quinta-feira, 15 de abril de 2010

Descaso total.

Caros Colegas.

A insensibilidade tem limites.

Sem ter a pretensão de comparar-me ao Rei RC, sei como ele se sente ao declarar que gostaria de escrever algo diferente de tudo que já foi escrito, para compor uma canção ímpar.

A impotência que me abate por presenciar a insensibilidade da PREVI, me leva quase ao desespero lidando com sofrimentos de colegas que me procuram. E eu, dentro da pequenez de meus poderes, procuro em mim palavras para usar na formação de conceitos que sensibilizem os dirigentes da nossa Caixa. Nada encontro porque acho que tudo já lhes foi dito e nada quiseram ouvir. Não movem uma palha para minorar sofrimentos. Fecham os olhos à miséria fabricada e alimentada com o descaso proposital de que estão imbuídos. Do alto do conforto adquirido à custa do voto, robustecido pela esperança de milhares de participantes destituídos do mínimo de dignidade que a idade avançada lhes deve, essas pessoas posam prepotentes como senhores absolutos da razão e donos do direito de ignorar desgraças, a desfilar impávidos como se destituídos de culpas, distribuindo deboches com sorrisos sarcásticos em reuniões despropositadas.

Não há argumentos que nos convençam que a situação estabelecida transcorre dentro da normalidade. Não há como entender que dezesseis pessoas joguem com a sorte de tantos milhares que clamam por justiça na distribuição de migalhas.

São 16 dirigentes com o poder de gerir um patrimônio de 140 bilhões pertencentes a mais de 120 mil pessoas.

16 insensíveis dirigentes de um lado, sem saber o que é pobreza, desconhecendo agruras financeiras, ignorando problemas com moradia e saúde. Robustos e saudáveis. Ricos e confortáveis. E do outro lado uma legião de idosos à volta com o lado negativo de tudo que os 16 desfrutam.

São milhares a clamar por justiça e tratamento digno e cujo clamor não encontra eco. Ninguém levanta a voz para defendê-los. Nenhum ser superior se digna puxar as orelhas desses dirigentes para fazê-los enxergar o óbvio. Até parece que eles são superiores a tudo e a todos. Será que os mais de 120 mil participantes estão errados? Será que os cerca de 50 mil pedevistas e demitidos reclamam sem nenhum fundamento? Será que os desalojados pela CARIM agiram de má fé? Será que os que brigam na justiça contra desmandos fabricam motivos?

Alguma coisa está errada nisso tudo. Ou esses 16 estão certos e o resto...
Bem, o resto para eles é simplesmente o resto.


Marcos Cordeiro de Andrade – Curitiba (PR) – 16/04/2010.

41 comentários:

Anônimo disse...

Tudo na vida é transitório. Esses 16 diretores que aí estão e que prejudicam os 121.000 colegas irão pagar um preço altíssimo. Existe uma lei que nunca falha: a lei do retorno. Eles podem até passarem incólumes pela justiça dos homens, mas pela justiça divina não. Antigamente dizia-se que a justiça divina vinha a cavalo, mas nos tempos modernos essa mesma justiça divina vem online.
Quem viver verá como será triste o fim dessa gente que semeia o mal entre os seus.

Anônimo disse...

Comovente a carta do Sr. Ary Taunay Filho ao presidente da Previ. Como pode o maior fundo de pensão da américa latina roubar descaradamente os pedevistas. Todos nós sabemos que os pedevistas foram roubados na hora do desligamento do Banco. A grande maioria dos pedevistas foram obrigados a sairem. Não tiveram escolha. As listas vinham prontas (os elegíveis). Quantas mortes por suicídio e depois por alcoolismo esses pedevistas encararam. Aconteceram mortes dentro das próprias dependências do Banco e abafadas. Quantas vidas destroçadas inutilmente. A maioria dos colegas do plano 1 que ainda estão na ativa sofreram com transferências para outras regiões mais ricas no intuíto de preservarem os seus empregos. Foram exilados literalmente de seus lugares de origem, conviveram com a dor da separação e com o preconceito nas novas unidades. Eram tidos como escórias do Banco. Eu presenciei todo esse tempo de horror e a partir daí passei a odiar o meu trabalho e o empregador. Hoje estou aposentado, mas me sinto mal ao passar por um lugar e me deparar com uma agência do Banco. Ainda me vem na mente as reuniões de descomissionamento, as pressões para transferências forçadas de colegas, o lamento dos atingidos por tais insanidades. Foi um período tão ruim que deixou marcas na alma de todos, dos que saíram e dos que ficaram. A maior alegria da minha vida foi no dia que consegui me libertar desse ambiente apodrecido que consumiu a minha saúde e os meus sonhos. O pior de tudo foi o desprezo do atual governo em manter a mesma política nefasta para os funcionários do Banco.

luiz fernando disse...

MARCOS, o pior, que na epoca os entao gerentes de agencias e superintendentes e diretores,levavam a risco as ordens e cada um demitido(convidado),corriam a ligar para seus superiores,a conseguir seu intento.Quantos colegas, com direito adquirido a fazer 2 h.extras(habitualidade),abriram mao de seus direitos por pressao dos gerentes. E o pior, esses mesmos dirigentes,gerentes,se aposentaram e no outro dia, entraram na justica, com a maior cara de pau.E´como os colegas dizem,efeito bumerangue,quem faz o mal, recebe devolta, na mesma proporcao ou pior.

Anônimo disse...

A PREVI, HJ EM SEU SITE EXPLICA QUE NAO PARTICIPARA DIRETAMENTE DA LICITACAO DA BELO MONTE, E SIM ATRAVES DE SUAS EMPRESAS( BEM VALE E NEONERGIA)EM QUE DETEM MAIORIA DAS ACOES. MAS QUAL A DIFERENCA? A PREVI NAO PARTICIPA EM SEUS CONSELHOS DE ADMINISTRACAO? OU E´ UMA FIGURA MERAMENTE PARTICIPANTE(OUVINTE, OU CARGO BEM REMUNERADO)

Anônimo disse...

Colega Marcos,

Penso que existe um "interesse maior"
em tudo isto isso que está aí, e nós
do plano 1 ainda não percebemos.
Penso que a "ordem" veio de cima (LU-
LA-PT), e o que o Sérgio Rosa está
fazendo não é por "maldade" dele.
Assim como o Banco do Brasil foi "con
vocado" pelo LULA, pra ajudar o País
quando da crise de 2008, a PREVI ago-
ra tem que "dar a sua contribuição".
Nós estamos reclamando de barriga cheia.

Jorge Teixeira disse...

Colega Marcos Cordeiro,
Para emitir a minha opinião sobre o seu post gostaria de me reportar ao comentário do Sr. Cidimar Alves, postado dia 14.04.2010 às 16:54hs. Relembrando foi dito que: “em São Paulo alguns aposentados foram procurar a CONTRAF CUT e eles nos disseram que somente a CONTRAF CUT pode negociar com o Banco do Brasil. Aposentados, devem ser sindicalizados para que a CONTRAF os defenda. Caso contrário, a CONTRAF só chamará alguma associação de aposentados se quiser, como um favor. Segundo informações, a CONTRAF CUT não aceita que o Banco fique com a metade do superávit e assim não vai negociar nada”. Por sua vez os diretores eleitos alardeiam aos quatro cantos que, inobstante as contabilizações realizadas pelo patrocinador, nenhum recurso saiu dos cofres da Previ e, no que depender da vontade deles, jamais sairá. É bom lembrar também que em qualquer tipo de negociação sobre a distribuição da reserva especial para revisão do plano de benefícios, à luz do que estabelecem os termos da resolução 26, o patrocinador não poderá fazer uso do voto de Minerva. Quero me reportar agora à apresentação do resultado de 2009 em Brasília, evento transmitido pela Internet. O diretor de seguridade foi bem claro ao afirmar que, em hipótese alguma e contrariando o desejo de todos os aposentados e as pensionistas do “PB-1”, poder-se-ia esperar que o patrocinador aceite que sejam distribuídos os cinquenta por cento da reserva especial para revisão do plano de benefícios a que temos direito, ficando a parte dele Banco para ser discutida após a decisão definitiva da justiça sobre o mérito do que estabelece a resolução 26. Ou se discute a utilização dos recursos tendo por base a resolução 26 ou não haverá discussão. Para que levemos a nossa parte já o patrocinador também quer levar a parte que julga lhe ser de direito, pelo menos no momento. Só consigo enxergar uma saída para esse impasse. Qual seja: pressionar de imediato os diretores eleitos para que disponibilizem uma pesquisa junto ao corpo social, com vistas a que seja aferido o que pretende a maioria dos aposentados, das pensionistas e dos colegas da ativa. Desde que permaneça essa intransigência entre as partes só teremos para contabilizar ao final de 2010 a quantidade de colegas do “PB-1” que nos deixaram definitivamente no ano em curso. Aliás, é só isso que estamos fazendo já há três anos seguidos. A nossa Aapprevi poderia liderar esse movimento já que não lhe faltam garra e credibilidade para tanto, aproveitando, inclusive, a aproximação iniciada com a Faabb.

Anônimo disse...

As apresentações dos resultados acabaram. As duas ultimas aconteceram no dia 14. E agora? A Previ já anunciou que não haverá expediente nos dias 22 e 23, em razão do feriado nacional do dia 21.
A colega Cecilia, certa vez, disse em seu blog que tivesse que acontecer alguma discussão sobre a Reserva Especial, seria só depois do Carnaval. Carnaval já passou, quaresma, Semana Santa, Eleições Cassi e logo a seguir virão as Eleições Previ.
Será que algum dia teremos vez?

Anônimo disse...

Sou aposentado e hoje tenho vergonha de assistir o que o BB e a PREVI estão fazendo ao se apropriar do dinheiro dos Pedevistas. Estive pesquisando sobre essa fraude tão comentada nos últimos dias e pude verificar que eles foram realmente roubados ao deixarem o PLANO I. Agora o Banco quer esse dinheiro para dividir entre os acionistas. Eu morro e não vejo tudo!
Isto é UMA VERGONHA!!!!!

Anônimo disse...

Colegas,sera que so eu vejo com clareza o que esta acontecendo?Ja escrevi varias aqui e no outro blog que a briguinha dos eleitos que dizem nao aceitar dividir com o banco ,que a Contraf tambem nao quer e tudo balela.E jogadada grande pois nao querem dividir nada com os VERDADEIROS DONOS entao, usam a desculpa para criar o impasse e empurrar para frente.O BANCO VAI LEVAR TUDO!!!! E copa,olimpiada,pac,tapa rombo do bb e outros roubos mais.
Nao sejam ingenuos.Os eleitos cumprem bem o que o PT manda e a ordem e alegar a Resoluçao 26,dizer que nao concordam com a divisao de 50%para o banco e pronto.
Favor publicar.

Ivan Rezende disse...

Caro Jorge Teixeira,
Conforme já informei em outro comentário, e também o esclarecido na reunião em Goiânia, a Previ -diretoria e conselheiros- não tem competência para elaborar a pesquisa e sim as associações representativas dos aposentados/pensionistas.
Segundo o Sérgio Rosa, de posse deste resultado a Previ poderá seguir com a negociação.

Anônimo disse...

Colegas,
Materia interessante, e até certo ponto perturbadora, veiculada no blog do Romildo, intitulada NOVO OLHAR SOBRE O SUPERAVIT DA PREVI, da colunista Raquel Ballarin, do VALOR ECONOMICO.
Golpe à vista.

Anônimo disse...

ATT ESPECIAL DO COLEGA MARCOS.

Assisti uma dessas reuniões de apresentação (desnecessária) do resultado operacioanl da Previ e fiquei totalmente desiludido com o que presenciei dessa reunião e, principalmente, com os colegas que ali compareceram. Observei que a maioria, maioria mesmo, é totalmente desinformada, Vou citar alguns exemplos simples que ali observei em bate papo com colegas: não sabem que o "espelho" Previ pode ser impresso no auto-atendimento do Banco. Não sabiam que recebiam valores da distribuição do superavit 2007. Um disse que recebeu um valor mensal durante 24 meses, mas não sabia a sua origem. Outros nem sabiam que existia superavit distribuido em 2007. Conhecimento de informações complexas, nem pensar. Então durante a palestra o Sergio Rosa e o Sasseron deitavam e rolavam devido a falta de informações e conhecimento dos presentes com o que ocorre com a Previ. Quando sabem de alguma é conhecimento muito superficial. O Sergio Rosa disse que a Previ é o maior fundo de pensão do Brasil e era o que pagava melhor. Eles passavam informações inverídicas e mão eram contestados. A Previ pode ser o maior mas não é o melhor. Os outros fundos tem patrimônio menores por que tem melhores benefícios sem desiquilibrar o Plano. A situação em que nos encontramos hoje tem um culpado, nós mesmos. Somos, quase totalmente, desinformados por culpa própria. Aqueles melhores informados participam de blogs, dão suas opiniões, divergem, discutem, mas ficamos somente nisso. O Sergio Rosa teve a petulancia de induzir a ninguém entrar na justiça contra a Previ. Interessante. Por que será que ele esta tão preocupado com os ativos da Previ e não com o bem estar dos participantes. A quem interessa ter um alto superavit e poder lançar mão disso. Quando da distribuição do superavit 2007, eles criaram critérios para favorecer determinados grupos, e, não obervaram a isonomia. Votamos a favor por falta de informações verídicas. O Banco concordou com essa distribuição. Mas depois, alguém do Banco pensou, por que distribuir para os associados e não pro Banco. Por que não aumentar o nosso lucro, mostrar que uma empresa estatal, como o governo atual é partidário, não dá lucro maior que os bancos particulares. Por isso criam resoluções casuísticas para alcançar os seus objetivos. Será que doravante o lucro do Banco se baseará no supervit Previ? Há necessidade de termos um canal não somente para informar, mas com informações de qualidade, para os assitidos, através de e-mails. Para termos esses e-mails há a necessidade de verificar uma associação que que realmente simpatize com a causa da AAPREVI para nos repassar esses e-mails. Uma associação que não nos veja como concorrente, mas como um aliado para defender as mesmas causas. Nos unindo estaremos mais fortalecidos.
Estamos contigo e não abrimos mãos. Avante Marcos. Vamos alcançar aquilo que você se propoem. Primeiro os associados.

Anônimo disse...

Colegas,
Pesquisa sobre dividir ou não o superavit com o BB, já foi feita no blog da Cecilia e o resultado foi uma tremenda palhaçada. Temos que ter uma votação oficial com numero de matricula e senha de cada participante do PB1, essa negociação tem que sair de qualquer jeito, não temos muito tempo e sensibilizá-los é tarefa inútil, temos que nos movimentar
e ir pessoalmente fazer barulho na porta da PREVI ou em Brasília, temos que mostrar que estamos vivos, porque o desespero de tanto
descaso e injustiça está nos revoltando ao máximo suportável.

Jorge Teixeira disse...

Colegas Marcos Cordeiro,
Refiro-me aos esclarecimentos julgados cabíveis prestados pelo colega Ivan Rezende, de que tratou o comentário de 16.03.2010 às 08:36hs. A propósito, ratifico a minha opinião de que a nossa Aapprevi poderia liderar movimento no sentido de viabilizar a feitura dessa pesquisa junto ao corpo social, com vistas a que seja aferido o que pretende hoje a grande maioria dos aposentados, das pensionistas e dos colegas da ativa aproveitando, inclusive, a aproximação iniciada com a Faabb. Seriam apenas duas simples perguntas a seguir exemplificadas: 1ª) – Você aceitaria a reabertura imediata de negociações com o Banco, ao amparo dos termos da resolução 26 do CGPC que destina 50% da reserva especial para revisão do plano de benefícios para o patrocinador? 2ª) Ou Você prefere aguardar a decisão definitiva da justiça sobre o assunto? Entendo que a nossa Associação tem o perfil ideal para solicitar esse tipo de pesquisa já que não lhe faltam garra e credibilidade para tanto. Como muito bem lembrou o colega Ivan, o próprio presidente Sérgio Rosa confirmou que de posse desse resultado a Previ poderá seguir com a negociação. Sugiro meu Caro Marcos que seja feita uma pequena enquete da espécie aqui no blog, para que se possa ter uma idéia prévia da vontade daqueles que frequentam o “Previ-Plano 1”. Encerrada a pesquisa e se, eventualmente, não tivermos uma visão bem definida sobre a vontade dos blogueiros o assunto se encerraria aqui mesmo e não se levaria o pleito às demais entidades representativas. Caso contrário ficaremos eternamente emitindo nossas opiniões e desabafos aqui e nos demais espaços existentes sem que nada de objetivo aconteça em favor de dias melhores para os aposentados e as pensionistas do “PB-1”.

Paulo Beno disse...

O Pontapé inicial somente será dado pelas associações representativas dos aposentados e pensionistas do Plano 1. (ponto final).
Assim já disseram Sérgio Rosa, Cecilia e outros diretores, que esta diretoria NÃO VAI DAR INICIO AS NEGOCIAÇÕES, SE NÃO FOR PROVOCADA PELAS ASSOCIAÇÕES DOS ASSISTIDOS. (PONTO FINAL).

Então: queremos o quê ? Falta o quê?
Concordo com o colega Ivan Rezende, comentário 8:36 acima. Falta-nos APENAS essa associação ou Federação, que queiram nos representar.
Sugiro: AAPPREVI e FAABB.

Anônimo disse...

Procurei a AFABB SP e me disseram que a Contraf Cut jamais vai propor dividir superavit com o Banco porque não concorda com isso e sabem que o Banco negocia apenas com eles,da Cut. Pelo visto aposentados não vao ser ouvidos nunca, pois o BB se lixa para nossas queixas

Anônimo disse...

Marcos Cordeiro,

A única coisa que discordo do seu comentário é que não são 16 dirigentes com poder de gerir um patrimônio de 140 bilhões, na verdade são 16 cargos bem pagos para que fechem os olhos e deixem o Banco gerir este patrimônio.

Anônimo disse...

Para mim é a mais pura verdade,o que disse o anõnimo de 16 de abril 2010 08:22.Eles nos fazem de bobos há muito tempo.Tudo já está tramado.Combinado nos bastidores,sob o olhar complacente dos "eleitos". É um jogo de cartas marcadas, onde de um lado estão o governo, o BB e a Previ e do outro, nós, os aposentados e pensionistas do Plano 1.

Ari disse...

Marcos, Desviando um pouco o assunto dos dezesseis, e reportando-me ao post "Correção de rumos!" onde há um link postado por Anônimo, que transcrevo novamente,
http://www.youtube.com/watch?v=T1d9k8K77R0
cujo conteúdo assisti apenas hoje, há a transcrição das conversas telefônicas gravadas presumidamente por DURVAL BARBOSA (o mesmo que gravou Arruda no escândalo "Caixa de Pandora" que culminou com a prisão de Arruda). Pois bem: Na conversa entre Durval Barbosa e José Geraldo Maciel, ex-chefe da Casa Civil e ex-secretário de Saúde do DF, surge o nome de RICARDO PENA que teria recebido uma propina de 120.000,00 reais. Ora, Ricardo Pena é o atual presidente da Previc, ex-SPC que nos "brindou" com a malfadada Resolução 26.
Não seria o caso de uma investigação para punir com a perda do cargo o sr. Ricardo Pena. Estaria o MP investigando o dito cujo?

Anônimo disse...

Marcos Cordeiro e colegas Jorge Teixeira e Paulo Beno.Precisamos deixar bem claro,caso haja mesmo negociação com o Banco em cima dos 50% do superávit, como seria feita esta distribuição.Isto, porque, como já alertei em comentário anterior,podemos ser enganados outra vez.Seria o cúmulo da burrice, apanhar duas vezes do mesmo batedor.
Já houve consulta semelhante, feita pela própria Previ, com votação de propostas, etc. e a maioria caiu na armadilha, aprovando cálculos desconhecidos que quando foram ver, tiveram surpresas.Abramos o olho.Refresquemos a memória.Esta declaração do Sérgio Rosa é meio estranha.E depois de negócio feito e assinado,a Previ poderá dizer que distribuiu o superávit e aí,já era, não tem jeito mais.

Marcos Cordeiro (André) disse...

Relato de um participante da Reunião de Natal (RN):

"A apresentação da PREVI em Natal foi uma ótima oportunidade para mostrar o nível de mobilização dos demitidos do Banco do Brasil.

A apresentação da PREVI caiu como uma luva, pois cada slide serviu de munição aos que se encontravam presentes. Falou-se em novas parcerias de investidores (Perdigão, Oi, etc.), investimentos e seus resultados, evolução econômico-financeira, metas e, por fim, o superávit. Nesse momento, caros colegas, quase caí da cadeira! Pasmem! 44 bilhões de reais, dos quais o BB está querendo abocanhar a fatia de 13 bilhões de reais.

Quando mencionei que "quase caí da cadeira" não foi pela surpresa, mas pelo tamanho da munição que foi colocada em nossas mãos. A partir daí, o que se viu foi um verdadeiro tiroteio de perguntas, logicamente, dentro de um clima de respeito e serenidade e pertinência.

A pressão foi tamanha que os palestrantes chegaram ao ponto de por a culpa no B anco do Brasil, pois era a ele (Banco do Brasil) que teríamos que recorrer.

As perguntas iam ocorrendo numa movimentação de ondas. Era como se estivéssemos num campeonato de surf esperando a onda maior. E o que se viu foi um verdadeiro tsunami que foi tomando corpo à medida que os colegas falavam, inclusive eu dei um empurrãozinho (em nome das viúvas e de milhares de colegas do Brasil que não puderam estar presentes), assim como Othon, Armandos e outros que não me vem à memória neste momento, a não ser o Leandro que vinha no topo do tsunami surfando sobre uma cópia do famigerado Decreto fraudado. Foi um verdadeiro espetáculo. Todo o ambiente ficou silente para ouvir a história da criação da PREVI até a motivação da fraude. As palmas foram poupadas para o final de sua fala para não se perder uma só sílaba da riqueza de detalhes do caso exposto ali por Leandro. Ninguém teve a ousadia de calar a voz de mais de 40 mil demitidos.

Num dado momento da exposição de Leandro, olhei para a mesa dos palestrantes e os vi totalmente concentrados, inclusive um deles, que no início do debate havia tentado desqualificar a fraude, referindo-se a ela como "uma notícia que se anda falando por aí"."
Anônimo.

Anônimo disse...

Oi Marcos, vamos fazer essa pesquisa e pedir ajuda da FAABB, sugerida pelos colegas Jorge, Ivan e outros acima.

Jorge Teixeira disse...

Colega Marcos Cordeiro,
Gostaria de me reportar ao comentário que postei ontem, 16.04.10, às 11:33hs, através do qual sugeri a feitura de pesquisa prévia aqui no “Previ-Plano 1” - que antecederia outra de caráter mais amplo englobando as demais entidades representativas do funcionalismo -, para que seja aferido o real desejo dos frequentadores deste espaço no que concerne à distribuição obrigatória da reserva especial para revisão do plano de benefícios agora em 2010. Como muito bem lembrou o colega anônimo, cujo comentário foi postado dia 16.04.10, às 10:23hs, a enquete prévia englobaria apenas os associados da Aapprevi a fim de que fossem evitadas as distorções e os fatos lamentáveis ocorridos quando da realização de evento da espécie no blog da colega Cecília. Ficarei no aguardo de sua breve e oportuna manifestação, esclarecido que endosso totalmente a sua colocação de que a insensibilidade tem limites. Mas entendo que a Aapprevi não foi, não é e jamais será impotente quando o assunto for a defesa intransigente, imediata e objetiva dos interesses dos aposentados, das pensionistas e dos colegas da ativa.

Anônimo disse...

Colegas,
Sôbre a deseja distribuição da Reserva Espedcial:

"A Previ está agora debruçada sobre as regras e os números, tentando chegar à conta final. Depois, a questão terá de ser votada em conselho deliberativo, formada por três representantes do banco e três dos participantes. E nessa sessão, o presidente - seja ele Sérgio Rosa, ou o próximo indicado - não tem voto de Minerva.

Se houver a tão desejada distribuição, até que isso aconteça,para alguns será" a parte que nos cabe desse latifundio". (Funeral de um lavrador, João Cabral de Mello Neto)

Marcos Cordeiro (André) disse...

Mensagem encaminhada em 16/04 - 20:46.

Prezada colega Isa Musa.

Pergunto se não seria viável a FAABB propor a abertura de um canal de negociação sem a interferência da Contraf-CUT. Haja vista que a discussão do Superávit Previ somente se relaciona com os participantes do PB1 e com o Banco e a PREVI. Trocando em miúdos: o assunto não merece a interferência da Contraf-CUT por envolver um universo de aposentados e pensionistas não filiados a sindicatos – área de ação dessa Confederação e sua Central. Os aposentados têm sua representatividade assegurada pela FAABB através de suas filiadas.

Além do que é voz corrente que a Contraf-Cut não está de acordo com a repartição do bolo com o BB, logo, será estéril qualquer discussão envolvendo apenas essas duas partes.

Some-se a isto a posição declarada da PREVI, nas palavras do seu presidente, de que os aposentados deverão manifestar seu interesse na repartição com o Banco, pois somente assim haverá distribuição na atual conjuntura.

Preliminarmente a Federação poderia patrocinar consulta a nível nacional para aquilatar as tendências sobre a divisão. De posse de um resultado envolvendo número substancial estaria credenciada a exigir a abertura de discussões com sua participação e seus indicados, e com direito a voto.

Lamentavelmente nossa AAPPREVI não tem número suficiente para se aventurar nessa empreitada, assim como não dispõe de recursos para tanto. Se ao menos dispuséssemos de razoável cadastro de e-mails (recurso confiável) poderíamos desencadear consultas individuais e, com as respostas impressas, levaríamos o resultado à apreciação do Banco.

Todavia, poderemos formar parceria na divulgação desses propósitos e de tudo que se relacionar com a posição adotada pela FAABB em direção à divisão do Superávit, se do seu interesse contar com nossa participação.

Cordialmente,

Marcos Cordeiro de Andrade

Marcos Cordeiro (André) disse...

Caros Colegas.

Qualquer enquete que seja disponibilizada aqui no Blog corre o risco de ser atropelada por grupos partidários e, portanto, suspeitos, que detenham grande número de adeptos. De se notar que o voto é liberado a qualquer usuário de computadores, mesmo com direito a uma participação, apenas. Procurar fazer controle de participantes não se afigura uma postura democrática, e, também, o que se quer é sopesar as tendências. Para tanto estamos procurando um meio de pulverizar as participações, de modo independente e insuspeito.

Marcos Cordeiro (André) disse...

Caros Colegas.

O Blog PreviPlano1 tem como freqüentadores assíduos aposentados e pensionistas, em sua grande maioria. Muitos desses colegas são de idade avançada e por isso recorrem ao auxílio de filhos e netos, adolescentes, para assessorá-los no convívio com seus computadores – seja em função da visão deficiente, seja pela inabilidade no trato com a máquina. Em função disto, primamos no policiamento do linguajar empregado nos comentários, de modo a imprimir credibilidade para permitir o acesso insuspeito ao público jovem, sem o temor de que se depare com colocações inconvenientes à idade.
Por vezes colegas bem intencionados remetem artigos e comentários da autoria de terceiros, através de e-mails, com pedido de divulgação. Acontece que muitas dessas participações trazem em seu bojo termos chulos que, mesmo corriqueiros, não cabem no nosso cotidiano.
A esses participantes peço desculpas pelo não atendimento aos pedidos no sentido de que se trata. De igual modo solicito-lhes evitar essas remessas para afastar constrangimentos.
Assim sendo, tranqüilizo todos os freqüentadores com a lembrança de que procuramos agir com clareza e responsabilidade para com o nosso público - de todas as idades.
Grato.

Anônimo disse...

Colegas,

O que houve com a Dona Cecília, não aguentou as críticas, ou não conseguiu mais sustentar as contradições. O blog não aceita mais comentários livremente, será o fim do mandato?

Anônimo disse...

Marcos,

a Previ prima realmente por não atender bem e tambem pelo desprezo aos seus.
sai no PDV de 1995 e entrei com uma ação para reaver os 2/3, e imediatamente parei de pagar o financiamento CARIM.
durante mais de 14 anos a PREVI não me procurou,e ahi recentemente começou a me ligar um escritorio de Advocacia tentando um acordo, ou uma maneira de retornar aos pagamentos, obviamente não gostaram
das minhas propostas e começaram a me ameaçar comuma ação judicial, que acabou se concretizando ano passado (2009), contra mim e meu marido.
em momento algum constituimos advogado ou mesmo fizemos qualquer gesto no sentido de barrar a tal ação, apenas a ignoramos e nunca nos deixamos ser intimados.
após os tramites a ação chegou ao juiz para despacho, e o mesmo exigiu da Previ, dcoto habil comprovando a dívida, e para nossa surpresa, tal documento não existe, moral da história, o processo foi arquivado.
como não restou a eles nada, resoveu o tal escritorio passar a me ligar todos os dias e deixar o telefone tocar 2x, e logo após desligar ( tipo brincadeira de criança), e 90% das vezes eles ligam de um telefone com o nr confidencial, como se pode notar, eles desistiram ( por enquanto) mais resolveram pertubar.
obviamente não poderei a curto prazo baixar a hipoteca, mais pretendo em alguns ano entrar com uma ação de usucapião urbano , que é perfeitamente viável, devido ao tempo que passou sem a Previ buscar uma forma de receber os pagamento mensais.
isto posto, mostra que existe esperança e que podemos mais uma vez ganhar da poderosa na justiça, as vezes por vias tortas, mais podemos.

(em susbstituição ao que foi objeto de seu email )

Jorge Teixeira disse...

Colega Marcos Cordeiro,
Entendo que a postura adotada pela nossa Associação, ao assumir a responsabilidade de solicitar formalmente os préstimos da Federação para realização de pesquisa objetivando medir a vontade dos associados do “PB-1”, é digna de aplauso e foi a mais correta possível neste momento. Observo que nos diversos canais de comunicação que interagem com os participantes do “PB-1” são colocadas, quase que diariamente, as opiniões da diretoria da Previ e dos membros da Contraf-Cut acerca do posicionamento de cada um deles sobre possível distribuição da reserva especial para revisão do plano de benefícios. E nós, os aposentados e as pensionistas, alguém se preocupa em saber qual é o nosso posicionamento? Alguém hoje tem dados e credibilidade suficientes para afirmar, com segurança, qual é o desejo imediato da grande maioria dos aposentados, das pensionistas e dos colegas da ativa, donos desse belo patrimônio chamado Previ? Quem souber as respostas que por favor as disponibilizem aqui no blog. Repito, sem a realização dessa pesquisa ficaremos eternamente emitindo nossas opiniões e desabafos aqui e nos demais espaços existentes sem que nada de objetivo aconteça em favor de dias melhores para os aposentados e as pensionistas do “PB-1”. Doravante estaremos mais atentos ainda e no aguardo do que vier a se oferecer a respeito.

Lázara Rabelo disse...

Caro Marcos,

Veja esta notícia:
http://www.teletime.com.br/16/04/2010/cvm-recusa-acordo-com-opportunity-em-investigacoes-ligadas-a-brt/tt/176475/news.aspx

Abraços,

Anônimo disse...

Colegas,chegou a nossa vez de dar o troco.E hora de botar a corja para fora da Previ,acabar com a farra dos ladroes de plantao.
Temos a faca e o queijo nas maos,e a nossa chance.
Que DEUS ilumine cada um de nos e muita PAZ a todos.
Publicar.

Anônimo disse...

OS ABUSOS DE PODER DE LULA

JOSÉ ÁLVARO MOISÉS - O Estado de S.Paulo
Existe relação entre a posição do governo quanto aos perseguidos políticos de Cuba, os desrespeitos do presidente à legislação na campanha eleitoral e a irresponsabilidade com que ele e outras autoridades públicas reagiram às catástrofes e mais de 250 mortes no Rio de Janeiro e em Niterói?


Nas últimas duas décadas o Brasil reconquistou o regime democrático. Não está em questão se a democracia existe, mas a sua qualidade. Os escândalos de corrupção, as tentativas de cerceamento da liberdade de imprensa e o discutível desempenho do Congresso Nacional mostram que a consolidação da democracia não depende apenas de votar e escolher governos.

A democracia é mais do que isso. Ela se baseia na soberania popular para ser efetiva e depende de que as instituições que previnem o abuso de poder e asseguram o equilíbrio entre Executivo, Legislativo e Judiciário funcionem a contento, sem sofrer ameaças veladas ou não de governantes ou de seus competidores. Não basta ter uma Constituição para garantir o império da lei, a vigência de direitos individuais e sociais e a obrigação dos governantes de prestar contas de suas ações e se responsabilizarem por elas.

O papel dos líderes que se dizem democratas é essencial, pois eles não são apenas mandatários de cargos administrativos, têm de dar o exemplo de correção e probidade no trato dos interesses públicos e, diante das incertezas próprias da democracia, têm o dever de orientar e educar os cidadãos para respeitarem a lei e as decisões coletivas, conviver com o pluralismo político e aceitar que, além da maioria, as minorias também têm direitos - princípios que distinguem o regime democrático de suas alternativas.

Atualmente, essas qualidades de liderança estão em falta no Brasil. A despeito de seus méritos, como manter a estabilidade econômica e ampliar as políticas sociais de seu antecessor, Lula virou as costas para valores democráticos fundamentais, revelando ao final de dois mandatos outros aspectos de sua personalidade política. Supõe às vezes estar acima da lei, burla o princípio de igualdade política e mistifica a crença dos eleitores de baixa renda, condenados a baixos níveis de educação, por isso mesmo menos críticos diante de quem usa o prestígio da Presidência para fazer crer que é o único autor dos avanços recentes do País.

No caso de Cuba, em vez de reconhecerem a opressão aos perseguidos políticos do regime e a ofensa a direitos assegurados pela Carta da ONU, Lula e os seus se solidarizaram com os dirigentes cubanos que arbitram autoritariamente sobre a vida dos perseguidos do regime, debochando do sentido político da greve de fome como forma de protesto. Lula desqualificou a sua própria experiência na luta contra o regime militar e igualou essa luta à ação de criminosos comuns; ofendeu milhares de perseguidos e torturados no mundo inteiro e gente de seu governo que sofreu perseguição no passado. O silêncio ou a abstenção do governo brasileiro em votações na ONU destinadas a condenar o desrespeito aos direitos humanos na Coreia do Norte, no Irã, no Sudão, no Congo e no Sri Lanka, ou a tolerância à destruição da democracia na Venezuela de Chávez, iluminam outros lados do quadro.

Anônimo disse...

PARTE II

OS ABUSOS DE PODER DE LULA

JOSÉ ÁLVARO MOISÉS - O Estado de S.Paulo

Continuação...

Nesses casos, Lula deixou de lado a posição majoritária dos brasileiros a favor da democracia verificada em pesquisas de opinião. Na campanha por sua candidata à Presidência, em flagrante desrespeito às leis eleitorais, tem se utilizado dos benefícios do cargo há mais de dois anos para fraudar o princípio de igualdade política. Multado pela Justiça Eleitoral, desqualificou as penalidades, convidou o público a debochar das regras e deu a entender que, diferente dos outros cidadãos, despreza as exigências da legislação. A repercussão negativa o levou a pedir cuidado aos ministros, conclamando-os a serem republicanos. Mas o embuste é flagrante - senão a ignorância de Lula quanto ao significado do conceito de res-pública -,pois antes e depois da advertência não se controlou em eventos e inaugurações oficiais, publicizando a sua candidata.

A indiferença de Lula diante dos mecanismos de controle dos Poderes republicanos é evidente. Seu governo desconhece o conceito de accountability, como ficou evidente no caso do mensalão e dos desmandos de José Sarney. Mais dramática ainda foi sua atitude diante das catástrofes no Rio de Janeiro e em Niterói. Primeiro, apelou aos céus diante das chuvas; depois, anunciou a liberação de R$ 200 milhões para ações de emergência e, finalmente, quando veio a público o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) mostrando que o Ministério da Integração Nacional liberou, em dois anos, mais de 64% de recursos para emergências à Bahia do ex-ministro Geddel Vieira Lima, e menos de 1% para o Rio de Janeiro, Lula chamou o relatório de "leviano".

Não é a primeira vez que ele desqualifica as decisões do TCU. Em mais de uma ocasião, quando gastos indevidos foram identificados pelo tribunal, o presidente se comportou como se não tivesse obrigação de dar explicações ao País. Até agora, nem ele nem seu ex-ministro apresentaram os critérios usados na distribuição dos recursos emergenciais. Ademais, em oito anos de governo, Lula parece não se ter dado conta de que ocupações urbanas de risco não se resolvem com medidas de emergência. Mas, ao qualificar de "levianas" as críticas do tribunal, deu razão a autoridades como o prefeito de Niterói, que, após vários mandatos à frente da cidade, confessou desconhecer os laudos técnicos que condenaram a urbanização do lixão do Morro do Bumba. Lula abusa do poder, rebaixa a qualidade da democracia e, pior, estimula outras autoridades a fazerem o mesmo.

É PROFESSOR DE CIÊNCIA POLÍTICA E DIRETOR DO NÚCLEO DE PESQUISA DE POLÍTICAS PÚBLICAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Ari disse...

Seria o caso, tendo em vista a falta de opção, de fazermos apologia ao voto branco/nulo nas próximas eleições da Previ? Uma votação maciça em voto branco/nulo, acenderia a luz de alerta no alto escalão da Previ e do BB, colocando em evidência que os aposentados do PB1 não estão satisfeitos com o "status quo". Se a chapa 1 representa o continuismo e a chapa 2 radicalização partidária, em quem devemos confiar nosso sufrágio?

Marcos Cordeiro (André) disse...

Caro Ari e demais Colegas.

Não sou adepto do voto em branco/nulo, pois este comportamento somente beneficia os componentes da chapa a ser derrotada - por representar o continuísmo. É sabido que contam com todo o aparato necessário para somar votos. E se nós que pudermos lhes tirar alguns por omissão estaremos entregando o resultado de bandeja, visto que ficarão sozinhos no pleito.
Como não temos representantes à altura, o foco principal da questão passa a ser alijar a ANABB/Contraf-Cut/PT/Governo do nosso caminho. Depois então trataremos de novas mudanças.
Esta sim é a vitória almejada na atual conjuntura.
Por outro lado, em que pese não tratarmos aqui de política partidária, ganhando a outra chapa, composta de elementos ligados a partidos declaradamente de oposição ao Governo, este tomará o resultado como uma pequena prévia do que o espera na sucessão presidencial.
Será um aviso e uma declaração inconteste da nossa insatisfação. Quem sabe não nos darão um pouco de atenção com vista a um melhor tratamento em respeito aos nossos votos?

Anônimo disse...

Será que o objetivo do sr. Rosa, não é desviar o foco, da eleição na PREVI, jogando este novo componete; enquete para distribuição do superávit ?
Já que o sr. Rosa, em preve vai sair da PREVI, não vejo tempo hábil para que na gestão dele seja distribuido o superávit, então por quê ele alimentaria tal discussão ?
Não seria o caso de concentrarmos forças na eleição que ai está, pelo visto muitos nossos colegas estão alheios e desinformados com relação a tudo e posteriormente concentrarmos na distribuição do superávit?
Cláudio-Piracicaba-SP.

Marcos Cordeiro (André) disse...

Cláudio e demais colegas.

Estou plenamente de acordo.

A propósito, recomendo a leitura do post de hoje "Insensíveis degenerados!".

Anônimo disse...

Colegas,
Cuidado, pois não há "chapa2", esta anula teu voto! Há somente a chapa 1 e chapa 3("continuismo"), para votarmos em maio à PREVI. (Vamos na chapa 1-"Nova Previ" que representa a oposição.

A Cecilia está se despedindo do Blog; Além de cuidar de netos, responderá no Conselho Administrativo (Titular até 2011) da EMBRAER, onde temos (Plano1) 13,65% da empresa.
Continuará até 2012 no CD da Anabb e da Anabbprev, além de ser Delegada da CoopAnabb (bem feito prá elles!).
Tchau Dona Cecilia. PREVI nunca +.Deu prá ti !!!

Anônimo disse...

Claudio de 05:09,concordo plenamente com voce,esta na cara que o Rosa jogou com a intençao de desviar o foco das eleiçoes.Achei muito estranho ele mandar a gente cobrar
das associaçoes que façam a pesquisa.
AGORA TEMOS QUE NOS LIGAR NAS ELEIÇOES,NO CANAEL.
Para que pesquisa se sabemos que nao pretendem nos pagar nada,pelo menos durante a transiçao do presidente da Previ?
Colegas, esqueçam o superavit, primeiro temos que por para fora os quarenta ladroes porque o Alibaba ja era.
Favor publicar.

Anônimo disse...

Colegas,

É difícil conscientizar todos os colegas aposentados a votarem em massa contra a ANABB, digo chapa 3. Vamos receber em nossas casas as famosas revistas que o seu Valmir Camilo envia, as quais são pagas com o dinheiro dos associados da ANABB. Colegas reflitam se vale a pena continuarem como sócio da ANABB. Chega de dar munição para o inimigo.

Abraços!

CHAPA 1 NÃO ESQUEÇAM!