sábado, 27 de novembro de 2010

Cheque em branco

Caros Colegas.

É inadmissível que bancários experientes, com mais de trinta anos “de praia” assinem um cheque em branco e o ponham nas mãos de um negociador ladino e traiçoeiro, que o usará em proveito próprio.

Nossos inocentes representantes fizeram pior. Outorgaram uma procuração em branco, sem termos definidos, mas com plenos poderes ao mandatário para manipular nossa herança ao seu bel prazer. Os mais elementares conceitos do direito foram esquecidos na feitura do documento simbólico do “acordo” firmado com o Banco. Qualquer negociador sabe que numa procuração há elementos básicos que não podem ser excluídos, sob pena de ser considerada nula de direito. Nessa foi omitida a cláusula básica em torno da qual repousa o resto: o objeto dos poderes.

O fajuto documento trata da distribuição de valores entre pessoas representadas, mas no seu corpo tudo que diz respeito a esse elemento é tratado de modo aleatório, subentendido e impreciso. Ali não há um cifrão sequer e muito menos valores. Fala-se em percentagens, índices e intenções. Mas dinheiro que é bom está fora.

Esse trato foi feito para distribuir bilhões de reais do superavit PREVI entre seus participantes. No entanto, embora decida a forma de distribuição, não consta o valor a ser distribuído, foi tudo assentado na base do “se”. Não se falou, por exemplo:

a) - Qual o montante disponível para distribuição;
b) - Quais as partes com direito à partilha – se o Banco está nela;
c) - Quais os argumentos que sustentam a decisão;
d) - Por que legítimos merecedores foram alijados do direito.
e) - Por que foi excluída a proposta denominada 360/360, de alcance generalizado.

Se não bastassem essas incógnitas, agrava-se o quadro pelo fato de que essa pendenga arrasta-se há anos e no decorrer desse tempo supunha-se terem sido feitos estudos pormenorizados, para embasar as discussões seguidas envolvendo as partes interessadas. No entanto, depois da entrega do ouro ao bandido, os números desapareceram. A prova disto é que a PREVI, guardiã do montante em causa, somente agora declara que o

“Documento que trata da destinação da Reserva Especial do Plano 1 é encaminhado pelo Conselho Deliberativo da PREVI para estudos técnicos.”

Quer dizer que antes disso não havia estudos técnicos? E discutiam dividir o quê? Favas contadas? Quando é sabido que nessas duas Instituições – BB/PREVI – estão empregados os melhores técnicos do mercado, exatamente para cuidar desses cálculos. O que prova que o circo armado cumpriu o seu papel: enganar a todos o tempo todo como pensavam. Mas esqueceram de que existem uns poucos que não se deixam enganar. E travam uma batalha inglória tentando convencer o mundo de que está em cartaz uma farsa, encenada pela trupe BB/PREVI/Representantes.

No entanto, nessa guerra suja fazem uso de armas não convencionais e estão abatendo nossos guerreiros de forma silenciosa. Quem será o próximo? Qual o calibre da bala que me reservam?

Depois de tudo, voltam os “nossos representantes” para dizer que foi o melhor que conseguiram; que foi uma negociação difícil.

Negociação difícil o escambau. Ninguém me tira da cachola que pegaram um PF, como se faz no balcão de botequim. Onde está a ata da reunião? Onde está a prova de que ao sentar à mesa o “documento” já não ali estava prontinho, com um xizinho na linha do nome de cada um, para assinar ou largar. Que negociação difícil que nada, Houve,isto sim, uma entrega fácil.

Difícil foi contribuir para a PREVI por mais de 40 anos e não ver a cor do superávit. Difícil foi trabalhar no campo como fiscal da CREAI bebendo água de barreiro e enchendo o bucho de amebas. Difícil foi atravessar o Rio Paraíba com água pela cintura carregando máquina de escrever na Cabeça para cadastrar agricultores integrando a MOVEC. Difícil foi voltar depois para cobrar desses coitados o dinheiro que o Banco emprestou - e chorar com eles porque não tinham com que pagar. Difícil foi perambular por agências no interior do país em busca de melhor salário, trabalhando mais em condições adversas. Diferentemente de outros que saiam do interior para os gabinetes - para trabalhar pouco e ganhar muito, integrando o cordão dos puxa sacos que hoje decidem por nós.

E ainda vêem dizer que foi o melhor que conseguiram. Melhor para quem, cara pálida? Para pensionistas e aposentados por invalidez que recebem pouco? 20% de quase nada é muito mais que quase nada. Cadê os 28 bilhões do superávit? Ficou reduzido a quê? Quanto cada um leva nesse trato – banco e participantes - e por que não se falou em cifras? E foi o melhor que conseguiram!

A declaração posta à mesa, e assinada, é tão simplória e ao mesmo tempo tão oca, que o Banco dá mostras do que ela significa. E prova que ele não é tão ingênuo quanto os que a assinaram, tanto é que se apressou em acalmar o mercado de ações com uma Nota Relevante. Onde diz:

“3. Se aprovados, os termos do referido Memorando não trarão impacto ao resultado do Banco do Brasil.
4. Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado.”


Traduzindo: Essa declaração legitima os aportes financeiros registrados nos balanços apresentados, como a dizer: “Tudo é legal, os trouxas me deram uma procuração em branco, estou apenas preenchendo uma das cláusulas – as outras serão enumeradas na medida em que eu precise declará-las. Há muitas mais, aguardem.”

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 27/11/2010.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Fica, Rossi

Prezado Marcos,

Agradeço pela atenção que me dispensou durante o tempo em que trabalhamos juntos, foi uma parceria sadia e que rendeu frutos.
Como não tolero pessoas arrogantes e traiçoeiras, recuso-me a dividir espaço com o anônimo de 26/11, das 06:52.
Em consequência, solicito-lhe a gentileza de providenciar, ainda hoje, a minha desfiliação da AAPPREVI.
Vai ficar registrado nos anais da história dessa associação, que foi a filiação mais fugaz, porquanto já veio natimorta.
O meu nome mal chegou a ser ventilado, e lá estava o abutre oriundo das trevas, cravando, covardemente, as suas garras nas minhas costas.
Como dizia o Paulo Ricardo, no auge do RPM: Oh, que respeito! Que admiração! Os hipócritas acham nunca erram e não se arrependem das mazelas que praticam. De alguma forma também são psicopatas.
Admirador falso e dissimulado, eu prefiro conviver com os inimigos, porque eles são declarados.
Quanto ao blog, encerro aqui a minha participação, em caráter irrevogável.
Vou procurar outros ares mais puros, menos contaminados, onde não existam serpentes peçonhentas, que ferem o próximo gratuitamente, com o mero propósito de satisfazer os seus egos doentios.
Ao contrário de elogios que o boçal argumentou, pelas críticas que estou fazendo, a pessoas influentes, o que posso esperar é algum processo pela proa.
Será que por estar defendendo o seu direito de aposentado e vier a responder em juízo, por algum tipo de ação, ele viria em meu socorro? É claro que não, mas atirar pedras, por motivo torpe, pueril, isto ele fez e fará sempre.

João Rossi Neto

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Caro Colega Rossi,

Em razão do propósito de afastar-se da AAPPREVI e do Blog, declarado anteriormente, fiz-lhe um apelo particular, quase implorando, que não levasse adiante esse temível intento.

Lamentavelmente, pelo que se constata agora, não fui bem sucedido. Mas não lhe tiro a razão, pois igualmente por vezes tenho arroubos de largar tudo, fechar este Blog e retornar à minha vidinha de aposentado insignificante e desfrutar do resto dos meus dias, junto à minha mulher e meu filho, agora feitos escravos de um ideal por amor a mim. No dia 26/09/2009 teve início meu calvário com a exposição de minha vida particular à mira de alguns invejosos e insensíveis anônimos. Foi quando criei o Previ Plano 1 pensando em ajudar ao próximo. Abdiquei dos meus hobbies e pequenos prazeres que a simplicidade de uma existência amparada por ínfimos proventos me proporcionava, relegando tudo ao passado – eu era praticante de pesca submarina, esporte à vela que o título de Arrais me proporcionava, marcenaria, marchetaria, editor de palavras cruzadas, contista. Até meus livros encontram-se encaixotados desde a última mudança, pois também abandonei o hábito de ler bons e maus livros para entregar-me à manutenção do Blog, do CANAEL e da presidência da AAPPREVI. Mas, apesar de todo o prejuízo não mais me é dado o direito de abandonar qualquer desses bem sucedidos projetos. Eles já não me pertencem. Os doei ao público e com isto me entreguei junto.

A AAPPREVI é uma Entidade e não pode impedir seu afastamento, caro Colega – ela terá que aceitar seu pedido de exclusão. E todo o prejuízo que isto acarrete será creditado à interferência de um anônimo. Todavia, tudo me faz crer que esse pau mandado agiu a serviço dos poderosos que você combate e denuncia. Lamentavelmente você caiu na armadilha e submeteu-se ao jogo sujo tramado nas sombras dos porões das Casas de Exceções. Com relação a isto nada posso fazer.

Quanto ao Blog meu comportamento se torna diferente. Este espaço é particular, sem vínculo oficial com o que quer que seja. Nem mesmo a AAPPREVI tem ingerência. Foi fundado por mim e o mantenho às minhas expensas. Nunca aceitei colaboração financeira a nenhum título. Nem propaganda paga aqui é permitida. O único erro de que me penitencio é gerir este trabalho com espírito democrático, dando voz a todos, indiscriminadamente, pois, nem todos os freqüentadores entendem a diferença entre liberdade e libertinagem. Por isso, Colega João Rossi Neto, renovo o apelo, agora publicamente: não nos deixe. Não abandone o Blog, pois a persistir no propósito deixará meio mundo ao desamparo do seu saber e – em contrapartida – satisfará seus algozes. Na luta de Davi contra Golias no campo das palavras escritas você se deixa abater pela arma que empunha como ninguém, como Mestre que é. Mas, como num ato suicida, você abaixa a guarda e se deixa atingir por um texto canhestramente redigido, eivado de inveja e intenções espúrias.

Fique no Blog e, juntos, destruamos essa canalha que o vilipendia.

Afastar-se da AAPPREVI é um direito seu. Mas abandonar o Blog é uma decisão que você deve dividir com seu público. Através do Previ Plano 1 seus escritos correm o mundo, nas asas etéreas da internet, num clique no Google.

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 26/10/2010.

Desabafo - de João Rossi Neto

À ESPECIAL ATENÇÃO DOS DIRETORES/CONSELHEIROS ELEITOS

Abro o meu voto agora: Sou contra este acordo vergonhoso fechado na marra pelo BB e, com o beneplácito de vocês, Diretores/Conselheiros Eleitos, incompetentes e subalternos. Eu errei quando atendi pedido da ANABB para votar em pessoas tão desclassificadas e sem estirpe. Mas vamos corrigir isso, no futuro próximo, e posso adiantar que vocês serão DEFENESTRADOS da PREVI, principalmente este com influência nefasta habitualmente chamado de Sasseron. Fizeram-nos rastejar aos pés do BB, mas esperem o troco, que ele vem. È preciso salientar também que à ANABB fez um péssimo trabalho na defesa do nosso patrimônio, de servidão explícita ao BB/Governo. Peço que, doravante, a Diretoria Executiva/Conselho Deliberativo daquela entidade não tome liberdade de encaminhar, para minha residência, correspondências sobre ELEIÇÕES.

Para que atendessem, de longe, as nossas pretensões, corrigissem parcialmente as injustiças, o acordo deveria contemplar, pelo menos, as seguintes melhorias nos benefícios:
1 - Reajuste de 25% sobre INSS+PREVI, pelo prazo de seis anos, com piso mínimo de R$500,00;
2 - Implantação dos 360/360 avos;
3 - Suspensão das contribuições, pelo prazo de três anos;
4 - Pagamento retroativo a janeiro/2010.
O resultado final que nos apresentaram é pífio, insuficiente. Até parece que estávamos pedindo privilégios com dinheiro público, quando na realidade, o recurso a ser distribuído é fruto das nossas contribuições e dos créditos auferidos pelo Fundo de Pensão nos investimentos em Bolsas de Valores e Renda Fixa. A propósito, as próprias contribuições do patrocinador, nunca tiveram origem em dinheiro público, visto que as Despesas com esses Encargos Sociais são embutidas nos custos pagos pelos clientes, desde as taxas de serviços, como as operacionais cobradas nos negócios realizados. Inquestionavelmente, a sociedade como um todo, que usa os serviços do banco é que arca com esse ônus. Pelo longo tempo sem receber nada, esperávamos um acerto justo e saiu um novo cruzado no nosso queixo, levando-nos à lona literalmente.

Considero cortadas as minhas relações com a ANABB, tanto assim que vou destinar a ela cópia dessa mensagem. Temos que pedir a nossa exclusão, em massa, desse antro, cujos dirigentes são cavilosos, tendo como metas: Projeção Pessoal, Interesses Políticos, Cargos, Poder e Dinheiro. Enfim, são MERCENÁRIOS. Não perdi tempo em tecer comentários sobre os Diretores/ Conselheiros Chapas-Branca, porque esses, por natureza de ofício, são lacaios, algozes dos aposentados e que estão ali para cumprir exclusivamente o script desenhado pelo patrocinador .

Antes deste desfecho desastroso, maquiavélico, eu vinha mostrando ao BB, através de várias correspondências à sua Presidência, com trocas de telefonemas e e-mails, via do Assessor, Sr. Carlos Alberto Barretos de Carvalho, o nosso repúdio, indignação com todas as mazelas orquestradas contra os nossos direitos. Encaminhei propostas para melhorias nos benefícios, com o fito de que fossem submetidas ao crivo do Presidente/Diretor, mas não logrei êxito. Cheguei a pensar que havia perfurado a rocha, mas, não, os corações são gelados e blindados. Agora, reafirmo, neste momento, com os colegas aposentados, o compromisso de dedicar boa parte do meu tempo, para infernizar a vida dos Administradores do BB, máxime do seu Primeiro Gestor, com ações voltadas para combatê-los com todas as armas disponíveis, de modo que alcancemos o nosso desiderato. Em face de rumores que vieram à tona, O Sr. Aldemir Bendine está com os dias contados a frente do banco, já que a Presidente Dilma pretende substituí-lo, em breve.

Urge que façamos uma denúncia ao BACEN para passar um pente fino sobre todos os procedimentos contábeis do BB, no que diz respeito a antecipar para si, unilateralmente, parte da Reserva Especial da PREVI, hoje, mais de R$ 15 bilhões, que estão ancorados em "Outros Créditos", pendentes de realização. Não custa nada extrair uma cópia dessa denúncia para o TCU, coisa que faremos com prazer. Pelo que se infere das Notas Explicativas, do Balanço, de 30/09/10, páginas 91 a 96, o BB pretende manter esses valores contabilizados em aberto, para serem realizados, somente no encerramento do PB1, ou seja, daqui a 30 ou 40 anos, quando espera herdar o vultoso saldo remanescente deste plano. Não são plausíveis e nem aceitáveis, as justificativas de que poderão fazer amortizações parciais no decorrer do tempo. Tenho a convicção de que o BACEN, deparando-se com irregularidades, não irá contemporizar com essas Decisões Administrativas e Contábeis edificadas em argumentos frágeis, divorciados da boa técnica bancária.

Tal decisão inusitada desperta todo tipo de suspeitas, que pode ir da Fraude Contábil, Ativo Podre ( Rombo ) ou para uma espécie fantasma de Capital de Giro , aberto ficticiamente a PREVI, por prazo indeterminado, com avaliações/valorizações atuariais constantes, operação destituída de Título de Crédito, mesmo porque é vedado estatutariamente a nossa Caixa sequer a possibilidade de pactuar qualquer tipo de empréstimo. Por estarem estribados na Resolução 26/2008, entendem que cumprem as normas aplicáveis à matéria. Com isso, os Lucros foram inflados, criando um paradoxo esdrúxulo, qual seja, estão fazendo pagamentos de dividendos para acionistas (empresários ricos da iniciativa privada) e PLR para funcionários da ativa com égide em superávits, numa notória inversão de papéis, eis que os aposentados, verdadeiros beneficiários estão à margem deste rateio. O Ativo Total, que é o principal parâmetro para a classificação das Instituições Financeiras no Ranking, por estar também inflado, mascara o resultado, colocando o BB como vencedor, ludibriando os maiores concorrentes ( ITAÚ/BRADESCO).

Mesmo sabendo que a Resolução 26/2008 é ardilosa, encomendada politicamente, sorrateira, ilegítima, imoral, inconstitucional e pontual, concordamos que fosse aplicada, abrindo mão dos 50% da Reserva Especial que nos roubaram, mas insensíveis, como sempre, nos trataram novamente com vilipêndio, destinando-nos valores irrisórios, de um montante de recursos que é nosso e, sobretudo, que é suficiente para abrigar o que pretendemos. Inclusive a malfada Resolução 26/2008 reconhece o nosso direito a 50%. Então qual é o dispositivo jurídico que sustenta um acordo que nos destina apenas as migalhas que sobraram sobre o forro da mesa? Não sei como uma pessoa como o Sr. Neri, Diretor do BB, consegue dormir depois de solapar a poupança de pessoas idosas, várias delas com idade superior a 85, 90 anos, acarretando-lhes sérios prejuízos financeiros.

Por analogia, é como se ele estivesse batendo as carteiras dos seus avós, porque eles têm idade para serem os seus progenitores. O pior de tudo, é que o Sr. Neri fez o serviço sujo com o aval do seu Chefe Maior, o Presidente do BB, Sr. Aldemir Bendine. A sociedade brasileira, precisa ficar sabendo que o todo poderoso BB está dilapidando o patrimônio dos aposentados, em total desrespeito à Constituição Federal, artigo 5º, a LC 109/2001, e ao Estatuto do Idoso, tudo com a conivência da PREVIC que, irresponsavelmente, forjou uma excrescência chamada de Resolução 26/2008 do CGPC. A bem da verdade, o Sr. Neri não participou da reunião e tampouco assinou o documento, mas alinhavou tudo e o seu substituto foi um mero executor do que adredemente estava decidido, de tal sorte que a Dires não pode esquivar-se da responsabilidade de pisar no pescoço dos idosos, fazendo uma distribuição sarcástica, cruel, impiedosa e superficial. Este tipo de acordo, onde só um perde, beira às raias dos piores momentos da Era de Chumbo. O Sr. Neri parece que nunca frequentou cursos sobre negociação, porquanto é princípio básico que o negócio, buscando a fidelização do cliente e a perenização, obviamente precisa satisfazer as duas partes.

Insistimos para que o Presidente do BB determinasse a distribuição, com mais justiça, dos 50% da Reserva Especial, que nos pertencem, por direito, mas nada disso foi feito. Fomos lesados mais uma vez, sem dó e sem piedade. A voracidade com que avançam sobre os recursos da PREVI é uma coisa que causa espécie e salta aos olhos. Como pode haver cobiça tão desmedida e vergonhosa. O banco está enlameando a sua história de credibilidade e honestidade de outros tempos. Parece que esses NOVOS GESTORES não temem as punições para a prática da Gestão Temerária, desprezando o Risco Calculado e gostam de trabalhar no LIMITE DA IRRESPONSABILIDADE. Em consequência de estarem sempre tramando e agindo no fio da navalha, uma hora a casa cai. A batata deles está assando. Desobedecer uma LC 109/2001, burlar uma Resolução, é fácil, porque a hermenêutica sempre é inclinada para o lado Oficial, mas afrontar uma Lei 7.492 é diferente, porque os donos dos julgamentos políticos não embarcam em canoas fazendo água. Geralmente os companheiros das horas boas, para salvar a própria pele, deixam o amigo ferido à beira da estrada. Aliás, essa frase foi citada, por alguém do PSDB, durante as eleições Presidenciais e tinha o cunho de ameaça, tanto assim que para evitar que o abandonado colocasse a boca no trombone, passaram imediatamente a defendê-lo.

Parabéns, fecharam o acordo dos superávits a seu bel prazer, aplicando a Lei do Gerson também a favor do BB. Colocaram todos os pregos no caixão e o ditado, é outro, pois não é vida que segue, mas enterro que segue, todavia, aguardem os desdobramentos. Para mim, a CONTRAF-CUT,PREVI, PREVIC, ANABB, protagonistas desta novela macabra, pesam na mesma balança, porque são todos pelegos, não merecendo respeito e muito menos consideração. O Presidente do BB precisa saber o seguinte: Quem vive na escuridão não gosta da luz, pois a luz reflete a verdade e a clareza da realidade. Quem vive na escuridão acaba consumido pelos erros ou enganos que se escondem nela. A GUERRA NA DEFESA DOS NOSSOS DIREITOS ESTÁ DECLARADA. OS INIMIGOS SÃO OS MESMOS: BB/PREVI/PREVIC/ANABB/CONTRAF-CUT. Ah, se nós tivéssemos um Tio San para nos proteger. O Patrão é o que estiver de plantão, no momento, o LULA e, em seguida, a DILMA. Deles nada podemos esperar, a não ser outras Leis e Resoluções no mesmo diapasão das atuais para nos colocar na guilhotina.


Lamentavelmente.

João Rossi Neto.

OBSERVAÇÕES DO BLOG

Caros Colegas.

O documento ora publicado, de autoria do sócio da AAPPREVI – Colega João Rossi Neto – foi disponibilizado para o Mundo através do Google pelo Blog Previ Plano1. Enquanto isso o autor encaminhou a matéria para diversos Órgãos, conforme suas declarações.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 26/11/2010.

Marcos,

Remeti cópia da minha mensagem, de hoje, para os seguintes destinatários:

Ministro Paulo Bernardo do Planejamento;
Nelson Machado - Secretário Executivo do M. Fazenda;
Presidência do BB;
Ministro da Casa Civil da Pres.Rep;
Sr. Neri - Diretor do BB;
ANABB.

Não espero retornos desses órgãos. A minha estratégia é simplesmente de aguçar as suas curiosidades e induzi-los a buscar, junto a Presidência do BB, informações sobre o assunto estampado na mensagem. Isto ocorrendo, o BB vai perceber que a coisa está se alastrando, ganhando rumos e destaques perigosos, podendo movê-los para uma posição negocial que consulte os nossos interesses.

Evidentemente, é querer demais que a Casa Civil, Planejamento e Fazenda abracem a nossa causa, mas como a curiosidade matou o gato, eles podem, sem saber e sem querer, prestar-nos um inestimável trabalho, que é a divulgação das providências que estamos tomando.

Todo administrador fica incomodado, ao saber que o seu nome está sendo alvo de críticas, ainda mais quando isso ocorre nos Altos Escalões do Governo. Daí a chance de colhermos bons resultados com este esquema.

João Rossi Neto

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Esperança morta

Caros Colegas.

Acabou. Tá aprovado. É o que está aí e só. Nada além do que o Banco determinou e os subservientes representantes dos aposentados e pensionistas assinaram em baixo – literalmente. Está lá, no vergonhoso acordo, o jamegão dos falsos e apadrinhados. Teriam se vendido? O que lhes foi oferecido “por fora”? Por que não divulgam uma ata pormenorizada de tudo que foi dito? Por que a demora em divulgar os “resultados”?

Está implícito que o documento foi elaborado pelo Banco, apresentado pronto e aceito sem discussões. Tudo à feição do Patrocinador. As entrelinhas dizem muito mais do que as palavras que se lê – ali está subentendido que ele é dono de tudo. Agora oficialmente, porque os procuradores dos 120.000 participantes do PB1 atestaram isso. Nem precisa reconhecer firma – eles têm fé pública.

Foram tantas as reuniões, inúmeras as propostas, itens e mais itens contendo “reivindicações” para dar nisso. Melhor seria terem todos se recolhido à sua insignificância e deixado o Banco determinar lá atrás, em 2008, o que eles já sabiam e que anuíam. Afinal, prevaleceu a vontade dele. Ou melhor, prevaleceu a única vontade existente, sempre, porque os negociadores agiram falsamente. Deram a entender aos incautos participantes do PB1 que discutiam com o Patrocinador propostas sérias quando, na realidade, nada daquilo tinha o menor valor. Era tudo jogo de cena. Talvez para justificar suas inúmeras idas e vindas à custa da Federação, das Associações e de seus inocentes associados. Cada reunião dessas proporciona mordomias com viagens aéreas e hospedagem em bons hotéis, para nada resolver. Eu participei de uma delas – e me arrependo.Tudo de graça e que ainda rende votos para eleições futuras na manutenção dos dirigentes nos seus cargos – eternos habitantes do CANAEL - ou, pior ainda, alçá-los a postos mais influentes e melhor remunerados.

Pouca vergonha!

Caras de Pau!

Enganadores!

Estivesse eu ali presente me recusaria a apor minha assinatura naquela coisa abjeta. Aquilo para mim vale menos que papel higiênico usado para o que se presta. Meu nome é minha alma. Minha assinatura representa minha honra. Concordar com o que ali está é vender a alma e a honra. Causam-me nojo. Sinto-me usado e traído.

Como presidente de uma associação séria não posso me insubordinar à liturgia do cargo. Mas, como pessoa física, sou livre para falar, pensar e agir sem render homenagem a ninguém. Nada me impede, agora, de buscar a justiça como participante do PB1 usurpado em meus direitos. Gastarei os últimos tostões que me restam para contemplar essa determinação. Convençam-me do contrário, se puderem, mas com argumentos somente, porque não me vendo. Ninguém me segura. Nem me compra.

Vejam o acordo nojento que assinaram em nosso sagrado nome:

Clique aqui

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 25/11/2010.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Acordo vergonhoso

Caros Colegas.

Se os amigos nada informam, resta-nos divulgar as notícias do “inimigo”. A Contraf-CUT não respeita a Lei da Mordaça a que estão subjugados os nossos representantes, portanto eis as informações de que carecemos:

Entidades e eleitos fecham acordo com BB sobre superávit do Plano 1 da Previ

A Contraf-CUT, os dirigentes eleitos da Previ e demais entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil, inclusive associações de aposentados e Anabb, fecharam acordo com a direção do BB nesta quarta-feira 24 sobre a destinação do superávit do Plano 1 do fundo de pensão dos trabalhadores do banco público. A proposta será submetida à aprovação dos participantes do Plano 1 da Previ, em consulta que será realizada no início de dezembro.

O acordo prevê as seguintes melhorias de benefícios:

1. A concessão de um benefício temporário correspondente a 20% sobre o Complemento Previ dos aposentados e pensionistas ou 20% dos benefícios projetados para os funcionários da ativa. Os aposentados e pensionistas receberão o novo benefício de imediato, em 12 parcelas mensais ao ano. Os participantes da ativa terão os valores creditados em contas individuais, cujo montante acumulado será sacado no momento da aposentadoria. No primeiro pagamento, serão antecipadas as primeiras 12 parcelas.

2. Incorporação como benefícios permanentes do Plano 1 dos benefícios especiais negociados em 2007.

3. Benefício mínimo provisório correspondente à diferença entre 40% e 70% da Parcela Previ.

Proposta será votada pelos participantes

A implantação dos benefícios negociados com o BB depende da aprovação dos participantes, em consulta que será realizada com o Corpo Social no início de dezembro. Antes de entrar em vigor, o acordo precisa também ser aprovado pela Superintendência da Previdência Complementar (Previc) e pelos órgãos governamentais competentes.

Os representantes dos trabalhadores e a direção do BB também chegaram a acordo para a instalação de processo de negociação, em janeiro de 2011, para avaliar e adotar possíveis alterações do Regulamento do Plano 1 da Previ.

"O acordo, que contempla uma série de reivindicações dos participantes sobre a destinação do superávit acumulado do Plano 1 da Previ, só foi possível porque houve uma ampla união entre os dirigentes eleitos da Caixa de Previdência e as entidades representativas do funcionalismo, entre elas a Contraf-CUT, associações de aposentados e Anabb", afirma José Ricardo Sasseron, diretor de Seguridade eleito da Previ.



Fonte: Contraf-CUT

Tá tudo dominado! - Reedição

(Este texto foi originalmente publicado no dia 11/10/2010, mudando a data, hoje ele se afigura atual em todos os sentidos).

Caros Colegas.

Meias informações em cima de informações falsas equivalem à informação nenhuma.

Continuamos sem saber ao certo o que há para dividir, se e como vai ser dividido ou mesmo se a divisão já não foi feita internamente. Pode até ter ocorrido que o Banco e a PREVI já tenham se entendido e feito a partilha ao seu modo. E nós entramos de gaiato para assinar embaixo. O certo nisso tudo é não alimentar falsas esperanças. A caixa preta do superávit permanece inviolável e as informações que deixam transparecer são obscuras e obtusas. Somente o patrocinador tem a chave do enigma e, claro, a ele não interessa divulgar o que vai dentro do seu reino.

Há perguntas não respondidas, muito embora direcionem ao falso entendimento de que as respondem. A solução do “problema” é conhecida pelos três senhores que o criaram para favorecer um deles, e dos três, ironia suprema, o mais confiável é a PREVIC, Órgão criado justamente para organizar a bagunça formada propositadamente.

O Banco esconde o jogo por ser o maior interessado no resultado; a PREVI sonega informações numéricas para não desagradar ao patrão. Da resultante temos a PREVIC que, atual mentora das normas disciplinadoras da divisão, não se omite ao dizer o que pode e o que não pode ser feito. E isto se explica pelo fato de que sua criação foi obra de manobra engendrada para contemplar a destinação do superávit – que deveria acontecer exatamente do modo que ocorre.

Ainda no nascedouro da PREVIC uma teia foi formada e o novelo embaraçado contendo números, normas e direcionamentos escusos para, a pouco e pouco, ir sendo desfeito para desvendar o mistério primordial: quem tem direito ao superávit fabricado e como os famintos serão alimentados por ele de forma a que pensem que estarão sendo beneficiados.

Começando pelo errôneo surgimento do superávit, passando pelo seu crescimento para chegar-se ao impasse criado, muito pouco foi dito e explicado. A começar pelo próprio superávit que nunca poderia existir porque nosso fundo não é uma empresa geradora de lucros: tudo que ele produz deve ser direcionado ao pagamento de benefícios, portanto, não comportando sobras cumulativas por anos seguidos.

É fácil deduzir que essas poderosas sobras foram fabricadas pelo patrocinador para delas se apossar quando chegado o momento, mas, para não parecer antidemocrático preparou a base para suas investidas. Com sucessivas alterações do Estatuto da PREVI cercou-se da certeza de que estaria agindo em benefício próprio impondo inclusões de itens de entendimento dúbio, sempre explicados e aprimorados no decorrer dessas modificações – levando de roldão para o seu cofre tudo que consiga retirar do Fundo dos trouxas.

No momento tudo está sendo conduzido à feição para contemplar o patrocinador uma vez chegado o momento determinado por ele para a divisão, visto que precisa urgentemente da “sua parte” e para isto já conseguiu o apoio oficial, chancelado pela PREVIC.

Portanto, é bom que tenhamos cautela ao sermos chamados para assinar o “acordo” já costurado sem nossa presença, é de se supor. Também não podemos alimentar a ilusão de que teremos algum poder para influenciar soberanamente na decisão que se avizinha e, assim sendo, quando for formada a mesa de “negociações” não podemos esperar milagres de quem ali ocupe lugar em nosso nome – seu poder de fogo pode ser comparado a um simples traque.

De mais a mais, essa mesa de supostas negociações já teve seus componentes maliciosamente predeterminados para não nos deixar alternativa outra senão aceitar o que nos entreguem na bandeja das sobras. Vale a pena analisar a composição dessa mesa:

1 – Banco do Brasil: patrocinador e dono do voto de minerva, sempre, embora neste caso não se aplique;

2 – PREVI: sua diretoria é comprometida com o patrocinador;

3 – ANABB: declaradamente defensora do Banco do Brasil (consta do seu Estatuto – “Da Associação e seus fins; Art. 2° São finalidades da ANABB: I – zelar pela integridade do Banco do Brasil...”

4 – Eleitos da PREVI - há diretores comprometidos:

Diretor de Planejamento – Vitor Paulo Camargo Gonçalves

-Vitor Paulo Camargo Gonçalves – ANABB - Cons. Delib. – 2009/12
-Vitor Paulo Camargo Gonçalves – CoopANABB – Cons. de Administração

Diretor de Seguridade – José Ricardo Sasseron

-José Ricardo Sasseron – ANAPAR – Vice-Presidente
-José Ricardo Sasseron – Cons/Previ/Vale – 30/04/2011
-José Ricardo Sasseron – Cons/Previ/Vale-Valepar – 30/04/2011

Conselheiros da PREVI eleitos: (Deliberativo)

-Mirian Cleusa Fochi – Contraf-CUT – Representando o BB

-Célia Maria Xavier Larichia – AAFBB – Vice.Pres. Cons. Administrativo
-Célia Maria Xavier Larichia – ANABBPrev – Cons. Delib. – Suplente
-Célia Maria Xavier Larichia – FAABB – Cons. Delib. – 2009/12

-William José Alves Bento – ANABB – Dir. Adm. e Financeiro – 2009/12
-William José Alves Bento – ANABBPrev – Cons. Delib. – Suplente.

5 – AAFBB: aliada da ANABB na ultima eleição na PREVI onde colocou membros de sua diretoria;

6 – AFABB-SP: Antonio Gonçalves (Diretor) – integra o Conselho Deliberativo da ANABB;

7 - AFABB-RS: Cláudio Nunes Lahorgue (Presidente) – Cons. Deliberativo suplente da ANABBPrev;

8 – Contraf-CUT: subordinada ao partido do Governo que nomeou Dirigentes da PREVI e que, também, tem na sua direção componente da cúpula da PREVI e da AAFBB (Mirian Cleusa Fochi – representante do BB);

9 - Comissão de Empresa: atrelada ao BB;

10 – Gilberto Santiago: Presidente da AAFBB (comprometida com a ANABB – item 4) e Diretor da FAABB;

11 – FAABB: representante das 32 associações de aposentados e pensionistas que não se entendem quanto à representatividade de sua Presidente, Isa Musa de Noronha, que integra o Conselho Deliberativo da ANABB. Também tem Gilberto Santiago como Diretor de Assuntos Previdenciários - comprometido com a ANABB (itens 4 e 6).

Como se vê, todos que têm assento à mesa de “negociações” estão comprometidos com o patrocinador de um modo ou de outros, e numa análise apurada dos nomes envolvidos resta-nos um a quem dar um voto de confiança: Isa Musa de Noronha, independente de cargos ou posições, pois é a única pessoa que já deu mostra de sua capacidade e engajamento incondicional na defesa dos aposentados e pensionistas do PB1, porque o resto...

Está tudo dominado!

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 24/11/2010 - Reedição do post de 11/10/2010.
POSTADO POR MARCOS CORDEIRO DE ANDRADE ÀS 09:16

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Ações Judiciais - Segundos lotes

Caros Colegas.

Fazendo uma pausa até a próxima reunião marcada para quarta-feira, temos imenso prazer em anunciar o ajuizamento de mais duas ações judiciais patrocinadas pela AAPPREVI, conforme comunicado recebido do Advogado encarregado dos Processos:

Prezados Senhores,

Tenho o prazer de lhes informar os números dos processos do lote 2, os quais foram distribuídos hoje dia 22.11.2010:

1. AÇÃO RENDA CERTA: 0365250-50.2010.8.19.0001 (49a. Vara Cível)

2. AÇÃO CESTA ALIMENTAÇÃO: 0365260-94.2010.8.19.0001 (33a. Vara Cível)

Os processos já podem ser consultados no site do TJRJ.

Atenciosamente

JOSÉ TADEU DE ALMEIDA BRITO
Advogado OAB/PR 32.492


Com estes dois lotes agora são quatro as ações ajuizadas, contando com as duas primeiras, todas com seus números registrados no site da Associação na página Assessoria Jurídica, para consulta no portal do TJRJ.

Nesta oportunidade estamos providenciando comunicado individual aos integrantes destes segundos lotes.

Por oportuno, informamos que ainda neste mês serão ajuizadas outras duas ações, todas sob a integral responsabilidade financeira da AAPPREVI, que responde pelo pagamento das despesas inerentes (honorários advocatícios, custas processuais, etc.), ficando a cargo dos sócios participantes apenas o pagamento da mensalidade de R$ 10,00, devida à associação.

Eis as ações que se juntarão proximamente às quatro existentes:

- RMI – Renda Mensal Inicial – 1° lote
- IR – 1/3 PREVI – 1° lote.

A AAPPREVI continua recebendo documentos para ingresso nos lotes seguintes de todas essas ações.

Atenciosamente,

AAPPREVI – Assessoria Jurídica (Agora com Advogados em Curitiba e no Rio de Janeiro)

Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 22 de novembro de 2010.