante expressiva (R$ 250,00 para cada grupo de 100 associados).
O controle poderia ser feito através do extrato de conta, uma vez que, nas tansferências entre contas, constam do extrato: código da Agência de origem e número da conta do depositante.
Reflita sobre a idéia.
Abraço do
Carlos Valentim Filho - Joinville

Marcos Cordeiro (André) disse...

Prezado Ademir Peruzzolo.

Não encontrei seu nome entre os associados da AAPPREVI.
Inscreva-se. Será bem vindo.

airton disse...

Paulo Beno, eu também tenho uma ação dessa de 1/3 IMP.RENDA, já tansitou em julgado e até agora não recebi nada. Parece que a Faz. Nac. está contestando os valores. Foi o que disse o esc. de Advocaia do Dr. Ivo Evangelista. Eu não sei.
Ganhei mas não recebi nada eté hoje.Mas no meu contracheque estão depositando em juizo os 1/3.

airton disse...

COLEGAS POR FAVOR ESCUTEM ESTAS CONVERSAS ENTRE O ARRUDA, GERALDO MACIEL E DURVAL BARBOSA. É COISA DE LOUCO. ESTÁ TUDO NO YOUTUBE E MAIS ALGUMA COISA


http/www.youtube.com/watch?v=T1d9k8K77RO

Anônimo disse...

Colegas,

Com referência as ações sobre IR, acima expostas, peço informar se ainda dá para entrar na justiça ou todas já prescreveram? Caso ainda seja possível entrar por onde devo entrar?

Anônimo disse...

Fico indignado com o desprezo com que a PREVI nos trata, estamos a um mes das eleições e "ela" nada nos propõe, é como se não existíssimos, o plano 1 da previ tem que ser considerado com mais respeito, somos 121 mil votos e estamos sendo prejudicados financeiramente o que implica num ônus muito grande para nossa saúde, já não temos idade para sermos injustiçados e hostilizados descaradamente pelos dirigentes da PREVI isso passa a ser considerado "DANOS MORAIS" e quem é que vai pagar essa conta?
Queremos o que é nosso agora, chega de tanta enrolação.
Marcos, sua mente brilhante monstrará aos aposentados e pensionistas do PB1, que caminho tomar para vencermos essa guerra da distribuição honesta do superávit.

Anônimo disse...

Airton,

Se sua ação já transitou em julgado, o Escritório do Dr. Ivo ( ou Anabb) tem que encaminhar a certidão de Transito à Previ, para creditar em sua conta corrente a Tutela Antecipada.

Marcos Cordeiro (André) disse...

Atendendo sugestão do Diretor Ivan Rezende da Silva:


À
FAABB – Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil

Exma. Sra. Presidente

Isa Musa de Noronha

Prezada Senhora,

Devido à exigüidade de recursos a AAPPREVI ainda não postulou sua filiação à FAABB o que, no entanto, será feito no tempo oportuno.
Nada obstante, tomo a liberdade de pedir sua interferência presidencial junto à PREVI, no sentido de melhorar a participação dos aposentados no pleito que se avizinha, levando algumas sugestões fatíveis de execução:
a) Disponibilizar o voto através dos terminais de auto-atendimento do Banco do Brasil;
b) Permitir acesso pelo auto-atendimento da própria PREVI, via internet.
O bisonho comparecimento dos aposentados na recente eleição da CASSI, contribuindo com seu voto, remete à certeza de que dificuldades existentes precisam ser superadas.
Em se tratando de uma Entidade que congrega cerca de 180.000 mil participantes, espera-se um comparecimento maciço de votantes para realçar seu interesse no acompanhamento da gestão do Fundo.
De se notar que um maior número de eleitores envolvidos no resultado não trará prejuízos às chapas concorrentes. Ao contrário, dará à vencedora maior incentivo para bem desempenhar o mandato conquistado.

Respeitosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade
Presidente Administrativo
AAPPREVI

Marcos Cordeiro (André) disse...

Carta à FAABB.

O erro grosseiro registrado no texto acima (180.000 mil) foi corrigido na mensagem original.
Peço desculpas pelo descuido.

Marcos Cordeiro (André) disse...

Sensatas e oportunas colaborações do Diretor Ivan Rezende:

Marcos, Fiz uma pesquisa e verifiquei que os 14 componentes da Chapa 1 não constam do Cadastro:
Quanto aos da Chapa 3 apenas 4 não constam e os outros 10constam 22 vezes, inclusive o candidato a Diretor de Planejamento Vitor Paulo Camargo Gonçalves (3 vezes) que, embora não tenha participado da reunião, estava com a comitiva da Previ aqui em Goiânia.
Dirigi uma sugestão à Previ para que, já a partir deste próximo pleito em maio, seja disponibilizada a votação através dos terminais de autoatendimento do BB, o que aumentaria, em muito, o voto dos aposentados.
Estou aguardando resposta.
Uma mensagem formal da AAPPREVI não teria mais força?
Ivan

Marcos Cordeiro (André) disse...

Resposta de Isa Musa:

Prezado Colega
Imediatamente enviei para a Previ a vossa solicitacao com o endosso da Faabb. Se o colega bem se lembra, no passado já votamos via terminal. Depois, a Previ passou a permitir o voto somente pelo 0800 ou URA (unidade de resposta audivel). Temo que seja exatamente para dificultar o voto do aposentado.
Creio que essa votacao tera menor comparecimento do aposentado,pois alem das chapas não motivarem a disputa o aposentado anda desiludido.
Com respeito
Isa Musa

Ivan Rezende disse...

Ainda sobre a apresentação em Goiânia:
- Patrimônio R$140.785 bilhões
- Benefício médio R$5.770,00
- Pensão média....R$3.638,00
- Total participantes: 121.220

Comparações- A Funcef, com quase o mesmo contingente apresenta patrimônio de R$ 37 bilhões;

Complexo Saiuípe - Adquirido em 1998 por R$ 300 milhões - Valor atual R$ 170 milhões, à espera de comprador.

-A reunião foi até o meio dia mas,o Sasseron encerrou a sua participação às 11:30 pois ainda participaria de reunião em Belém. Já para sair, recebeu o pedido, e prometeu, que ao seu retorno à Previ iria provocar reunião e decisão em prol da melhoria dos benefícios;

Anônimo disse...

Colega Ivan Rezende,

O que o Sasseron diz não é confiável, é muita demagogia e pouca ação. Vulgo enroleition.

Ivan Rezende disse...

Porisso, temos que ficar atentos ao CANAEL. José Ricardo Sasseron é Presidente da ANAPAR, Conselheiro Previ/Vale/Valepar- Diretor Securidade da Previ e Sindiban/Honorário.

Anônimo disse...

Colegas,

Se dependermos do SASSERON para reivindicar alguma coisa dentro da PREVI a favor dos APOSENTADOS, podemos esperar sentados ou deitados (espero que não em um caixão).

Abraços e viva os nossos Eleitos da PREVI!

APOSENTADOS POR FAVOR NÃO SE OMITAM NA PRÓXIMA ELEIÇÃO PREVI, APESAR DA DESILUSÃO.

Marcos Cordeiro (André) disse...

Caros Ari e demais Colegas.

Não sou adepto do voto em branco/nulo, pois este comportamento somente beneficia os componentes da chapa a ser derrotada - por representar o continuísmo. É sabido que contam com todo o aparato necessário para somar votos. E se nós que pudermos lhes tirar alguns por omissão estaremos entregando o resultado de bandeja, visto que ficarão sozinhos no pleito.
Como não temos representantes à altura, o foco principal da questão passa a ser alijar a ANABB/Contraf-Cut/PT/Governo do nosso caminho. Depois então trataremos de novas mudanças.
Esta sim é a vitória almejada na atual conjuntura.
Por outro lado, em que pese não tratarmos aqui de política partidária, ganhando a outra chapa, composta de elementos ligados a partidos declaradamente de oposição ao Governo, este tomará o resultado como uma pequena prévia do que o espera na sucessão presidencial.
Será um aviso e uma declaração inconteste da nossa insatisfação. Quem sabe não nos darão um pouco de atenção com vista a um melhor tratamento em respeito aos nossos votos?

Anônimo disse...

É isso mesmo, Marcos Cordeiro:
Votaremos na Chapa 1- Nova Previ-
Aposentados do PB1 e os da Ativa no BB estão com a Chapa 1.

Pensionistas Votam disse...

PENSIONISTA TAMBÉM VOTA ? sim...
Ligue 0800-729-0808 em MAIO, dias 17 a 27. VOTE NA CHAPA 1-NOVA PREVI-